Últimas Notas
Lançamento da nova rota Terceira - Funchal
Nota de Imprensa
27 de Fevereiro 2026
Artur Lima defende afirmação das Regiões Autónomas contra centralismo do Governo da República
O Vice-Presidente do Governo Regional dos Açores, Artur Lima, defendeu hoje, em Lisboa, a afirmação das Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira perante um “centralismo serôdio, bafiento e inaceitável” do Governo da República. Para o Vice-Presidente, “as relações entre o Governo da República e os Governos das Regiões Autónomas não podem ser sempre um parto difícil, a ventosa e a fórceps, e que às vezes acaba em cesariana. É o que está a acontecer com o chamado Subsídio Social de Mobilidade. Nestes casos, o melhor é fazer uma cesariana e acabar com o assunto, e é isso que os Governo dos Açores e da Madeira têm de fazer”. “É preciso que se respeite democraticamente as Regiões Autónomas. Devemos afirmá-las, apenas necessitando da República em relação àqueles que são os seus deveres constitucionais”, sublinhou. Artur Lima referiu que o “Governo da República não está a fazer nenhum favor aos Açores com as Obrigações de Serviço Público (OSP)”, acrescentando que a Região “tem de ser respeitada, algo que não tem acontecido no Subsídio Social de Mobilidade e nas OSP”. “Temos de tirar a ferros aquilo que é um direito nosso, deste Governo da República do PSD e do CDS-PP, e isso entristece-me e revolta-me. Não nos estão a fazer nenhum favor”, manifestou o governante. Nesse sentido, a Região Autónoma dos Açores “tem de se tornar verdadeiramente mais autónoma e menos dependente das vontades e humores do Terreiro do Paço”, afirmou. “Isso faz-se fortalecendo-nos unindo-nos internamente de Santa Maria ao Corvo. A Açorianidade vive-se na diáspora, mas também tem de ser vivida dentro dos Açores”, salientou o Vice-Presidente do executivo. “Para reduzirmos a dependência de Lisboa e das OSP, temos de ser resilientes. A liberalização do espaço aéreo foi positiva para o turismo da Região, e uma década depois, está na altura de pensarmos na liberalização de todo o espaço aéreo dos Açores”, observou. “Os Açores devem exigir ao Governo da República uma devida compensação pela posição geoestratégica do arquipélago, por Portugal esta na NATO à nossa custa, por terem a FIR de Santa Maria à nossa custa, e por terem a Zona Económica Exclusiva à custa dos Açores e da Madeira”, vincou ainda. Por ocasião da sessão de lançamento da nova rota Terceira - Funchal, na Better Tourism Lisbon Travel Market, em Lisboa, o Vice-Presidente do Governo considerou que “a SATA deu um grande contributo e um grande exemplo de descentralização ao promover mais uma rota entre os Açores e a Madeira”. A nova operação “traz valor acrescentado aos Açores e contribui quer para a coesão interna, quer para a coesão entre as Regiões Autónomas, que é fundamental que exista”, vincou Artur Lima. A nova rota entre a ilha Terceira e o Funchal estará em operação de maio a outubro de 2026, com um voo semanal à quinta-feira, passando a duas frequências semanais entre junho e setembro.
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ALRAA
Nota de Imprensa
27 de Fevereiro 2026
Governo dos Açores acompanha Assembleia Legislativa na procura de soluções para dispositivo de segurança na Região
O Secretário Regional dos Assuntos Parlamentares e Comunidades, Paulo Estêvão, garantiu hoje que o Governo dos Açores acompanhará e apoiará ativamente a Assembleia Legislativa na análise e exigência de um novo modelo de segurança para o arquipélago, rejeitando o alheamento face às competências do Estado nesta matéria. Durante a sua intervenção no plenário, num debate em torno da criação de um grupo de trabalho proposto pelo PPM, Paulo Estêvão sublinhou que a Autonomia confere o direito e o dever de intervir, ao abrigo do Estatuto Político-Administrativo. “O Governo dos Açores é completamente solidário e está ao lado do Parlamento dos Açores para disponibilizar toda a informação e colaboração necessárias para encontrar zonas de melhoria”, sinalizou. O governante alertou para a urgência deste trabalho conjunto, evidenciando o profundo desfasamento do dispositivo policial nos Açores quando comparado com o território continental. No continente, a Polícia de Segurança Pública (PSP) tem jurisdição sobre apenas 6% do território - em contraste, nos Açores, a PSP é responsável pelo policiamento das zonas urbanas e rurais. Esta assimetria faz com que a Região Autónoma dos Açores represente, de forma isolada, 42% da responsabilidade territorial da PSP a nível nacional, num território caracterizado por uma extrema dispersão geográfica. Apesar desta sobrecarga, Paulo Estêvão lembrou que o contingente policial na Região não sofreu o devido aumento. A situação agravou-se recentemente com a afetação de 138 polícias - num total regional de pouco mais de 900 - à nova Unidade Nacional de Estrangeiros e Fronteiras, diminuindo os efetivos disponíveis para o policiamento de proximidade. O Secretário Regional advertiu que este modelo, aliado à falta de recursos humanos, impede a concentração de forças policiais em concelhos onde a criminalidade está a aumentar, sublinhando que a perceção de insegurança da população corresponde, de facto, à realidade dos números. Para o Governo dos Açores, a resposta “não pode passar apenas pela constatação de que a segurança é uma competência da República”. A prioridade partilhada entre o Executivo e os deputados será estudar, analisar, avaliar e recolher dados junto de especialistas e entidades no terreno, construindo uma posição regional forte, plural e fundamentada para exigir alterações estruturais ao Estado.
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 encontro do Conselho Coordenador do Sistema Educativo,
Nota de Imprensa
27 de Fevereiro 2026
Sofia Ribeiro apresenta orientações às escolas para diminuição dos números de abandono precoce de educação e formação
A Secretária Regional da Educação, Cultura e Desporto, Sofia Ribeiro, apresentou às escolas da Região as orientações para integrar o plano de combate ao abandono precoce da educação e da formação, no âmbito da estratégia de promoção do sucesso dos alunos açorianos.  “A ideia é, tendo por base a Estratégia da Educação Açores 2030 e os Planos específicos de cada escola, criar um plano eficaz, atinente à realidade local e individual, sem, contudo, acrescentar mais burocracia ao sistema”, frisou. A análise do plano foi feita esta quinta-feira, 26 de fevereiro, na Escola Básica e Secundária da Madalena, no encontro do Conselho Coordenador do Sistema Educativo, que reúne os presidentes das escolas da Região, os representantes dos sindicatos do pessoal docente e do pessoal da ação educativa e o representante das associações de pais e encarregados de educação.  Este órgão já havia aprovado uma estrutura piramidal do plano que se desenvolve em três fases, tendo, agora, sido apresentadas as orientações “que devem integrar a sua operacionalização”. A titular da pasta da Educação explicou que, a primeira fase inclui “uma abordagem universal de promoção do sucesso”; uma segunda de “intervenção focal, dirigida a grupos de risco”; e uma última, “individual, dirigida a jovens em situação de abandono”. “A intervenção requer-se pluridisciplinar, envolvendo diferentes departamentos do Governo dos Açores, bem como as autarquias”, concluiu Sofia Ribeiro. 
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Declarações
Nota de Imprensa
27 de Fevereiro 2026
Berta Cabral destaca compromisso dos Açores com o turismo inclusivo na BTL 2026
A Secretária Regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas, Berta Cabral, participou esta quinta-feira no Talk Turismo Inclusivo, integrado na edição deste ano da BTL (Better Tourism Lisbon Travel Marke), que decorre na FIL, no Parque das Nações. Na sua intervenção, a governante defendeu a importância crescente de afirmar os Açores como destino turístico inclusivo, preparado para receber todos os visitantes com autonomia, segurança e conforto, sublinhando ser este o compromisso do Governo dos Açores. Segundo a governante, o turismo inclusivo “não beneficia apenas pessoas com deficiência, mas também idosos, famílias com carrinhos de bebé, pessoas com limitações temporárias e cuidadores”, reforçando que a acessibilidade é hoje um fator determinante para a qualidade da experiência turística e para a competitividade dos destinos. O conceito abrange áreas como infraestruturas adaptadas (rampas, elevadores), comunicação acessível (braille, linguagem simples) e atendimento especializado, assegurando que as experiências turísticas estejam ao alcance de todos. Elementos-chave como transporte adaptado, alojamento sem barreiras, praias, museus e demais atrações acessíveis contribuem para a plena inclusão e representam, simultaneamente, uma oportunidade de crescimento económico, dada a crescente procura por destinos universalmente acessíveis. A Secretária Regional destacou também o trabalho desenvolvido no âmbito da Estratégia Regional para a Inclusão da Pessoa com Deficiência da Região Autónoma dos Açores, implementada pela Direção Regional para a Promoção da Igualdade e Inclusão Social. Este instrumento orientador define prioridades e ações concretas para eliminar barreiras físicas, comunicacionais e atitudinais, promovendo a igualdade de oportunidades nos vários domínios da sociedade, incluindo a cultura, o desporto, o lazer e, naturalmente, o turismo. No setor turístico, integram-se diversas ações: uma destas foi o levantamento da oferta turística acessível, sendo que em 2023 realizou-se uma auditoria a cerca de 100 equipamentos e recursos turísticos em parceria com a CRESAÇOR; deu-se também a elaboração e entrega de relatórios às entidades gestoras, com identificação de necessidades de melhoria; e houve a integração gradual da informação recolhida no Portal do Turismo dos Açores. Prevê-se repetir o levantamento, mediante disponibilidade orçamental. Outra das ações tem a ver com a sensibilização e formação de profissionais, tendo sido promovidas formações destinadas a qualificar os operadores turísticos para práticas inclusivas, nomeadamente, o Curso “Turismo Inclusivo – Pedestrianismo” e o Curso “Turismo Inclusivo nas Atividades Turísticas”. Estas formações fornecem ferramentas para o desenvolvimento de ofertas acessíveis e experiências turísticas ajustadas às necessidades de todos os visitantes. Estão em desenvolvimento outras ações, como dois trilhos acessíveis/sensoriais. Um na Terceira (percurso de 1,6 km entre a Lagoa das Patas e os Viveiros da Falca) e outro em São Miguel (trilho acessível na Lagoa das Furnas, com cerca de 1,5 km, incluindo pavimentos sensoriais e estruturas em madeira de criptoméria. Berta Cabral reforçou que “um destino acessível é um destino mais justo, mais competitivo e preparado para o futuro”, sublinhando que os Açores continuarão a investir na inclusão como pilar estratégico do desenvolvimento turístico da Região.
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 Mesa-redonda, promovida pelo Geoparque Açores, subordinada ao tema “9 Ilhas – 1 Geoparque: Uma Estratégia Integrada para o Turismo Sustentável dos Açores”
Nota de Imprensa
27 de Fevereiro 2026
Alonso Miguel reafirma papel estratégico do Geoparque Açores para desenvolvimento do turismo sustentável na Região
O Secretário Regional do Ambiente e Ação Climática, Alonso Miguel, participou numa mesa-redonda, promovida pelo Geoparque Açores, subordinada ao tema “9 Ilhas – 1 Geoparque: Uma Estratégia Integrada para o Turismo Sustentável dos Açores”, no âmbito da BTL (Better Tourism Lisbon Travel Market), em Lisboa. A sessão reuniu representantes de várias entidades regionais, entre as quais a Direção Regional do Turismo, a Associação de Municípios da Região Autónoma dos Açores e a GEOAÇORES, estrutura de gestão do Geoparque Açores, num debate centrado no papel desta classificação enquanto instrumento de sustentabilidade, coesão territorial e desenvolvimento equilibrado das nove ilhas. O governante frisou “o extraordinário património natural e cultural dos Açores, que diferencia, valoriza e projeta a Região no exterior”, acrescentando que “essa riqueza nos tem valido um profundo reconhecimento internacional, materializado pela atribuição de diversos galardões e estatutos, entre os quais integração do Geoparque Açores na rede Mundial de Geoparques da UNESCO, em 2015”. “Todas estas distinções fortalecem uma imagem de marca de sustentabilidade, que é cada vez mais procurada e valiosa, que representa um extraordinário ativo turístico e um catalisador do desenvolvimento económico e social da Região”, referiu. Alonso Miguel destacou ainda “a singularidade do Geoparque Açores no panorama internacional, enquanto geoparque arquipelágico, disperso por nove ilhas e pelos fundos marinhos envolventes, com enorme diversidade e riqueza geológica, integrando 122 geossítios, sete dos quais de relevância internacional”. O Secretário Regional acrescentou que “para além da sua importância do ponto de vista do valor natural, social e cultural, e do contributo em matéria de investigação científica e de educação ambiental, o Geoparque Açores é também um relevante ativo turístico e de projeção da imagem da Região”. “Trata-se, de facto, de um geoparque especial, que requer uma abordagem integrada e coerente e uma gestão robusta, capaz de afirmar a unidade do território, consolidar a sua identidade comum e potenciar o seu posicionamento nacional e internacional”, vincou. O Secretário Regional recordou que o compromisso do Governo Regional com o Geoparque se tornou particularmente evidente em 2022, quando a Secretaria Regional do Ambiente e Ação Climática assumiu a presidência da GEOAÇORES, na sequência das recomendações da UNESCO, decorrentes de uma avaliação referente ao quadriénio 2017-2021, que culminou com a atribuição de um “cartão amarelo”. “Esse reforço estratégico e operacional permitiu recuperar o «cartão verde» da UNESCO, assegurando a manutenção do estatuto internacional por mais quatro anos, traduzindo um sinal inequívoco de compromisso e do reconhecimento do Governo Regional quanto à centralidade do Geoparque na estratégia ambiental e territorial do arquipélago”, valorizou. Alonso Miguel reforçou que “a Secretaria Regional do Ambiente e Ação Climática tem assegurado um compromisso firme com o Geoparque Açores, expresso tanto no plano político como no plano operacional”, recordando que “a tutela garante anualmente a sustentabilidade financeira da GEOAÇORES, através de um contrato-programa que assegura estabilidade, previsibilidade e capacidade de execução”. Para além da vertente do financiamento, o governante destacou também “a disponibilização de recursos humanos em todas as ilhas, através de um protocolo de cooperação, a articulação constante com os Parques Naturais de Ilha e a colaboração dos vigilantes da natureza para assegurar monitorização dos geossítios, bem como o reforço científico assegurado pela ligação direta entre a coordenação do Geoparque e a área de geoconservação da própria Secretaria, garantido uma presença permanente no território, rigor técnico na monitorização e alinhamento com os critérios internacionais da UNESCO”. O Secretário Regional salientou “a importância da integração das delegações de ilha do Geoparque Açores nos centros de interpretação ambiental geridos pela Região, para aproximar a comunidade e os visitantes do património geológico e cultural do arquipélago”, destacando que “o trabalho de renovação e atualização de conteúdos tem reforçado o papel pedagógico das estruturas, contribuindo para uma maior compreensão da geodiversidade dos Açores”. Alonso Miguel recordou ainda que a integração do programa educativo do Geoparque Açores (PEGAz) na Oferta de Atividades de Sensibilização Ambiental Escolar (OASAE), disponibilizada anualmente a todas as escolas da Região, dá um importante contributo em matéria de literacia ambiental, designadamente no que se refere à valorização do património geológico e à resiliência territorial. “O Geoparque Açores deve ser entendido como uma plataforma concreta e ativa de desenvolvimento sustentável, capaz de promover literacia ambiental, qualificar a oferta turística, diversificar a procura, distribuir melhor os fluxos de visitantes e reforçar a identidade territorial”, disse. O titular da pasta acrescentou que “o futuro do Geoparque depende de uma estratégia clara, assente no conhecimento científico, na proximidade com as comunidades e na capacidade de consolidar uma visão que transcenda ciclos políticos, garantindo estabilidade, continuidade e presença permanente no território”. A concluir, o Secretário Regional afirmou que “a tutela continuará a assegurar liderança, visão e suporte técnico ao Geoparque Açores, reforçando o seu papel enquanto pilar da sustentabilidade regional, da valorização do património natural e cultural e da coesão entre as nove ilhas”.
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Plenário ALRAA
Nota de Imprensa
27 de Fevereiro 2026
Açores passam a dispor de enquadramento legal próprio para o acolhimento residencial
A Secretária Regional da Saúde e Segurança Social, Mónica Seidi, destacou, no plenário de fevereiro da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, a importância da proposta de Decreto Legislativo Regional que adapta à Região o regime de execução do acolhimento residencial, previsto no Decreto-Lei n.º 164/2019, de 25 de outubro. A governante sublinhou que esta iniciativa vem colmatar um vazio legal existente desde 2019, garantindo o enquadramento jurídico necessário a uma matéria considerada essencial na promoção e proteção dos direitos das crianças e jovens em situação de perigo. “Atualmente, existem 39 casas de acolhimento residencial na Região Autónoma dos Açores, que dão resposta a cerca de 320 crianças, 57 das quais com idades compreendidas entre os zero e os seis anos. Era fundamental assegurar a aplicação formal do regime de execução na Região”, afirmou Mónica Seidi. A Secretária Regional salientou que, embora as respostas sociais estejam em funcionamento, nunca tinha sido aprovado o regime regional de execução previsto na legislação nacional, o que tornava urgente a sua adaptação ao contexto açoriano. O diploma agora aprovado define esse enquadramento, estando prevista a respetiva regulamentação no prazo de 90 dias após a sua publicação. Adicionalmente, Mónica Seidi anunciou que, ainda este ano, serão criadas 51 novas vagas na área da deficiência, através da abertura de novos lares residenciais, designadamente pela Santa Casa da Misericórdia da Lagoa, pela Santa Casa da Misericórdia da Maia e na ilha de Santa Maria, que permitirão aliviar a pressão atualmente sentida nas casas de acolhimento residencial. “Estamos a fazer um caminho. Trata-se de uma matéria sensível, que exige responsabilidade, planeamento e compromisso. Não podemos resolver tudo de uma vez, mas estamos totalmente empenhados em melhorar as respostas e garantir a proteção efetiva das nossas crianças e jovens”, reforçou a Secretária Regional. Com esta iniciativa, o Governo dos Açores reafirma o seu compromisso com a promoção dos direitos das crianças e jovens, assegurando respostas mais adequadas, estruturadas e legalmente enquadradas na Região Autónoma dos Açores.
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Assinatura de um protocolo de cooperação com a AHRESP Serviços para a criação da Plataforma Nacional das Cozinhas do Mar
Nota de Imprensa
26 de Fevereiro 2026
“Estamos a dar escala à nossa identidade”, afirma José Manuel Bolieiro ao assinar protocolo com a AHRESP
O Presidente do Governo dos Açores, José Manuel Bolieiro, presidiu hoje, na BTL - Better Tourism Lisbon Travel Market, à assinatura de um protocolo de cooperação com a AHRESP Serviços para a criação da Plataforma Nacional das Cozinhas do Mar, uma iniciativa que coloca o mar no centro da estratégia de valorização gastronómica e turística, com impacto direto na Região. O acordo foi assinado pelo Presidente do Governo dos Açores e por Carlos Moura, Presidente da Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP), acompanhado pelo Vice-Presidente Vítor Sobral. O líder do executivo açoriano sublinhou que este protocolo representa “um compromisso claro com a valorização do mar enquanto ativo económico, cultural e identitário” dos Açores. “O mar é a nossa maior marca distintiva. Transformá-lo em valor acrescentado, com sustentabilidade e inovação, é garantir futuro às nossas comunidades”, afirmou. José Manuel Bolieiro destacou ainda que a criação da Plataforma Nacional das Cozinhas do Mar está alinhada com a visão de desenvolvimento equilibrado que o Executivo açoriano defende para a Região. “O destino Açores tem de ser bom para todos, para quem nos visita, mas sobretudo para quem cá vive e trabalha. Este protocolo liga pescadores, produtores, ‘chefs’ e empresários numa cadeia de valor mais justa e qualificada”, referiu. A plataforma pretende valorizar, qualificar e promover os produtos do mar, preservando tradições gastronómicas e incentivando práticas sustentáveis. Entre as iniciativas previstas estão a organização de uma conferência de apresentação, a criação de uma rota de restaurantes dedicados aos produtos do mar locais, experiências gastronómicas como ‘workshops’ e jantares temáticos e a replicação, nos Açores, do conceito “Restaurante ao Vivo”. O governante realçou também a dimensão ambiental do projeto: “Promover o consumo de espécies alternativas e sensibilizar para práticas sustentáveis é proteger o nosso ecossistema marinho e garantir que as próximas gerações possam continuar a viver dele”. Enquanto entidade coordenadora, a AHRESP Serviços será responsável pela implementação da plataforma. O Governo dos Açores, enquanto membro efetivo-fundador, apoiará o projeto através de campanhas educativas sobre consumo sustentável, da disponibilização de um gestor dedicado e da cedência de um espaço físico na Região para o funcionamento da iniciativa. O protocolo agora celebrado vigorará por dois anos, prevendo mecanismos de acompanhamento e avaliação periódica. Com esta parceria, os Açores reforçam o seu posicionamento como destino onde autenticidade, sustentabilidade e qualidade caminham lado a lado, afirmando o mar como elemento central de uma estratégia de desenvolvimento partilhado.
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 BTL - Better Tourism Lisbon Travel Market 2026
Nota de Imprensa
26 de Fevereiro 2026
Maria João Carreiro elogia contributo dos trabalhadores do setor do turismo para a afirmação da excelência do destino Açores
A Secretária Regional da Juventude, Habitação e Emprego, Maria João Carreiro, elogiou esta quarta-feira, na BTL - Better Tourism Lisbon Travel Market 2026, em Lisboa, o contributo dos trabalhadores do setor do turismo para a afirmação da excelência do destino Açores. Segundo a titular da pasta da Qualificação Profissional e Emprego, o mérito da qualidade do destino Açores, reconhecida nos mercados nacional e internacional, “pertence, em primeiro lugar, aos trabalhadores que atuam neste setor”, seja nas áreas da hotelaria e alojamento, restauração, animação turística, transportes ou serviços e oferta cultural.  “Não posso deixar de expressar uma palavra de profundo reconhecimento a todos os profissionais do turismo nos Açores. É graças à sua dedicação, profissionalismo e capacidade de acolhimento que a Região se continua a afirmar como um destino de excelência pela sua natureza, gastronomia, cultura e saber-receber”, enalteceu. Durante a sua participação na ‘talk’ “Açores – Fidelizar pela Saudade”, promovida pela AVEA - Associação para a Valorização Económica dos Açores no stand da Região na BTL, a governante reiterou que o Governo dos Açores continuará empenhado em valorizar as qualificações e reforçar a competitividade do setor. “Investir no turismo é, acima de tudo, investir nas pessoas que todos os dias constroem uma história de sucesso”, notou. Desde logo, através dos estímulos públicos à qualidade do emprego e à dignificação das carreiras no setor do turismo, através da estabilidade laboral, da adequação das remunerações à qualificação dos trabalhadores e de fatores como a conciliação da vida profissional com a vida familiar, para que a atratividade deste setor possa ser mais efetiva. Neste concreto, a Secretária Regional lembrou que o Governo dos Açores apoia as empresas na contratação de trabalhadores também para o setor do turismo, através da medida CONTRATAR, desde que a retribuição paga ao trabalhador qualificado seja acima da Retribuição Mínima Mensal Garantida, com aumentos em função das qualificações. Desde 2021, dos mais de 6.700 trabalhadores açorianos com contrato de trabalho apoiado através da medida CONTRATAR, 26% foram integrados no setor do turismo. No mesmo período, das 3.835 ofertas de emprego para turismo registadas no Centro de Qualificação e Emprego, para 4.153 postos de trabalho, foram satisfeitas 90% destas mesmas ofertas. De acordo com dados do Observatório do Emprego e Qualificação Profissional, o número de empresas no setor do Alojamento, Restauração e Similares aumentou de 2019, ano pré-pandemia de referência para o setor do turismo, para 2024. Segundo o SREA, também a população empregada neste setor tem vindo a aumentar nos Açores. Com o desemprego na Região abaixo dos 5 mil desempregados há 32 meses consecutivos, as empresas das Região devem investir, em estreita articulação com o serviço público de emprego, na reconversão profissional de desempregados para o setor do turismo, sinalizou Maria João Carreiro. Desde 2021, foram encaminhados pelo serviço público de emprego para cursos de curta duração nas áreas da restauração, hotelaria e turismo mais de 1.600 desempregados. No mesmo período foram executadas mais de 220 ações de formação nas áreas da hotelaria e restauração e turismo e lazer, tendo sido certificados um total de 2.640 ativos empregados e desempregados. “A Região oferece condições de excelência para a formação em turismo. É um laboratório vivo para quem quer vir a trabalhar neste setor. Governo, empresas e entidades formadoras certificadas, juntos, têm de potenciar ainda mais esta capacidade, com a convicção de que a Região pode ser uma referência nacional e europeia para a formação em turismo”, defendeu. Maria João Carreiro destacou, ainda, o papel da AVEA na formação de jovens e adultos através da Escola de Formação Turística dos Açores (EFTA) e de eventos de projeção nacional e internacional, com é o caso do Week Food Lab, que leva até Ponta Delgada ‘chefs’ distinguidos com Estrelas Michelin para ações de formação com produtos dos Açores. Em 2025, o Governo dos Açores, através da Secretaria Regional da Juventude, Habitação e Emprego, apoiou a realização da Week Food Lab com 40 mil euros, considerando o seu contributo para a valorização da restauração e para a projeção da Região como destino turístico gastronómico alavancado pela capacitação dos seus profissionais. Participaram também na talk “Açores – Fidelizar pela Saudade”, moderada pelo Eládio Braga, Presidente da AVEA; o Chef Executivo do Restaurante Anfiteatro Lounge, em Ponta Delgada, Paulo Freitas; o Chefe Executivo do Restaurante LOCO, em Lisboa, Alexandre Silva; e o Confrade Mor da Confraria dos Gastrónomos dos Açores, António Cavaco.
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