Secretaria Regional da Agricultura e Alimentação
António Ventura assinala sucesso da Feira Agrícola Açores 2026, "verdadeira montra da excelência e vitalidade do setor”
António Ventura assinala sucesso da Feira Agrícola Açores 2026, "verdadeira montra da excelência e vitalidade do setor”
Secretaria Regional da Agricultura e Alimentação
Governo dos Açores avança com combate biológico à vespa-do-castanheiro
Governo dos Açores avança com combate biológico à vespa-do-castanheiro
Secretaria Regional da Agricultura e Alimentação
Governo dos Açores assinala Dia Mundial da Sanidade Vegetal com modernização da rede de avisos agrícolas
Governo dos Açores assinala Dia Mundial da Sanidade Vegetal com modernização da rede de avisos agrícolas
16 de Junho 2026
António Ventura assinala sucesso da Feira Agrícola Açores 2026, "verdadeira montra da excelência e vitalidade do setor”
15 de Junho 2026
Governo dos Açores avança com combate biológico à vespa-do-castanheiro
12 de Maio 2026
Governo dos Açores assinala Dia Mundial da Sanidade Vegetal com modernização da rede de avisos agrícolas
Nota de Boas Vindas
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A Direção Regional da Agricultura, Veterinária e Alimentação (DRAVA) é o departamento da Secretaria Regional da Agricultura e Alimentação (SRAA) que tem por missão contribuir para a definição da política regional nos domínios da agricultura, pecuária, segurança e abastecimento alimentar, proteção e saúde animal, proteção vegetal e fitossanidade, formação, investigação e vulgarização agrorrural, bem como coordenar, orientar e controlar a execução da política, medidas e ações dessas áreas.
Esta entidade é ainda responsável pelos seguintes serviços:
- Direção de Serviços de Veterinária e Alimentação (DSVA) e Laboratório Regional de Veterinária;
- Direção de Serviços de Agricultura e Desenvolvimento Agrário (DSADA) e Laboratório Regional de Sanidade Vegetal; e
- Divisão Administrativa, Financeira e de Planeamento.
Nota de Imprensa
16 de Junho 2026
António Ventura assinala sucesso da Feira Agrícola Açores 2026, "verdadeira montra da excelência e vitalidade do setor”
A Feira Agrícola Açores 2026 encerrou, no Parque Multissetorial da Ilha Terceira, com um balanço extremamente positivo, consolidando-se como o maior e mais relevante certame agropecuário da Região Autónoma dos Açores. Ao longo de três dias, o evento reuniu milhares de visitantes, produtores, associações e empresas em torno da excelência do mundo rural açoriano. Para o Secretário Regional da Agricultura e Alimentação, António Ventura, a avaliação desta edição é clara: “O balanço é simples: foi um sucesso que afirmou e potenciou a agricultura na região e no exterior”, diz. O governante fez questão de sublinhar que a Feira Agrícola Açores “voltou a demonstrar a vitalidade, a capacidade de inovação e a qualidade do setor agrícola regional, constituindo uma verdadeira montra da excelência da agricultura açoriana e do trabalho desenvolvido diariamente pelos agricultores e produtores da Região”. Este certame de grande envergadura resultou de um forte trabalho de cooperação e parceria institucional entre a Secretaria Regional da Agricultura e Alimentação - através da Direção Regional da Agricultura, Veterinária e Alimentação e do Serviço de Desenvolvimento Agrário da Ilha Terceira -, a Federação Agrícola dos Açores e a Associação Agrícola da Ilha Terceira. Durante o evento, o público teve a oportunidade de contactar de perto com a diversidade da produção regional através de uma vasta mostra pecuária que integrou mais de 250 animais. Os concursos assumiram particular destaque, evidenciando o trabalho de topo desenvolvido pelos produtores açorianos ao nível da seleção genética e do melhoramento animal nas vertentes de leite, carne, equinos, ovinos e caprinos. As raças autóctones tiveram também um espaço de relevo, sublinhando-se o seu elevado valor agrícola, genético e cultural. Para além da vertente expositiva, a Feira Açores 2026 distinguiu-se por uma forte componente técnica e formativa. O programa incluiu workshops, palestras, demonstrações práticas e provas comentadas, com o objetivo de promover a inovação, a adoção de boas práticas de sustentabilidade, a tecnologia agrícola e a transferência de conhecimento. A dimensão pedagógica e interativa do evento foi reforçada com atividades equestres, demonstrações caninas (incluindo a demonstração cinotécnica da PSP) e concursos de produtos hortícolas, frutícolas, floricultura, mel e arranjos florais. A forte componente cultural e recreativa atraiu centenas de famílias e jovens, proporcionando momentos de convívio que ditaram a elevada adesão do público. Mais do que um evento expositivo, a Feira Açores 2026 confirmou-se como o grande ponto de encontro da agricultura regional, cimentando a proximidade entre produtores e consumidores e valorizando, de forma inequívoca, o mundo rural como um elemento estruturante da identidade e da economia dos Açores.
16 de Junho 2026
António Ventura assinala sucesso da Feira Agrícola Açores 2026, "verdadeira montra da excelência e vitalidade do setor”
A Feira Agrícola Açores 2026 encerrou, no Parque Multissetorial da Ilha Terceira, com um balanço extremamente positivo, consolidando-se como o maior e mais relevante certame agropecuário da Região Autónoma dos Açores. Ao longo de três dias, o evento reuniu milhares de visitantes, produtores, associações e empresas em torno da excelência do mundo rural açoriano. Para o Secretário Regional da Agricultura e Alimentação, António Ventura, a avaliação desta edição é clara: “O balanço é simples: foi um sucesso que afirmou e potenciou a agricultura na região e no exterior”, diz. O governante fez questão de sublinhar que a Feira Agrícola Açores “voltou a demonstrar a vitalidade, a capacidade de inovação e a qualidade do setor agrícola regional, constituindo uma verdadeira montra da excelência da agricultura açoriana e do trabalho desenvolvido diariamente pelos agricultores e produtores da Região”. Este certame de grande envergadura resultou de um forte trabalho de cooperação e parceria institucional entre a Secretaria Regional da Agricultura e Alimentação - através da Direção Regional da Agricultura, Veterinária e Alimentação e do Serviço de Desenvolvimento Agrário da Ilha Terceira -, a Federação Agrícola dos Açores e a Associação Agrícola da Ilha Terceira. Durante o evento, o público teve a oportunidade de contactar de perto com a diversidade da produção regional através de uma vasta mostra pecuária que integrou mais de 250 animais. Os concursos assumiram particular destaque, evidenciando o trabalho de topo desenvolvido pelos produtores açorianos ao nível da seleção genética e do melhoramento animal nas vertentes de leite, carne, equinos, ovinos e caprinos. As raças autóctones tiveram também um espaço de relevo, sublinhando-se o seu elevado valor agrícola, genético e cultural. Para além da vertente expositiva, a Feira Açores 2026 distinguiu-se por uma forte componente técnica e formativa. O programa incluiu workshops, palestras, demonstrações práticas e provas comentadas, com o objetivo de promover a inovação, a adoção de boas práticas de sustentabilidade, a tecnologia agrícola e a transferência de conhecimento. A dimensão pedagógica e interativa do evento foi reforçada com atividades equestres, demonstrações caninas (incluindo a demonstração cinotécnica da PSP) e concursos de produtos hortícolas, frutícolas, floricultura, mel e arranjos florais. A forte componente cultural e recreativa atraiu centenas de famílias e jovens, proporcionando momentos de convívio que ditaram a elevada adesão do público. Mais do que um evento expositivo, a Feira Açores 2026 confirmou-se como o grande ponto de encontro da agricultura regional, cimentando a proximidade entre produtores e consumidores e valorizando, de forma inequívoca, o mundo rural como um elemento estruturante da identidade e da economia dos Açores.
Nota de Imprensa
15 de Junho 2026
Governo dos Açores avança com combate biológico à vespa-do-castanheiro
O Governo dos Açores, através da Secretaria Regional da Agricultura e Alimentação, iniciou no passado dia 9 de junho a primeira fase da estratégia de luta biológica contra a vespa-das-galhas-do-castanheiro (Dryocosmus kuriphilus), avançando com a libertação controlada do parasitoide Torymus sinensis em seis localidades da ilha Terceira. Para o Secretário Regional da Agricultura e Alimentação, António Ventura, esta intervenção representa “um passo importante na proteção do património agrícola regional e na defesa de uma cultura com forte valor económico, social e identitário para várias comunidades açorianas”. A ação no terreno decorre no âmbito de um contrato celebrado entre a Direção Regional da Agricultura, Veterinária e Alimentação e a Fundação Gaspar Frutuoso, representando um investimento do Executivo na ordem dos 71.920 euros. O objetivo primordial é realizar uma avaliação de risco rigorosa sobre a introdução deste agente e testar a sua adaptação e eficácia nas condições edafoclimáticas dos Açores. “Estamos a desenvolver, em parceria com a Universidade dos Açores, uma experimentação que inclui a avaliação de risco associada à introdução deste parasitoide de controlo biológico. Trata-se de uma estratégia que visa proteger os produtores, preservar os castanheiros e assegurar a continuidade desta cultura para as gerações futuras”, sublinha o governante. Nesta primeira fase experimental, foram largados 1.140 parasitoides, distribuídos por seis conjuntos de 190 exemplares (120 fêmeas e 70 machos cada). As libertações ocorreram em áreas estratégicas da ilha Terceira, nomeadamente na Arrochela, Biscoitos, Quatro Ribeiras, Vinha Brava, Terra Chã e Penha de França. Originária da China, e detetada pela primeira vez no país (Continente e Madeira) em 2014, esta espécie invasora ataca os gomos e folhas da árvore, provocando a formação de galhas que afetam gravemente a produção e a qualidade da castanha, podendo conduzir ao declínio progressivo dos castanheiros. Até ao momento, os serviços da tutela têm atuado essencialmente através da monitorização e erradicação manual destas galhas. Apesar de a área de produção de castanha nos Açores ser relativamente reduzida (cerca de 1.589 hectares), a cultura representa um nicho de mercado muito relevante e um património agrícola de excelência. Na ilha Terceira, por exemplo, a castanha mantém uma forte e antiga tradição em freguesias como a Terra Chã, São Pedro, Posto Santo, São Mateus e São Bartolomeu. A luta biológica com recurso ao Torymus sinensis é hoje reconhecida internacionalmente como o método mais eficaz e sustentável para o controlo desta praga, sendo já utilizado com sucesso no resto do território nacional desde 2015. Com esta iniciativa técnica e científica, o Governo dos Açores reforça o seu compromisso com a proteção fitossanitária das culturas regionais, assegurando soluções seguras para salvaguardar a biodiversidade dos ecossistemas e a rentabilidade do setor agrícola açoriano.
15 de Junho 2026
Governo dos Açores avança com combate biológico à vespa-do-castanheiro
O Governo dos Açores, através da Secretaria Regional da Agricultura e Alimentação, iniciou no passado dia 9 de junho a primeira fase da estratégia de luta biológica contra a vespa-das-galhas-do-castanheiro (Dryocosmus kuriphilus), avançando com a libertação controlada do parasitoide Torymus sinensis em seis localidades da ilha Terceira. Para o Secretário Regional da Agricultura e Alimentação, António Ventura, esta intervenção representa “um passo importante na proteção do património agrícola regional e na defesa de uma cultura com forte valor económico, social e identitário para várias comunidades açorianas”. A ação no terreno decorre no âmbito de um contrato celebrado entre a Direção Regional da Agricultura, Veterinária e Alimentação e a Fundação Gaspar Frutuoso, representando um investimento do Executivo na ordem dos 71.920 euros. O objetivo primordial é realizar uma avaliação de risco rigorosa sobre a introdução deste agente e testar a sua adaptação e eficácia nas condições edafoclimáticas dos Açores. “Estamos a desenvolver, em parceria com a Universidade dos Açores, uma experimentação que inclui a avaliação de risco associada à introdução deste parasitoide de controlo biológico. Trata-se de uma estratégia que visa proteger os produtores, preservar os castanheiros e assegurar a continuidade desta cultura para as gerações futuras”, sublinha o governante. Nesta primeira fase experimental, foram largados 1.140 parasitoides, distribuídos por seis conjuntos de 190 exemplares (120 fêmeas e 70 machos cada). As libertações ocorreram em áreas estratégicas da ilha Terceira, nomeadamente na Arrochela, Biscoitos, Quatro Ribeiras, Vinha Brava, Terra Chã e Penha de França. Originária da China, e detetada pela primeira vez no país (Continente e Madeira) em 2014, esta espécie invasora ataca os gomos e folhas da árvore, provocando a formação de galhas que afetam gravemente a produção e a qualidade da castanha, podendo conduzir ao declínio progressivo dos castanheiros. Até ao momento, os serviços da tutela têm atuado essencialmente através da monitorização e erradicação manual destas galhas. Apesar de a área de produção de castanha nos Açores ser relativamente reduzida (cerca de 1.589 hectares), a cultura representa um nicho de mercado muito relevante e um património agrícola de excelência. Na ilha Terceira, por exemplo, a castanha mantém uma forte e antiga tradição em freguesias como a Terra Chã, São Pedro, Posto Santo, São Mateus e São Bartolomeu. A luta biológica com recurso ao Torymus sinensis é hoje reconhecida internacionalmente como o método mais eficaz e sustentável para o controlo desta praga, sendo já utilizado com sucesso no resto do território nacional desde 2015. Com esta iniciativa técnica e científica, o Governo dos Açores reforça o seu compromisso com a proteção fitossanitária das culturas regionais, assegurando soluções seguras para salvaguardar a biodiversidade dos ecossistemas e a rentabilidade do setor agrícola açoriano.