- Candidaturas
- Campanha Rodoviária
- Política de Privacidade
Candidaturas aprovadas e contratadas para a eficiência energética superam as metas do PRR
Açores preparam redução expressiva do consumo de fuelóleo até 2028 com aposta estratégica em energias limpas
Berta Cabral visitou obras da Variante à cidade da Horta
A Secretaria Regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas (SRTMI) é o departamento do XIV Governo dos Açores responsável pela definição, execução e avaliação das ações necessárias ao cumprimento da política regional em matéria de turismo, mobilidade, infraestruturas e energia.
Um organismo que, ao reforçar o Turismo e a Mobilidade na mesma tutela, demonstra a relevância que estes dois sectores têm, não só para a consolidação de um ecossistema determinante para a economia, coesão e para o desenvolvimento regional, mas também para a contínua dinamização da promoção e projeção do arquipélago no Mundo.
Com as Infraestruturas, a SRTMI atua na construção e requalificação de equipamentos públicos que beneficiam os açorianos de cada uma das nove ilhas, promovendo progresso com melhores condições de utilização de espaços impulsionadores ao seu bem-estar e qualidade de vida.
A Energia, considerada um dos elementos centrais de atuação na política regional, traz uma linha orientadora de medidas e estratégias que visa a promoção assertiva da sustentabilidade energética na região.
Ainda na dependência da SRTMI, o Laboratório Regional de Engenharia Civil (LREC) representa um organismo ativo na construção e no acompanhamento de diferenciadas infraestruturas no arquipélago, assim como na avaliação de condições estruturais que garantam a devida segurança dos açorianos.
29 de Maio 2026
Candidaturas aprovadas e contratadas para a eficiência energética superam as metas do PRR
A Secretaria Regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas, perante mais uma tentativa incompreensível de desinformação e crítica infundada por parte do líder do Partido Socialista dos Açores, emite, novamente, um desmentido público, desta vez relativamente aos apoios à eficiência energética. O programa SOLENERGE, merecedor de prémios nacionais e do reconhecimento das estruturas de gestão do PRR, é um verdadeiro caso de sucesso como nunca houve nos Açores, recolhendo mais de 8.400 candidaturas. À data de hoje, estão aprovadas e/ou contratadas 5.665 candidaturas, representando um investimento aprovado no valor total de 59,8 milhões de euros. Relembra-se que a dotação original do SOLENERGE era de 19 milhões de euros, valor que foi reforçado para 60 milhões de euros perante o sucesso da gestão e da execução antes do prazo (31 de dezembro de 2025) por parte do Governo dos Açores e das empresas instaladoras, contrariando todas as narrativas catastrofistas sistemáticas do PS. As 5.665 candidaturas, acima referidas, já representam 42,5 MW de potência contratada, ou seja, uma superação da meta do PRR cifrada em 38,2 MW e muito superior à meta original de 11,2 MW. Significa que já se encontram contratualizados 111,2% da meta atual. A instalação dessa potência contratada depende única e exclusivamente dos fornecedores dos equipamentos e dos beneficiários dos mesmos, estando atualmente instalados 29,2 MW (76,4% da meta), com os restantes a ser concluídos nos próximos três meses. Esta potência já instalada representa um investimento pelos beneficiários de 25,8 milhões de euros, dos quais já foram pagos pela Região cerca de 25,7 milhões de euros. Este é um desempenho inédito na Direção Regional da Energia e na atividade de fornecimento e instalação de painéis fotovoltaicos na Região, demonstrando um esforço que deve ser reconhecido a todos os intervenientes, que mesmo perante objetivos muito exigentes e uma conjuntura extremamente adversa, conseguiram criar as condições para o cumprimento integral das metas contratualizadas, que está, neste momento, à responsabilidade dos instaladores e beneficiários. No que concerne ao Proenergia/RePowerEU, mais uma vez Francisco César opta por difundir informação falsa e sem qualquer aproximação à realidade, evidenciando uma preocupante impreparação e uma evidente falta de conhecimento. À data de hoje, a meta definida de 8,75 MWh está superada, tendo sido já contratados 9,2 MWh. Está aprovado um apoio total de 4,3 milhões de euros, dos quais já se encontram pagos 3,9 milhões de euros. Estes são dados que contrariam em toda a linha as afirmações do maior partido da oposição. São resultados que significam que mais famílias e mais empresas têm e vão ter, nas próximas semanas, nas suas casas e edifícios, painéis fotovoltaicos e baterias que ajudarão a aumentar a sua eficiência energética e a reduzir significativamente os custos de energia elétrica. É uma alteração inédita na Região em matéria de transição energética, com efeitos que se repercutirão durante muitos anos, com benefícios diretos para os Açorianos. Para além disso, o Governo dos Açores está a preparar um novo sistema de incentivos para a eficiência energética, através do Açores 2030, a operacionalizar após o encerramento do PRR-Açores, visando novas tipologias de equipamentos e intervenções que levem a melhorias ao nível das infraestruturas das empresas e famílias. Na mobilidade elétrica, o Governo dos Açores dispõe de várias iniciativas, incluindo um incentivo para a aquisição de veículos elétricos (atualmente suspenso dada a prioridade de conclusão do PRR); a implementação de uma rede pública de pontos de carregamento para veículos elétricos, em parceria com os municípios dos Açores, já integrando 96 pontos de carregamento em todos os concelhos da Região; e, ainda, um apoio específico à descarbonização da frota de táxis, cujo processo de candidatura em 2026 será disponibilizado nas próximas semanas. Para o Governo dos Açores é grave que o PS opte por manter uma posição de constate desgaste da imagem da Região e da competência e dedicação de toda a estrutura de técnicos e dirigentes da Administração Pública Regional, que se têm esmerado pelo cumprimento, com distinção, de todos os grandes desafios que têm tido nos últimos anos, quer pela exigência do PRR, quer pela conjuntura internacional sucessivamente problemática. O Governo dos Açores orgulha-se do trabalho desenvolvido por todas estas pessoas e dos grandes resultados obtidos até hoje e daqueles que estão em vias de ser obtidos até à conclusão do PRR, cujos impactos positivos estão a ser e serão ainda mais sentidos na economia e na vida quotidiana das famílias e das empresas.
28 de Maio 2026
Açores preparam redução expressiva do consumo de fuelóleo até 2028 com aposta estratégica em energias limpas
A Secretária Regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas, Berta Cabral, sublinha que os novos projetos de geotermia, energia eólica, solar fotovoltaica e sistemas de armazenamento em baterias irão “reduzir de forma significativa a dependência de fuelóleo nos Açores, sobretudo na produção de eletricidade, até 2028”. A governante com tutela do setor energético, sublinha que a concretização destes investimentos permitirá “um salto estruturante na incorporação de energia renovável e endógena”, traduzindo-se numa redução estimada de cerca de 37 mil toneladas de fuelóleo e 4.300 quilolitros de gasóleo, tomando como referência o consumo registado em 2025. Berta Cabral destaca ainda o papel da Eletricidade dos Açores (EDA) na promoção de soluções inovadoras para a independência energética da Região, nomeadamente através da aposta em combustíveis sintéticos e hidrogénio verde. Neste âmbito, a EDA integra o projeto Green Hysland – Technical Assistance Program (2026), que visa a realização de um estudo de pré-viabilidade sobre aplicações de hidrogénio verde em contexto insular, com enfoque particular na ilha de Santa Maria. Paralelamente, participa no LIFE IP CLIMAZ – Ação C.9.5 (2026-2027), dedicado à avaliação sistemática e comparativa das melhores soluções de armazenamento massivo de energia para cada ilha dos Açores, incluindo tecnologias que integram hidrogénio verde, com o objetivo de maximizar a penetração de energias renováveis. No âmbito do mesmo programa, a EDA está igualmente envolvida na Ação C.9.2 (2026-2028), que prevê o desenvolvimento de um projeto piloto para a redução de emissões, através da utilização de combustíveis alternativos de baixo carbono, como HVO, metano e etanol, bem como soluções baseadas em hidrogénio. Acresce ainda a participação no Programa Operacional Açores 2030 – Projeto Hidrogénio Verde (2026-2028), que tem como objetivo aprofundar a viabilidade técnica e económica do aproveitamento da energia geotérmica excedentária para produção de hidrogénio, permitindo o seu armazenamento e posterior conversão em eletricidade nos períodos de maior procura, ou a sua utilização direta na indústria e nos transportes. Por fim, a empresa regional integra também o CE4EU – Follower Islands Programme, atualmente em análise, que estuda soluções de mobilidade marítima de baixo carbono, incluindo a possibilidade de operação de ferries elétricos, híbridos ou a hidrogénio. Para Berta Cabral, este conjunto de iniciativas “posiciona os Açores na linha da frente da transição energética em territórios insulares”, reforçando a sustentabilidade, a segurança de abastecimento e a autonomia energética da Região.