Presidência do Governo Regional
José Manuel Bolieiro sublinha "importância estratégica" da nova aerogare da Graciosa
José Manuel Bolieiro sublinha "importância estratégica" da nova aerogare da Graciosa
Secretaria Regional das Finanças, Planeamento e Administração Pública
Intenções de investimento das empresas açorianas ultrapassam os mil milhões de euros
Intenções de investimento das empresas açorianas ultrapassam os mil milhões de euros
Secretaria Regional da Agricultura e Alimentação
António Ventura destaca recorde histórico na vitivinicultura açoriana com produção acima das mil toneladas
António Ventura destaca recorde histórico na vitivinicultura açoriana com produção acima das mil toneladas
Secretaria Regional dos Assuntos Parlamentares e Comunidades
Paulo Estêvão anuncia criação de documento estratégico integrado para as migrações e políticas humanísticas
Paulo Estêvão anuncia criação de documento estratégico integrado para as migrações e políticas humanísticas
Nota de Imprensa
13 de Abril 2026 José Manuel Bolieiro sublinha "importância estratégica" da nova aerogare da Graciosa O Presidente do Governo dos Açores, José Manuel Bolieiro, presidiu no domingo à inauguração da nova aerogare do Aeródromo da ilha Graciosa, numa cerimónia que contou também com a presença da Secretária Regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas, Berta Cabral. O líder do executivo açoriano destacou o significado da obra para a ilha e para a Região, sublinhando que “finalmente se fez justiça à Graciosa”, acrescentando que “os Açores são mais ricos com a Graciosa e os graciosenses satisfeitos são açorianos satisfeitos”. José Manuel Bolieiro realçou que esta intervenção vai além da componente física, representando também uma visão estratégica para o futuro do arquipélago. “Realizámos não só uma obra material, mas também a dimensão estratégica e intelectual de desenvolver os Açores com infraestruturas que dinamizam o presente e projetam o futuro de cada uma das nossas ilhas”, afirmou. A nova infraestrutura substitui uma aerogare construída antes de 2001, que já não respondia às exigências atuais, nomeadamente ao nível da segurança e da capacidade operacional. Entre as limitações existentes, destacavam-se uma sala de embarque com ligação aberta à zona pública, processos manuais no tratamento de bagagem de porão e espaços exíguos face à operação de aeronaves como o Dash Q400. Concebida de acordo com os requisitos contemporâneos de segurança e funcionamento aeroportuário, a nova aerogare integra um sistema moderno de transporte de bagagens, circuito de videovigilância (CCTV), áreas dedicadas à PSP e à segurança privada, inexistentes anteriormente, bem como espaços comerciais e de apoio ao passageiro. A sala de embarque dispõe agora de 100 lugares sentados e a infraestrutura foi dimensionada para uma capacidade de 120 passageiros por hora. Do ponto de vista operacional, a nova aerogare garante condições para a operação simultânea de duas aeronaves Bombardier Dash 8 Q400, assegurando maior eficiência nos processos de embarque, desembarque e tratamento de bagagens. O edifício desenvolve-se num único piso, com mais de dois mil metros quadrados de área útil, organizando-se de forma funcional e intuitiva, com separação clara entre áreas públicas, zonas de segurança e espaços operacionais. Inclui zonas de acolhimento e espera, balcões de check-in, lounge de passageiros, áreas de embarque e desembarque, bar, espaços comerciais, bem como valências operacionais como sala de operações de voo, áreas de carga e correio e apoio técnico. A solução adotada privilegia a acessibilidade universal, a fluidez de circulação e o controlo eficiente de passageiros e bagagens, melhorando igualmente as condições de estacionamento, acessos e apoio à mobilidade condicionada. Após a entrada em funcionamento da nova infraestrutura, será iniciada a demolição da antiga aerogare, permitindo valorizar esta renovada porta de entrada aérea da ilha. Num ano em que se assinalam os 50 anos da Autonomia dos Açores, José Manuel Bolieiro destacou o percurso de transformação da Região. "Passámos do isolamento e do esquecimento à proximidade e à ambição dos açorianos”, afirmou, acrescentando: "a autonomia permitiu criar uma capacidade de autogoverno capaz de responder às nossas necessidades e afirmar as nossas ambições”. O Presidente do Governo sublinhou ainda o esforço desenvolvido para reforçar a economia regional e contrariar o declínio demográfico. “Queremos criar condições para que cada açoriano possa ficar na sua terra, construir um projeto de vida e de felicidade em qualquer ilha”, disse, defendendo políticas públicas consistentes e orientadas para a criação de riqueza. José Manuel Bolieiro recordou também outros investimentos em curso na ilha Graciosa, como a variante a Santa Cruz, as obras no Centro de Saúde e a valorização das Termas do Carapacho, assegurando que são projetos em concretização. Reconhecendo os desafios existentes, o governante afirmou que o executivo atua com “realismo e ambição”, procurando soluções eficazes para o progresso da Região. No setor do turismo, destacou o potencial da Graciosa, defendendo uma aposta num modelo sustentável e de qualidade, em detrimento do turismo massificado. Estiveram também presentes na cerimónia o Presidente do Conselho de Administração do Grupo SATA, Tiago Santos, e o Vice-Presidente da Câmara Municipal de Santa Cruz da Graciosa, Bruno Silveira, entre outras entidades civis e institucionais.
13 de Abril 2026 José Manuel Bolieiro sublinha "importância estratégica" da nova aerogare da Graciosa O Presidente do Governo dos Açores, José Manuel Bolieiro, presidiu no domingo à inauguração da nova aerogare do Aeródromo da ilha Graciosa, numa cerimónia que contou também com a presença da Secretária Regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas, Berta Cabral. O líder do executivo açoriano destacou o significado da obra para a ilha e para a Região, sublinhando que “finalmente se fez justiça à Graciosa”, acrescentando que “os Açores são mais ricos com a Graciosa e os graciosenses satisfeitos são açorianos satisfeitos”. José Manuel Bolieiro realçou que esta intervenção vai além da componente física, representando também uma visão estratégica para o futuro do arquipélago. “Realizámos não só uma obra material, mas também a dimensão estratégica e intelectual de desenvolver os Açores com infraestruturas que dinamizam o presente e projetam o futuro de cada uma das nossas ilhas”, afirmou. A nova infraestrutura substitui uma aerogare construída antes de 2001, que já não respondia às exigências atuais, nomeadamente ao nível da segurança e da capacidade operacional. Entre as limitações existentes, destacavam-se uma sala de embarque com ligação aberta à zona pública, processos manuais no tratamento de bagagem de porão e espaços exíguos face à operação de aeronaves como o Dash Q400. Concebida de acordo com os requisitos contemporâneos de segurança e funcionamento aeroportuário, a nova aerogare integra um sistema moderno de transporte de bagagens, circuito de videovigilância (CCTV), áreas dedicadas à PSP e à segurança privada, inexistentes anteriormente, bem como espaços comerciais e de apoio ao passageiro. A sala de embarque dispõe agora de 100 lugares sentados e a infraestrutura foi dimensionada para uma capacidade de 120 passageiros por hora. Do ponto de vista operacional, a nova aerogare garante condições para a operação simultânea de duas aeronaves Bombardier Dash 8 Q400, assegurando maior eficiência nos processos de embarque, desembarque e tratamento de bagagens. O edifício desenvolve-se num único piso, com mais de dois mil metros quadrados de área útil, organizando-se de forma funcional e intuitiva, com separação clara entre áreas públicas, zonas de segurança e espaços operacionais. Inclui zonas de acolhimento e espera, balcões de check-in, lounge de passageiros, áreas de embarque e desembarque, bar, espaços comerciais, bem como valências operacionais como sala de operações de voo, áreas de carga e correio e apoio técnico. A solução adotada privilegia a acessibilidade universal, a fluidez de circulação e o controlo eficiente de passageiros e bagagens, melhorando igualmente as condições de estacionamento, acessos e apoio à mobilidade condicionada. Após a entrada em funcionamento da nova infraestrutura, será iniciada a demolição da antiga aerogare, permitindo valorizar esta renovada porta de entrada aérea da ilha. Num ano em que se assinalam os 50 anos da Autonomia dos Açores, José Manuel Bolieiro destacou o percurso de transformação da Região. "Passámos do isolamento e do esquecimento à proximidade e à ambição dos açorianos”, afirmou, acrescentando: "a autonomia permitiu criar uma capacidade de autogoverno capaz de responder às nossas necessidades e afirmar as nossas ambições”. O Presidente do Governo sublinhou ainda o esforço desenvolvido para reforçar a economia regional e contrariar o declínio demográfico. “Queremos criar condições para que cada açoriano possa ficar na sua terra, construir um projeto de vida e de felicidade em qualquer ilha”, disse, defendendo políticas públicas consistentes e orientadas para a criação de riqueza. José Manuel Bolieiro recordou também outros investimentos em curso na ilha Graciosa, como a variante a Santa Cruz, as obras no Centro de Saúde e a valorização das Termas do Carapacho, assegurando que são projetos em concretização. Reconhecendo os desafios existentes, o governante afirmou que o executivo atua com “realismo e ambição”, procurando soluções eficazes para o progresso da Região. No setor do turismo, destacou o potencial da Graciosa, defendendo uma aposta num modelo sustentável e de qualidade, em detrimento do turismo massificado. Estiveram também presentes na cerimónia o Presidente do Conselho de Administração do Grupo SATA, Tiago Santos, e o Vice-Presidente da Câmara Municipal de Santa Cruz da Graciosa, Bruno Silveira, entre outras entidades civis e institucionais.
Nota de Imprensa
13 de Abril 2026 Intenções de investimento das empresas açorianas ultrapassam os mil milhões de euros A economia dos Açores está a dar sinais claros de dinamismo, robustez é confiança. A forte adesão das empresas regionais aos diferentes instrumentos de incentivo demonstra que o tecido empresarial açoriano está ativo, investe, inova e acredita no futuro da Região. Os números são elucidativos. No Construir 2030, foram apresentadas candidaturas que representam 748,3 milhões de euros de investimento. No IFIC, o volume de investimento candidatado ultrapassa os 252 milhões de euros. A estes junta-se ainda a componente da transição digital, com 33 milhões de euros, elevando para mais de mil milhões de euros a intenção de investimento por parte das empresas nos Açores. Estes resultados confirmam que a economia regional está a crescer e que os empresários açorianos têm sabido reinventar-se, adaptar-se e rentabilizar os instrumentos colocados ao seu dispor. Este é também um sinal claro de que o Governo dos Açores soube estruturar/desenhar sistemas de incentivos eficazes. Com estratégia e medidas ajustadas à realidade da Região, as empresas respondem, o investimento avança e os Açores afirmam-se num caminho de crescimento e confiança.
13 de Abril 2026 Intenções de investimento das empresas açorianas ultrapassam os mil milhões de euros A economia dos Açores está a dar sinais claros de dinamismo, robustez é confiança. A forte adesão das empresas regionais aos diferentes instrumentos de incentivo demonstra que o tecido empresarial açoriano está ativo, investe, inova e acredita no futuro da Região. Os números são elucidativos. No Construir 2030, foram apresentadas candidaturas que representam 748,3 milhões de euros de investimento. No IFIC, o volume de investimento candidatado ultrapassa os 252 milhões de euros. A estes junta-se ainda a componente da transição digital, com 33 milhões de euros, elevando para mais de mil milhões de euros a intenção de investimento por parte das empresas nos Açores. Estes resultados confirmam que a economia regional está a crescer e que os empresários açorianos têm sabido reinventar-se, adaptar-se e rentabilizar os instrumentos colocados ao seu dispor. Este é também um sinal claro de que o Governo dos Açores soube estruturar/desenhar sistemas de incentivos eficazes. Com estratégia e medidas ajustadas à realidade da Região, as empresas respondem, o investimento avança e os Açores afirmam-se num caminho de crescimento e confiança.
Nota de Imprensa
13 de Abril 2026 António Ventura destaca recorde histórico na vitivinicultura açoriana com produção acima das mil toneladas O Secretário Regional da Agricultura e Alimentação, António Ventura, sublinha que o setor da vitivinicultura nos Açores vive um momento de “forte dinamismo e empreendedorismo regenerativo”. As declarações foram feitas durante a sessão de abertura da Expo Atlantic Terroir 2026, que decorreu este fim de semana no Parque Multissetorial da Ilha Terceira. Para o governante, a fileira afirmou-se como uma das mais relevantes da agroprodução regional: “A vitivinicultura açoriana assume hoje um papel determinante na regeneração económica e social das ilhas, apoiada por resultados históricos e por um ecossistema cada vez mais empreendedor”, sublinhou. O ano de 2025 marcou um recorde absoluto das últimas duas décadas, com a produção de uva na Região a atingir as 1.048 toneladas. A ilha do Pico consolidou a sua liderança, representando 92% da produção regional (956 toneladas), seguida pela ilha Terceira (36 toneladas), que reforça a sua trajetória de crescimento. Este vigor do setor reflete-se também no número de agentes económicos e de referências comerciais no mercado. Em 2025, o IVV Açores registou um recorde de 35 produtores inscritos, um número que se mantém sólido em 2026, prevendo-se mesmo atingir um novo máximo até ao final do ano. Ao nível do consumo e visibilidade, o mercado conta atualmente, com dados até 1 de abril de 2026, com 115 marcas e 179 referências comerciais, superando largamente o máximo histórico registado no ano anterior. No âmbito da inovação fitossanitária e do apoio técnico à produção, o Secretário Regional anunciou que já se encontram disponíveis para distribuição imediata aos vitivinicultores as primeiras 3,700 plantas de videira das castas Verdelho, Terrantês do Pico e Arinto dos Açores, resultantes de um projeto desenvolvido em parceria com o Centro de Biotecnologia dos Açores. Paralelamente, António Ventura revelou o lançamento de uma nova linha de investigação orientada para a certificação de porta-enxertos de castas tradicionais, uma medida que visa reforçar o compromisso do Executivo com a sustentabilidade e a proteção do património vitícola único do arquipélago. No que diz respeito ao investimento e expansão da área de cultivo, o governante lembra que as candidaturas para novos direitos de plantação decorrem até ao dia 15 de abril, para uma quota de 17 hectares atribuída à Região. O apoio financeiro ao setor será reforçado com a reabertura do programa VITIS em junho, que na primeira fase deste ano já recebeu 19 candidaturas abrangendo mais de seis hectares em diversas ilhas. Adicionalmente, os produtores podem recorrer ao PEPAC até ao final de junho, com taxas de apoio que atingem os 80% para investimentos na modernização da fileira. António Ventura concluiu reiterando que a vitalidade dos números apresentados, aliada à aposta contínua na ciência e na inovação, confirma que a vitivinicultura açoriana está no caminho certo para um futuro cada vez mais competitivo. Na perspetiva do governante, este ciclo de investimento demonstra que o setor está preparado para os desafios dos mercados externos, mantendo sempre a qualidade e a autenticidade que definem os vinhos dos Açores.
13 de Abril 2026 António Ventura destaca recorde histórico na vitivinicultura açoriana com produção acima das mil toneladas O Secretário Regional da Agricultura e Alimentação, António Ventura, sublinha que o setor da vitivinicultura nos Açores vive um momento de “forte dinamismo e empreendedorismo regenerativo”. As declarações foram feitas durante a sessão de abertura da Expo Atlantic Terroir 2026, que decorreu este fim de semana no Parque Multissetorial da Ilha Terceira. Para o governante, a fileira afirmou-se como uma das mais relevantes da agroprodução regional: “A vitivinicultura açoriana assume hoje um papel determinante na regeneração económica e social das ilhas, apoiada por resultados históricos e por um ecossistema cada vez mais empreendedor”, sublinhou. O ano de 2025 marcou um recorde absoluto das últimas duas décadas, com a produção de uva na Região a atingir as 1.048 toneladas. A ilha do Pico consolidou a sua liderança, representando 92% da produção regional (956 toneladas), seguida pela ilha Terceira (36 toneladas), que reforça a sua trajetória de crescimento. Este vigor do setor reflete-se também no número de agentes económicos e de referências comerciais no mercado. Em 2025, o IVV Açores registou um recorde de 35 produtores inscritos, um número que se mantém sólido em 2026, prevendo-se mesmo atingir um novo máximo até ao final do ano. Ao nível do consumo e visibilidade, o mercado conta atualmente, com dados até 1 de abril de 2026, com 115 marcas e 179 referências comerciais, superando largamente o máximo histórico registado no ano anterior. No âmbito da inovação fitossanitária e do apoio técnico à produção, o Secretário Regional anunciou que já se encontram disponíveis para distribuição imediata aos vitivinicultores as primeiras 3,700 plantas de videira das castas Verdelho, Terrantês do Pico e Arinto dos Açores, resultantes de um projeto desenvolvido em parceria com o Centro de Biotecnologia dos Açores. Paralelamente, António Ventura revelou o lançamento de uma nova linha de investigação orientada para a certificação de porta-enxertos de castas tradicionais, uma medida que visa reforçar o compromisso do Executivo com a sustentabilidade e a proteção do património vitícola único do arquipélago. No que diz respeito ao investimento e expansão da área de cultivo, o governante lembra que as candidaturas para novos direitos de plantação decorrem até ao dia 15 de abril, para uma quota de 17 hectares atribuída à Região. O apoio financeiro ao setor será reforçado com a reabertura do programa VITIS em junho, que na primeira fase deste ano já recebeu 19 candidaturas abrangendo mais de seis hectares em diversas ilhas. Adicionalmente, os produtores podem recorrer ao PEPAC até ao final de junho, com taxas de apoio que atingem os 80% para investimentos na modernização da fileira. António Ventura concluiu reiterando que a vitalidade dos números apresentados, aliada à aposta contínua na ciência e na inovação, confirma que a vitivinicultura açoriana está no caminho certo para um futuro cada vez mais competitivo. Na perspetiva do governante, este ciclo de investimento demonstra que o setor está preparado para os desafios dos mercados externos, mantendo sempre a qualidade e a autenticidade que definem os vinhos dos Açores.
Nota de Imprensa
11 de Abril 2026 Paulo Estêvão anuncia criação de documento estratégico integrado para as migrações e políticas humanísticas A Secretaria Regional dos Assuntos Parlamentares e Comunidades vai preparar, já no próximo mês, um documento integrado de estratégias para a integração de migrantes, assentes em políticas humanísticas e na concretização de decisões práticas. O anúncio foi feito pelo Secretário Regional dos Assuntos Parlamentares e Comunidades, Paulo Estêvão, durante a sua intervenção na sessão de encerramento do IV Fórum das Migrações, que culminou na sexta-feira na ilha das Flores, após três dias de trabalhos que envolveram também a ilha do Corvo. “Quero corresponder aos apelos que foram feitos neste âmbito”, afirmou o governante, revelando que a nova estratégia do executivo será trabalhada em estreita articulação com várias entidades do setor para garantir uma resposta transversal, digna e eficaz aos desafios da mobilidade humana na região. Na sua intervenção, Paulo Estêvão lembrou que “os Açores são terra de emigração” e que “os fenómenos migratórios estão no ADN dos açorianos”. Remontando ao povoamento do arquipélago no século XV, o Secretário Regional frisou a “experiência secular” de um povo que sempre soube procurar novas oportunidades além-fronteiras. “Hoje a maior parte da nossa diáspora, é uma diáspora que tem sucesso económico”, enalteceu o titular da pasta, garantindo que o Governo Regional tem feito um “esforço significativo” na valorização destas comunidades, o que se traduz, por exemplo, no aumento contínuo da rede mundial de Casas dos Açores. O Secretário Regional aproveitou o palco do Fórum para destacar os avanços e reivindicações da Região junto da República em prol das suas comunidades. Como exemplo, apontou a iniciativa apresentada à Assembleia da República para garantir o reconhecimento das cartas de condução emitidas nas Bermuda - “para resolver um problema que tem décadas” - e a correção de injustiças nos apoios ao regresso de emigrantes. “Também temos uma iniciativa que estende esse conjunto de regalias, esse conjunto de incentivos, do Programa Regressar, a todo o território nacional”, reforçando que no Programa Voltar, que irá substituir o Regressar, "já estará contemplada esta oportunidade de os Açores poderem usufruir, assim como os madeirenses”, dos vários apoios concedidos a quem regresse às regiões autónomas.. O governante defendeu ainda que “Portugal é constituído por território continental, mas também pelos Açores e pela Madeira”, acrescentando ainda que “ o que é legislação nacional, depois, na projeção deste conjunto de benefícios, não pode diferenciar o território açoriano do território nacional”. O encerramento do IV Fórum das Migrações ficou ainda marcado por uma melhoria prática e imediata no serviço prestado aos imigrantes que residem na ilha das Flores. O governante definiu ainda o presidente do Conselho Diretivo da AIMA (Agência para a Integração, Migrações e Asilo), Pedro Portugal Gaspar, como um “grande amigo dos Açores”, enaltecendo a formalização do protocolo que permite descentralizar serviços. Na sequência deste acordo de cooperação, foi hoje inaugurado o novo serviço de atendimento da AIMA diretamente na loja da Rede Integrada de Apoio ao Cidadão (RIAC) de Santa Cruz das Flores, garantindo proximidade e superando os constrangimentos do isolamento ultraperiférico.
11 de Abril 2026 Paulo Estêvão anuncia criação de documento estratégico integrado para as migrações e políticas humanísticas A Secretaria Regional dos Assuntos Parlamentares e Comunidades vai preparar, já no próximo mês, um documento integrado de estratégias para a integração de migrantes, assentes em políticas humanísticas e na concretização de decisões práticas. O anúncio foi feito pelo Secretário Regional dos Assuntos Parlamentares e Comunidades, Paulo Estêvão, durante a sua intervenção na sessão de encerramento do IV Fórum das Migrações, que culminou na sexta-feira na ilha das Flores, após três dias de trabalhos que envolveram também a ilha do Corvo. “Quero corresponder aos apelos que foram feitos neste âmbito”, afirmou o governante, revelando que a nova estratégia do executivo será trabalhada em estreita articulação com várias entidades do setor para garantir uma resposta transversal, digna e eficaz aos desafios da mobilidade humana na região. Na sua intervenção, Paulo Estêvão lembrou que “os Açores são terra de emigração” e que “os fenómenos migratórios estão no ADN dos açorianos”. Remontando ao povoamento do arquipélago no século XV, o Secretário Regional frisou a “experiência secular” de um povo que sempre soube procurar novas oportunidades além-fronteiras. “Hoje a maior parte da nossa diáspora, é uma diáspora que tem sucesso económico”, enalteceu o titular da pasta, garantindo que o Governo Regional tem feito um “esforço significativo” na valorização destas comunidades, o que se traduz, por exemplo, no aumento contínuo da rede mundial de Casas dos Açores. O Secretário Regional aproveitou o palco do Fórum para destacar os avanços e reivindicações da Região junto da República em prol das suas comunidades. Como exemplo, apontou a iniciativa apresentada à Assembleia da República para garantir o reconhecimento das cartas de condução emitidas nas Bermuda - “para resolver um problema que tem décadas” - e a correção de injustiças nos apoios ao regresso de emigrantes. “Também temos uma iniciativa que estende esse conjunto de regalias, esse conjunto de incentivos, do Programa Regressar, a todo o território nacional”, reforçando que no Programa Voltar, que irá substituir o Regressar, "já estará contemplada esta oportunidade de os Açores poderem usufruir, assim como os madeirenses”, dos vários apoios concedidos a quem regresse às regiões autónomas.. O governante defendeu ainda que “Portugal é constituído por território continental, mas também pelos Açores e pela Madeira”, acrescentando ainda que “ o que é legislação nacional, depois, na projeção deste conjunto de benefícios, não pode diferenciar o território açoriano do território nacional”. O encerramento do IV Fórum das Migrações ficou ainda marcado por uma melhoria prática e imediata no serviço prestado aos imigrantes que residem na ilha das Flores. O governante definiu ainda o presidente do Conselho Diretivo da AIMA (Agência para a Integração, Migrações e Asilo), Pedro Portugal Gaspar, como um “grande amigo dos Açores”, enaltecendo a formalização do protocolo que permite descentralizar serviços. Na sequência deste acordo de cooperação, foi hoje inaugurado o novo serviço de atendimento da AIMA diretamente na loja da Rede Integrada de Apoio ao Cidadão (RIAC) de Santa Cruz das Flores, garantindo proximidade e superando os constrangimentos do isolamento ultraperiférico.
Nota de Imprensa
10 de Abril 2026 Berta Cabral diz que Açores reforçam liderança na inovação energética com projeto europeu EV4EU A Secretária Regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas, Berta Cabral, destacou hoje, em Ponta Delgada, a relevância estratégica do projeto europeu EV4EU – Electric Vehicles Management for Carbon Neutrality in Europe - para o futuro energético da Região Autónoma dos Açores. A governante falava no auditório do Laboratório Regional de Engenharia Civil (LREC), na sessão dedicada à apresentação dos resultados do demonstrador português do projeto, localizado na ilha de São Miguel. Financiado pelo programa Horizonte Europa, o EV4EU “colocou os Açores no centro da reflexão europeia sobre soluções inovadoras para a integração da mobilidade elétrica nos sistemas energéticos”, afirmou. Berta Cabral elogiou o papel da Direção Regional da Energia e do LREC, sublinhando que a integração de entidades açorianas num consórcio internacional “demonstra a elevada capacidade técnica existente na Região e o valor de iniciativas que trazem conhecimento, inovação e experiência prática para os Açores”. Estes projetos, acrescentou, “não são meros exercícios académicos ou laboratoriais, mas instrumentos concretos de capacitação regional, essenciais para aproximar os Açores das melhores práticas europeias”, reforçando que “a inovação é um pilar incontornável da transição energética”. Segundo Berta Cabral, “não haverá futuro sustentável sem soluções tecnológicas inteligentes, sem novos modelos de gestão da energia e sem a integração coerente de setores como a energia e a mobilidade”. A governante salientou que a mobilidade elétrica representa “uma oportunidade única para acelerar a descarbonização, aumentar a eficiência do sistema elétrico e reforçar a integração das energias renováveis”, destacando o percurso de referência dos Açores nesta área. Berta Cabral recordou ainda o investimento consistente da Região em fontes renováveis, com especial enfoque na energia geotérmica, um exemplo claro da aposta em recursos endógenos que reduzem a dependência de combustíveis fósseis, diminuem emissões e reforçam a segurança energética. Neste quadro, a responsável da tutela afirmou que a mobilidade elétrica assume um papel central na estratégia regional, destacando o Plano para a Mobilidade Elétrica dos Açores (PMEA) como instrumento estruturante da visão governamental para uma economia mais limpa, eficiente e sustentável. O projeto EV4EU, disse, “acrescentou valor significativo a este percurso”. O EV4EU desenvolveu e testou estratégias inovadoras de gestão inteligente de veículos elétricos, com destaque para soluções Vehicle-to-Everything (V2X), que demonstram como os veículos podem evoluir de simples consumidores de energia para unidades de armazenamento distribuído, capazes de apoiar a rede elétrica, absorver excedentes de produção renovável e reforçar a resiliência do sistema — especialmente relevante em territórios insulares como os Açores. Segundo a Secretária Regional, o demonstrador instalado em São Miguel “permitiu identificar limitações, consolidar conhecimento e retirar ensinamentos essenciais para futuros desenvolvimentos”, sublinhando que mesmo quando a implementação não é imediata, “o conhecimento adquirido é de valor inegável e constitui base sólida para novas abordagens e projetos”. Num mundo marcado por mudanças constantes, Berta Cabral reforçou a urgência de investir na inovação, na transição energética e na diversificação de fontes, para construir “um futuro mais resiliente, seguro e próspero”. A Secretária Regional recordou ainda o contributo dos projetos desenvolvidos ao abrigo do PRR, através dos quais a EDA reforçou a produção elétrica para fornecimento público, enquanto os privados, com o SOLENERGE, investiram no autoconsumo. Foi neste quadro que destacou que projetos como o EV4EU “provam que os Açores têm condições para participar ativamente na construção das soluções energéticas do futuro, contribuindo para os objetivos regionais, nacionais e europeus de neutralidade carbónica”. “Este é um caminho que estamos a trilhar com sucesso, reconhecido internacionalmente e que nos posiciona nos melhores ‘benchmarks’ de desenvolvimento sustentável”, afirmou, concluindo que a transição energética na Região “é um desígnio estratégico construído de forma estruturada e coerente”. Berta Cabral rematou defendendo que “é vital que entidades públicas, privadas e cada cidadão assumam o seu papel de forma autónoma, consciente e responsável neste processo transformador”.
10 de Abril 2026 Berta Cabral diz que Açores reforçam liderança na inovação energética com projeto europeu EV4EU A Secretária Regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas, Berta Cabral, destacou hoje, em Ponta Delgada, a relevância estratégica do projeto europeu EV4EU – Electric Vehicles Management for Carbon Neutrality in Europe - para o futuro energético da Região Autónoma dos Açores. A governante falava no auditório do Laboratório Regional de Engenharia Civil (LREC), na sessão dedicada à apresentação dos resultados do demonstrador português do projeto, localizado na ilha de São Miguel. Financiado pelo programa Horizonte Europa, o EV4EU “colocou os Açores no centro da reflexão europeia sobre soluções inovadoras para a integração da mobilidade elétrica nos sistemas energéticos”, afirmou. Berta Cabral elogiou o papel da Direção Regional da Energia e do LREC, sublinhando que a integração de entidades açorianas num consórcio internacional “demonstra a elevada capacidade técnica existente na Região e o valor de iniciativas que trazem conhecimento, inovação e experiência prática para os Açores”. Estes projetos, acrescentou, “não são meros exercícios académicos ou laboratoriais, mas instrumentos concretos de capacitação regional, essenciais para aproximar os Açores das melhores práticas europeias”, reforçando que “a inovação é um pilar incontornável da transição energética”. Segundo Berta Cabral, “não haverá futuro sustentável sem soluções tecnológicas inteligentes, sem novos modelos de gestão da energia e sem a integração coerente de setores como a energia e a mobilidade”. A governante salientou que a mobilidade elétrica representa “uma oportunidade única para acelerar a descarbonização, aumentar a eficiência do sistema elétrico e reforçar a integração das energias renováveis”, destacando o percurso de referência dos Açores nesta área. Berta Cabral recordou ainda o investimento consistente da Região em fontes renováveis, com especial enfoque na energia geotérmica, um exemplo claro da aposta em recursos endógenos que reduzem a dependência de combustíveis fósseis, diminuem emissões e reforçam a segurança energética. Neste quadro, a responsável da tutela afirmou que a mobilidade elétrica assume um papel central na estratégia regional, destacando o Plano para a Mobilidade Elétrica dos Açores (PMEA) como instrumento estruturante da visão governamental para uma economia mais limpa, eficiente e sustentável. O projeto EV4EU, disse, “acrescentou valor significativo a este percurso”. O EV4EU desenvolveu e testou estratégias inovadoras de gestão inteligente de veículos elétricos, com destaque para soluções Vehicle-to-Everything (V2X), que demonstram como os veículos podem evoluir de simples consumidores de energia para unidades de armazenamento distribuído, capazes de apoiar a rede elétrica, absorver excedentes de produção renovável e reforçar a resiliência do sistema — especialmente relevante em territórios insulares como os Açores. Segundo a Secretária Regional, o demonstrador instalado em São Miguel “permitiu identificar limitações, consolidar conhecimento e retirar ensinamentos essenciais para futuros desenvolvimentos”, sublinhando que mesmo quando a implementação não é imediata, “o conhecimento adquirido é de valor inegável e constitui base sólida para novas abordagens e projetos”. Num mundo marcado por mudanças constantes, Berta Cabral reforçou a urgência de investir na inovação, na transição energética e na diversificação de fontes, para construir “um futuro mais resiliente, seguro e próspero”. A Secretária Regional recordou ainda o contributo dos projetos desenvolvidos ao abrigo do PRR, através dos quais a EDA reforçou a produção elétrica para fornecimento público, enquanto os privados, com o SOLENERGE, investiram no autoconsumo. Foi neste quadro que destacou que projetos como o EV4EU “provam que os Açores têm condições para participar ativamente na construção das soluções energéticas do futuro, contribuindo para os objetivos regionais, nacionais e europeus de neutralidade carbónica”. “Este é um caminho que estamos a trilhar com sucesso, reconhecido internacionalmente e que nos posiciona nos melhores ‘benchmarks’ de desenvolvimento sustentável”, afirmou, concluindo que a transição energética na Região “é um desígnio estratégico construído de forma estruturada e coerente”. Berta Cabral rematou defendendo que “é vital que entidades públicas, privadas e cada cidadão assumam o seu papel de forma autónoma, consciente e responsável neste processo transformador”.
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