Secretaria Regional dos Assuntos Parlamentares e Comunidades
Paulo Estêvão lembra apoios recorde aos media privados e exalta dimensão global da identidade açoriana
Paulo Estêvão lembra apoios recorde aos media privados e exalta dimensão global da identidade açoriana
Secretaria Regional da Saúde e Segurança Social
Governo dos Açores reafirma compromisso com os utentes, profissionais e parceiros da Saúde em encontro do Conselho Nacional de Saúde
Governo dos Açores reafirma compromisso com os utentes, profissionais e parceiros da Saúde em encontro do Conselho Nacional de Saúde
Vice-Presidência do Governo Regional
Abertas candidaturas para empresas açorianas integrarem a Web Summit 2026
Abertas candidaturas para empresas açorianas integrarem a Web Summit 2026
Secretaria Regional do Ambiente e Ação Climática
Alonso Miguel destaca crescimento da valorização de resíduos nos Açores e redução histórica da deposição em aterro
Alonso Miguel destaca crescimento da valorização de resíduos nos Açores e redução histórica da deposição em aterro
Agenda do Governo
jul
16
jul
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17
09:00
Sessão de abertura do seminário “Do Abandono ao Acolhimento”
Centro Interpretativo de Angra do Heroísmo, na Praça Velha.
Secretário Regional da Agricultura e Alimentação
09:30
Abertura do evento “I3 SUPPORT FACILITY @AZORES2”
TERINOV, freguesia da Terra Chã, em Angra do Heroísmo.
Vice-Presidente do Governo
11:00
Apresentação do Plano Funcional do Hospital do Divino Espírito Santo aos partidos políticos
Palácio da Conceição, em Ponta Delgada.
Presidente do Governo
16:00
Apresentação do Plano Funcional do Hospital do Divino Espírito Santo a autarcas de São Miguel e à Mesa do Conselho de Ilha de São Miguel
Palácio da Conceição, em Ponta Delgada.
Presidente do Governo
Últimas Notas
Nota de Imprensa
16 de Julho 2026
Paulo Estêvão lembra apoios recorde aos media privados e exalta dimensão global da identidade açoriana
O Governo dos Açores promoveu na quarta-feira, na Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada, uma sessão dedicada à sustentabilidade da comunicação social e à reflexão sobre a identidade insular. A jornada teve início com a conferência “Incentivos e Sustentabilidade: Os Apoios Públicos à Comunicação Social”, que juntou no painel de discussão vários proprietários de órgãos regionais, jornalistas e académicos, contando ainda com uma intervenção do jornalista Anselmo Crespo, da TVI e CNN Portugal, na sessão de abertura. Na ocasião, o Secretário Regional dos Assuntos Parlamentares e Comunidades, Paulo Estêvão, destacou o enorme esforço financeiro do executivo no apoio aos órgãos de comunicação privados da Região, revelando que a dotação do setor passou de uma média histórica de meio milhão de euros para 1,7 milhões de euros em 2026. Para o governante, garantir a viabilidade e a modernização destes projetos “é essencial para uma informação correta, uma informação credível junto das populações, porque só assim é que se pode exercer a democracia”. O titular da pasta anunciou ainda, perante os parceiros do setor, que o Governo vai rever e alargar o atual programa de incentivos (programa SIM) por forma a corrigir algumas insuficiências já detetadas. O painel de debate abordou o ponto de situação dos apoios públicos aos órgãos de comunicação social privados, analisando os aspetos que têm produzido resultados positivos e identificando os constrangimentos que continuam a dificultar a gestão das empresas e da captação continua de talentos. A discussão incidiu igualmente sobre os desafios económicos que o setor enfrenta, marcados pelo aumento dos custos fixos de produção, designadamente com papel, distribuição e energia, num contexto de redução das receitas publicitárias tradicionais e de profunda transformação dos hábitos de consumo de informação. A dimensão global da Região foi outro dos grandes focos da intervenção do executivo, com Paulo Estêvão a sublinhar a importância de ligar a comunicação social açoriana a um público potencial de cinco milhões de açorianos e lusodescendentes espalhados pelo mundo, anunciando a assinatura do protocolo final da plataforma ADMAA já no próximo mês de setembro. A visão de uma açorianidade sem fronteiras marcou fortemente a segunda parte do dia, dedicada à celebração dos 40 anos da Agência Lusa. O momento comemorativo incluiu o debate “50 anos de autonomia - o que define a identidade açoriana?”, com os escritores João de Melo e Nuno Costa Santos, culminando com a inauguração da exposição fotográfica da entidade. No encerramento desta sessão, falando em representação do Presidente do Governo Regional, Paulo Estêvão lembrou o rico percurso histórico do arquipélago enquanto síntese do povo português, vincando de forma perentória que a identidade açoriana é “muito mais do que os 244 mil habitantes” que vivem nas nove ilhas, sendo uma realidade partilhada e profundamente sentida por milhões de descendentes na diáspora. O Secretário Regional enquadrou todas estas dinâmicas de valorização da informação e da cultura na preparação das grandes comemorações dos 600 anos da descoberta dos Açores, cujo programa arranca com forte promoção publicitária junto dos órgãos de comunicação social dos Açores na reta final do ano.
16 de Julho 2026
Paulo Estêvão lembra apoios recorde aos media privados e exalta dimensão global da identidade açoriana
O Governo dos Açores promoveu na quarta-feira, na Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada, uma sessão dedicada à sustentabilidade da comunicação social e à reflexão sobre a identidade insular. A jornada teve início com a conferência “Incentivos e Sustentabilidade: Os Apoios Públicos à Comunicação Social”, que juntou no painel de discussão vários proprietários de órgãos regionais, jornalistas e académicos, contando ainda com uma intervenção do jornalista Anselmo Crespo, da TVI e CNN Portugal, na sessão de abertura. Na ocasião, o Secretário Regional dos Assuntos Parlamentares e Comunidades, Paulo Estêvão, destacou o enorme esforço financeiro do executivo no apoio aos órgãos de comunicação privados da Região, revelando que a dotação do setor passou de uma média histórica de meio milhão de euros para 1,7 milhões de euros em 2026. Para o governante, garantir a viabilidade e a modernização destes projetos “é essencial para uma informação correta, uma informação credível junto das populações, porque só assim é que se pode exercer a democracia”. O titular da pasta anunciou ainda, perante os parceiros do setor, que o Governo vai rever e alargar o atual programa de incentivos (programa SIM) por forma a corrigir algumas insuficiências já detetadas. O painel de debate abordou o ponto de situação dos apoios públicos aos órgãos de comunicação social privados, analisando os aspetos que têm produzido resultados positivos e identificando os constrangimentos que continuam a dificultar a gestão das empresas e da captação continua de talentos. A discussão incidiu igualmente sobre os desafios económicos que o setor enfrenta, marcados pelo aumento dos custos fixos de produção, designadamente com papel, distribuição e energia, num contexto de redução das receitas publicitárias tradicionais e de profunda transformação dos hábitos de consumo de informação. A dimensão global da Região foi outro dos grandes focos da intervenção do executivo, com Paulo Estêvão a sublinhar a importância de ligar a comunicação social açoriana a um público potencial de cinco milhões de açorianos e lusodescendentes espalhados pelo mundo, anunciando a assinatura do protocolo final da plataforma ADMAA já no próximo mês de setembro. A visão de uma açorianidade sem fronteiras marcou fortemente a segunda parte do dia, dedicada à celebração dos 40 anos da Agência Lusa. O momento comemorativo incluiu o debate “50 anos de autonomia - o que define a identidade açoriana?”, com os escritores João de Melo e Nuno Costa Santos, culminando com a inauguração da exposição fotográfica da entidade. No encerramento desta sessão, falando em representação do Presidente do Governo Regional, Paulo Estêvão lembrou o rico percurso histórico do arquipélago enquanto síntese do povo português, vincando de forma perentória que a identidade açoriana é “muito mais do que os 244 mil habitantes” que vivem nas nove ilhas, sendo uma realidade partilhada e profundamente sentida por milhões de descendentes na diáspora. O Secretário Regional enquadrou todas estas dinâmicas de valorização da informação e da cultura na preparação das grandes comemorações dos 600 anos da descoberta dos Açores, cujo programa arranca com forte promoção publicitária junto dos órgãos de comunicação social dos Açores na reta final do ano.
Nota de Imprensa
16 de Julho 2026
Governo dos Açores reafirma compromisso com os utentes, profissionais e parceiros da Saúde em encontro do Conselho Nacional de Saúde
A Secretária Regional da Saúde e Segurança Social, Mónica Seidi, participou na quarta-feira, em Angra do Heroísmo, na conferência-debate promovida pelo Conselho Nacional de Saúde, subordinada ao tema "Caminhos de Consenso e Compromisso para a Saúde em Portugal". Na sessão de abertura, a governante saudou a realização desta iniciativa nos Açores, considerando que a escolha da Região para acolher o encontro representa uma oportunidade para aproximar o debate nacional da realidade das regiões ultraperiféricas e reforçar o diálogo entre os diferentes níveis de decisão na definição das políticas públicas de saúde. Perante representantes de diversas instituições nacionais, regionais e locais, Mónica Seidi sublinhou que os desafios atuais do setor da saúde exigem respostas construídas em conjunto, envolvendo profissionais de saúde, autarquias, academia, setor social e demais entidades com intervenção no território. A este propósito, recordou que o Plano Regional de Saúde 2030 (PRS 2030) identifica o reforço das parcerias intersetoriais e interdepartamentais como um dos pilares para a obtenção de ganhos em saúde, defendendo o alargamento da cooperação aos diversos setores da sociedade e uma maior articulação entre entidades públicas, privadas e sociais. A Secretária Regional defendeu ainda que esta governação colaborativa deve ser acompanhada por uma gestão orientada para resultados, recordando que o Governo dos Açores está a promover a implementação de um modelo de Valor em Saúde (Value-Based Healthcare) no Serviço Regional de Saúde. Este modelo coloca o utente no centro das decisões, privilegiando a obtenção de melhores resultados em saúde em função dos recursos investidos e reforçando, simultaneamente, a qualidade, a eficiência e a sustentabilidade do sistema. Mónica Seidi destacou igualmente o compromisso do Governo Regional em garantir respostas cada vez mais céleres aos utentes, valorizando os parceiros convencionados e potenciando a capacidade instalada existente na Região. Nesse âmbito, recordou que o Governo dos Açores procedeu à atualização dos preços das convenções, valores que permaneciam inalterados desde 2014, adequando-os à realidade atual e reforçando as condições para que as entidades parceiras possam aumentar a sua capacidade de resposta, nomeadamente através da afetação de mais recursos humanos às áreas de maior procura. Como exemplo, referiu a área da Imagiologia, onde o recurso às convenções tem permitido dar resposta ao aumento da procura por meios complementares de diagnóstico. O investimento em 2025 ascendeu a cerca de 4,5 milhões de euros, mais 1,2 milhões de euros do que em 2024, refletindo a realização de cerca de mais 1.300 exames face ao ano anterior. A Secretária Regional reconheceu que subsistem desafios e que há ainda um caminho a percorrer, mas reafirmou que o Governo dos Açores continuará empenhado em reforçar a capacidade de resposta do Serviço Regional de Saúde, em estreita articulação com os profissionais e com os parceiros, garantindo aos açorianos cuidados de saúde cada vez mais acessíveis, atempados e de qualidade.
16 de Julho 2026
Governo dos Açores reafirma compromisso com os utentes, profissionais e parceiros da Saúde em encontro do Conselho Nacional de Saúde
A Secretária Regional da Saúde e Segurança Social, Mónica Seidi, participou na quarta-feira, em Angra do Heroísmo, na conferência-debate promovida pelo Conselho Nacional de Saúde, subordinada ao tema "Caminhos de Consenso e Compromisso para a Saúde em Portugal". Na sessão de abertura, a governante saudou a realização desta iniciativa nos Açores, considerando que a escolha da Região para acolher o encontro representa uma oportunidade para aproximar o debate nacional da realidade das regiões ultraperiféricas e reforçar o diálogo entre os diferentes níveis de decisão na definição das políticas públicas de saúde. Perante representantes de diversas instituições nacionais, regionais e locais, Mónica Seidi sublinhou que os desafios atuais do setor da saúde exigem respostas construídas em conjunto, envolvendo profissionais de saúde, autarquias, academia, setor social e demais entidades com intervenção no território. A este propósito, recordou que o Plano Regional de Saúde 2030 (PRS 2030) identifica o reforço das parcerias intersetoriais e interdepartamentais como um dos pilares para a obtenção de ganhos em saúde, defendendo o alargamento da cooperação aos diversos setores da sociedade e uma maior articulação entre entidades públicas, privadas e sociais. A Secretária Regional defendeu ainda que esta governação colaborativa deve ser acompanhada por uma gestão orientada para resultados, recordando que o Governo dos Açores está a promover a implementação de um modelo de Valor em Saúde (Value-Based Healthcare) no Serviço Regional de Saúde. Este modelo coloca o utente no centro das decisões, privilegiando a obtenção de melhores resultados em saúde em função dos recursos investidos e reforçando, simultaneamente, a qualidade, a eficiência e a sustentabilidade do sistema. Mónica Seidi destacou igualmente o compromisso do Governo Regional em garantir respostas cada vez mais céleres aos utentes, valorizando os parceiros convencionados e potenciando a capacidade instalada existente na Região. Nesse âmbito, recordou que o Governo dos Açores procedeu à atualização dos preços das convenções, valores que permaneciam inalterados desde 2014, adequando-os à realidade atual e reforçando as condições para que as entidades parceiras possam aumentar a sua capacidade de resposta, nomeadamente através da afetação de mais recursos humanos às áreas de maior procura. Como exemplo, referiu a área da Imagiologia, onde o recurso às convenções tem permitido dar resposta ao aumento da procura por meios complementares de diagnóstico. O investimento em 2025 ascendeu a cerca de 4,5 milhões de euros, mais 1,2 milhões de euros do que em 2024, refletindo a realização de cerca de mais 1.300 exames face ao ano anterior. A Secretária Regional reconheceu que subsistem desafios e que há ainda um caminho a percorrer, mas reafirmou que o Governo dos Açores continuará empenhado em reforçar a capacidade de resposta do Serviço Regional de Saúde, em estreita articulação com os profissionais e com os parceiros, garantindo aos açorianos cuidados de saúde cada vez mais acessíveis, atempados e de qualidade.
Nota de Imprensa
15 de Julho 2026
Abertas candidaturas para empresas açorianas integrarem a Web Summit 2026
A Vice-Presidência do Governo Regional dos Açores deu início ao período de candidaturas para a participação de empresas açorianas na edição de 2026 da Web Summit, um dos maiores eventos mundiais dedicados à tecnologia, inovação e empreendedorismo. A iniciativa tem como objetivo promover a internacionalização das empresas açorianas e a captação de oportunidades de negócio em mercados externos, através da participação num evento que reúne empresas, investidores, parceiros estratégicos e líderes do setor tecnológico de todo o mundo. Podem candidatar-se empresas com sede ou estabelecimento estável na Região Autónoma dos Açores que desenvolvam atividade em setores tecnológicos, nomeadamente programação informática, Internet of Things (IoT), desenvolvimento de jogos, realidade aumentada, e-commerce, software industrial, tecnologias Machine-to-Machine (M2M), Human-to-Machine (H2M) e Big Data, ou noutras áreas com relevância para os objetivos do concurso. Serão selecionadas 15 empresas para integrar a representação dos Açores na Web Summit 2026, beneficiando de ingressos para o evento e da oportunidade de apresentar os seus produtos, serviços ou soluções a potenciais clientes, parceiros e investidores internacionais. As candidaturas deverão ser submetidas até às 23h59 do dia 14 de agosto de 2026, através do formulário eletrónico disponível em: https://forms.office.com/e/JPjG8qp18F. Para mais informações, poderá ser consultado o Despachon.º 1648/2026 de 15 de julho de 2026, que aprova o Regulamento do Concurso para Participação na Web Summit 2026, ou contactada a Vice-Presidência do Governo Regional dos Açores, entidade gestora do concurso, através do endereço de correio eletrónico [email protected] ou do contacto telefónico 295 402 300.
15 de Julho 2026
Abertas candidaturas para empresas açorianas integrarem a Web Summit 2026
A Vice-Presidência do Governo Regional dos Açores deu início ao período de candidaturas para a participação de empresas açorianas na edição de 2026 da Web Summit, um dos maiores eventos mundiais dedicados à tecnologia, inovação e empreendedorismo. A iniciativa tem como objetivo promover a internacionalização das empresas açorianas e a captação de oportunidades de negócio em mercados externos, através da participação num evento que reúne empresas, investidores, parceiros estratégicos e líderes do setor tecnológico de todo o mundo. Podem candidatar-se empresas com sede ou estabelecimento estável na Região Autónoma dos Açores que desenvolvam atividade em setores tecnológicos, nomeadamente programação informática, Internet of Things (IoT), desenvolvimento de jogos, realidade aumentada, e-commerce, software industrial, tecnologias Machine-to-Machine (M2M), Human-to-Machine (H2M) e Big Data, ou noutras áreas com relevância para os objetivos do concurso. Serão selecionadas 15 empresas para integrar a representação dos Açores na Web Summit 2026, beneficiando de ingressos para o evento e da oportunidade de apresentar os seus produtos, serviços ou soluções a potenciais clientes, parceiros e investidores internacionais. As candidaturas deverão ser submetidas até às 23h59 do dia 14 de agosto de 2026, através do formulário eletrónico disponível em: https://forms.office.com/e/JPjG8qp18F. Para mais informações, poderá ser consultado o Despachon.º 1648/2026 de 15 de julho de 2026, que aprova o Regulamento do Concurso para Participação na Web Summit 2026, ou contactada a Vice-Presidência do Governo Regional dos Açores, entidade gestora do concurso, através do endereço de correio eletrónico [email protected] ou do contacto telefónico 295 402 300.
Nota de Imprensa
15 de Julho 2026
Alonso Miguel destaca crescimento da valorização de resíduos nos Açores e redução histórica da deposição em aterro
O Secretário Regional do Ambiente e Ação Climática, Alonso Miguel, destaca os resultados alcançados pela Região Autónoma dos Açores na gestão de resíduos urbanos em 2025, sublinhando que os dados agora divulgados confirmam a consolidação de uma estratégia assente nos princípios da economia circular e da valorização dos recursos. De acordo com o Relatório Anual de Resíduos Urbanos de 2025, elaborado pela Direção Regional do Ambiente e Ação Climática, os Açores produziram 153.969 toneladas de resíduos urbanos, um aumento residual de apenas 0,4% relativamente ao ano anterior, mantendo-se a tendência de estabilização da produção de resíduos observada nos últimos anos. Para Alonso Miguel, estes resultados demonstram que “a Região tem vindo a consolidar um modelo de gestão de resíduos mais eficiente e sustentável, que privilegia a valorização em detrimento da eliminação, reduzindo progressivamente a dependência dos aterros e aproximando os Açores das melhores práticas ambientais europeias”. O relatório revela que, em 2025, 82% dos resíduos urbanos produzidos foram encaminhados para operações de valorização, designadamente, 28% para valorização material, 29% para valorização orgânica e 25% para valorização energética. Em sentido inverso, a deposição em aterro voltou a registar uma redução significativa, representando apenas 18% do total dos resíduos urbanos produzidos, um valor muito abaixo da meta intermédia de 30% estabelecida para 2025 no Plano Estratégico de Prevenção e Gestão de Resíduos dos Açores (PEPGRA 20+). “Este é um dos melhores indicadores do progresso alcançado pela Região, revelando uma redução histórica. Estamos a superar, de forma expressiva, os objetivos definidos e a demonstrar que os investimentos realizados nas infraestruturas de gestão de resíduos estão a produzir resultados concretos e mensuráveis”, afirmou o governante. Entre os fatores que contribuíram para este desempenho destaca-se a entrada em funcionamento da Central de Valorização Energética de São Miguel, que, apesar de ainda não operar na sua capacidade máxima, já desempenha um papel determinante na redução da deposição de resíduos em aterro. De acordo com o governante, “também no domínio da recolha seletiva de embalagens foram alcançados resultados sem precedentes, sendo que, em 2025, foram retomadas 21.480 toneladas de resíduos de embalagens, correspondendo a uma capitação anual de 88,9 quilogramas por habitante, o valor mais elevado alguma vez registado nos Açores e cerca de 9% superior ao verificado em 2024”. “O crescimento contínuo da recuperação de embalagens demonstra uma maior participação dos cidadãos, das empresas e das entidades gestoras, refletindo o impacto positivo das políticas públicas de sensibilização ambiental e de reforço das redes de recolha seletiva”, salientou. Alonso Miguel referiu também que “no que respeita à preparação para reutilização e reciclagem, a Região alcançou uma taxa de 49%, melhorando o desempenho registado em 2024, que se situava nos 48%, valor substancialmente superior aos resultados obtidos na Região Autónoma da Madeira e a nível nacional”. Segundo o governante, “apesar de a generalidade das ilhas, incluindo São Miguel, terem atingido as metas definidas para 2025, e de liderarmos de modo destacado este indicador a nível nacional, o resultado global da Região permanece, ainda assim, abaixo da meta de 55% fixada pelas diretivas europeias e pelo PEPGRA 20+”, acrescentando que “esse resultado foi significativamente afetado pela taxa de preparação para reutilização e reciclagem obtida na ilha Terceira, que apesar de ter registado uma ligeira melhoria em 2025, ascendendo a 22%, continua distante do objetivo estabelecido”. “No entanto, o resultado obtido na ilha Terceira revela uma trajetória de evolução positiva, algo que não se tinha verificado nos últimos anos, sendo que, considerando o esforço em curso para implementação de projetos com vista à melhoria da gestão de resíduos na ilha, de modo articulado entre o Governo Regional, as Câmaras Municipais de Angra do Heroísmo e Praia da Vitória e a TERAMB será, seguramente, possível acelerar o crescimento da taxa de preparação para reutilização e reciclagem na Terceira, rumo ao cumprimento das metas estabelecidas para 2030”, afirma. O Secretário Regional reconhece que “subsistem desafios relevantes, sobretudo ao nível da prevenção da produção de resíduos e da recolha seletiva de biorresíduos”, revelando que “o relatório demonstra que a produção de resíduos urbanos aumentou 6%, face a 2019, ultrapassando a meta regional de prevenção, e que a recolha seletiva de biorresíduos continua aquém dos objetivos definidos”. “Temos consciência de que os próximos anos serão determinantes para consolidar os resultados alcançados, sendo que a recolha seletiva de biorresíduos constitui uma prioridade estratégica, sobretudo porque, a partir de 2027, apenas os biorresíduos recolhidos seletivamente poderão ser contabilizados para efeitos do cumprimento das metas europeias de reciclagem”, sublinhou. Alonso Miguel reafirmou ainda “o compromisso do Governo dos Açores em continuar a investir na promoção de comportamentos mais sustentáveis junto da população, bem como na modernização das infraestruturas de tratamento e gestão de resíduos, depois de, nos últimos três anos, ter sido realizado um investimento de cerca de 10 milhões de euros na recuperação, modernização e apetrechamento dos Centros de Processamento de Resíduos da Região”. “Os resultados de 2025 demonstram que os Açores estão a seguir o caminho certo. Continuaremos a trabalhar para estabilizar a produção de resíduos, aumentar a reciclagem e a valorização dos materiais e reforçar a transição para uma economia verdadeiramente circular, mais eficiente na utilização dos recursos e mais sustentável para as gerações futuras”, concluiu. O Relatório Anual de Resíduos Urbanos de 2025 está disponível para consulta no Portal do Governo Regional dos Açores, através do link: https://portal.azores.gov.pt/web/draac/residuos-srir-relatorios.
15 de Julho 2026
Alonso Miguel destaca crescimento da valorização de resíduos nos Açores e redução histórica da deposição em aterro
O Secretário Regional do Ambiente e Ação Climática, Alonso Miguel, destaca os resultados alcançados pela Região Autónoma dos Açores na gestão de resíduos urbanos em 2025, sublinhando que os dados agora divulgados confirmam a consolidação de uma estratégia assente nos princípios da economia circular e da valorização dos recursos. De acordo com o Relatório Anual de Resíduos Urbanos de 2025, elaborado pela Direção Regional do Ambiente e Ação Climática, os Açores produziram 153.969 toneladas de resíduos urbanos, um aumento residual de apenas 0,4% relativamente ao ano anterior, mantendo-se a tendência de estabilização da produção de resíduos observada nos últimos anos. Para Alonso Miguel, estes resultados demonstram que “a Região tem vindo a consolidar um modelo de gestão de resíduos mais eficiente e sustentável, que privilegia a valorização em detrimento da eliminação, reduzindo progressivamente a dependência dos aterros e aproximando os Açores das melhores práticas ambientais europeias”. O relatório revela que, em 2025, 82% dos resíduos urbanos produzidos foram encaminhados para operações de valorização, designadamente, 28% para valorização material, 29% para valorização orgânica e 25% para valorização energética. Em sentido inverso, a deposição em aterro voltou a registar uma redução significativa, representando apenas 18% do total dos resíduos urbanos produzidos, um valor muito abaixo da meta intermédia de 30% estabelecida para 2025 no Plano Estratégico de Prevenção e Gestão de Resíduos dos Açores (PEPGRA 20+). “Este é um dos melhores indicadores do progresso alcançado pela Região, revelando uma redução histórica. Estamos a superar, de forma expressiva, os objetivos definidos e a demonstrar que os investimentos realizados nas infraestruturas de gestão de resíduos estão a produzir resultados concretos e mensuráveis”, afirmou o governante. Entre os fatores que contribuíram para este desempenho destaca-se a entrada em funcionamento da Central de Valorização Energética de São Miguel, que, apesar de ainda não operar na sua capacidade máxima, já desempenha um papel determinante na redução da deposição de resíduos em aterro. De acordo com o governante, “também no domínio da recolha seletiva de embalagens foram alcançados resultados sem precedentes, sendo que, em 2025, foram retomadas 21.480 toneladas de resíduos de embalagens, correspondendo a uma capitação anual de 88,9 quilogramas por habitante, o valor mais elevado alguma vez registado nos Açores e cerca de 9% superior ao verificado em 2024”. “O crescimento contínuo da recuperação de embalagens demonstra uma maior participação dos cidadãos, das empresas e das entidades gestoras, refletindo o impacto positivo das políticas públicas de sensibilização ambiental e de reforço das redes de recolha seletiva”, salientou. Alonso Miguel referiu também que “no que respeita à preparação para reutilização e reciclagem, a Região alcançou uma taxa de 49%, melhorando o desempenho registado em 2024, que se situava nos 48%, valor substancialmente superior aos resultados obtidos na Região Autónoma da Madeira e a nível nacional”. Segundo o governante, “apesar de a generalidade das ilhas, incluindo São Miguel, terem atingido as metas definidas para 2025, e de liderarmos de modo destacado este indicador a nível nacional, o resultado global da Região permanece, ainda assim, abaixo da meta de 55% fixada pelas diretivas europeias e pelo PEPGRA 20+”, acrescentando que “esse resultado foi significativamente afetado pela taxa de preparação para reutilização e reciclagem obtida na ilha Terceira, que apesar de ter registado uma ligeira melhoria em 2025, ascendendo a 22%, continua distante do objetivo estabelecido”. “No entanto, o resultado obtido na ilha Terceira revela uma trajetória de evolução positiva, algo que não se tinha verificado nos últimos anos, sendo que, considerando o esforço em curso para implementação de projetos com vista à melhoria da gestão de resíduos na ilha, de modo articulado entre o Governo Regional, as Câmaras Municipais de Angra do Heroísmo e Praia da Vitória e a TERAMB será, seguramente, possível acelerar o crescimento da taxa de preparação para reutilização e reciclagem na Terceira, rumo ao cumprimento das metas estabelecidas para 2030”, afirma. O Secretário Regional reconhece que “subsistem desafios relevantes, sobretudo ao nível da prevenção da produção de resíduos e da recolha seletiva de biorresíduos”, revelando que “o relatório demonstra que a produção de resíduos urbanos aumentou 6%, face a 2019, ultrapassando a meta regional de prevenção, e que a recolha seletiva de biorresíduos continua aquém dos objetivos definidos”. “Temos consciência de que os próximos anos serão determinantes para consolidar os resultados alcançados, sendo que a recolha seletiva de biorresíduos constitui uma prioridade estratégica, sobretudo porque, a partir de 2027, apenas os biorresíduos recolhidos seletivamente poderão ser contabilizados para efeitos do cumprimento das metas europeias de reciclagem”, sublinhou. Alonso Miguel reafirmou ainda “o compromisso do Governo dos Açores em continuar a investir na promoção de comportamentos mais sustentáveis junto da população, bem como na modernização das infraestruturas de tratamento e gestão de resíduos, depois de, nos últimos três anos, ter sido realizado um investimento de cerca de 10 milhões de euros na recuperação, modernização e apetrechamento dos Centros de Processamento de Resíduos da Região”. “Os resultados de 2025 demonstram que os Açores estão a seguir o caminho certo. Continuaremos a trabalhar para estabilizar a produção de resíduos, aumentar a reciclagem e a valorização dos materiais e reforçar a transição para uma economia verdadeiramente circular, mais eficiente na utilização dos recursos e mais sustentável para as gerações futuras”, concluiu. O Relatório Anual de Resíduos Urbanos de 2025 está disponível para consulta no Portal do Governo Regional dos Açores, através do link: https://portal.azores.gov.pt/web/draac/residuos-srir-relatorios.
Nota de Imprensa
14 de Julho 2026
Vice-Presidência coorganiza evento dedicado à inovação e à divulgação do Instrumento I3
A Vice-Presidência do Governo Regional, através da Direção Regional da Ciência, Inovação e Desenvolvimento (DRCID), organiza, em parceria com a I3 Support Facility, um evento de divulgação do Instrumento I3 na Região Autónoma dos Açores, no Parque de Ciência e Tecnologia da Ilha Terceira, no próximo dia 16 de julho. Este evento procura divulgar o Instrumento de Investimentos Inter-regionais em Inovação (I3), um programa da Comissão Europeia financiado pelo FEDER, junto dos membros da Comunidade Regional de Investigação e aumentar a participação de entidades públicas e privadas da Região neste tipo de financiamento. A iniciativa incluirá uma mesa-redonda com parceiros regionais de projetos aprovados no âmbito do Instrumento I3, nomeadamente o i3-4-BlueGrowth, que promove a inovação e o investimento na economia azul, o i3-4-Biofertilizers, que apoia o desenvolvimento de soluções de biofertilizantes e bioeconomia circular, e o EVEN-CLOSER,que promove a criação de uma cadeia de valor europeia para a recuperação e reutilização de matérias-primas críticas. Segue-se uma sessão dedicada aos avisos abertos do Instrumento I3, assim como apresentações sobre boas práticas para a preparação de candidaturas de sucesso e sobre o reforço da capacidade de investimento das PME em contexto inter-regional. A sessão de abertura é presidida pelo Vice-Presidente do Governo Regional dos Açores, Artur Lima. O evento enquadra-se na estratégia do Governo Regional para reforçar o ecossistema regional de inovação, permitindo que os intervenientes da Comunidade Regional de Investigação e Inovação reforcem a sua participação em programas de cooperação inter-regional e integrem cadeias de valor europeias. Para o Vice-Presidente do Governo, este evento “demonstra que os Açores apresentam já uma experiência consolidada em matéria de inovação europeia”. Da mesma forma, “demonstra que existe um potencial de crescimento que deve ser aproveitado e apoiado”, salientou. Nesse contexto, “importa valorizar a iniciativa desenvolvida na Região e promover o seu potencial de crescimento. Este evento surge precisamente com esse propósito”, sublinha Artur Lima. A I3 Support Facility visa apoiar a colaboração entre regiões europeias, reforçando os seus ecossistemas de inovação e promovendo investimentos inter-regionais.
14 de Julho 2026
Vice-Presidência coorganiza evento dedicado à inovação e à divulgação do Instrumento I3
A Vice-Presidência do Governo Regional, através da Direção Regional da Ciência, Inovação e Desenvolvimento (DRCID), organiza, em parceria com a I3 Support Facility, um evento de divulgação do Instrumento I3 na Região Autónoma dos Açores, no Parque de Ciência e Tecnologia da Ilha Terceira, no próximo dia 16 de julho. Este evento procura divulgar o Instrumento de Investimentos Inter-regionais em Inovação (I3), um programa da Comissão Europeia financiado pelo FEDER, junto dos membros da Comunidade Regional de Investigação e aumentar a participação de entidades públicas e privadas da Região neste tipo de financiamento. A iniciativa incluirá uma mesa-redonda com parceiros regionais de projetos aprovados no âmbito do Instrumento I3, nomeadamente o i3-4-BlueGrowth, que promove a inovação e o investimento na economia azul, o i3-4-Biofertilizers, que apoia o desenvolvimento de soluções de biofertilizantes e bioeconomia circular, e o EVEN-CLOSER,que promove a criação de uma cadeia de valor europeia para a recuperação e reutilização de matérias-primas críticas. Segue-se uma sessão dedicada aos avisos abertos do Instrumento I3, assim como apresentações sobre boas práticas para a preparação de candidaturas de sucesso e sobre o reforço da capacidade de investimento das PME em contexto inter-regional. A sessão de abertura é presidida pelo Vice-Presidente do Governo Regional dos Açores, Artur Lima. O evento enquadra-se na estratégia do Governo Regional para reforçar o ecossistema regional de inovação, permitindo que os intervenientes da Comunidade Regional de Investigação e Inovação reforcem a sua participação em programas de cooperação inter-regional e integrem cadeias de valor europeias. Para o Vice-Presidente do Governo, este evento “demonstra que os Açores apresentam já uma experiência consolidada em matéria de inovação europeia”. Da mesma forma, “demonstra que existe um potencial de crescimento que deve ser aproveitado e apoiado”, salientou. Nesse contexto, “importa valorizar a iniciativa desenvolvida na Região e promover o seu potencial de crescimento. Este evento surge precisamente com esse propósito”, sublinha Artur Lima. A I3 Support Facility visa apoiar a colaboração entre regiões europeias, reforçando os seus ecossistemas de inovação e promovendo investimentos inter-regionais.
Nota de Imprensa
14 de Julho 2026
Complemento ao Abono de Família referente ao primeiro semestre de 2026 já começou a ser pago
A Secretaria Regional da Saúde e Segurança Social, através do Instituto de Segurança Social dos Açores (ISSA), iniciou hoje o pagamento do Complemento Açoriano ao Abono de Família para Crianças e Jovens (CAAF), referente ao primeiro semestre de 2026. Já foram efetuadas as transferências bancárias, estando os pagamentos por vale postal disponíveis nos CTT no dia 17 de julho, o que representa uma antecipação de uma semana face ao calendário habitual. Este pagamento abrange 29.317 beneficiários, correspondendo a um montante global de 1.602.921,21 euros, reforçando o apoio às famílias açorianas com crianças e jovens a cargo. Importa salientar que, desde 2021, o valor investido no CAAF aumentou 47% e que, desde 2021, com os governos da coligação PSD/CDS-PP/PPM, foram investidos cerca de 15,3 milhões de euros neste apoio. O CAAF é atribuído com periodicidade semestral, sendo processado duas vezes por ano. Constitui um importante instrumento de política social, traduzindo-se num acréscimo pecuniário atribuído aos titulares do Abono de Família residentes na Região Autónoma dos Açores. Embora os titulares sejam as crianças e os jovens, o respetivo pagamento é efetuado aos pais, tutores legais ou instituições responsáveis.
14 de Julho 2026
Complemento ao Abono de Família referente ao primeiro semestre de 2026 já começou a ser pago
A Secretaria Regional da Saúde e Segurança Social, através do Instituto de Segurança Social dos Açores (ISSA), iniciou hoje o pagamento do Complemento Açoriano ao Abono de Família para Crianças e Jovens (CAAF), referente ao primeiro semestre de 2026. Já foram efetuadas as transferências bancárias, estando os pagamentos por vale postal disponíveis nos CTT no dia 17 de julho, o que representa uma antecipação de uma semana face ao calendário habitual. Este pagamento abrange 29.317 beneficiários, correspondendo a um montante global de 1.602.921,21 euros, reforçando o apoio às famílias açorianas com crianças e jovens a cargo. Importa salientar que, desde 2021, o valor investido no CAAF aumentou 47% e que, desde 2021, com os governos da coligação PSD/CDS-PP/PPM, foram investidos cerca de 15,3 milhões de euros neste apoio. O CAAF é atribuído com periodicidade semestral, sendo processado duas vezes por ano. Constitui um importante instrumento de política social, traduzindo-se num acréscimo pecuniário atribuído aos titulares do Abono de Família residentes na Região Autónoma dos Açores. Embora os titulares sejam as crianças e os jovens, o respetivo pagamento é efetuado aos pais, tutores legais ou instituições responsáveis.
Nota de Imprensa
14 de Julho 2026
José Manuel Bolieiro destaca nova centralidade geoestratégica dos Açores no quadro da segurança e defesa do Atlântico
O Presidente do Governo dos Açores, José Manuel Bolieiro, defendeu hoje, em Lisboa, que a atual conjuntura internacional reforça a centralidade geoestratégica do arquipélago e cria uma "oportunidade para afirmar os Açores" como uma "plataforma estratégica de Portugal, da União Europeia e da NATO", onde segurança, defesa, inovação e desenvolvimento caminham lado a lado. O líder do executivo açoriano participou no seminário "A nova centralidade dos Açores: Perspetiva estratégico-militar", promovido pelo Instituto Universitário Militar, onde apresentou uma comunicação subordinada ao tema "Relações com os sistemas de segurança e defesa na Região Autónoma dos Açores". José Manuel Bolieiro enquadrou a crescente importância do Atlântico Norte no contexto da reconfiguração da arquitetura internacional de segurança, marcada pelos conflitos em curso e pela necessidade de proteger infraestruturas críticas, cadeias logísticas, rotas marítimas, fluxos energéticos e comunicações digitais. "Os Açores deixaram de ser percebidos como periferia para serem reconhecidos como um ponto de gravidade atlântico, essencial para a segurança e a resiliência da Europa e da comunidade transatlântica", afirmou. O Presidente do Governo dos Açores sublinhou que a posição geográfica do arquipélago, situado no cruzamento das principais rotas marítimas e aéreas entre a Europa, a América e África, associada à sua vasta dimensão marítima e ao papel crescente no domínio espacial, confere aos Açores uma "relevância estratégica" sem paralelo no espaço português. Neste contexto, destacou a responsabilidade acrescida da Região na vigilância de uma subárea da Zona Económica Exclusiva com cerca de um milhão de quilómetros quadrados, na proteção dos cabos submarinos que asseguram uma parte significativa das comunicações transatlânticas e na salvaguarda das infraestruturas críticas marítimas. José Manuel Bolieiro defendeu, por isso, uma estratégia assente no desenvolvimento de capacidades de duplo uso, colocando os investimentos em segurança e defesa ao serviço da proteção do território, da economia azul, da inovação tecnológica e da criação de emprego qualificado. "Queremos posicionar os Açores como uma plataforma estratégica de Portugal, articulando defesa, inovação, resiliência e desenvolvimento económico, transformando a nossa localização geográfica numa vantagem competitiva para a Região e para o País", sustentou. O governante açoriano destacou ainda o papel de infraestruturas como a Base das Lajes, na ilha Terceira, o cais NATO de Ponta Delgada, a futura Zona Livre Tecnológica da Horta e o porto espacial de Santa Maria, considerando que estas valências reforçam a capacidade dos Açores para apoiar operações de segurança e defesa, desenvolver tecnologia de ponta e consolidar o posicionamento da Região nos setores marítimo e espacial. José Manuel Bolieiro defendeu igualmente o reforço da vigilância marítima, da proteção das infraestruturas críticas e do conhecimento situacional do espaço marítimo, bem como uma cooperação cada vez mais estreita entre a Região, a República, a NATO e a União Europeia, conciliando soberania, segurança, sustentabilidade e desenvolvimento. "A nossa posição geográfica deve traduzir-se em mais segurança, mais resiliência e mais futuro. Queremos que os Açores sejam reconhecidos como uma plataforma avançada de capacidades de duplo uso e um território de referência para políticas que unem segurança marítima, inovação tecnológica, economia azul sustentável e coesão territorial", concluiu.
14 de Julho 2026
José Manuel Bolieiro destaca nova centralidade geoestratégica dos Açores no quadro da segurança e defesa do Atlântico
O Presidente do Governo dos Açores, José Manuel Bolieiro, defendeu hoje, em Lisboa, que a atual conjuntura internacional reforça a centralidade geoestratégica do arquipélago e cria uma "oportunidade para afirmar os Açores" como uma "plataforma estratégica de Portugal, da União Europeia e da NATO", onde segurança, defesa, inovação e desenvolvimento caminham lado a lado. O líder do executivo açoriano participou no seminário "A nova centralidade dos Açores: Perspetiva estratégico-militar", promovido pelo Instituto Universitário Militar, onde apresentou uma comunicação subordinada ao tema "Relações com os sistemas de segurança e defesa na Região Autónoma dos Açores". José Manuel Bolieiro enquadrou a crescente importância do Atlântico Norte no contexto da reconfiguração da arquitetura internacional de segurança, marcada pelos conflitos em curso e pela necessidade de proteger infraestruturas críticas, cadeias logísticas, rotas marítimas, fluxos energéticos e comunicações digitais. "Os Açores deixaram de ser percebidos como periferia para serem reconhecidos como um ponto de gravidade atlântico, essencial para a segurança e a resiliência da Europa e da comunidade transatlântica", afirmou. O Presidente do Governo dos Açores sublinhou que a posição geográfica do arquipélago, situado no cruzamento das principais rotas marítimas e aéreas entre a Europa, a América e África, associada à sua vasta dimensão marítima e ao papel crescente no domínio espacial, confere aos Açores uma "relevância estratégica" sem paralelo no espaço português. Neste contexto, destacou a responsabilidade acrescida da Região na vigilância de uma subárea da Zona Económica Exclusiva com cerca de um milhão de quilómetros quadrados, na proteção dos cabos submarinos que asseguram uma parte significativa das comunicações transatlânticas e na salvaguarda das infraestruturas críticas marítimas. José Manuel Bolieiro defendeu, por isso, uma estratégia assente no desenvolvimento de capacidades de duplo uso, colocando os investimentos em segurança e defesa ao serviço da proteção do território, da economia azul, da inovação tecnológica e da criação de emprego qualificado. "Queremos posicionar os Açores como uma plataforma estratégica de Portugal, articulando defesa, inovação, resiliência e desenvolvimento económico, transformando a nossa localização geográfica numa vantagem competitiva para a Região e para o País", sustentou. O governante açoriano destacou ainda o papel de infraestruturas como a Base das Lajes, na ilha Terceira, o cais NATO de Ponta Delgada, a futura Zona Livre Tecnológica da Horta e o porto espacial de Santa Maria, considerando que estas valências reforçam a capacidade dos Açores para apoiar operações de segurança e defesa, desenvolver tecnologia de ponta e consolidar o posicionamento da Região nos setores marítimo e espacial. José Manuel Bolieiro defendeu igualmente o reforço da vigilância marítima, da proteção das infraestruturas críticas e do conhecimento situacional do espaço marítimo, bem como uma cooperação cada vez mais estreita entre a Região, a República, a NATO e a União Europeia, conciliando soberania, segurança, sustentabilidade e desenvolvimento. "A nossa posição geográfica deve traduzir-se em mais segurança, mais resiliência e mais futuro. Queremos que os Açores sejam reconhecidos como uma plataforma avançada de capacidades de duplo uso e um território de referência para políticas que unem segurança marítima, inovação tecnológica, economia azul sustentável e coesão territorial", concluiu.
Nota de Imprensa
13 de Julho 2026
Setor vitivinícola dos Açores bate novos recordes de marcas e certificação de vinhos, valoriza António Ventura
No âmbito de uma visita ao Laboratório de Enologia, o Secretário Regional da Agricultura e Alimentação, António Ventura, acompanhado pelo Presidente do Instituto da Vinha e do Vinho dos Açores (IVVA), Cláudio Lopes, salientou que "o setor vitivinícola dos Açores continua a afirmar-se como uma das fileiras agroalimentares com maior dinamismo na Região, evidenciando um crescimento sustentado, alicerçado na valorização da produção, na qualificação técnica dos agentes económicos e no investimento em inovação e investigação". Os dados mais recentes do Instituto da Vinha e do Vinho dos Açores (IVVA), referentes a 6 de julho de 2026, revelam uma evolução muito significativa dos principais indicadores do setor. Até à presente data, encontram-se registadas 104 marcas comerciais e 192 referências comerciais, os valores mais elevados de sempre, refletindo a crescente confiança dos produtores e das empresas no potencial da vitivinicultura açoriana. Paralelamente, registam-se atualmente 35 agentes económicos certificados, distribuídos por cinco ilhas da Região. Também ao nível da certificação de vinhos se verifica uma evolução muito positiva. Em apenas cinco provas de certificação realizadas durante o corrente ano, foram já submetidos 125 vinhos candidatos, correspondendo a cerca de 471 mil litros, dos quais aproximadamente 432 mil litros obtiveram certificação, demonstrando a qualidade crescente dos vinhos produzidos nos Açores. A área de vinha homologada para produção de vinhos DOP e IGP constitui outro dos indicadores da forte expansão da fileira. Entre 2016 e 2026 passou de cerca de 216 hectares para mais de 1.200 hectares, evidenciando o investimento contínuo na recuperação e instalação de novas vinhas, bem como na valorização das castas tradicionais açorianas. Este crescimento tem sido acompanhado pelo reforço da capacidade técnica e científica do Laboratório Regional de Enologia, cuja atividade registou uma evolução muito expressiva na última década. O número de análises físico-químicas realizadas aumentou de cerca de 2.180 em 2016 para mais de 5.200 em 2025, acompanhando o desenvolvimento da produção regional e garantindo um serviço de apoio técnico cada vez mais qualificado aos vitivinicultores e produtores. Em simultâneo, o Laboratório continua a desempenhar um papel determinante na investigação aplicada. No âmbito da parceria com o Centro de Biotecnologia dos Açores, destinada ao melhoramento fitossanitário das castas tradicionais Verdelho, Terrantez do Pico e Arinto dos Açores, encontram-se já disponíveis cerca de 3.700 plantas certificadas que serão entregues ao IVVA para posterior distribuição pelos vitivinicultores. Está igualmente prevista a implementação de uma nova linha de investigação dedicada à certificação de porta-enxertos das castas tradicionais açorianas, reforçando a sustentabilidade e a competitividade da vitivinicultura regional. A componente de formação e transferência de conhecimento continua igualmente a assumir um papel central na estratégia de desenvolvimento do setor. Entre 2015 e 2024 foram promovidas dezenas de ações de sensibilização, formação especializada, workshops e iniciativas de divulgação técnico-científica dirigidas a produtores, técnicos, estudantes e público em geral, contribuindo para a melhoria contínua das práticas enológicas e para a valorização dos vinhos açorianos. Estas iniciativas envolveram mais de 700 participantes, constituindo um importante instrumento de capacitação do setor. A evolução registada ao longo dos últimos anos confirma que a vitivinicultura açoriana vive um período de crescimento consistente, assente na valorização das produções certificadas, na inovação tecnológica, na investigação científica e no fortalecimento das competências dos seus agentes económicos, criando condições para aumentar a competitividade e o reconhecimento dos vinhos dos Açores nos mercados nacionais e internacionais. Para o Secretário Regional da Agricultura e Alimentação, "o Laboratório Regional de Enologia constitui hoje uma infraestrutura científica de referência para o desenvolvimento da vitivinicultura açoriana”. E prosseguiu: “O aumento significativo da sua atividade demonstra a confiança dos produtores e a importância que este serviço público assume na garantia da qualidade, da segurança e da valorização dos vinhos dos Açores”. "O conhecimento científico, a inovação e a transferência de tecnologia continuarão a ser pilares fundamentais da estratégia do Governo dos Açores para este setor, aproximando a investigação das necessidades concretas dos vitivinicultores e das adegas da Região”, conclui António Ventura.
13 de Julho 2026
Setor vitivinícola dos Açores bate novos recordes de marcas e certificação de vinhos, valoriza António Ventura
No âmbito de uma visita ao Laboratório de Enologia, o Secretário Regional da Agricultura e Alimentação, António Ventura, acompanhado pelo Presidente do Instituto da Vinha e do Vinho dos Açores (IVVA), Cláudio Lopes, salientou que "o setor vitivinícola dos Açores continua a afirmar-se como uma das fileiras agroalimentares com maior dinamismo na Região, evidenciando um crescimento sustentado, alicerçado na valorização da produção, na qualificação técnica dos agentes económicos e no investimento em inovação e investigação". Os dados mais recentes do Instituto da Vinha e do Vinho dos Açores (IVVA), referentes a 6 de julho de 2026, revelam uma evolução muito significativa dos principais indicadores do setor. Até à presente data, encontram-se registadas 104 marcas comerciais e 192 referências comerciais, os valores mais elevados de sempre, refletindo a crescente confiança dos produtores e das empresas no potencial da vitivinicultura açoriana. Paralelamente, registam-se atualmente 35 agentes económicos certificados, distribuídos por cinco ilhas da Região. Também ao nível da certificação de vinhos se verifica uma evolução muito positiva. Em apenas cinco provas de certificação realizadas durante o corrente ano, foram já submetidos 125 vinhos candidatos, correspondendo a cerca de 471 mil litros, dos quais aproximadamente 432 mil litros obtiveram certificação, demonstrando a qualidade crescente dos vinhos produzidos nos Açores. A área de vinha homologada para produção de vinhos DOP e IGP constitui outro dos indicadores da forte expansão da fileira. Entre 2016 e 2026 passou de cerca de 216 hectares para mais de 1.200 hectares, evidenciando o investimento contínuo na recuperação e instalação de novas vinhas, bem como na valorização das castas tradicionais açorianas. Este crescimento tem sido acompanhado pelo reforço da capacidade técnica e científica do Laboratório Regional de Enologia, cuja atividade registou uma evolução muito expressiva na última década. O número de análises físico-químicas realizadas aumentou de cerca de 2.180 em 2016 para mais de 5.200 em 2025, acompanhando o desenvolvimento da produção regional e garantindo um serviço de apoio técnico cada vez mais qualificado aos vitivinicultores e produtores. Em simultâneo, o Laboratório continua a desempenhar um papel determinante na investigação aplicada. No âmbito da parceria com o Centro de Biotecnologia dos Açores, destinada ao melhoramento fitossanitário das castas tradicionais Verdelho, Terrantez do Pico e Arinto dos Açores, encontram-se já disponíveis cerca de 3.700 plantas certificadas que serão entregues ao IVVA para posterior distribuição pelos vitivinicultores. Está igualmente prevista a implementação de uma nova linha de investigação dedicada à certificação de porta-enxertos das castas tradicionais açorianas, reforçando a sustentabilidade e a competitividade da vitivinicultura regional. A componente de formação e transferência de conhecimento continua igualmente a assumir um papel central na estratégia de desenvolvimento do setor. Entre 2015 e 2024 foram promovidas dezenas de ações de sensibilização, formação especializada, workshops e iniciativas de divulgação técnico-científica dirigidas a produtores, técnicos, estudantes e público em geral, contribuindo para a melhoria contínua das práticas enológicas e para a valorização dos vinhos açorianos. Estas iniciativas envolveram mais de 700 participantes, constituindo um importante instrumento de capacitação do setor. A evolução registada ao longo dos últimos anos confirma que a vitivinicultura açoriana vive um período de crescimento consistente, assente na valorização das produções certificadas, na inovação tecnológica, na investigação científica e no fortalecimento das competências dos seus agentes económicos, criando condições para aumentar a competitividade e o reconhecimento dos vinhos dos Açores nos mercados nacionais e internacionais. Para o Secretário Regional da Agricultura e Alimentação, "o Laboratório Regional de Enologia constitui hoje uma infraestrutura científica de referência para o desenvolvimento da vitivinicultura açoriana”. E prosseguiu: “O aumento significativo da sua atividade demonstra a confiança dos produtores e a importância que este serviço público assume na garantia da qualidade, da segurança e da valorização dos vinhos dos Açores”. "O conhecimento científico, a inovação e a transferência de tecnologia continuarão a ser pilares fundamentais da estratégia do Governo dos Açores para este setor, aproximando a investigação das necessidades concretas dos vitivinicultores e das adegas da Região”, conclui António Ventura.