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Secretaria Regional da Saúde e Segurança Social
Governo dos Açores renova programa “Novos Idosos” para 2026 com investimento regional de 5,53 milhões de euros
Governo dos Açores renova programa “Novos Idosos” para 2026 com investimento regional de 5,53 milhões de euros
Secretaria Regional da Saúde e Segurança Social
Dados nacionais de 2024 mostram melhorias nos indicadores referentes a drogas e álcool nos Açores
Dados nacionais de 2024 mostram melhorias nos indicadores referentes a drogas e álcool nos Açores
Secretaria Regional da Saúde e Segurança Social
Lançado concurso para aquisição dos primeiros robôs de cirurgia ortopédica nos Açores
Lançado concurso para aquisição dos primeiros robôs de cirurgia ortopédica nos Açores
20 de Fevereiro 2026
Governo dos Açores renova programa “Novos Idosos” para 2026 com investimento regional de 5,53 milhões de euros
19 de Fevereiro 2026
Dados nacionais de 2024 mostram melhorias nos indicadores referentes a drogas e álcool nos Açores
13 de Fevereiro 2026
Lançado concurso para aquisição dos primeiros robôs de cirurgia ortopédica nos Açores
Nota de Boas Vindas
Bem vindo ao sítio web da Secretaria Regional da Saúde e Segurança Social do XIV Governo Regional dos Açores
Nota de Imprensa
20 de Fevereiro 2026
Governo dos Açores renova programa “Novos Idosos” para 2026 com investimento regional de 5,53 milhões de euros
Foi aprovada na quinta-feira, em reunião do Conselho do Governo, a renovação do programa “Novos Idosos” para o ano de 2026, assegurando a continuidade desta resposta social inovadora com um investimento de 5,53 milhões de euros do Orçamento da Região Autónoma dos Açores (ORAA). A Secretária Regional da Saúde e Segurança Social, Mónica Seidi, afirma que esta renovação “garante a continuidade de uma resposta que tem transformado a vida de centenas de idosos açorianos, permitindo-lhes um envelhecimento ativo e saudável no seu lar, com o apoio especializado de que necessitam”. Criado em 2022, no primeiro governo de coligação PSD/CDS-PP/PPM, no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), o programa “Novos Idosos” tem permitido desenvolver um modelo de cuidados domiciliários personalizado, assente no conceito de ‘ageing in place’, que já demonstrou resultados altamente positivos e cientificamente validados. Desde o início do projeto-piloto, 545 idosos já beneficiaram desta resposta, estando atualmente integrados 404 Novos Idosos, apoiados por cerca de 526 cuidadores domiciliários e 40 técnicos superiores especializados. A avaliação externa realizada pela APLIXAR confirmou, entre outras questões, que 73,8% dos cuidadores reduziram o nível de sobrecarga, 60,3% dos idosos melhoraram funções cognitivas, 57,7% aumentaram a qualidade de vida, 82,5% sentem-se menos tristes, 80,6% menos sozinhos e 41,2% afirmam que, sem o Programa, seria provável estarem institucionalizados. Segundo Mónica Seidi, “os resultados alcançados são inequívocos: melhoria da qualidade de vida, maior autonomia, redução da solidão e da ansiedade, diminuição da sobrecarga dos cuidadores informais e prevenção da institucionalização”. O programa, que atualmente abrange 16 concelhos e disponibiliza 465 vagas, tem também um impacto significativo na empregabilidade regional, com mais de 400 postos de trabalho criados, contribuindo para a fixação de profissionais qualificados, sobretudo em ilhas de menor dimensão. A Secretária Regional destaca ainda o papel essencial das Equipas Técnicas Locais e das instituições parceiras do setor social: “Este é um programa que se faz em proximidade, com equipas multidisciplinares altamente qualificadas e com o envolvimento das comunidades. É uma resposta que transforma vidas e reforça a coesão social”. A implementação do programa até outubro de 2026 é financiada pelo PRR, no montante global de 14,6 milhões de euros. A renovação agora aprovada assegura a continuidade até dezembro de 2026, com o financiamento do último trimestre do ano a ser assegurado pelo ORAA, num total de 5,53 milhões de euros. “Os Açores estão a afirmar-se como referência nacional na promoção do envelhecimento digno e seguro no domicílio. A renovação do Programa ‘Novos Idosos’ é um passo decisivo para consolidar esta resposta como política pública estruturada e sustentável”, conclui Mónica Seidi.
20 de Fevereiro 2026
Governo dos Açores renova programa “Novos Idosos” para 2026 com investimento regional de 5,53 milhões de euros
Foi aprovada na quinta-feira, em reunião do Conselho do Governo, a renovação do programa “Novos Idosos” para o ano de 2026, assegurando a continuidade desta resposta social inovadora com um investimento de 5,53 milhões de euros do Orçamento da Região Autónoma dos Açores (ORAA). A Secretária Regional da Saúde e Segurança Social, Mónica Seidi, afirma que esta renovação “garante a continuidade de uma resposta que tem transformado a vida de centenas de idosos açorianos, permitindo-lhes um envelhecimento ativo e saudável no seu lar, com o apoio especializado de que necessitam”. Criado em 2022, no primeiro governo de coligação PSD/CDS-PP/PPM, no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), o programa “Novos Idosos” tem permitido desenvolver um modelo de cuidados domiciliários personalizado, assente no conceito de ‘ageing in place’, que já demonstrou resultados altamente positivos e cientificamente validados. Desde o início do projeto-piloto, 545 idosos já beneficiaram desta resposta, estando atualmente integrados 404 Novos Idosos, apoiados por cerca de 526 cuidadores domiciliários e 40 técnicos superiores especializados. A avaliação externa realizada pela APLIXAR confirmou, entre outras questões, que 73,8% dos cuidadores reduziram o nível de sobrecarga, 60,3% dos idosos melhoraram funções cognitivas, 57,7% aumentaram a qualidade de vida, 82,5% sentem-se menos tristes, 80,6% menos sozinhos e 41,2% afirmam que, sem o Programa, seria provável estarem institucionalizados. Segundo Mónica Seidi, “os resultados alcançados são inequívocos: melhoria da qualidade de vida, maior autonomia, redução da solidão e da ansiedade, diminuição da sobrecarga dos cuidadores informais e prevenção da institucionalização”. O programa, que atualmente abrange 16 concelhos e disponibiliza 465 vagas, tem também um impacto significativo na empregabilidade regional, com mais de 400 postos de trabalho criados, contribuindo para a fixação de profissionais qualificados, sobretudo em ilhas de menor dimensão. A Secretária Regional destaca ainda o papel essencial das Equipas Técnicas Locais e das instituições parceiras do setor social: “Este é um programa que se faz em proximidade, com equipas multidisciplinares altamente qualificadas e com o envolvimento das comunidades. É uma resposta que transforma vidas e reforça a coesão social”. A implementação do programa até outubro de 2026 é financiada pelo PRR, no montante global de 14,6 milhões de euros. A renovação agora aprovada assegura a continuidade até dezembro de 2026, com o financiamento do último trimestre do ano a ser assegurado pelo ORAA, num total de 5,53 milhões de euros. “Os Açores estão a afirmar-se como referência nacional na promoção do envelhecimento digno e seguro no domicílio. A renovação do Programa ‘Novos Idosos’ é um passo decisivo para consolidar esta resposta como política pública estruturada e sustentável”, conclui Mónica Seidi.
Nota de Imprensa
19 de Fevereiro 2026
Dados nacionais de 2024 mostram melhorias nos indicadores referentes a drogas e álcool nos Açores
A Secretaria Regional da Saúde e Segurança Social, por via da Direção Regional de Prevenção e Combate às Dependências (DRPCD), destaca os resultados positivos evidenciados nos mais recentes dados do Relatório Anual 2024 - A Situação do País em Matéria de Drogas e Toxicodependências e do Relatório Anual 2024 - A Situação do País em Matéria de Álcool, publicados pelo Instituto para os Comportamentos Aditivos e Dependências (ICAD), que confirmam que a Região Autónoma dos Açores se encontra num caminho sustentado de melhoria e de reforço das respostas públicas. No domínio das drogas, os Açores apresentam-se entre as regiões do país com menores prevalências de consumo recente de qualquer droga na população dos 15 aos 74 anos, acompanhando a tendência nacional de descida. Importa ainda salientar que a Região registou a descida mais expressiva do consumo recente de outras drogas que não canábis, face ao ano anterior, evidenciando a eficácia das políticas de prevenção, dissuasão e tratamento implementadas. No segmento do álcool, os dados confirmam igualmente sinais encorajadores. Os Açores foram uma das poucas regiões do país a registar descidas simultâneas na embriaguez severa recente nas populações dos 15-74 anos e dos 15-34 anos. Paralelamente, verificou-se também redução nos consumos de risco elevado/nocivo ou dependência, colocando a Região entre aquelas que apresentam evolução favorável neste domínio. Apesar de, em 2024, os internamentos hospitalares relacionados com o consumo de álcool terem totalizado 790 casos, mais 36 do que em 2023, importa sublinhar que este valor representa uma redução muito significativa face a 2019 (1.026 internamentos). No total da taxa de internamentos hospitalares devido ao consumo de álcool, 2024 foi o ano da menor taxa de sempre na Região - 3,10% - desde que há registo. Segundo dados recolhidos pelo ICAD, os Açores deixaram de ser a região com maior taxa de mortalidade por doenças atribuíveis ao álcool, tendo esta passado de 37,3% em 2022 para 29,1% em 2023. Também os anos potenciais de vida perdidos por doenças atribuíveis ao álcool evidenciam uma melhoria expressiva, com redução de 943 anos em 2022 para 685 anos em 2023, fazendo com que a taxa regional diminuísse de 444,9 para 322,6 e deixando a Região de ocupar a posição mais elevada no país. Estes resultados confirmam que o investimento contínuo na prevenção, no tratamento e na redução de riscos está a produzir efeitos concretos na Região Autónoma dos Açores. Destaca-se, neste âmbito, o trabalho desenvolvido pela DRPCD no seguimento da Task Force Açores, evidenciando que as medidas implementadas estão a produzir efeitos, ainda que de forma gradual, conforme expectável em matérias de comportamentos aditivos e dependências. No domínio da prevenção, a criação de duas Equipas Especializadas de Prevenção tem permitido assegurar intervenções mais consistentes e territorialmente equilibradas em todo o arquipélago. Os dados agora divulgados refletem assim o impacto do trabalho que tem vindo a ser desenvolvido na Região, mantendo-se, contudo, a consciência de que permanece um longo caminho a percorrer, designadamente no reforço das políticas de prevenção, das respostas de tratamento e da articulação entre todos os parceiros, de forma a consolidar e aprofundar os progressos alcançados.
19 de Fevereiro 2026
Dados nacionais de 2024 mostram melhorias nos indicadores referentes a drogas e álcool nos Açores
A Secretaria Regional da Saúde e Segurança Social, por via da Direção Regional de Prevenção e Combate às Dependências (DRPCD), destaca os resultados positivos evidenciados nos mais recentes dados do Relatório Anual 2024 - A Situação do País em Matéria de Drogas e Toxicodependências e do Relatório Anual 2024 - A Situação do País em Matéria de Álcool, publicados pelo Instituto para os Comportamentos Aditivos e Dependências (ICAD), que confirmam que a Região Autónoma dos Açores se encontra num caminho sustentado de melhoria e de reforço das respostas públicas. No domínio das drogas, os Açores apresentam-se entre as regiões do país com menores prevalências de consumo recente de qualquer droga na população dos 15 aos 74 anos, acompanhando a tendência nacional de descida. Importa ainda salientar que a Região registou a descida mais expressiva do consumo recente de outras drogas que não canábis, face ao ano anterior, evidenciando a eficácia das políticas de prevenção, dissuasão e tratamento implementadas. No segmento do álcool, os dados confirmam igualmente sinais encorajadores. Os Açores foram uma das poucas regiões do país a registar descidas simultâneas na embriaguez severa recente nas populações dos 15-74 anos e dos 15-34 anos. Paralelamente, verificou-se também redução nos consumos de risco elevado/nocivo ou dependência, colocando a Região entre aquelas que apresentam evolução favorável neste domínio. Apesar de, em 2024, os internamentos hospitalares relacionados com o consumo de álcool terem totalizado 790 casos, mais 36 do que em 2023, importa sublinhar que este valor representa uma redução muito significativa face a 2019 (1.026 internamentos). No total da taxa de internamentos hospitalares devido ao consumo de álcool, 2024 foi o ano da menor taxa de sempre na Região - 3,10% - desde que há registo. Segundo dados recolhidos pelo ICAD, os Açores deixaram de ser a região com maior taxa de mortalidade por doenças atribuíveis ao álcool, tendo esta passado de 37,3% em 2022 para 29,1% em 2023. Também os anos potenciais de vida perdidos por doenças atribuíveis ao álcool evidenciam uma melhoria expressiva, com redução de 943 anos em 2022 para 685 anos em 2023, fazendo com que a taxa regional diminuísse de 444,9 para 322,6 e deixando a Região de ocupar a posição mais elevada no país. Estes resultados confirmam que o investimento contínuo na prevenção, no tratamento e na redução de riscos está a produzir efeitos concretos na Região Autónoma dos Açores. Destaca-se, neste âmbito, o trabalho desenvolvido pela DRPCD no seguimento da Task Force Açores, evidenciando que as medidas implementadas estão a produzir efeitos, ainda que de forma gradual, conforme expectável em matérias de comportamentos aditivos e dependências. No domínio da prevenção, a criação de duas Equipas Especializadas de Prevenção tem permitido assegurar intervenções mais consistentes e territorialmente equilibradas em todo o arquipélago. Os dados agora divulgados refletem assim o impacto do trabalho que tem vindo a ser desenvolvido na Região, mantendo-se, contudo, a consciência de que permanece um longo caminho a percorrer, designadamente no reforço das políticas de prevenção, das respostas de tratamento e da articulação entre todos os parceiros, de forma a consolidar e aprofundar os progressos alcançados.