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Secretaria Regional da Agricultura e Alimentação
Estatuto da Agricultura Familiar atinge recorde de 1.500 candidaturas e 3.700 hectares reconhecidos, adianta António Ventura
Estatuto da Agricultura Familiar atinge recorde de 1.500 candidaturas e 3.700 hectares reconhecidos, adianta António Ventura
Secretaria Regional da Agricultura e Alimentação
Açores aumentam área rearborizada e reforçam gestão ativa dos ecossistemas florestais
Açores aumentam área rearborizada e reforçam gestão ativa dos ecossistemas florestais
Secretaria Regional da Agricultura e Alimentação
Governo dos Açores assinala Dia Mundial do Queijo valorizando a sua identidade e valor económico
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29 de Janeiro 2026
Estatuto da Agricultura Familiar atinge recorde de 1.500 candidaturas e 3.700 hectares reconhecidos, adianta António Ventura
27 de Janeiro 2026
Açores aumentam área rearborizada e reforçam gestão ativa dos ecossistemas florestais
20 de Janeiro 2026
Governo dos Açores assinala Dia Mundial do Queijo valorizando a sua identidade e valor económico
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Nota de Imprensa
29 de Janeiro 2026
Estatuto da Agricultura Familiar atinge recorde de 1.500 candidaturas e 3.700 hectares reconhecidos, adianta António Ventura
A Região Autónoma dos Açores registou, entre agosto de 2020 e agosto de 2025, a receção de 1.536 candidaturas ao Estatuto da Agricultura Familiar, com uma expressiva taxa de aprovação de 97%. O Secretário Regional da Agricultura e Alimentação, António Ventura, sublinhou que estes resultados demonstram uma “forte adesão deste regime no tecido agrícola açoriano”, que conta atualmente com 3.739 hectares reconhecidos em todo o arquipélago. “Estes resultados mostram claramente que a Agricultura Familiar é hoje um pilar essencial da sustentabilidade agrícola dos Açores”, sustenta o governante. Para António Ventura, “a consolidação deste regime reforça o compromisso da Região com um modelo agrícola sustentável, próximo das comunidades e alinhado com os desafios climáticos, económicos e sociais atuais”. A distribuição das candidaturas revela uma forte concentração nas ilhas Terceira (28%), Graciosa (22%) e São Jorge (22%), que em conjunto representam 72% do total regional. Em termos de área afeta ao regime, a ilha de São Jorge destaca-se com 1.753 hectares, seguida de Santa Maria (642 ha) e da Graciosa (507 ha). Os dados revelam ainda que a agricultura familiar nos Açores é caracterizada por pequenas e médias explorações, com cerca de 60% das unidades a apresentarem uma área inferior a 10 hectares. Outro indicador relevante é a dedicação laboral: em média, a mão de obra familiar apresenta 109% da necessidade estimada da exploração, evidenciando o envolvimento direto e a resiliência das famílias agricultoras açorianas. O perfil dos titulares mostra uma presença significativa de novas gerações, com os agricultores até aos 40 anos a representarem 24,5% do total de candidaturas. A idade dos titulares compreende um intervalo entre os 21 e os 82 anos, estando a maioria concentrada na faixa etária dos 41 aos 60 anos. António Ventura destaca também o impacto positivo da evolução legislativa: “O atual regime jurídico, suportado pelo Decreto Legislativo Regional n.º 22/2022/A, introduziu melhorias significativas ao focar o estatuto exclusivamente em pessoas singulares”. Esta alteração permitiu afunilar os apoios e garantir que o regime cumpre a sua missão de valorizar quem vive e trabalha diretamente a terra. O Governo Regional reafirma assim a Agricultura Familiar como um modelo de proximidade indispensável para a coesão territorial, garantindo a manutenção da paisagem e o fortalecimento das economias locais em todas as ilhas da Região.
29 de Janeiro 2026
Estatuto da Agricultura Familiar atinge recorde de 1.500 candidaturas e 3.700 hectares reconhecidos, adianta António Ventura
A Região Autónoma dos Açores registou, entre agosto de 2020 e agosto de 2025, a receção de 1.536 candidaturas ao Estatuto da Agricultura Familiar, com uma expressiva taxa de aprovação de 97%. O Secretário Regional da Agricultura e Alimentação, António Ventura, sublinhou que estes resultados demonstram uma “forte adesão deste regime no tecido agrícola açoriano”, que conta atualmente com 3.739 hectares reconhecidos em todo o arquipélago. “Estes resultados mostram claramente que a Agricultura Familiar é hoje um pilar essencial da sustentabilidade agrícola dos Açores”, sustenta o governante. Para António Ventura, “a consolidação deste regime reforça o compromisso da Região com um modelo agrícola sustentável, próximo das comunidades e alinhado com os desafios climáticos, económicos e sociais atuais”. A distribuição das candidaturas revela uma forte concentração nas ilhas Terceira (28%), Graciosa (22%) e São Jorge (22%), que em conjunto representam 72% do total regional. Em termos de área afeta ao regime, a ilha de São Jorge destaca-se com 1.753 hectares, seguida de Santa Maria (642 ha) e da Graciosa (507 ha). Os dados revelam ainda que a agricultura familiar nos Açores é caracterizada por pequenas e médias explorações, com cerca de 60% das unidades a apresentarem uma área inferior a 10 hectares. Outro indicador relevante é a dedicação laboral: em média, a mão de obra familiar apresenta 109% da necessidade estimada da exploração, evidenciando o envolvimento direto e a resiliência das famílias agricultoras açorianas. O perfil dos titulares mostra uma presença significativa de novas gerações, com os agricultores até aos 40 anos a representarem 24,5% do total de candidaturas. A idade dos titulares compreende um intervalo entre os 21 e os 82 anos, estando a maioria concentrada na faixa etária dos 41 aos 60 anos. António Ventura destaca também o impacto positivo da evolução legislativa: “O atual regime jurídico, suportado pelo Decreto Legislativo Regional n.º 22/2022/A, introduziu melhorias significativas ao focar o estatuto exclusivamente em pessoas singulares”. Esta alteração permitiu afunilar os apoios e garantir que o regime cumpre a sua missão de valorizar quem vive e trabalha diretamente a terra. O Governo Regional reafirma assim a Agricultura Familiar como um modelo de proximidade indispensável para a coesão territorial, garantindo a manutenção da paisagem e o fortalecimento das economias locais em todas as ilhas da Região.
Nota de Imprensa
27 de Janeiro 2026
Açores aumentam área rearborizada e reforçam gestão ativa dos ecossistemas florestais
A Região Autónoma dos Açores registou, em 2025, um aumento de 16,8% na área arborizada face ao ano anterior, totalizando cerca de 141,5 hectares de novas intervenções. O Secretário Regional da Agricultura e Alimentação, António Ventura, sublinha que este crescimento demonstra o compromisso do Governo Regional com a recuperação e valorização do património florestal açoriano. “O aumento da área rearborizada em 2025 demonstra o compromisso firme do Governo Regional com a recuperação e valorização do património florestal açoriano, confirmando que estamos a consolidar um caminho de gestão ativa das nossas florestas que reforça simultaneamente a sua resiliência ambiental e a sua importância económica”, afirma o governante, baseando-se nos dados da Direção Regional dos Recursos Florestais e Ordenamento Territorial. Em 2025, foram cedidas 493.568 plantas através dos Viveiros Florestais da Região. As empresas e entidades particulares foram responsáveis pela arborização de cerca de 73,7 hectares, um valor significativo num ano de transição entre quadros comunitários. “Perspetiva-se que, com a entrada em vigor dos apoios do PEPAC, haja um incremento significativo das áreas arborizadas por entidades privadas, particularmente através da florestação de pastagens marginais, contribuindo para elevar a taxa de arborização do arquipélago, que se situa atualmente nos 31%”, referiu António Ventura. De salientar também o papel do Governo Regional dos Açores, com intervenções de arborização em 2025 em cerca de 60 hectares, quer com meios próprios quer com recurso a parcerias, estando grande parte destas arborizações associadas à gestão dos Perímetros Florestais públicos ou à execução de projetos comunitários, como por exemplo os cofinanciados pelo programa LIFE. Destacam-se ainda ações de arborização por parte de autarquias, associações e coletividades em cerca de 7,8 hectares. A estratégia de plantação diferenciou-se consoante os objetivos de cada área. A criptoméria manteve a preferência para produção florestal, ocupando cerca de 70 hectares. Já em áreas destinadas à conservação e recuperação da biodiversidade, priorizaram-se as espécies nativas, como o cedro-do-mato, o louro, a ginja e o azevinho, com a utilização de 178.551 plantas em 40 hectares. “Este reforço das intervenções de rearborização integra-se numa estratégia ampla de adaptação às alterações climáticas, de proteção dos solos e de regulação hídrica, refletindo também uma seleção criteriosa das espécies”, explica o Secretário Regional. O governante destaca ainda a utilização de espécies ornamentais, como carvalhos e camélias, para a qualificação paisagística de áreas públicas. O reforço das intervenções de rearborização em 2025 insere-se num esforço mais amplo de recuperação de áreas degradadas e aumento da produtividade da floresta açoriana, aumento da capacidade de regulação hídrica e conservação dos solos, valorização dos serviços dos ecossistemas, bem como na construção de uma paisagem mais diversificada e equilibrada, capaz de promover a resiliência climática do território.
27 de Janeiro 2026
Açores aumentam área rearborizada e reforçam gestão ativa dos ecossistemas florestais
A Região Autónoma dos Açores registou, em 2025, um aumento de 16,8% na área arborizada face ao ano anterior, totalizando cerca de 141,5 hectares de novas intervenções. O Secretário Regional da Agricultura e Alimentação, António Ventura, sublinha que este crescimento demonstra o compromisso do Governo Regional com a recuperação e valorização do património florestal açoriano. “O aumento da área rearborizada em 2025 demonstra o compromisso firme do Governo Regional com a recuperação e valorização do património florestal açoriano, confirmando que estamos a consolidar um caminho de gestão ativa das nossas florestas que reforça simultaneamente a sua resiliência ambiental e a sua importância económica”, afirma o governante, baseando-se nos dados da Direção Regional dos Recursos Florestais e Ordenamento Territorial. Em 2025, foram cedidas 493.568 plantas através dos Viveiros Florestais da Região. As empresas e entidades particulares foram responsáveis pela arborização de cerca de 73,7 hectares, um valor significativo num ano de transição entre quadros comunitários. “Perspetiva-se que, com a entrada em vigor dos apoios do PEPAC, haja um incremento significativo das áreas arborizadas por entidades privadas, particularmente através da florestação de pastagens marginais, contribuindo para elevar a taxa de arborização do arquipélago, que se situa atualmente nos 31%”, referiu António Ventura. De salientar também o papel do Governo Regional dos Açores, com intervenções de arborização em 2025 em cerca de 60 hectares, quer com meios próprios quer com recurso a parcerias, estando grande parte destas arborizações associadas à gestão dos Perímetros Florestais públicos ou à execução de projetos comunitários, como por exemplo os cofinanciados pelo programa LIFE. Destacam-se ainda ações de arborização por parte de autarquias, associações e coletividades em cerca de 7,8 hectares. A estratégia de plantação diferenciou-se consoante os objetivos de cada área. A criptoméria manteve a preferência para produção florestal, ocupando cerca de 70 hectares. Já em áreas destinadas à conservação e recuperação da biodiversidade, priorizaram-se as espécies nativas, como o cedro-do-mato, o louro, a ginja e o azevinho, com a utilização de 178.551 plantas em 40 hectares. “Este reforço das intervenções de rearborização integra-se numa estratégia ampla de adaptação às alterações climáticas, de proteção dos solos e de regulação hídrica, refletindo também uma seleção criteriosa das espécies”, explica o Secretário Regional. O governante destaca ainda a utilização de espécies ornamentais, como carvalhos e camélias, para a qualificação paisagística de áreas públicas. O reforço das intervenções de rearborização em 2025 insere-se num esforço mais amplo de recuperação de áreas degradadas e aumento da produtividade da floresta açoriana, aumento da capacidade de regulação hídrica e conservação dos solos, valorização dos serviços dos ecossistemas, bem como na construção de uma paisagem mais diversificada e equilibrada, capaz de promover a resiliência climática do território.