Presidência do Governo Regional
José Manuel Bolieiro visita OKEANOS e o MARTEC e destaca investimento no Cluster do Mar
José Manuel Bolieiro visita OKEANOS e o MARTEC e destaca investimento no Cluster do Mar
Presidência do Governo Regional
José Manuel Bolieiro saúda novo Presidente da FLAD e reforça “centralidade dos Açores no Atlântico”
José Manuel Bolieiro saúda novo Presidente da FLAD e reforça “centralidade dos Açores no Atlântico”
Presidência do Governo Regional
José Manuel Bolieiro afirma a “identidade” dos Açores como vantagem geopolítica e geoestratégica
José Manuel Bolieiro afirma a “identidade” dos Açores como vantagem geopolítica e geoestratégica
13 de Janeiro 2026
José Manuel Bolieiro visita OKEANOS e o MARTEC e destaca investimento no Cluster do Mar
13 de Janeiro 2026
José Manuel Bolieiro saúda novo Presidente da FLAD e reforça “centralidade dos Açores no Atlântico”
12 de Janeiro 2026
José Manuel Bolieiro afirma a “identidade” dos Açores como vantagem geopolítica e geoestratégica
Nota de Boas Vindas
Bem vindo ao sítio web do Presidente do XIV Governo Regional dos Açores.
Nota de Imprensa
13 de Janeiro 2026
José Manuel Bolieiro visita OKEANOS e o MARTEC e destaca investimento no Cluster do Mar
O Presidente do Governo dos Açores, José Manuel Bolieiro, esteve hoje na ilha do Faial, acompanhado pelo Ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, na continuidade do roteiro de ciência e inovação que começou na passada sexta-feira, em São Miguel, e que incluiu também uma visita à ilha de Santa Maria. A deslocação teve como objetivo aprofundar o conhecimento sobre as capacidades científicas e tecnológicas instaladas na Região e reforçar o potencial estratégico dos Açores no contexto do mar e da projeção atlântica de Portugal. No Faial, a agenda centrou-se no domínio do mar, com uma visita à Universidade dos Açores, no Instituto OKEANOS – Instituto de Investigação em Ciências do Mar, seguindo-se a deslocação à obra do Tecnopolo – MARTEC, infraestrutura em desenvolvimento que pretende reforçar a ligação entre investigação, inovação e economia do mar. O programa incluiu ainda um ‘briefing’ do Secretário Regional do Mar e das Pescas, dedicado às “Questões Tecnológicas do Mar”, com enfoque nos desafios e oportunidades do setor. Estas visitas decorrem num quadro de investimento estratégico apoiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), através da componente C10-i04-RAA – Desenvolvimento do “Cluster do Mar dos Açores”, com um apoio financeiro de 48,1 milhões de euros. O investimento pretende reforçar infraestruturas científicas fixas e móveis para a investigação em ciências do mar, numa Região marcada pela dispersão geográfica do arquipélago, pela dimensão da sua Zona Económica Exclusiva e pelo afastamento face a centros continentais de investigação. O plano prevê a construção de um navio moderno de investigação, com elevados padrões tecnológicos e desempenho energético, destinado a responder às necessidades atuais de investigação e monitorização marinha e à promoção do uso sustentável do oceano. Estão igualmente previstos dois módulos a incorporar na operação — um de arrasto e um ROV (veículo aquático operado remotamente) — e a criação de um centro experimental de investigação e desenvolvimento ligado ao mar, partilhado com instituições do Sistema Científico e Tecnológico dos Açores e empresas. Esse centro integrará uma “incubadora azul” e um centro de aquicultura dos Açores, dinamizando áreas como as pescas, a biotecnologia marinha, os biomateriais e as tecnologias e engenharias do mar. A execução do investimento deverá estar concluída até junho de 2026. José Manuel Bolieiro enquadrou este trabalho no papel atlântico dos Açores e na dimensão marítima do país, defendendo que “o país inteiro, se conhecer a dimensão inteira do seu território, designadamente através dos Açores, a sua dimensão marítima, a sua projeção atlântica, o seu domínio espacial, é um grande país no contexto europeu”. Para o Presidente do Governo, essa dimensão “confere responsabilidades” no investimento estratégico e no conhecimento do potencial nacional, com relevância europeia e global, “desde logo na relação transatlântica”. O líder do executivo açoriano sublinhou ainda que “a ciência, a tecnologia e a capacidade de inovação darão bons impulsos” para objetivos como “o crescimento económico e a competitividade”, considerando fundamental trabalhar com base no conhecimento das capacidades já existentes e do potencial por desenvolver: “é o conhecimento deste potencial que nos congrega em sinergias para reforçar estas capacidades”. Reconhecendo o contributo do PRR nesta fase, José Manuel Bolieiro defendeu que é necessário preparar o futuro: “tendo em conta o seu fim, é preciso começar a delinear estratégias para novos fundos, novas oportunidades”, garantindo continuidade e retorno do investimento. A ambição passa por “potenciar retorno de investimento, de desenvolvimento, de competitividade, segurança e defesa, para Portugal”, reforçando que “os Açores são esta referência” e que “o mar português é imenso no contexto da União Europeia”. A visita contou com a presença do Secretário Regional do Mar e das Pescas, Mário Rui Pinho, do Presidente da Câmara Municipal da Horta, Carlos Ferreira, da Reitora da Universidade dos Açores, Susana Mira Leal, e do Diretor do Instituto OKEANOS, Gui Menezes, sublinhando a articulação entre Governo, autarquia e academia na afirmação do Faial como polo de conhecimento e inovação ligados ao mar.
13 de Janeiro 2026
José Manuel Bolieiro visita OKEANOS e o MARTEC e destaca investimento no Cluster do Mar
O Presidente do Governo dos Açores, José Manuel Bolieiro, esteve hoje na ilha do Faial, acompanhado pelo Ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, na continuidade do roteiro de ciência e inovação que começou na passada sexta-feira, em São Miguel, e que incluiu também uma visita à ilha de Santa Maria. A deslocação teve como objetivo aprofundar o conhecimento sobre as capacidades científicas e tecnológicas instaladas na Região e reforçar o potencial estratégico dos Açores no contexto do mar e da projeção atlântica de Portugal. No Faial, a agenda centrou-se no domínio do mar, com uma visita à Universidade dos Açores, no Instituto OKEANOS – Instituto de Investigação em Ciências do Mar, seguindo-se a deslocação à obra do Tecnopolo – MARTEC, infraestrutura em desenvolvimento que pretende reforçar a ligação entre investigação, inovação e economia do mar. O programa incluiu ainda um ‘briefing’ do Secretário Regional do Mar e das Pescas, dedicado às “Questões Tecnológicas do Mar”, com enfoque nos desafios e oportunidades do setor. Estas visitas decorrem num quadro de investimento estratégico apoiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), através da componente C10-i04-RAA – Desenvolvimento do “Cluster do Mar dos Açores”, com um apoio financeiro de 48,1 milhões de euros. O investimento pretende reforçar infraestruturas científicas fixas e móveis para a investigação em ciências do mar, numa Região marcada pela dispersão geográfica do arquipélago, pela dimensão da sua Zona Económica Exclusiva e pelo afastamento face a centros continentais de investigação. O plano prevê a construção de um navio moderno de investigação, com elevados padrões tecnológicos e desempenho energético, destinado a responder às necessidades atuais de investigação e monitorização marinha e à promoção do uso sustentável do oceano. Estão igualmente previstos dois módulos a incorporar na operação — um de arrasto e um ROV (veículo aquático operado remotamente) — e a criação de um centro experimental de investigação e desenvolvimento ligado ao mar, partilhado com instituições do Sistema Científico e Tecnológico dos Açores e empresas. Esse centro integrará uma “incubadora azul” e um centro de aquicultura dos Açores, dinamizando áreas como as pescas, a biotecnologia marinha, os biomateriais e as tecnologias e engenharias do mar. A execução do investimento deverá estar concluída até junho de 2026. José Manuel Bolieiro enquadrou este trabalho no papel atlântico dos Açores e na dimensão marítima do país, defendendo que “o país inteiro, se conhecer a dimensão inteira do seu território, designadamente através dos Açores, a sua dimensão marítima, a sua projeção atlântica, o seu domínio espacial, é um grande país no contexto europeu”. Para o Presidente do Governo, essa dimensão “confere responsabilidades” no investimento estratégico e no conhecimento do potencial nacional, com relevância europeia e global, “desde logo na relação transatlântica”. O líder do executivo açoriano sublinhou ainda que “a ciência, a tecnologia e a capacidade de inovação darão bons impulsos” para objetivos como “o crescimento económico e a competitividade”, considerando fundamental trabalhar com base no conhecimento das capacidades já existentes e do potencial por desenvolver: “é o conhecimento deste potencial que nos congrega em sinergias para reforçar estas capacidades”. Reconhecendo o contributo do PRR nesta fase, José Manuel Bolieiro defendeu que é necessário preparar o futuro: “tendo em conta o seu fim, é preciso começar a delinear estratégias para novos fundos, novas oportunidades”, garantindo continuidade e retorno do investimento. A ambição passa por “potenciar retorno de investimento, de desenvolvimento, de competitividade, segurança e defesa, para Portugal”, reforçando que “os Açores são esta referência” e que “o mar português é imenso no contexto da União Europeia”. A visita contou com a presença do Secretário Regional do Mar e das Pescas, Mário Rui Pinho, do Presidente da Câmara Municipal da Horta, Carlos Ferreira, da Reitora da Universidade dos Açores, Susana Mira Leal, e do Diretor do Instituto OKEANOS, Gui Menezes, sublinhando a articulação entre Governo, autarquia e academia na afirmação do Faial como polo de conhecimento e inovação ligados ao mar.
Nota de Imprensa
13 de Janeiro 2026
José Manuel Bolieiro saúda novo Presidente da FLAD e reforça “centralidade dos Açores no Atlântico”
O Presidente do Governo dos Açores, José Manuel Bolieiro, saudou hoje a nomeação de José Manuel Durão Barroso como novo Presidente da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD), sublinhando que a Fundação será liderada por uma personalidade com “experiência, autoridade e reconhecimento internacional”, num tempo em que a ligação transatlântica volta a ser especialmente relevante. José Manuel Bolieiro destacou o percurso de Durão Barroso ao serviço de Portugal e da Europa, recordando que foi Primeiro-Ministro e Presidente da Comissão Europeia, cargos que exigiram capacidade de decisão, visão estratégica e grande sentido de responsabilidade. “É alguém com provas dadas e com uma leitura muito clara do que está em jogo quando falamos do Atlântico, da Europa e da relação com os Estados Unidos”, afirmou. O líder do Governo dos Açores sublinhou ainda a atenção que José Manuel Durão Barroso sempre demonstrou para com a Região, lembrando que conhece bem os Açores e o seu papel na projeção externa do país. “Ao longo do seu percurso, nunca ignorou o valor dos Açores, como território, como ponte e como parte essencial desta relação que Portugal mantém com os Estados Unidos da América”, salientou. Nesse contexto, José Manuel Bolieiro recordou que a FLAD é um instrumento central na aproximação entre Portugal e os Estados Unidos e que, nessa ligação, os Açores têm um lugar próprio e insubstituível. “A nossa geografia e a nossa história colocam-nos no coração do Atlântico. E é aqui, muitas vezes, que esta relação se faz concreta: no diálogo institucional, na cooperação científica e académica, na cultura, na mobilidade e em novas oportunidades que podem beneficiar a Região e o país”, acrescentou. O governante reiterou a disponibilidade do executivo açoriano para continuar a trabalhar com a FLAD, com ambição renovada, “para que a cooperação transatlântica se traduza em projetos e resultados que aproximem pessoas, instituições e comunidades”. No final, José Manuel Bolieiro deixou uma palavra de reconhecimento e solidariedade a Nuno Morais Sarmento, que agora termina funções na presidência da FLAD, agradecendo o trabalho desenvolvido e a forma como, durante o seu mandato, manteve os Açores presentes na ação da Fundação.
13 de Janeiro 2026
José Manuel Bolieiro saúda novo Presidente da FLAD e reforça “centralidade dos Açores no Atlântico”
O Presidente do Governo dos Açores, José Manuel Bolieiro, saudou hoje a nomeação de José Manuel Durão Barroso como novo Presidente da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD), sublinhando que a Fundação será liderada por uma personalidade com “experiência, autoridade e reconhecimento internacional”, num tempo em que a ligação transatlântica volta a ser especialmente relevante. José Manuel Bolieiro destacou o percurso de Durão Barroso ao serviço de Portugal e da Europa, recordando que foi Primeiro-Ministro e Presidente da Comissão Europeia, cargos que exigiram capacidade de decisão, visão estratégica e grande sentido de responsabilidade. “É alguém com provas dadas e com uma leitura muito clara do que está em jogo quando falamos do Atlântico, da Europa e da relação com os Estados Unidos”, afirmou. O líder do Governo dos Açores sublinhou ainda a atenção que José Manuel Durão Barroso sempre demonstrou para com a Região, lembrando que conhece bem os Açores e o seu papel na projeção externa do país. “Ao longo do seu percurso, nunca ignorou o valor dos Açores, como território, como ponte e como parte essencial desta relação que Portugal mantém com os Estados Unidos da América”, salientou. Nesse contexto, José Manuel Bolieiro recordou que a FLAD é um instrumento central na aproximação entre Portugal e os Estados Unidos e que, nessa ligação, os Açores têm um lugar próprio e insubstituível. “A nossa geografia e a nossa história colocam-nos no coração do Atlântico. E é aqui, muitas vezes, que esta relação se faz concreta: no diálogo institucional, na cooperação científica e académica, na cultura, na mobilidade e em novas oportunidades que podem beneficiar a Região e o país”, acrescentou. O governante reiterou a disponibilidade do executivo açoriano para continuar a trabalhar com a FLAD, com ambição renovada, “para que a cooperação transatlântica se traduza em projetos e resultados que aproximem pessoas, instituições e comunidades”. No final, José Manuel Bolieiro deixou uma palavra de reconhecimento e solidariedade a Nuno Morais Sarmento, que agora termina funções na presidência da FLAD, agradecendo o trabalho desenvolvido e a forma como, durante o seu mandato, manteve os Açores presentes na ação da Fundação.