Visita estatutária ao Pico
Nota de Imprensa
2 de Março 2026 José Manuel Bolieiro inicia visita estatutária ao Pico para ouvir, decidir e avançar em projetos estruturantes para a ilha O executivo açoriano, presidido por José Manuel Bolieiro, iniciou hoje na ilha do Pico a primeira visita estatutária de 2026, numa deslocação de três dias que inclui reuniões com os três municípios da ilha e com o Conselho de Ilha do Pico, com o propósito de reforçar a proximidade institucional e ouvir as forças vivas locais. “O principal objetivo é renovar o diálogo com o poder local e com as forças vivas da ilha, escutar, avaliar e construir soluções em conjunto”, afirmou o líder do executivo açoriano, no arranque da visita, que se deu com uma reunião de trabalho na Câmara Municipal das Lajes do Pico. Entre os assuntos em destaque esteve o novo Centro de Saúde das Lajes do Pico. O Presidente do Governo dos Açores explicou que o projeto inicial foi objeto de apreciação técnica pela Secretaria Regional da Saúde e Segurança Social, tendo sido consideradas necessárias alterações para garantir maior funcionalidade e eficácia. "Gostaria de, no quadro desta visita estatutária, já poder apresentar o projeto. O primeiro esboço mereceu propostas de alteração, por não corresponder plenamente à perspetiva mais racional e eficaz que defendemos. O nosso compromisso é assegurar bem e no prazo que agora é possível”, declarou, adiantando que a expectativa do Governo é apresentar o projeto de arquitetura até ao final do primeiro semestre de 2026 e, posteriormente, avançar com o lançamento do procedimento de contratação pública para a concretização da obra. O governante recordou que foi assumida, desde o início do mandato, a opção estratégica de construir um edifício de raiz, em parceria com o município, que assegura a cedência do terreno, sublinhando que esta solução visa “bem servir a população no acesso aos cuidados primários de saúde”. No domínio das acessibilidades, foi analisada a situação da estrada regional entre as Lajes do Pico e a Piedade, afetada por derrocadas na sequência da situação de calamidade e do excesso de pluviosidade registados no início do ano. O Governo promoveu intervenções de consolidação de taludes, estando a primeira já validada pelo Laboratório Regional de Engenharia Civil. “Estamos a aguardar a verificação da segunda intervenção. Esta é uma ligação importante para o concelho e todas as decisões foram tomadas tendo como prioridade a segurança das pessoas”, salientou José Manuel Bolieiro, recordando que o encerramento da via resultou exclusivamente de razões de segurança. Foram igualmente abordadas matérias na área social, nomeadamente a necessidade de reforço da capacidade instalada em respostas de creche e ATL no concelho, tendo ficado acordado promover um ajustamento de entendimentos entre a Câmara Municipal, o Instituto da Segurança Social dos Açores e a instituição gestora, com vista ao aumento da oferta. No setor das pescas, está em curso um levantamento técnico e topográfico para encontrar, em parceria com a autarquia, uma solução que permita reforçar a capacidade da casa de aprestos das Lajes do Pico e melhorar o apoio ao núcleo de pescas local. A propósito da cooperação com as autarquias, designadamente no âmbito dos contratos ARAAL, José Manuel Bolieiro reafirmou o compromisso com a transparência e o rigor. “Temos assumido uma cooperação com máxima transparência. As candidaturas que são devidamente formalizadas e estão em conformidade com o regime têm resposta positiva. Quando não são submetidas nos termos previstos, não podem ser consideradas”, esclareceu. O governante reconheceu ainda a legitimidade das reivindicações locais, mas destacou a necessidade de uma gestão responsável dos recursos públicos. “Encaro com naturalidade que se reivindique mais e que se queira tudo o mais rapidamente possível. Porém, não podemos fazer tudo ao mesmo tempo para todos. Agimos de acordo com as nossas capacidades financeiras e com as condicionantes da contratação pública e do próprio mercado”, afirmou. No final da reunião, o Presidente do Governo assegurou existir capacidade de entendimento entre o executivo açoriano e o Município das Lajes do Pico, presidido por Ana Brum. "Não há qualquer discriminação negativa. Procuramos ultrapassar visões partidárias no relacionamento institucional. O que está em causa são os Açores e é para os açorianos que trabalhamos e a quem prestamos contas”, concluiu.
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Assinatura do contrato de empreitada para a construção do sistema de abastecimento de Água dos Cedros - POA Cedros/Praia do Almoxarife
Nota de Imprensa
2 de Março 2026 Governo dos Açores investe cerca de 140 mil euros em novo sistema de abastecimento de água agrícola no Faial O Governo dos Açores, através da IROA, S.A., assinou o contrato de empreitada para a construção do Sistema de Abastecimento de Água dos Cedros - POA Cedros/Praia do Almoxarife, na ilha do Faial, com o objetivo de reforçar a resiliência hídrica da atividade agropecuária local. Adjudicada à empresa Vitor Manuel Dias Fernandes, a intervenção representa um investimento de 139.112,46 € e tem um prazo de execução estipulado em 120 dias. A obra, localizada na zona do Cascalho, freguesia dos Cedros, contempla a construção de uma nova infraestrutura de implantação, que inclui um reservatório com capacidade para 250 metros cúbicos de água e a instalação do respetivo ponto de abastecimento para uso dos agricultores. A nova infraestrutura vai beneficiar diretamente 48 explorações agrícolas, servindo uma área aproximada de 149 hectares. O projeto conta com a colaboração essencial da Câmara Municipal da Horta, que assegurará a adoção do sistema. Para o Secretário Regional da Agricultura e Alimentação, António Ventura, a empreitada “representa um passo decisivo no reforço da infraestrutura hídrica da ilha do Faial e no apoio direto à atividade agrícola local”. “Trata-se de um investimento estruturante, que irá melhorar significativamente a disponibilidade de água para dezenas de explorações, aumentando a resiliência, a produtividade e a segurança dos agricultores”, sublinha o governante, destacando a visão orientada para o uso eficiente e sustentável dos recursos. António Ventura enaltece ainda a cooperação entre as entidades regionais e locais, considerando a obra "um exemplo claro de como investimentos bem direcionados podem gerar benefícios duradouros para o setor agropecuário e para o futuro da agricultura”. Esta intervenção no Faial integra um pacote mais abrangente de projetos, protocolado entre o Fundo Ambiental e a Região Autónoma dos Açores, que permite a aplicação global de um milhão de euros em todas as ilhas na instalação de equipamentos de apoio ao armazenamento de água para a agricultura.
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 Comemorações do Dia Internacional da Proteção Civil
Nota de Imprensa
2 de Março 2026 Alonso Miguel sublinha importância da proximidade, prevenção e investimento estratégico na Proteção Civil dos Açores O Secretário Regional do Ambiente e Ação Climática, Alonso Miguel, destacou a importância estratégica da proximidade entre o sistema regional de Proteção Civil e a população açoriana, defendendo que a prevenção, a capacitação dos cidadãos e o reforço da confiança no sistema constituem pilares absolutamente determinantes para garantir uma resposta eficaz, coordenada e resiliente face a situações de emergência. As declarações foram proferidas em Angra do Heroísmo, no âmbito das comemorações do Dia Internacional da Proteção Civil, numa iniciativa promovida pelo Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros dos Açores (SRPCBA), que reuniu 22 agentes e entidades integrantes do sistema regional de Proteção Civil, num momento de demonstração de meios, partilha de conhecimento técnico e aproximação efetiva à comunidade. Na ocasião, o governante sublinhou que “é fundamental dar a conhecer à comunidade as capacidades instaladas na Região e promover continuamente a aproximação das pessoas ao sistema regional de Proteção Civil”, acrescentando que “uma resposta verdadeiramente eficaz às situações de emergência não depende apenas dos meios operacionais disponíveis, mas também do grau de preparação, informação e envolvimento dos cidadãos”. “A proteção civil começa em cada um de nós. A construção de uma sociedade mais segura exige uma cultura de responsabilidade partilhada, onde cada cidadão conhece os riscos, sabe como agir e assume um papel ativo na prevenção”, vincou. A iniciativa permitiu apresentar meios e capacidades operacionais, bem como dinamizar um conjunto alargado de ações de sensibilização, com especial enfoque, nesta edição, na temática dos sismos e das estruturas colapsadas, matéria de particular relevância num território arquipelágico marcado por especificidades geológicas e exposição a fenómenos naturais de diversa natureza. Ao longo do dia foram promovidas sessões práticas sobre a constituição de kits de emergência, noções básicas de primeiros socorros, realização de simulacros de sismo e demonstrações de cenários de intervenção em estruturas colapsadas, possibilitando à população contactar de forma direta com procedimentos técnicos e operacionais adotados pelas equipas de socorro. O evento contou com a participação de cerca de 1.300 visitantes, maioritariamente crianças e jovens provenientes de creches, jardins-de-infância, ATL e estabelecimentos de ensino da ilha Terceira, o que, segundo o Secretário Regional, “representa um sinal muito positivo do envolvimento da comunidade educativa e da importância que está a ser atribuída à formação das novas gerações em matéria de segurança e autoproteção”. Alonso Miguel destacou que esta aposta na educação constitui uma das grandes prioridades da estratégia regional, afirmando que “começar pelas escolas é investir no futuro da Região, porque se está a formar cidadãos mais conscientes, mais preparados e mais resilientes”. Nesse sentido, salientou o papel estruturante de projetos como os “Clubes de Proteção Civil”, o “Aprender a Socorrer” e o “Educar para a Proteção Civil”, iniciativas que, todos os anos, envolvem milhares de alunos em todo o arquipélago e que têm contribuído de forma consistente para elevar os níveis de literacia em proteção civil. O governante recordou ainda que a Proteção Civil tem sido uma prioridade inequívoca da ação governativa, sublinhando que “nos últimos cinco anos o Governo Regional dos Açores investiu mais de 60 milhões de euros no sistema regional de Proteção Civil, com o objetivo claro de reforçar as condições de segurança e socorro das populações e modernizar estruturalmente o sistema”. “Este é um investimento muito significativo, que nos permitiu reforçar o sistema de emergência médica pré-hospitalar, apetrechar os corpos de bombeiros com equipamentos essenciais, renovar as frotas de veículos de socorro e de combate a incêndios, valorizar as tabelas salariais dos bombeiros, apostar fortemente na qualificação e formação dos operacionais e, simultaneamente, aumentar a literacia da população em matéria de proteção civil”, frisou. Para Alonso Miguel, o reforço contínuo dos meios materiais deve caminhar lado a lado com a consolidação de uma cultura preventiva, acrescentando que “não basta ter equipamentos modernos e profissionais qualificados, é igualmente indispensável garantir que a população conhece os riscos, compreende os procedimentos e confia no sistema regional de Proteção Civil”. O Secretário Regional salientou que “este esforço integrado tem vindo a traduzir-se num reforço efetivo da capacidade de resposta operacional, numa melhoria substancial das condições de trabalho dos agentes de Proteção Civil e numa maior robustez estrutural do sistema”, fatores que, no seu entender, explicam o crescente nível de confiança da população açoriana nas instituições responsáveis pela segurança coletiva. “Hoje podemos afirmar que temos uma população açoriana que confia no sistema regional de Proteção Civil, e essa confiança é construída todos os dias através de investimento, profissionalismo, proximidade e trabalho permanente de sensibilização e formação”, afirmou. O governante concluiu referindo que “a celebração do Dia Internacional da Proteção Civil constitui não apenas um momento simbólico, mas também uma oportunidade concreta para reafirmar a importância estratégica que o Governo dos Açores atribui a esta área, entendendo-a como muito mais do que uma estrutura de resposta a emergências”. “A Proteção Civil é, simultaneamente, um instrumento de educação, um mecanismo de prevenção, um fator de coesão comunitária e um pilar fundamental da resiliência do nosso território. Num arquipélago como o nosso, sujeito a riscos naturais específicos, a consolidação de uma cultura de segurança não é uma opção, é uma responsabilidade coletiva que deve ser contínua, transversal e assumida por todos”, sustentou. “A Proteção Civil começa em cada um de nós”, concluiu Alonso Miguel, que defendeu também que “o reforço da resiliência da comunidade açoriana exige um compromisso permanente entre instituições, agentes operacionais, escolas, famílias e cidadãos, numa lógica de cooperação e corresponsabilização que fortalece o sistema e prepara a Região para enfrentar, com maior capacidade e confiança, os desafios futuros”.
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Apartamentos no Aldeamento de São Pedro, na freguesia da Maia
Nota de Imprensa
2 de Março 2026 Aberto concurso público atribuição de 12 apartamentos em regime de arrendamento com opção de compra na freguesia da Maia, em São Miguel Está aberto o concurso público para a atribuição de 12 novos apartamentos no Aldeamento de São Pedro, na freguesia da Maia, concelho da Ribeira Grande, na ilha de São Miguel, construídos pelo Governo dos Açores no âmbito do PRR, num investimento superior a 2,2 milhões de euros. Nos termos do Despacho da Secretária Regional da Juventude, Habitação e Emprego, Maria João Carreiro, publicado em Jornal Oficial da Região Autónoma dos Açores, o período de candidaturas decorre de hoje, dia 2 de março, até ao próximo dia 27 de março, inclusive.  Os novos apartamentos, dos quais seis de tipologia T2 e seis de tipologia T3, destinam-se a habitação própria permanente dos candidatos e respetivos agregados familiares, e vão ser atribuídos em regime de arrendamento com opção de compra. A opção de compra pode ser exercida pelos arrendatários decorrido um ano desde a assinatura do contrato de arrendamento.  As candidaturas devem ser apresentadas através do preenchimento completo e inteligível de formulário próprio, disponível no sítio da internet da Direção Regional da Habitação (DRH), em https://portal.azores.gov.pt/web/drh/concursos, acompanhado dos documentos indicados no artigo 7.º do Regulamento do Regime de Arrendamento com Opção de Compra e entregues num dos seguintes formatos: no Serviço de Atendimento da DRH, sito à Rua Dr. João Francisco de Sousa, n.º 30, 9500-187 Ponta Delgada; nos Postos de Atendimento da RIAC - Rede Integrada de Apoio ao Cidadão; por correio registado e com aviso de receção para a Direção Regional da Habitação, sita à Rua Dr. João Francisco de Sousa, n.º 30, 9500-187 Ponta Delgada; ou através do endereço de correio eletrónico da DRH - [email protected].  O Regulamento, que inscreve toda a informação acerca dos procedimentos e condições de acesso e atribuição das moradias, está disponível para consulta no sítio da Internet da DRH. Os pedidos de esclarecimento necessários para a compreensão e interpretação do Regulamento devem ser dirigidos à presidente do júri e apresentados pelos interessados, por escrito, junto do Serviço de Atendimento da DRH em Ponta Delgada ou, em alternativa, enviados para o endereço de correio eletrónico [email protected] até ao dia 13 de março de 2026 e serão respondidos no prazo máximo de três dias úteis a contar da data de entrada dos pedidos.
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Declarações
Nota de Imprensa
1 de Março 2026 Declaração do Presidente do Governo Regional dos Açores sobre o atual contexto internacional de guerra 1. No atual contexto internacional de guerra, o Governo de Portugal e o Governo Regional dos Açores mantiveram contactos e troca de informação, designadamente através do Gabinete do Primeiro-Ministro de Portugal, do Ministro dos Negócios Estrangeiros e do Presidente do Governo dos Açores, acompanhando a evolução da situação, até ao momento. 2. O Governo Regional dos Açores defende o interesse regional e nacional e a promoção da segurança do Povo Açoriano. 3. Os Açores e a sua posição geográfica são um ativo, cuja centralidade estratégica para a segurança e defesa atlântica e ocidental, no plano nacional, no quadro da NATO e das relações com países aliados de Portugal, está agora reconfirmada pela atual conjuntura internacional. 4. O Governo Regional dos Açores associa-se aos termos do Comunicado do Governo de Portugal, de ontem, 28 de fevereiro. 5. O Acordo de Cooperação e Defesa entre Portugal e os Estados Unidos da América, foi cumprido, tal como informou o Governo de Portugal. 6. Com o contexto que, a partir de ontem, se alterou, ficou estabelecido entre o Governo de Portugal e o Governo Regional dos Açores a intensificação dos contactos para informação e acompanhamento da evolução da situação.
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