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Secretaria Regional da Saúde e Segurança Social
"Apoio ao doente deslocado é um compromisso do Governo dos Açores", afirma Mónica Seidi
"Apoio ao doente deslocado é um compromisso do Governo dos Açores", afirma Mónica Seidi
Secretaria Regional da Saúde e Segurança Social
Mónica Seidi destaca projeto pioneiro de telemonitorização de doentes crónicos no HSEIT
Mónica Seidi destaca projeto pioneiro de telemonitorização de doentes crónicos no HSEIT
Presidência do Governo Regional
José Manuel Bolieiro assinala reforço dos cuidados de proximidade com entrega de 20 viaturas elétricas à USI de São Miguel
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13 de Julho 2026
"Apoio ao doente deslocado é um compromisso do Governo dos Açores", afirma Mónica Seidi
11 de Julho 2026
Mónica Seidi destaca projeto pioneiro de telemonitorização de doentes crónicos no HSEIT
7 de Julho 2026
José Manuel Bolieiro assinala reforço dos cuidados de proximidade com entrega de 20 viaturas elétricas à USI de São Miguel
Nota de Boas Vindas
Bem vindo ao sítio web da Secretaria Regional da Saúde e Segurança Social do XIV Governo Regional dos Açores
Nota de Imprensa
13 de Julho 2026
"Apoio ao doente deslocado é um compromisso do Governo dos Açores", afirma Mónica Seidi
A Secretária Regional da Saúde e Segurança Social, Mónica Seidi, destaca o reforço da resposta prestada pelo Serviço de Apoio ao Doente Deslocado (SADD), sublinhando que este constitui um instrumento essencial para assegurar acompanhamento permanente aos açorianos que, por motivos clínicos, necessitam de se deslocar para fora da Região. "Quando um açoriano é obrigado a sair da sua ilha para receber tratamento, o Governo dos Açores tem o dever de garantir que essa pessoa não enfrenta esse momento sozinha. O SADD representa precisamente esse compromisso, proporcionando apoio administrativo, logístico, financeiro e, acima de tudo, humano", afirma a governante. Durante o primeiro semestre de 2026, o SADD acompanhou 478 processos, dos quais 410 corresponderam a novos pedidos de apoio. Estes números refletem a continuidade do acompanhamento prestado aos utentes e respetivos acompanhantes ao longo das diferentes fases do tratamento. O Serviço assegura apoio em todo o processo de deslocação, desde o esclarecimento de direitos e deveres, apoio psicossocial e processamento de diárias e do Complemento Especial para o Doente Oncológico (CEDO), até à organização de transportes, apoio técnico e encaminhamento para soluções de alojamento adequadas. O Governo dos Açores reforçou a rede de alojamento protocolado, aumentando a capacidade disponível e criando um apartamento adaptado para doentes com necessidades especiais. Nos primeiros seis meses de 2026 foram registadas 845 estadas, valor que corresponde a cerca de 74% do total verificado em todo o ano de 2025, evidenciando a importância do acompanhamento prestado. A taxa média de ocupação dos alojamentos protocolados atingiu os 80,21%. Mónica Seidi considera que estes resultados "confirmam que o investimento realizado pelo Governo dos Açores está a produzir resultados concretos, garantindo uma resposta mais robusta, mais próxima e mais humanizada". Neste contexto, encontra-se em curso o processo de recrutamento de mais um psicólogo para integrar a equipa do SADD, reforçando a capacidade de resposta no acompanhamento psicossocial prestado aos utentes e respetivos acompanhantes. A Secretária Regional aproveita ainda para reconhecer o profissionalismo e a dedicação da equipa do SADD, destacando o papel determinante dos seus profissionais na prestação de uma resposta cada vez mais eficiente e ajustada às necessidades dos utentes.
13 de Julho 2026
"Apoio ao doente deslocado é um compromisso do Governo dos Açores", afirma Mónica Seidi
A Secretária Regional da Saúde e Segurança Social, Mónica Seidi, destaca o reforço da resposta prestada pelo Serviço de Apoio ao Doente Deslocado (SADD), sublinhando que este constitui um instrumento essencial para assegurar acompanhamento permanente aos açorianos que, por motivos clínicos, necessitam de se deslocar para fora da Região. "Quando um açoriano é obrigado a sair da sua ilha para receber tratamento, o Governo dos Açores tem o dever de garantir que essa pessoa não enfrenta esse momento sozinha. O SADD representa precisamente esse compromisso, proporcionando apoio administrativo, logístico, financeiro e, acima de tudo, humano", afirma a governante. Durante o primeiro semestre de 2026, o SADD acompanhou 478 processos, dos quais 410 corresponderam a novos pedidos de apoio. Estes números refletem a continuidade do acompanhamento prestado aos utentes e respetivos acompanhantes ao longo das diferentes fases do tratamento. O Serviço assegura apoio em todo o processo de deslocação, desde o esclarecimento de direitos e deveres, apoio psicossocial e processamento de diárias e do Complemento Especial para o Doente Oncológico (CEDO), até à organização de transportes, apoio técnico e encaminhamento para soluções de alojamento adequadas. O Governo dos Açores reforçou a rede de alojamento protocolado, aumentando a capacidade disponível e criando um apartamento adaptado para doentes com necessidades especiais. Nos primeiros seis meses de 2026 foram registadas 845 estadas, valor que corresponde a cerca de 74% do total verificado em todo o ano de 2025, evidenciando a importância do acompanhamento prestado. A taxa média de ocupação dos alojamentos protocolados atingiu os 80,21%. Mónica Seidi considera que estes resultados "confirmam que o investimento realizado pelo Governo dos Açores está a produzir resultados concretos, garantindo uma resposta mais robusta, mais próxima e mais humanizada". Neste contexto, encontra-se em curso o processo de recrutamento de mais um psicólogo para integrar a equipa do SADD, reforçando a capacidade de resposta no acompanhamento psicossocial prestado aos utentes e respetivos acompanhantes. A Secretária Regional aproveita ainda para reconhecer o profissionalismo e a dedicação da equipa do SADD, destacando o papel determinante dos seus profissionais na prestação de uma resposta cada vez mais eficiente e ajustada às necessidades dos utentes.
Nota de Imprensa
11 de Julho 2026
Mónica Seidi destaca projeto pioneiro de telemonitorização de doentes crónicos no HSEIT
A Secretária Regional da Saúde e Segurança Social, Mónica Seidi, visitou na sexta-feira o Hospital do Santo Espírito da Ilha Terceira (HSEIT), onde acompanhou o arranque do projeto de telemonitorização de doentes crónicos, uma iniciativa que reforça a acessibilidade aos cuidados de saúde, permitindo que os utentes sejam acompanhados à distância, com maior proximidade, conforto e segurança. O projeto, desenvolvido pelo HSEIT em articulação com a Direção Regional da Saúde e com o apoio tecnológico da Hope Care Health, permitirá acompanhar à distância doentes com insuficiência cardíaca e doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC), recorrendo a equipamentos médicos conectados e a uma plataforma clínica certificada. Na primeira fase serão abrangidos 100 utentes, repartidos entre 50 doentes com insuficiência cardíaca e 50 com DPOC, acompanhados pelas equipas de Cardiologia e Pneumologia do HSEIT. Durante a visita, Mónica Seidi sublinhou que "este projeto traduz a visão do Governo dos Açores de aproximar os cuidados de saúde das pessoas, utilizando a inovação tecnológica para responder às especificidades de uma Região arquipelágica". A governante destacou que esta iniciativa integra a estratégia de desenvolvimento da Telemedicina nos Açores, uma das medidas estruturantes apoiadas pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), permitindo reforçar a acessibilidade aos cuidados de saúde e reduzir deslocações desnecessárias dos utentes. Acrescentou ainda que o objetivo passa por alargar progressivamente este modelo de telemonitorização aos restantes hospitais da Região, consolidando uma resposta mais próxima e eficiente. Mónica Seidi realçou também que este projeto permitirá evoluir "de uma lógica predominantemente reativa para uma abordagem mais preventiva, contínua e integrada, acompanhando os doentes no seu dia a dia e possibilitando uma intervenção mais precoce sempre que necessário". A Secretária Regional recordou ainda que, nos últimos dois anos e meio, foram realizadas cerca de 45 mil teleconsultas na Região Autónoma dos Açores, permitindo evitar cerca de 45 mil deslocações de utentes às unidades de saúde. "Mais do que uma poupança, estamos a falar de maior conforto para os utentes, de menos constrangimentos para as famílias e de uma melhor organização da resposta dos serviços de saúde", referiu Mónica Seidi. O projeto de telemonitorização domiciliária já se encontra em fase operacional. As equipas médicas e de enfermagem de Cardiologia e Pneumologia do HSEIT receberam formação específica e os primeiros utentes já iniciaram o acompanhamento remoto, dispondo de um conjunto de equipamentos que lhes permite efetuar medições clínicas em casa e transmitir essa informação, em tempo real, às equipas assistenciais. Através deste modelo, as equipas clínicas podem acompanhar regularmente a evolução dos doentes, identificar precocemente sinais de alerta e intervir mais cedo sempre que necessário, reforçando a continuidade dos cuidados e a articulação entre médicos, enfermeiros e utentes.
11 de Julho 2026
Mónica Seidi destaca projeto pioneiro de telemonitorização de doentes crónicos no HSEIT
A Secretária Regional da Saúde e Segurança Social, Mónica Seidi, visitou na sexta-feira o Hospital do Santo Espírito da Ilha Terceira (HSEIT), onde acompanhou o arranque do projeto de telemonitorização de doentes crónicos, uma iniciativa que reforça a acessibilidade aos cuidados de saúde, permitindo que os utentes sejam acompanhados à distância, com maior proximidade, conforto e segurança. O projeto, desenvolvido pelo HSEIT em articulação com a Direção Regional da Saúde e com o apoio tecnológico da Hope Care Health, permitirá acompanhar à distância doentes com insuficiência cardíaca e doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC), recorrendo a equipamentos médicos conectados e a uma plataforma clínica certificada. Na primeira fase serão abrangidos 100 utentes, repartidos entre 50 doentes com insuficiência cardíaca e 50 com DPOC, acompanhados pelas equipas de Cardiologia e Pneumologia do HSEIT. Durante a visita, Mónica Seidi sublinhou que "este projeto traduz a visão do Governo dos Açores de aproximar os cuidados de saúde das pessoas, utilizando a inovação tecnológica para responder às especificidades de uma Região arquipelágica". A governante destacou que esta iniciativa integra a estratégia de desenvolvimento da Telemedicina nos Açores, uma das medidas estruturantes apoiadas pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), permitindo reforçar a acessibilidade aos cuidados de saúde e reduzir deslocações desnecessárias dos utentes. Acrescentou ainda que o objetivo passa por alargar progressivamente este modelo de telemonitorização aos restantes hospitais da Região, consolidando uma resposta mais próxima e eficiente. Mónica Seidi realçou também que este projeto permitirá evoluir "de uma lógica predominantemente reativa para uma abordagem mais preventiva, contínua e integrada, acompanhando os doentes no seu dia a dia e possibilitando uma intervenção mais precoce sempre que necessário". A Secretária Regional recordou ainda que, nos últimos dois anos e meio, foram realizadas cerca de 45 mil teleconsultas na Região Autónoma dos Açores, permitindo evitar cerca de 45 mil deslocações de utentes às unidades de saúde. "Mais do que uma poupança, estamos a falar de maior conforto para os utentes, de menos constrangimentos para as famílias e de uma melhor organização da resposta dos serviços de saúde", referiu Mónica Seidi. O projeto de telemonitorização domiciliária já se encontra em fase operacional. As equipas médicas e de enfermagem de Cardiologia e Pneumologia do HSEIT receberam formação específica e os primeiros utentes já iniciaram o acompanhamento remoto, dispondo de um conjunto de equipamentos que lhes permite efetuar medições clínicas em casa e transmitir essa informação, em tempo real, às equipas assistenciais. Através deste modelo, as equipas clínicas podem acompanhar regularmente a evolução dos doentes, identificar precocemente sinais de alerta e intervir mais cedo sempre que necessário, reforçando a continuidade dos cuidados e a articulação entre médicos, enfermeiros e utentes.