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Governo dos Açores reforça investimento no despiste e orientação vocacional e profissional de jovens em idade escolar
Candidaturas ao “Jovem Autonomia” até 15 de maio
Mais de uma centena de jovens dos Açores e Madeira na Academia do Jovem Voluntário
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A Direção Regional da Juventude (DRJ) tem como principal missão fomentar a participação ativa dos jovens na sociedade, através do associativismo jovem, da participação cívica, do empreendedorismo e criatividade, do voluntariado e cidadania, da mobilidade e ocupação dos tempos livres, da formação e da informação dos jovens.
A DRJ pretende, ainda, influenciar a transversalidade e alcance da estratégia para os jovens da Região, procurando a promoção de competências de educação não-formal que contribuam, na sua globalidade, para uma melhor qualidade de vida e enriquecimento pessoal, e que dotem os jovens de competências socioprofissionais integrais, rumo a uma maior empregabilidade e integração na vida ativa e retenção do talento jovem nos Açores.
8 de Abril 2026
Governo dos Açores reforça investimento no despiste e orientação vocacional e profissional de jovens em idade escolar
A Secretária Regional da Juventude, Habitação e Emprego anunciou hoje o reforço do investimento do Governo dos Açores no despiste e orientação vocacional e profissional de jovens em idade escolar, em linha com a proposta estratégica da Agenda Regional para a Qualificação Profissional (ARQP) – Valorizar os Açorianos - Açores 2030. Maria João Carreiro, que falava na sessão de encerramento do seminário “Qualificações 2036”, promovido pelo Conselho Económico e Social dos Açores - CESA, em Ponta Delgada, antecipou uma reforçada centralidade do Gabinete de Orientação Vocacional e Profissional – GOVP, criado em 2022, junto dos jovens açorianos em idade escolar. “Através do GOVP, vão ser reforçadas e aprofundadas as sessões de despiste e orientação vocacional e profissional dos jovens em idade escolar, sensibilizando-os para a elaboração de um projeto profissional individual, uma etapa essencial para evitar a entrada destes jovens na circunstância NEET”, explicou. Conforme anunciou a governante esta terça-feira, em conferência de imprensa para apresentação dos resultados intermédios da ARQP, a taxa de jovens NEET nos Açores passou de 19,3% em 2020 para 12,1% em 2024, quando a meta para 2025 fixada na ARQP era de 15%, o que representa uma “evolução muito positiva” para a Região. A ARQP fixa, entre outros objetivos, a implementação de medidas e ações para a redução da taxa dos jovens NEET, através de novos modelos de orientação vocacional precoce. “A partir dos primeiros anos da idade escolar, os jovens açorianos têm hoje acesso a mais medidas articuladas de Juventude [Direção Regional da Juventude] e de Qualificação [Direção Regional de Qualificação Profissional e Emprego], que são oportunidades para o despiste vocacional e a integração socioprofissional”, enalteceu. Através do GOVP, que “tem sido essencial” para trabalhar respostas personalizadas de qualificação e emprego para jovens NEET, desempregados de longa duração e outros públicos com maior necessidade de acompanhamento, já foram desenvolvidas 2.415 interações individualizadas e 420 sessões em grupo com desempregados inscritos. Maria João Carreiro sublinhou, ainda, que as políticas públicas de qualificação e emprego “operam hoje num quadro profundamente diferente de há cinco, 10, 15 ou 20 anos”, sinalizando que a Região viu diminuir em mais de um quarto a sua população jovem entre os 15 e os 34 anos de idade, passando de 78.469 para 57.434 pessoas. “Há menos jovens na estrutura demográfica regional, percursos escolares mais longos e transições mais exigentes entre educação e trabalho”, constatou. Num contexto em que o abandono precoce de educação e formação recuou fortemente face aos níveis de há 20 anos, a Região regista hoje máximos históricos de população empregada e mínimos históricos de população desempregada, vincou. Segundo a Secretária Regional, a Região “passou de um modelo fortemente assente em medidas ocupacionais e em vínculos precários, para um modelo cada vez mais orientado para a qualificação, a contratação estável e a qualidade do emprego”, em resposta aos desafios conjunturais e estruturais de formação e emprego que ainda persistem. Desde 2021, das mais de 7.200 colocações nos apoios à contratação, 4.892 beneficiaram jovens, 87% dos quais com contratos sem termo. “A expressão da mudança no perfil da contratação apoiada é inequívoca: se em 2017 apenas 1,1% das colocações correspondiam a contratos sem termo, em 2025 esse valor atinge 100%”, rematou. Maria João Carreiro considerou, ainda, que a iniciativa do CESA “Ação Pública Articulada na Educação e Formação Profissional dirigida a público suscetível de fragilidades” reforça a importância do caminho que a Região está a seguir desde 2021, num processo para a qual o Governo dos Açores conta com o contributo e a participação do CESA.
31 de Março 2026
Candidaturas ao “Jovem Autonomia” até 15 de maio
Estão abertas as candidaturas ao programa “Jovem Autonomia”, promovido pela Secretaria Regional da Juventude, Habitação e Emprego, através da Direção Regional da Juventude, para sensibilizar o público jovem e torná-lo mais próximo das marcas identitárias e dos símbolos da Autonomia Regional, através da versão tocada e cantada do Hino dos Açores. As candidaturas devem ser submetidas até 15 de maio, inclusive, através do Portal da Juventude, em juventude.azores.gov.pt, nos termos do Despacho da Secretária Regional da Juventude, Habitação e Emprego, Maria João Carreiro, publicado em Jornal Oficial. Podem candidatar-se ao “Jovem Autonomia” os jovens naturais e/ou residentes nos Açores, com idades compreendidas entre os seis e os 35 anos à data da submissão de candidatura. Podem ainda candidatar-se a este concurso, para eleger a melhor interpretação do Hino dos Açores em diferentes escalões etários, entidades coletivas sem fins lucrativos e grupos informais de jovens, cujos participantes devem estar agrupados pelos escalões etários entre os seis e os 12 anos de idade, inclusive (Escalão 1), entre os 13 e os 17 anos de idade, inclusive (Escalão 2) e entre os 18 e os 35 anos de idade, inclusive (Escalão 3). São admitidas a interpretação do Hino dos Açores, em versão individual ou coletiva, tocada e cantada, ou em versão à capella, ou em versão cantada sobre um fundo instrumental gravado do acompanhamento, submetidas através de ficheiro em formato .avi, .mp4 ou .mkv, conforme determina o Regulamento do programa, no qual está anexada a partitura da melodia e o texto do Hino dos Açores, adotados em 1979 e 1980, respetivamente. Às candidaturas vencedoras é atribuído um prémio de 200 euros, no caso do Escalão 1, de 300 euros para o Escalão 2 e de 500 euros para a candidatura vencedora do Escalão 3. Integram o júri Ana Paula Andrade, que preside, Victor Rui Dores, Gualter Silva, Diogo Teixeira e Luís Martins. Os vencedores serão divulgados no Dia da Região Autónoma dos Açores, a 25 de maio, no Portal de Juventude, em juventude.azores.gov.pt. Desde 2021, foram apresentadas 27 candidaturas ao “Jovem Autonomia”, individuais e coletivas, conquistando o título de melhor interpretação as interpretações da Estudantina Universitária dos Açores – Paulo Silva e de Rodrigo Furtado (Menção Honrosa) em 2021; do Coro Infanto-Juvenil de Ponta Garça, em 2022; e de Bruno Mestre Costa, em 2023. Em 2025, a Academia de Música da Ribeira Grande venceu nos escalões 1 e 2. Flávia Câmara venceu no Escalão 3, tendo sido atribuída uma Menção Honrosa à candidatura da Associação de Paralisia Cerebral de São Miguel.