Presidência do Governo Regional
José Manuel Bolieiro reforça “centralidade dos Açores” em audiência com o Presidente da República
José Manuel Bolieiro reforça “centralidade dos Açores” em audiência com o Presidente da República
Presidência do Governo Regional
Plataforma Nacional das Cozinhas do Mar “reforça presença nacional” por referência à economia azul, realça José Manuel Bolieiro
Plataforma Nacional das Cozinhas do Mar “reforça presença nacional” por referência à economia azul, realça José Manuel Bolieiro
Vice-Presidência do Governo Regional
Ultrapassadas metas do PRR para a cibersegurança e transição digital
Ultrapassadas metas do PRR para a cibersegurança e transição digital
Secretaria Regional das Finanças, Planeamento e Administração Pública
Redução do ISP entra em vigor a 1 de abril e atenua impacto do aumento dos combustíveis nos Açores face ao continente
Redução do ISP entra em vigor a 1 de abril e atenua impacto do aumento dos combustíveis nos Açores face ao continente
Nota de Imprensa
25 de Março 2026 José Manuel Bolieiro reforça “centralidade dos Açores” em audiência com o Presidente da República O Presidente do Governo dos Açores, José Manuel Bolieiro, foi hoje recebido em audiência de cumprimentos pelo Presidente da República, António José Seguro, no Palácio de Belém, num encontro marcado por um ambiente de proximidade institucional e abertura ao diálogo. O líder do executivo açoriano destacou a importância de iniciar esta relação com o novo Chefe de Estado num quadro de confiança e cooperação. O governante açoriano apresentou cumprimentos institucionais e expressou a sua “confiança” no desempenho da missão presidencial, sublinhando a total disponibilidade dos órgãos de governo próprio da Região Autónoma dos Açores para colaborar com a Presidência da República. Entre os vários temas abordados, José Manuel Bolieiro entregou ao Presidente da República um documento onde elenca as principais prioridades estratégicas dos Açores, enquadradas na relação com o país, com a União Europeia e no contexto transatlântico e global. O Presidente do Governo dos Açores destacou o entendimento existente com os órgãos de soberania, em particular com o Governo da República, salientando dossiês em acompanhamento, assim como a importância de uma futura revisão da Lei de Finanças das Regiões Autónomas. A integração europeia foi igualmente um dos pontos centrais da conversa. José Manuel Bolieiro reforçou a importância do estatuto das Regiões Ultraperiféricas consagrado no Tratado de Funcionamento da União Europeia, defendendo a sua “manutenção e valorização” no futuro quadro financeiro plurianual. O Presidente do Governo sublinhou ainda a relevância de uma relação direta dos Açores com as instituições europeias, nomeadamente a Comissão Europeia. Na vertente internacional, foi destacada a dimensão atlântica dos Açores, assumidos como projeção estratégica de Portugal no Atlântico. O governante açoriano referiu o contributo da Região em matérias como a sustentabilidade dos oceanos, no quadro das Nações Unidas, e abordou também a relação bilateral com os Estados Unidos, nomeadamente no âmbito da Base das Lajes e de outras infraestruturas existentes no arquipélago. José Manuel Bolieiro salientou ainda o papel dos Açores nas grandes transições globais, nomeadamente a transição climática, energética e digital, e destacou o potencial das energias renováveis e da autonomia energética em cada ilha, bem como a importância estratégica de infraestruturas como o Anel CAM (Continente-Açores-Madeira), essencial para a conectividade e o desenvolvimento tecnológico da Região. No plano do desenvolvimento, o líder do executivo açoriano sublinhou que os Açores são simultaneamente uma região que necessita de apoio, mas também um território de oportunidades, nomeadamente nas áreas da economia azul, da economia espacial e da economia digital e tecnológica. Um dos pontos de maior relevo foi a decisão do Presidente da República de assinalar o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, a 10 de junho, na ilha Terceira. Para José Manuel Bolieiro, esta escolha representa um reconhecimento claro da importância dos Açores no contexto nacional e internacional. “Esta escolha afirma Portugal na sua plenitude atlântica e reconhece os Açores como um ativo estratégico do país, com valor geopolítico e geoestratégico”, afirmou. O Presidente do Governo dos Açores defendeu que o arquipélago assume hoje uma centralidade crescente nas dinâmicas transatlânticas, não apenas pela sua localização, mas também pelo seu contributo em áreas como a segurança, a ciência, o espaço e o mar. “Os Açores não são periferia, são centralidade. Centralidade atlântica que confere escala, profundidade e relevância a Portugal”, sublinhou. José Manuel Bolieiro reforçou ainda que esta realidade deve ser plenamente reconhecida, tanto a nível nacional como internacional, destacando o contributo dos Açores para a estabilidade e segurança no espaço atlântico. O líder do executivo açoriano valorizou também a associação das comemorações à dimensão das comunidades portuguesas, refletida na escolha do Luxemburgo, considerando que esta opção projeta a imagem de um Portugal global - por fim, garantiu total disponibilidade do Governo dos Açores para colaborar na organização das cerimónias do 10 de junho, assegurando que a Região acolherá o evento com responsabilidade, orgulho e dignidade.
25 de Março 2026 José Manuel Bolieiro reforça “centralidade dos Açores” em audiência com o Presidente da República O Presidente do Governo dos Açores, José Manuel Bolieiro, foi hoje recebido em audiência de cumprimentos pelo Presidente da República, António José Seguro, no Palácio de Belém, num encontro marcado por um ambiente de proximidade institucional e abertura ao diálogo. O líder do executivo açoriano destacou a importância de iniciar esta relação com o novo Chefe de Estado num quadro de confiança e cooperação. O governante açoriano apresentou cumprimentos institucionais e expressou a sua “confiança” no desempenho da missão presidencial, sublinhando a total disponibilidade dos órgãos de governo próprio da Região Autónoma dos Açores para colaborar com a Presidência da República. Entre os vários temas abordados, José Manuel Bolieiro entregou ao Presidente da República um documento onde elenca as principais prioridades estratégicas dos Açores, enquadradas na relação com o país, com a União Europeia e no contexto transatlântico e global. O Presidente do Governo dos Açores destacou o entendimento existente com os órgãos de soberania, em particular com o Governo da República, salientando dossiês em acompanhamento, assim como a importância de uma futura revisão da Lei de Finanças das Regiões Autónomas. A integração europeia foi igualmente um dos pontos centrais da conversa. José Manuel Bolieiro reforçou a importância do estatuto das Regiões Ultraperiféricas consagrado no Tratado de Funcionamento da União Europeia, defendendo a sua “manutenção e valorização” no futuro quadro financeiro plurianual. O Presidente do Governo sublinhou ainda a relevância de uma relação direta dos Açores com as instituições europeias, nomeadamente a Comissão Europeia. Na vertente internacional, foi destacada a dimensão atlântica dos Açores, assumidos como projeção estratégica de Portugal no Atlântico. O governante açoriano referiu o contributo da Região em matérias como a sustentabilidade dos oceanos, no quadro das Nações Unidas, e abordou também a relação bilateral com os Estados Unidos, nomeadamente no âmbito da Base das Lajes e de outras infraestruturas existentes no arquipélago. José Manuel Bolieiro salientou ainda o papel dos Açores nas grandes transições globais, nomeadamente a transição climática, energética e digital, e destacou o potencial das energias renováveis e da autonomia energética em cada ilha, bem como a importância estratégica de infraestruturas como o Anel CAM (Continente-Açores-Madeira), essencial para a conectividade e o desenvolvimento tecnológico da Região. No plano do desenvolvimento, o líder do executivo açoriano sublinhou que os Açores são simultaneamente uma região que necessita de apoio, mas também um território de oportunidades, nomeadamente nas áreas da economia azul, da economia espacial e da economia digital e tecnológica. Um dos pontos de maior relevo foi a decisão do Presidente da República de assinalar o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, a 10 de junho, na ilha Terceira. Para José Manuel Bolieiro, esta escolha representa um reconhecimento claro da importância dos Açores no contexto nacional e internacional. “Esta escolha afirma Portugal na sua plenitude atlântica e reconhece os Açores como um ativo estratégico do país, com valor geopolítico e geoestratégico”, afirmou. O Presidente do Governo dos Açores defendeu que o arquipélago assume hoje uma centralidade crescente nas dinâmicas transatlânticas, não apenas pela sua localização, mas também pelo seu contributo em áreas como a segurança, a ciência, o espaço e o mar. “Os Açores não são periferia, são centralidade. Centralidade atlântica que confere escala, profundidade e relevância a Portugal”, sublinhou. José Manuel Bolieiro reforçou ainda que esta realidade deve ser plenamente reconhecida, tanto a nível nacional como internacional, destacando o contributo dos Açores para a estabilidade e segurança no espaço atlântico. O líder do executivo açoriano valorizou também a associação das comemorações à dimensão das comunidades portuguesas, refletida na escolha do Luxemburgo, considerando que esta opção projeta a imagem de um Portugal global - por fim, garantiu total disponibilidade do Governo dos Açores para colaborar na organização das cerimónias do 10 de junho, assegurando que a Região acolherá o evento com responsabilidade, orgulho e dignidade.
Nota de Imprensa
24 de Março 2026 Plataforma Nacional das Cozinhas do Mar “reforça presença nacional” por referência à economia azul, realça José Manuel Bolieiro O Presidente do Governo dos Açores presidiu hoje à apresentação da Plataforma Nacional das Cozinhas do Mar, uma iniciativa conjunta da AHRESP - Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal e do Governo dos Açores, no âmbito do protocolo celebrado em fevereiro, durante a BTL – Better Tourism Lisbon Travel Market. Na cerimónia, que decorreu no Palácio da Conceição, em Ponta Delgada, José Manuel Bolieiro, sublinhou que a escolha da Região para sede desta Plataforma Nacional “é a valorização de um país inteiro porque tem os Açores e os açorianos no domínio da sua identidade cultural, com a sua identidade de mar que também” a Região é. Para o líder do executivo, a Plataforma é “mais um conteúdo para uma presença nacional” por referência à “economia azul” que tem nos Açores ponto central, aos produtos endógenos ligados ao mar e à “dimensão que os Açores representam para o país em identidade e território”. A Plataforma Nacional tem como objetivo valorizar, qualificar e promover os produtos do mar, preservando tradições gastronómicas e incentivando práticas sustentáveis. Entre as iniciativas a desenvolver no âmbito desta Plataforma estão a criação de uma rota de restaurantes dedicados aos produtos do mar locais, a dinamização de experiências gastronómicas, como ‘workshops’ e jantares temáticos, bem como o conceito “Restaurante ao Vivo” que será replicado nos Municípios e nas ilhas dos Açores. “Não estamos a reduzir nem a experiência gastronómica, nem os Açores a este domínio. A Região tem muitos outros domínios onde é competitivo, como o queijo ou a carne. Mas ser a sede nacional da plataforma das cozinhas do mar é, sobretudo, permitir a quem nos visita uma experiência de mar e de produto endógeno vantajosa”, explicou. José Manuel Bolieiro defendeu que o negócio turístico não se faz apenas pelo anúncio de existência do destino turístico ou das capacidades instaladas, mas também pelas boas condições para apresentar aos visitantes uma experiência inesquecível e geradora de vontade de regressar”, sendo que a gastronomia contribui para este capital de perceção. Considerando as oportunidades criadas pela Plataforma Nacional, o Presidente do Governo apelou ao Poder Locar para que “desenvolva, em parceria com os empresários sediados nos seus territórios, esta dimensão de valorização territorial e da qualidade endógena”. Participaram na conferência de apresentação da Plataforma Nacional das Cozinhas do Mar o Presidente da AHRESP, Carlos Moura; a Secretária Regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas, Berta Cabral, e o Secretário Regional do Mar e Pescas, Mário Rui Pinho, que apresentou uma comunicação sobre “O pescado nos Açores. O protocolo entre o Governo dos Açores e a AHRESP foi assinado em fevereiro pelo Presidente do Executivo açoriano e pelo Presidente daquela associação nacional, Carlos Moura. Além da criação da Plataforma Nacional das Cozinhas do Mar, uma iniciativa que coloca o mar no centro de valorização gastronómica, turística e identitária dos Açores, este protocolo tem como objetivo reforçar a estratégia regional de desenvolvimento e promoção da autenticidade, sustentabilidade e valorização dos recursos marinhos, bem como a valorização do mar enquanto ativo económico, cultural e identitário.
24 de Março 2026 Plataforma Nacional das Cozinhas do Mar “reforça presença nacional” por referência à economia azul, realça José Manuel Bolieiro O Presidente do Governo dos Açores presidiu hoje à apresentação da Plataforma Nacional das Cozinhas do Mar, uma iniciativa conjunta da AHRESP - Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal e do Governo dos Açores, no âmbito do protocolo celebrado em fevereiro, durante a BTL – Better Tourism Lisbon Travel Market. Na cerimónia, que decorreu no Palácio da Conceição, em Ponta Delgada, José Manuel Bolieiro, sublinhou que a escolha da Região para sede desta Plataforma Nacional “é a valorização de um país inteiro porque tem os Açores e os açorianos no domínio da sua identidade cultural, com a sua identidade de mar que também” a Região é. Para o líder do executivo, a Plataforma é “mais um conteúdo para uma presença nacional” por referência à “economia azul” que tem nos Açores ponto central, aos produtos endógenos ligados ao mar e à “dimensão que os Açores representam para o país em identidade e território”. A Plataforma Nacional tem como objetivo valorizar, qualificar e promover os produtos do mar, preservando tradições gastronómicas e incentivando práticas sustentáveis. Entre as iniciativas a desenvolver no âmbito desta Plataforma estão a criação de uma rota de restaurantes dedicados aos produtos do mar locais, a dinamização de experiências gastronómicas, como ‘workshops’ e jantares temáticos, bem como o conceito “Restaurante ao Vivo” que será replicado nos Municípios e nas ilhas dos Açores. “Não estamos a reduzir nem a experiência gastronómica, nem os Açores a este domínio. A Região tem muitos outros domínios onde é competitivo, como o queijo ou a carne. Mas ser a sede nacional da plataforma das cozinhas do mar é, sobretudo, permitir a quem nos visita uma experiência de mar e de produto endógeno vantajosa”, explicou. José Manuel Bolieiro defendeu que o negócio turístico não se faz apenas pelo anúncio de existência do destino turístico ou das capacidades instaladas, mas também pelas boas condições para apresentar aos visitantes uma experiência inesquecível e geradora de vontade de regressar”, sendo que a gastronomia contribui para este capital de perceção. Considerando as oportunidades criadas pela Plataforma Nacional, o Presidente do Governo apelou ao Poder Locar para que “desenvolva, em parceria com os empresários sediados nos seus territórios, esta dimensão de valorização territorial e da qualidade endógena”. Participaram na conferência de apresentação da Plataforma Nacional das Cozinhas do Mar o Presidente da AHRESP, Carlos Moura; a Secretária Regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas, Berta Cabral, e o Secretário Regional do Mar e Pescas, Mário Rui Pinho, que apresentou uma comunicação sobre “O pescado nos Açores. O protocolo entre o Governo dos Açores e a AHRESP foi assinado em fevereiro pelo Presidente do Executivo açoriano e pelo Presidente daquela associação nacional, Carlos Moura. Além da criação da Plataforma Nacional das Cozinhas do Mar, uma iniciativa que coloca o mar no centro de valorização gastronómica, turística e identitária dos Açores, este protocolo tem como objetivo reforçar a estratégia regional de desenvolvimento e promoção da autenticidade, sustentabilidade e valorização dos recursos marinhos, bem como a valorização do mar enquanto ativo económico, cultural e identitário.
Nota de Imprensa
25 de Março 2026 Ultrapassadas metas do PRR para a cibersegurança e transição digital A Vice-Presidência do Governo Regional dos Açores, através da Direção Regional das Comunicações e Transição Digital, ultrapassou as metas definidas ao abrigo do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), no âmbito do Centro de Competências de Cibersegurança dos Açores (CCC Açores). Deste o início da sua atividade, em fevereiro de 2024, o CCC Açores interveio junto de mais de 160 entidades dos setores público e privado, reforçando a resiliência digital na Região, através da promoção de boas práticas, do cumprimento de requisitos legais e da preparação para certificações em cibersegurança. Deste modo, o CCC Açores, integrado na rede de Centros de Competências em Cibersegurança (C-Network), tornou-se o primeiro dos sete centros existentes no país, não só a cumprir, como a ultrapassar as metas estabelecidas, antecipando o prazo estipulado, inicialmente previsto para 31 de março de 2026. Este Centro resulta de um consórcio formado pelo Governo Regional, pela Câmara do Comércio dos Açores, pela Associação de Municípios da RAA e pela Universidade dos Açores. Para o Vice-Presidente do Governo Regional, Artur Lima, “o modelo de governação adotado nos Açores é uma aposta ganha, como evidencia o número de ações e o número de entidades envolvidas desde o início”. “A Região está hoje mais preparada para enfrentar os desafios da transição digital e os perigos das ameaças cibernéticas”, sublinhou. Entre as iniciativas desenvolvidas pelo CCC Açores, destaca-se o foco na sensibilização para a conformidade regulatória, nomeadamente a transição para a Diretiva NIS 2, bem como a avaliação do nível de maturidade organizacional com base no Quadro Nacional de Referência em Cibersegurança (QNRCS). Paralelamente, o Centro desenvolveu, em parceria com a C Academy, uma ação direcionada ao sistema educativo regional, envolvendo 39 unidades orgânicas, com o objetivo de identificar percursos formativos em cibersegurança para diferentes perfis profissionais, dando especial atenção aos docentes. Em dezembro de 2025, foi promovido um Tabletop Exercise (TTX), na ilha Terceira, que visou simular a resposta a incidentes cibernéticos em setores críticos como saúde, energia, forças de segurança, transportes e administração pública. Este exercício permitiu testar capacidades de resposta, reforçar mecanismos de coordenação interinstitucional e identificar oportunidades de melhoria nos planos de reação. “Todas estas iniciativas demonstram a relevância deste Centro para os Açores, estando em evidência o conhecimento estratégico que gera e as suas mais-valias para a definição de políticas eficazes de segurança e de resiliência digital”, salienta Artur Lima. O CCC Açores foi criado no âmbito do instrumento 73/C19-i03/2023 do PRR nacional, com uma dotação de 382.297,55 €.
25 de Março 2026 Ultrapassadas metas do PRR para a cibersegurança e transição digital A Vice-Presidência do Governo Regional dos Açores, através da Direção Regional das Comunicações e Transição Digital, ultrapassou as metas definidas ao abrigo do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), no âmbito do Centro de Competências de Cibersegurança dos Açores (CCC Açores). Deste o início da sua atividade, em fevereiro de 2024, o CCC Açores interveio junto de mais de 160 entidades dos setores público e privado, reforçando a resiliência digital na Região, através da promoção de boas práticas, do cumprimento de requisitos legais e da preparação para certificações em cibersegurança. Deste modo, o CCC Açores, integrado na rede de Centros de Competências em Cibersegurança (C-Network), tornou-se o primeiro dos sete centros existentes no país, não só a cumprir, como a ultrapassar as metas estabelecidas, antecipando o prazo estipulado, inicialmente previsto para 31 de março de 2026. Este Centro resulta de um consórcio formado pelo Governo Regional, pela Câmara do Comércio dos Açores, pela Associação de Municípios da RAA e pela Universidade dos Açores. Para o Vice-Presidente do Governo Regional, Artur Lima, “o modelo de governação adotado nos Açores é uma aposta ganha, como evidencia o número de ações e o número de entidades envolvidas desde o início”. “A Região está hoje mais preparada para enfrentar os desafios da transição digital e os perigos das ameaças cibernéticas”, sublinhou. Entre as iniciativas desenvolvidas pelo CCC Açores, destaca-se o foco na sensibilização para a conformidade regulatória, nomeadamente a transição para a Diretiva NIS 2, bem como a avaliação do nível de maturidade organizacional com base no Quadro Nacional de Referência em Cibersegurança (QNRCS). Paralelamente, o Centro desenvolveu, em parceria com a C Academy, uma ação direcionada ao sistema educativo regional, envolvendo 39 unidades orgânicas, com o objetivo de identificar percursos formativos em cibersegurança para diferentes perfis profissionais, dando especial atenção aos docentes. Em dezembro de 2025, foi promovido um Tabletop Exercise (TTX), na ilha Terceira, que visou simular a resposta a incidentes cibernéticos em setores críticos como saúde, energia, forças de segurança, transportes e administração pública. Este exercício permitiu testar capacidades de resposta, reforçar mecanismos de coordenação interinstitucional e identificar oportunidades de melhoria nos planos de reação. “Todas estas iniciativas demonstram a relevância deste Centro para os Açores, estando em evidência o conhecimento estratégico que gera e as suas mais-valias para a definição de políticas eficazes de segurança e de resiliência digital”, salienta Artur Lima. O CCC Açores foi criado no âmbito do instrumento 73/C19-i03/2023 do PRR nacional, com uma dotação de 382.297,55 €.
Nota de Imprensa
25 de Março 2026 Redução do ISP entra em vigor a 1 de abril e atenua impacto do aumento dos combustíveis nos Açores face ao continente O Governo dos Açores reduz, a 1 de abril, quarta-feira, o Imposto sobre Produtos Petrolíferos e Energéticos (ISP), em resposta à subida dos preços dos combustíveis. No plano nacional, desde o início do mês até à data, os preços subiram 24,9 cêntimos na gasolina sem chumbo 95 e 46,9 cêntimos no gasóleo simples. Com esta intervenção do Governo Regional, a subida do preço dos combustíveis nos Açores será de apenas 6,9 cêntimos por litro na gasolina e 12 cêntimos nos gasóleos, isto é, cerca de um quarto dos aumentos verificados a nível nacional até à data. O Governo dos Açores demonstra assim a sua vontade e capacidade para estar ao lado dos açorianos nos momentos mais desafiantes, neste caso em concreto num contexto de forte instabilidade nos mercados internacionais, agravada pelo conflito no Médio Oriente.
25 de Março 2026 Redução do ISP entra em vigor a 1 de abril e atenua impacto do aumento dos combustíveis nos Açores face ao continente O Governo dos Açores reduz, a 1 de abril, quarta-feira, o Imposto sobre Produtos Petrolíferos e Energéticos (ISP), em resposta à subida dos preços dos combustíveis. No plano nacional, desde o início do mês até à data, os preços subiram 24,9 cêntimos na gasolina sem chumbo 95 e 46,9 cêntimos no gasóleo simples. Com esta intervenção do Governo Regional, a subida do preço dos combustíveis nos Açores será de apenas 6,9 cêntimos por litro na gasolina e 12 cêntimos nos gasóleos, isto é, cerca de um quarto dos aumentos verificados a nível nacional até à data. O Governo dos Açores demonstra assim a sua vontade e capacidade para estar ao lado dos açorianos nos momentos mais desafiantes, neste caso em concreto num contexto de forte instabilidade nos mercados internacionais, agravada pelo conflito no Médio Oriente.
Nota de Imprensa
25 de Março 2026 Governo dos Açores e Estado do Maranhão inauguram Praça e Memorial Açoriano no Centro Histórico de São Luís O Secretário Regional dos Assuntos Parlamentares e Comunidades, Paulo Estêvão, e o Governador do Estado do Maranhão, Carlos Brandão, inauguraram a nova Praça dos Açores e o Memorial Açoriano, localizados na região do Centro Histórico (Praia Grande) de São Luís, no Brasil. A cerimónia assinalou a homenagem do Estado do Maranhão aos açorianos que, há mais de 400 anos, contribuíram de forma decisiva para a fundação e para o povoamento daquela cidade. Durante a sua intervenção, Paulo Estêvão manifestou profunda emoção com o novo equipamento urbano, agradecendo a forma como o projeto "captou tão bem a alma açoriana". O governante lembrou a resiliência dos primeiros colonizadores que, oriundos de nove ilhas isoladas descobertas em 1427, atravessaram o Atlântico para desbravar terras, implementar a agricultura e as pescas, e disseminar a sua profunda fé, nomeadamente através do Divino Espírito Santo. "Onde os açorianos chegaram, e chegaram a muitos sítios, tinham esta resiliência de conseguir desbravar as terras e pôr as terras a produzir", destacou o Secretário Regional, enaltecendo a forte presença e o sucesso da diáspora espalhada pelo mundo. O novo espaço, executado pela Agência Executiva Metropolitana (Agem) em articulação com representantes açorianos, constitui um polo de valorização histórica, turística e de lazer. A Praça dos Açores integra um Memorial (museu), a inscrição com os nomes das nove ilhas no pavimento, um portal com os nomes de açorianos que ajudaram a fundar a cidade - como Simão Estácio da Silveira, que liderou a ida de famílias em 1615 - e dez painéis artísticos, de argila em baixo-relevo incisivo, da autoria de Eduardo Sereno, que retratam a viagem e o legado deste povo insular através da variação da luz natural. O Governador Carlos Brandão sublinhou que a obra corrige uma lacuna histórica no reconhecimento das origens da capital: "Hoje, prestamos essa homenagem para fazer justiça às pessoas que vieram aqui e nos ajudaram a fundar a nossa ilha de São Luís”. E acrescentou: “Faltava essa homenagem aos açorianos que ficaram na região do Desterro e que, agora, estão representados". A cerimónia, que contou ainda com a presença do Presidente da Casa dos Açores do Maranhão, Raphael Aragão, serviu também para reforçar os laços institucionais futuros – Paulo Estêvão aproveitou também a ocasião para valorizar todo o empenho e trabalho desenvolvido ao longo dos anos por Paulo Matos, fundador da Casa dos Açores naquela região do Nordeste do Brasil e Presidente honorário da mesma. Paulo Estêvão disponibilizou ao Governo do Maranhão a total disponibilidade e cooperação estratégica da Região Autónoma: "Onde estão as Casas dos Açores, nós estaremos ao serviço do Maranhão, onde estão as nossas instituições na União Europeia, nós estaremos ao serviço do Estado do Maranhão". A concluir, o Secretário Regional endereçou um convite oficial ao Governador Carlos Brandão para visitar o arquipélago, assegurando que "terá sempre nos Açores um amigo" e que o povo açoriano, reconhecido no mundo pela sua hospitalidade e sentido de gratidão, saberá receber a comitiva maranhense.
25 de Março 2026 Governo dos Açores e Estado do Maranhão inauguram Praça e Memorial Açoriano no Centro Histórico de São Luís O Secretário Regional dos Assuntos Parlamentares e Comunidades, Paulo Estêvão, e o Governador do Estado do Maranhão, Carlos Brandão, inauguraram a nova Praça dos Açores e o Memorial Açoriano, localizados na região do Centro Histórico (Praia Grande) de São Luís, no Brasil. A cerimónia assinalou a homenagem do Estado do Maranhão aos açorianos que, há mais de 400 anos, contribuíram de forma decisiva para a fundação e para o povoamento daquela cidade. Durante a sua intervenção, Paulo Estêvão manifestou profunda emoção com o novo equipamento urbano, agradecendo a forma como o projeto "captou tão bem a alma açoriana". O governante lembrou a resiliência dos primeiros colonizadores que, oriundos de nove ilhas isoladas descobertas em 1427, atravessaram o Atlântico para desbravar terras, implementar a agricultura e as pescas, e disseminar a sua profunda fé, nomeadamente através do Divino Espírito Santo. "Onde os açorianos chegaram, e chegaram a muitos sítios, tinham esta resiliência de conseguir desbravar as terras e pôr as terras a produzir", destacou o Secretário Regional, enaltecendo a forte presença e o sucesso da diáspora espalhada pelo mundo. O novo espaço, executado pela Agência Executiva Metropolitana (Agem) em articulação com representantes açorianos, constitui um polo de valorização histórica, turística e de lazer. A Praça dos Açores integra um Memorial (museu), a inscrição com os nomes das nove ilhas no pavimento, um portal com os nomes de açorianos que ajudaram a fundar a cidade - como Simão Estácio da Silveira, que liderou a ida de famílias em 1615 - e dez painéis artísticos, de argila em baixo-relevo incisivo, da autoria de Eduardo Sereno, que retratam a viagem e o legado deste povo insular através da variação da luz natural. O Governador Carlos Brandão sublinhou que a obra corrige uma lacuna histórica no reconhecimento das origens da capital: "Hoje, prestamos essa homenagem para fazer justiça às pessoas que vieram aqui e nos ajudaram a fundar a nossa ilha de São Luís”. E acrescentou: “Faltava essa homenagem aos açorianos que ficaram na região do Desterro e que, agora, estão representados". A cerimónia, que contou ainda com a presença do Presidente da Casa dos Açores do Maranhão, Raphael Aragão, serviu também para reforçar os laços institucionais futuros – Paulo Estêvão aproveitou também a ocasião para valorizar todo o empenho e trabalho desenvolvido ao longo dos anos por Paulo Matos, fundador da Casa dos Açores naquela região do Nordeste do Brasil e Presidente honorário da mesma. Paulo Estêvão disponibilizou ao Governo do Maranhão a total disponibilidade e cooperação estratégica da Região Autónoma: "Onde estão as Casas dos Açores, nós estaremos ao serviço do Maranhão, onde estão as nossas instituições na União Europeia, nós estaremos ao serviço do Estado do Maranhão". A concluir, o Secretário Regional endereçou um convite oficial ao Governador Carlos Brandão para visitar o arquipélago, assegurando que "terá sempre nos Açores um amigo" e que o povo açoriano, reconhecido no mundo pela sua hospitalidade e sentido de gratidão, saberá receber a comitiva maranhense.
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