Vice-Presidência do Governo Regional
Ultrapassadas metas do PRR para a cibersegurança e transição digital
Ultrapassadas metas do PRR para a cibersegurança e transição digital
Vice-Presidência do Governo Regional
Base das Lajes “deve também servir o desenvolvimento dos Açores e o futuro de Portugal”, sublinha Artur Lima
Base das Lajes “deve também servir o desenvolvimento dos Açores e o futuro de Portugal”, sublinha Artur Lima
Vice-Presidência do Governo Regional
Artur Lima sublinha importância de fixar investigadores qualificados na Região
Artur Lima sublinha importância de fixar investigadores qualificados na Região
25 de Março 2026
Ultrapassadas metas do PRR para a cibersegurança e transição digital
18 de Março 2026
Base das Lajes “deve também servir o desenvolvimento dos Açores e o futuro de Portugal”, sublinha Artur Lima
12 de Março 2026
Artur Lima sublinha importância de fixar investigadores qualificados na Região
Nota de Boas Vindas
Bem vindo ao sítio web da Vice-Presidência do XIV Governo Regional dos Açores
Nota de Imprensa
25 de Março 2026
Ultrapassadas metas do PRR para a cibersegurança e transição digital
A Vice-Presidência do Governo Regional dos Açores, através da Direção Regional das Comunicações e Transição Digital, ultrapassou as metas definidas ao abrigo do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), no âmbito do Centro de Competências de Cibersegurança dos Açores (CCC Açores). Deste o início da sua atividade, em fevereiro de 2024, o CCC Açores interveio junto de mais de 160 entidades dos setores público e privado, reforçando a resiliência digital na Região, através da promoção de boas práticas, do cumprimento de requisitos legais e da preparação para certificações em cibersegurança. Deste modo, o CCC Açores, integrado na rede de Centros de Competências em Cibersegurança (C-Network), tornou-se o primeiro dos sete centros existentes no país, não só a cumprir, como a ultrapassar as metas estabelecidas, antecipando o prazo estipulado, inicialmente previsto para 31 de março de 2026. Este Centro resulta de um consórcio formado pelo Governo Regional, pela Câmara do Comércio dos Açores, pela Associação de Municípios da RAA e pela Universidade dos Açores. Para o Vice-Presidente do Governo Regional, Artur Lima, “o modelo de governação adotado nos Açores é uma aposta ganha, como evidencia o número de ações e o número de entidades envolvidas desde o início”. “A Região está hoje mais preparada para enfrentar os desafios da transição digital e os perigos das ameaças cibernéticas”, sublinhou. Entre as iniciativas desenvolvidas pelo CCC Açores, destaca-se o foco na sensibilização para a conformidade regulatória, nomeadamente a transição para a Diretiva NIS 2, bem como a avaliação do nível de maturidade organizacional com base no Quadro Nacional de Referência em Cibersegurança (QNRCS). Paralelamente, o Centro desenvolveu, em parceria com a C Academy, uma ação direcionada ao sistema educativo regional, envolvendo 39 unidades orgânicas, com o objetivo de identificar percursos formativos em cibersegurança para diferentes perfis profissionais, dando especial atenção aos docentes. Em dezembro de 2025, foi promovido um Tabletop Exercise (TTX), na ilha Terceira, que visou simular a resposta a incidentes cibernéticos em setores críticos como saúde, energia, forças de segurança, transportes e administração pública. Este exercício permitiu testar capacidades de resposta, reforçar mecanismos de coordenação interinstitucional e identificar oportunidades de melhoria nos planos de reação. “Todas estas iniciativas demonstram a relevância deste Centro para os Açores, estando em evidência o conhecimento estratégico que gera e as suas mais-valias para a definição de políticas eficazes de segurança e de resiliência digital”, salienta Artur Lima. O CCC Açores foi criado no âmbito do instrumento 73/C19-i03/2023 do PRR nacional, com uma dotação de 382.297,55 €.
25 de Março 2026
Ultrapassadas metas do PRR para a cibersegurança e transição digital
A Vice-Presidência do Governo Regional dos Açores, através da Direção Regional das Comunicações e Transição Digital, ultrapassou as metas definidas ao abrigo do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), no âmbito do Centro de Competências de Cibersegurança dos Açores (CCC Açores). Deste o início da sua atividade, em fevereiro de 2024, o CCC Açores interveio junto de mais de 160 entidades dos setores público e privado, reforçando a resiliência digital na Região, através da promoção de boas práticas, do cumprimento de requisitos legais e da preparação para certificações em cibersegurança. Deste modo, o CCC Açores, integrado na rede de Centros de Competências em Cibersegurança (C-Network), tornou-se o primeiro dos sete centros existentes no país, não só a cumprir, como a ultrapassar as metas estabelecidas, antecipando o prazo estipulado, inicialmente previsto para 31 de março de 2026. Este Centro resulta de um consórcio formado pelo Governo Regional, pela Câmara do Comércio dos Açores, pela Associação de Municípios da RAA e pela Universidade dos Açores. Para o Vice-Presidente do Governo Regional, Artur Lima, “o modelo de governação adotado nos Açores é uma aposta ganha, como evidencia o número de ações e o número de entidades envolvidas desde o início”. “A Região está hoje mais preparada para enfrentar os desafios da transição digital e os perigos das ameaças cibernéticas”, sublinhou. Entre as iniciativas desenvolvidas pelo CCC Açores, destaca-se o foco na sensibilização para a conformidade regulatória, nomeadamente a transição para a Diretiva NIS 2, bem como a avaliação do nível de maturidade organizacional com base no Quadro Nacional de Referência em Cibersegurança (QNRCS). Paralelamente, o Centro desenvolveu, em parceria com a C Academy, uma ação direcionada ao sistema educativo regional, envolvendo 39 unidades orgânicas, com o objetivo de identificar percursos formativos em cibersegurança para diferentes perfis profissionais, dando especial atenção aos docentes. Em dezembro de 2025, foi promovido um Tabletop Exercise (TTX), na ilha Terceira, que visou simular a resposta a incidentes cibernéticos em setores críticos como saúde, energia, forças de segurança, transportes e administração pública. Este exercício permitiu testar capacidades de resposta, reforçar mecanismos de coordenação interinstitucional e identificar oportunidades de melhoria nos planos de reação. “Todas estas iniciativas demonstram a relevância deste Centro para os Açores, estando em evidência o conhecimento estratégico que gera e as suas mais-valias para a definição de políticas eficazes de segurança e de resiliência digital”, salienta Artur Lima. O CCC Açores foi criado no âmbito do instrumento 73/C19-i03/2023 do PRR nacional, com uma dotação de 382.297,55 €.
Nota de Imprensa
18 de Março 2026
Base das Lajes “deve também servir o desenvolvimento dos Açores e o futuro de Portugal”, sublinha Artur Lima
O Vice-Presidente do Governo Regional, Artur Lima, interveio hoje, na Assembleia Legislativa Regional dos Açores, onde destacou que “a Base das Lajes deve continuar a servir a segurança internacional, mas deve também servir o desenvolvimento dos Açores e o futuro de Portugal”. Para o Vice-Presidente, a Base das Lajes “foi um dos pilares fundamentais da arquitetura de segurança euro-atlântica e de manutenção da paz na Europa e no mundo”. A localização dos Açores “no centro das rotas aéreas e marítimas entre a Europa e a América, transformou as Lajes num ponto logístico essencial para operações militares, vigilância marítima, comunicações, transporte estratégico e apoio às forças da NATO”, considerou. “Há uma realidade geográfica imutável. Os Açores, ao mesmo tempo a fronteira mais ocidental da Europa, são o centro nevrálgico do atlântico”, realçou Artur Lima. O Vice-Presidente do executivo recordou que “a Região partilha uma relação secular com os EUA, um passado e presente trilhados não só a partir da diáspora, mas também através de valores e pensamento comuns sobre muitas das grandes questões globais”. A Base das Lajes, “peça fundamental em sucessivas negociações entre Portugal e os EUA, assumiu e assume particular relevância neste contexto, marcando definitivamente a história dos Açores em geral e da Terceira em particular”, assinalou. Artur Lima sustentou que “a cada uma dessas negociações, a Região perdeu contrapartidas justas e devidas, porventura não sentidas pela República Portuguesa”, acrescentando que “é inegável que os sucessivos Governos têm falhado, de forma sistemática, na defesa dos interesses dos Açores”. “O downsizing da presença norte-americana não significou um downsizing da sua importância geoestratégica”, declarou. No entanto, “a redução do pessoal não pode reduzir-se apenas a uma decisão operacional”, tendo tido “consequências económicas, sociais e estratégicas profundas” para “uma economia regional que durante décadas esteve integrada numa lógica estratégica atlântica”, relevou o governante. Nesse sentido, “o Governo da República não podia, nem pode, limitar-se a assistir”, defendeu. No debate, que considerou revelar “uma total falta de senso estratégico e tempestividade” pelos seus proponentes, o Vice-Presidente do Governo classificou como uma “imprudência” a revisão do Acordo de Cooperação e Defesa no atual contexto internacional. Sobre a Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD), recordou que em 2008, por proposta do CDS, a Comissão Eventual – Impacto na Região Autónoma dos Açores do Acordo entre a República Portuguesa e os Estados Unidos da América recomendava a instalação de uma delegação nos Açores, preferencialmente na ilha Terceira. Artur Lima reafirmou também que “a FLAD, resultante do acordo bilateral de 1983, existe devido aos Açores e à Base das Lajes, é facto histórico”, exigindo, “tal como no passado, que colabore verdadeiramente com os Açores, com o seu ecossistema de investigação e de inovação”. Portugal “é uma nação atlântica com profundidade estratégica, e os Açores são a peça-chave desse posicionamento geopolítico”, vincou. Neste contexto, “a Base das Lajes, chão açoriano, deve continuar a servir a segurança internacional, mas deve também servir o desenvolvimento dos Açores e o futuro de Portugal”, salientou. O Vice-Presidente concluiu sublinhando que “a Autonomia não é um conceito abstrato, exerce-se aqui, no coração do Atlântico. Que o futuro das Lajes seja escrito com a tinta do progresso para a nossa Região Autónoma e com a garantia de que o bem-estar do nosso povo esteja acima de qualquer conveniência nacional”.
18 de Março 2026
Base das Lajes “deve também servir o desenvolvimento dos Açores e o futuro de Portugal”, sublinha Artur Lima
O Vice-Presidente do Governo Regional, Artur Lima, interveio hoje, na Assembleia Legislativa Regional dos Açores, onde destacou que “a Base das Lajes deve continuar a servir a segurança internacional, mas deve também servir o desenvolvimento dos Açores e o futuro de Portugal”. Para o Vice-Presidente, a Base das Lajes “foi um dos pilares fundamentais da arquitetura de segurança euro-atlântica e de manutenção da paz na Europa e no mundo”. A localização dos Açores “no centro das rotas aéreas e marítimas entre a Europa e a América, transformou as Lajes num ponto logístico essencial para operações militares, vigilância marítima, comunicações, transporte estratégico e apoio às forças da NATO”, considerou. “Há uma realidade geográfica imutável. Os Açores, ao mesmo tempo a fronteira mais ocidental da Europa, são o centro nevrálgico do atlântico”, realçou Artur Lima. O Vice-Presidente do executivo recordou que “a Região partilha uma relação secular com os EUA, um passado e presente trilhados não só a partir da diáspora, mas também através de valores e pensamento comuns sobre muitas das grandes questões globais”. A Base das Lajes, “peça fundamental em sucessivas negociações entre Portugal e os EUA, assumiu e assume particular relevância neste contexto, marcando definitivamente a história dos Açores em geral e da Terceira em particular”, assinalou. Artur Lima sustentou que “a cada uma dessas negociações, a Região perdeu contrapartidas justas e devidas, porventura não sentidas pela República Portuguesa”, acrescentando que “é inegável que os sucessivos Governos têm falhado, de forma sistemática, na defesa dos interesses dos Açores”. “O downsizing da presença norte-americana não significou um downsizing da sua importância geoestratégica”, declarou. No entanto, “a redução do pessoal não pode reduzir-se apenas a uma decisão operacional”, tendo tido “consequências económicas, sociais e estratégicas profundas” para “uma economia regional que durante décadas esteve integrada numa lógica estratégica atlântica”, relevou o governante. Nesse sentido, “o Governo da República não podia, nem pode, limitar-se a assistir”, defendeu. No debate, que considerou revelar “uma total falta de senso estratégico e tempestividade” pelos seus proponentes, o Vice-Presidente do Governo classificou como uma “imprudência” a revisão do Acordo de Cooperação e Defesa no atual contexto internacional. Sobre a Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD), recordou que em 2008, por proposta do CDS, a Comissão Eventual – Impacto na Região Autónoma dos Açores do Acordo entre a República Portuguesa e os Estados Unidos da América recomendava a instalação de uma delegação nos Açores, preferencialmente na ilha Terceira. Artur Lima reafirmou também que “a FLAD, resultante do acordo bilateral de 1983, existe devido aos Açores e à Base das Lajes, é facto histórico”, exigindo, “tal como no passado, que colabore verdadeiramente com os Açores, com o seu ecossistema de investigação e de inovação”. Portugal “é uma nação atlântica com profundidade estratégica, e os Açores são a peça-chave desse posicionamento geopolítico”, vincou. Neste contexto, “a Base das Lajes, chão açoriano, deve continuar a servir a segurança internacional, mas deve também servir o desenvolvimento dos Açores e o futuro de Portugal”, salientou. O Vice-Presidente concluiu sublinhando que “a Autonomia não é um conceito abstrato, exerce-se aqui, no coração do Atlântico. Que o futuro das Lajes seja escrito com a tinta do progresso para a nossa Região Autónoma e com a garantia de que o bem-estar do nosso povo esteja acima de qualquer conveniência nacional”.