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- PRR – Plano de Recuperação e Resiliência
Secretaria Regional da Saúde e Segurança Social
Governo dos Açores aumenta capacidade de alojamento do Serviço de Apoio ao Doente Deslocado em Lisboa
Governo dos Açores aumenta capacidade de alojamento do Serviço de Apoio ao Doente Deslocado em Lisboa
Secretaria Regional da Saúde e Segurança Social
Secretária Regional da Saúde e Segurança Social destaca ações eficazes no combate à pobreza nos Açores
Secretária Regional da Saúde e Segurança Social destaca ações eficazes no combate à pobreza nos Açores
Secretaria Regional da Saúde e Segurança Social
Mónica Seidi inaugura Unidade de Cuidados Intermédios Cardíaca no HSEIT
Mónica Seidi inaugura Unidade de Cuidados Intermédios Cardíaca no HSEIT
16 de Janeiro 2026
Governo dos Açores aumenta capacidade de alojamento do Serviço de Apoio ao Doente Deslocado em Lisboa
14 de Janeiro 2026
Secretária Regional da Saúde e Segurança Social destaca ações eficazes no combate à pobreza nos Açores
12 de Janeiro 2026
Mónica Seidi inaugura Unidade de Cuidados Intermédios Cardíaca no HSEIT
Nota de Boas Vindas
Bem vindo ao sítio web da Secretaria Regional da Saúde e Segurança Social do XIV Governo Regional dos Açores
Nota de Imprensa
16 de Janeiro 2026
Governo dos Açores aumenta capacidade de alojamento do Serviço de Apoio ao Doente Deslocado em Lisboa
O Governo dos Açores reforçou a capacidade de alojamento do Serviço de Apoio ao Doente Deslocado (SADD) em Lisboa, através da assinatura de um novo protocolo que integra mais um apartamento T2, com dois quartos, e um apartamento T1 adaptado a utentes com mobilidade reduzida. Este reforço surge para colmatar uma necessidade identificada pela equipa do SADD, liderada por Catarina Silva, permitindo dar uma resposta mais adequada ao crescente número de utentes da Região Autónoma dos Açores que se deslocam ao continente para a realização de exames, consultas ou tratamentos médicos. Para a Secretária Regional da Saúde e Segurança Social, Mónica Seidi, esta medida reflete a atenção permanente do Governo Regional às dificuldades sentidas pelos utentes quando são obrigados a sair da Região para cuidados de saúde. “O Governo Regional está atento às dificuldades que os utentes da Região enfrentam quando se deslocam ao exterior para a realização de exames ou tratamentos e pretende minimizar estes impactos, garantindo uma resposta próxima, digna e humanista. É isso que o Serviço de Apoio ao Doente Deslocado tem, felizmente, assegurado aos nossos utentes”, sublinha a responsável pela tutela. Ao longo de 2025, o SADD deu resposta a 832 utentes, correspondendo a um total de 1.139 processos, uma vez que alguns utentes realizaram mais do que uma deslocação. A maioria das deslocações teve como destino o Instituto Português de Oncologia (IPO), o Hospital de Santa Cruz, o Hospital Curry Cabral e o Hospital Dona Estefânia, em Lisboa. Relativamente à duração das estadas, 46% corresponderam a estadias breves, inferiores a cinco dias. Quanto à origem dos utentes, 54% eram provenientes do Hospital do Divino Espírito Santo de Ponta Delgada, 34% do Hospital de Santo Espírito da Ilha Terceira e 12% do Hospital da Horta. Durante o ano de 2025, a equipa do SADD realizou um total de 11.914 intervenções, que incluíram acompanhamento psicossocial, contactos telefónicos, orientação sobre procedimentos de deslocação, processamento de diárias e prestação de informação sobre direitos e deveres dos utentes. Foram ainda efetuados 3.762 diagnósticos sociais e 6.751 diligências, assegurando um acompanhamento ativo e eficaz, particularmente em processos de maior complexidade. O SADD assume-se, assim, como uma estrutura essencial e de elevada responsabilidade social. “Por detrás de cada um destes números estão utentes do Serviço Regional de Saúde e as suas famílias, bem como histórias marcadas pelo apoio, dedicação e humanismo. É nesse compromisso que o Governo Regional dos Açores continua focado, reforçando respostas e garantindo melhores condições a quem mais precisa”, conclui Mónica Seidi.
16 de Janeiro 2026
Governo dos Açores aumenta capacidade de alojamento do Serviço de Apoio ao Doente Deslocado em Lisboa
O Governo dos Açores reforçou a capacidade de alojamento do Serviço de Apoio ao Doente Deslocado (SADD) em Lisboa, através da assinatura de um novo protocolo que integra mais um apartamento T2, com dois quartos, e um apartamento T1 adaptado a utentes com mobilidade reduzida. Este reforço surge para colmatar uma necessidade identificada pela equipa do SADD, liderada por Catarina Silva, permitindo dar uma resposta mais adequada ao crescente número de utentes da Região Autónoma dos Açores que se deslocam ao continente para a realização de exames, consultas ou tratamentos médicos. Para a Secretária Regional da Saúde e Segurança Social, Mónica Seidi, esta medida reflete a atenção permanente do Governo Regional às dificuldades sentidas pelos utentes quando são obrigados a sair da Região para cuidados de saúde. “O Governo Regional está atento às dificuldades que os utentes da Região enfrentam quando se deslocam ao exterior para a realização de exames ou tratamentos e pretende minimizar estes impactos, garantindo uma resposta próxima, digna e humanista. É isso que o Serviço de Apoio ao Doente Deslocado tem, felizmente, assegurado aos nossos utentes”, sublinha a responsável pela tutela. Ao longo de 2025, o SADD deu resposta a 832 utentes, correspondendo a um total de 1.139 processos, uma vez que alguns utentes realizaram mais do que uma deslocação. A maioria das deslocações teve como destino o Instituto Português de Oncologia (IPO), o Hospital de Santa Cruz, o Hospital Curry Cabral e o Hospital Dona Estefânia, em Lisboa. Relativamente à duração das estadas, 46% corresponderam a estadias breves, inferiores a cinco dias. Quanto à origem dos utentes, 54% eram provenientes do Hospital do Divino Espírito Santo de Ponta Delgada, 34% do Hospital de Santo Espírito da Ilha Terceira e 12% do Hospital da Horta. Durante o ano de 2025, a equipa do SADD realizou um total de 11.914 intervenções, que incluíram acompanhamento psicossocial, contactos telefónicos, orientação sobre procedimentos de deslocação, processamento de diárias e prestação de informação sobre direitos e deveres dos utentes. Foram ainda efetuados 3.762 diagnósticos sociais e 6.751 diligências, assegurando um acompanhamento ativo e eficaz, particularmente em processos de maior complexidade. O SADD assume-se, assim, como uma estrutura essencial e de elevada responsabilidade social. “Por detrás de cada um destes números estão utentes do Serviço Regional de Saúde e as suas famílias, bem como histórias marcadas pelo apoio, dedicação e humanismo. É nesse compromisso que o Governo Regional dos Açores continua focado, reforçando respostas e garantindo melhores condições a quem mais precisa”, conclui Mónica Seidi.
Nota de Imprensa
14 de Janeiro 2026
Secretária Regional da Saúde e Segurança Social destaca ações eficazes no combate à pobreza nos Açores
A Secretária Regional da Saúde e Segurança Social, Mónica Seidi, sublinhou hoje, na Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, que os mais recentes dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) confirmam uma evolução positiva da Região Autónoma dos Açores no combate à pobreza, contrariando narrativas que desvalorizam os resultados alcançados. “É hoje factual que a Região Autónoma dos Açores já não é a região mais pobre do país, desde que são efetuados levantamentos da taxa de risco de pobreza”, sublinhou a responsável pela tutela, reforçando que o Governo Regional está disponível para dar uma resposta em tempo útil aos desafios que ainda persistem. A Secretária Regional destacou que esta melhoria resulta diretamente das políticas sociais implementadas pelos governos de coligação PSD/CDS-PP/PPM, que reforçaram de forma consistente os apoios às famílias e aos cidadãos em situação de maior fragilidade. “As transferências sociais sempre existiram, mas anteriormente eram insuficientes. Hoje são uma peça preponderante na criação de uma verdadeira rede de segurança, e têm sido determinantes para ajudar a retirar os açorianos da pobreza”, afirmou. Entre os grupos mais vulneráveis, Mónica Seidi identificou claramente as crianças e idosos como faixas etárias prioritárias na definição das políticas públicas, elencando algumas medidas como o aumento anual acima dos valores da inflação do Complemento ao Abono de Família e as majorações por escalão do Complemento Regional de Pensão. A governante sublinhou ainda que a Estratégia Regional de Combate à Pobreza não foi abandonada, mantendo-se em vigor e articulada com os instrumentos de financiamento europeus, nomeadamente o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). No âmbito desta estratégia, por exemplo, têm sido implementados os pontos de apoios específicos ao estudo, para crianças em situação de maior vulnerabilidade no 1.º e 2.º ciclos, medida da qual cerca de 900 crianças já beneficiaram, com resultados considerados muito positivos. No plano estratégico, Mónica Seidi destacou igualmente o Plano Regional para a Inclusão Social e a Cidadania (PRISC), que integra 22 medidas concretas, algumas das quais já em execução. Entre os exemplos, destacam-se o programa SER+ e a digitalização do setor da saúde como forma de melhorar a acessibilidade ao serviço regional de saúde. Relativamente aos apoios alimentares, a Secretária Regional esclareceu que estes estão definidos de acordo com as orientações europeias, sendo atribuídos por cartão com plafond disponível, através de adesão de estabelecimentos comerciais, garantindo transparência, dignidade e evitando a duplicação de apoios, que devem ser fiscalizados pelo Instituto da Segurança Social dos Açores (ISSA). A Secretária Regional referiu ainda que as medidas já implementadas apresentam um nível de execução e sucesso “bastante aceitável”, lembrando que um dos objetivos centrais do PRISC é reduzir a pobreza em 40%. “Podemos afirmar, com base nos dados disponíveis, que o objetivo definido tanto para 2025 como para 2026 já foi alcançado. Mas não nos vamos iludir, e iremos continuar a dar resposta aos mais vulneráveis e a quem precisa para garantir esta trajetória descendente e sustentada da taxa de risco de pobreza”, concluiu Mónica Seidi.
14 de Janeiro 2026
Secretária Regional da Saúde e Segurança Social destaca ações eficazes no combate à pobreza nos Açores
A Secretária Regional da Saúde e Segurança Social, Mónica Seidi, sublinhou hoje, na Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, que os mais recentes dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) confirmam uma evolução positiva da Região Autónoma dos Açores no combate à pobreza, contrariando narrativas que desvalorizam os resultados alcançados. “É hoje factual que a Região Autónoma dos Açores já não é a região mais pobre do país, desde que são efetuados levantamentos da taxa de risco de pobreza”, sublinhou a responsável pela tutela, reforçando que o Governo Regional está disponível para dar uma resposta em tempo útil aos desafios que ainda persistem. A Secretária Regional destacou que esta melhoria resulta diretamente das políticas sociais implementadas pelos governos de coligação PSD/CDS-PP/PPM, que reforçaram de forma consistente os apoios às famílias e aos cidadãos em situação de maior fragilidade. “As transferências sociais sempre existiram, mas anteriormente eram insuficientes. Hoje são uma peça preponderante na criação de uma verdadeira rede de segurança, e têm sido determinantes para ajudar a retirar os açorianos da pobreza”, afirmou. Entre os grupos mais vulneráveis, Mónica Seidi identificou claramente as crianças e idosos como faixas etárias prioritárias na definição das políticas públicas, elencando algumas medidas como o aumento anual acima dos valores da inflação do Complemento ao Abono de Família e as majorações por escalão do Complemento Regional de Pensão. A governante sublinhou ainda que a Estratégia Regional de Combate à Pobreza não foi abandonada, mantendo-se em vigor e articulada com os instrumentos de financiamento europeus, nomeadamente o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). No âmbito desta estratégia, por exemplo, têm sido implementados os pontos de apoios específicos ao estudo, para crianças em situação de maior vulnerabilidade no 1.º e 2.º ciclos, medida da qual cerca de 900 crianças já beneficiaram, com resultados considerados muito positivos. No plano estratégico, Mónica Seidi destacou igualmente o Plano Regional para a Inclusão Social e a Cidadania (PRISC), que integra 22 medidas concretas, algumas das quais já em execução. Entre os exemplos, destacam-se o programa SER+ e a digitalização do setor da saúde como forma de melhorar a acessibilidade ao serviço regional de saúde. Relativamente aos apoios alimentares, a Secretária Regional esclareceu que estes estão definidos de acordo com as orientações europeias, sendo atribuídos por cartão com plafond disponível, através de adesão de estabelecimentos comerciais, garantindo transparência, dignidade e evitando a duplicação de apoios, que devem ser fiscalizados pelo Instituto da Segurança Social dos Açores (ISSA). A Secretária Regional referiu ainda que as medidas já implementadas apresentam um nível de execução e sucesso “bastante aceitável”, lembrando que um dos objetivos centrais do PRISC é reduzir a pobreza em 40%. “Podemos afirmar, com base nos dados disponíveis, que o objetivo definido tanto para 2025 como para 2026 já foi alcançado. Mas não nos vamos iludir, e iremos continuar a dar resposta aos mais vulneráveis e a quem precisa para garantir esta trajetória descendente e sustentada da taxa de risco de pobreza”, concluiu Mónica Seidi.