Presidência do Governo Regional
José Manuel Bolieiro destaca papel transformador da APACDAA no seu 50.º aniversário
José Manuel Bolieiro destaca papel transformador da APACDAA no seu 50.º aniversário
Presidência do Governo Regional
José Manuel Bolieiro assinala "maturidade democrática" e reforça aposta no diálogo social nos Açores
José Manuel Bolieiro assinala "maturidade democrática" e reforça aposta no diálogo social nos Açores
Presidência do Governo Regional
José Manuel Bolieiro defende “cultura acessível e próxima” das populações
José Manuel Bolieiro defende “cultura acessível e próxima” das populações
30 de Abril 2026
José Manuel Bolieiro destaca papel transformador da APACDAA no seu 50.º aniversário
29 de Abril 2026
José Manuel Bolieiro assinala "maturidade democrática" e reforça aposta no diálogo social nos Açores
27 de Abril 2026
José Manuel Bolieiro defende “cultura acessível e próxima” das populações
Nota de Boas Vindas
Bem vindo ao sítio web do Presidente do XIV Governo Regional dos Açores.
Nota de Imprensa
30 de Abril 2026
José Manuel Bolieiro destaca papel transformador da APACDAA no seu 50.º aniversário
O Presidente do Governo dos Açores, José Manuel Bolieiro, presidiu hoje à sessão evocativa do 50.º aniversário da Associação de Pais e Amigos das Crianças Deficientes do Arquipélago dos Açores (APACDAA), realizada na sua sede, em Ponta Delgada, num momento marcado pelo reconhecimento do percurso da instituição e pelo enaltecimento do seu impacto social ao longo de meio século. O líder do executivo açoriano destacou o papel “determinante” da Associação na promoção da inclusão e do apoio às famílias, sublinhando que “meio século de existência, envolvendo várias gerações, é a prova de que o amor foi capaz de transformar uma necessidade numa resposta concreta, profundamente humana e humanista”. José Manuel Bolieiro evidenciou ainda que a criação da APACDAA nasceu de uma realidade de isolamento vivida por muitas famílias, permitindo “romper a solidão e criar uma cultura de entreajuda, onde quem mais precisava encontrou força na partilha e na união”. Para o governante, este percurso constitui “uma lição para toda a sociedade”, acrescentando: “aqueles que enfrentam maiores dificuldades foram também os primeiros a afirmar a solidariedade, sendo desejável que todos possam corresponder com o mesmo espírito a quem mais necessita”. O Presidente do Governo dos Açores reforçou que a ação da Associação tem contribuído para a “criação de oportunidades de felicidade para os seus utentes” e para o “despertar de uma consciência coletiva mais solidária”, defendendo que este compromisso deve ser igualmente assumido pelas instituições públicas. “É com amor e solidariedade que se constrói tranquilidade para cada pessoa, mas as instituições não substituem as pessoas, complementam-nas e devem estar ao seu lado”, afirmou. A cerimónia incluiu o descerramento de uma placa comemorativa dos 50 anos da APACDAA, um momento musical e o lançamento do livro “50 Anos da Associação de Pais e Amigos das Crianças Deficientes do Arquipélago dos Açores”, apresentado por Herberto Gomes. A sessão contou ainda com intervenções da Presidente da Direção, Maria José Coelho, e da impulsionadora da Associação, Margarida Garcez, figuras centrais na história e afirmação de uma instituição que continua a ser uma referência na promoção da dignidade, inclusão e qualidade de vida das pessoas com perturbações do desenvolvimento intelectual na Região.
30 de Abril 2026
José Manuel Bolieiro destaca papel transformador da APACDAA no seu 50.º aniversário
O Presidente do Governo dos Açores, José Manuel Bolieiro, presidiu hoje à sessão evocativa do 50.º aniversário da Associação de Pais e Amigos das Crianças Deficientes do Arquipélago dos Açores (APACDAA), realizada na sua sede, em Ponta Delgada, num momento marcado pelo reconhecimento do percurso da instituição e pelo enaltecimento do seu impacto social ao longo de meio século. O líder do executivo açoriano destacou o papel “determinante” da Associação na promoção da inclusão e do apoio às famílias, sublinhando que “meio século de existência, envolvendo várias gerações, é a prova de que o amor foi capaz de transformar uma necessidade numa resposta concreta, profundamente humana e humanista”. José Manuel Bolieiro evidenciou ainda que a criação da APACDAA nasceu de uma realidade de isolamento vivida por muitas famílias, permitindo “romper a solidão e criar uma cultura de entreajuda, onde quem mais precisava encontrou força na partilha e na união”. Para o governante, este percurso constitui “uma lição para toda a sociedade”, acrescentando: “aqueles que enfrentam maiores dificuldades foram também os primeiros a afirmar a solidariedade, sendo desejável que todos possam corresponder com o mesmo espírito a quem mais necessita”. O Presidente do Governo dos Açores reforçou que a ação da Associação tem contribuído para a “criação de oportunidades de felicidade para os seus utentes” e para o “despertar de uma consciência coletiva mais solidária”, defendendo que este compromisso deve ser igualmente assumido pelas instituições públicas. “É com amor e solidariedade que se constrói tranquilidade para cada pessoa, mas as instituições não substituem as pessoas, complementam-nas e devem estar ao seu lado”, afirmou. A cerimónia incluiu o descerramento de uma placa comemorativa dos 50 anos da APACDAA, um momento musical e o lançamento do livro “50 Anos da Associação de Pais e Amigos das Crianças Deficientes do Arquipélago dos Açores”, apresentado por Herberto Gomes. A sessão contou ainda com intervenções da Presidente da Direção, Maria José Coelho, e da impulsionadora da Associação, Margarida Garcez, figuras centrais na história e afirmação de uma instituição que continua a ser uma referência na promoção da dignidade, inclusão e qualidade de vida das pessoas com perturbações do desenvolvimento intelectual na Região.
Nota de Imprensa
29 de Abril 2026
José Manuel Bolieiro assinala "maturidade democrática" e reforça aposta no diálogo social nos Açores
O Presidente do Governo dos Açores, José Manuel Bolieiro, presidiu hoje à cerimónia de encerramento do Encontro dos Conselhos Económicos e Sociais – 50 anos da Autonomia dos Açores, que decorreu no Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas, na Ribeira Grande, deixando uma mensagem marcada pela “valorização do diálogo social” e da construção de consensos na Região. O líder do executivo açoriano destacou o simbolismo do momento, enquadrando-o num ano particularmente relevante para o país. “2026 assinala a consagração da Constituição da República Portuguesa, que instituiu o Estado de direito democrático e consolidou os instrumentos da participação, do diálogo social e do funcionamento das instituições”, afirmou. A este contexto juntam-se os 50 anos da Autonomia Política dos Açores e da Madeira, que José Manuel Bolieiro considerou serem “uma boa razão para valorizar a autonomia como instrumento de descentralização do Estado, de afirmação dos povos insulares e de desenvolvimento de políticas ajustadas às especificidades das ilhas”. Para o Presidente do Governo, este encontro foi, por isso, “oportuno, simbólico e edificador do diálogo social”. José Manuel Bolieiro recordou o facto de ter sido o primeiro secretário-geral do Conselho Regional de Concertação Social dos Açores, sublinhando a ligação que mantém a esta área. “Olho com particular cumplicidade para o diálogo social e para a institucionalização da concertação nos Açores. Foi um momento importante para fortalecer as instituições representativas e afirmar a sociedade autonómica nas suas várias dimensões”, referiu. O governante açoriano destacou também o Acordo de Parceria Estratégica 2023-2028 – Rendimento, Sustentabilidade e Crescimento, celebrado entre o Governo dos Açores e parceiros sociais, como um marco na prática da concertação. “Foi o primeiro acordo desta natureza na Região e um documento verdadeiramente estratégico, que influenciou políticas públicas por via legislativa, regulamentar e governativa, mas também na dinâmica da economia privada”, salientou. Para José Manuel Bolieiro, os resultados alcançados demonstram o valor do compromisso coletivo. “É prova de que vale a pena apostar no diálogo, na negociação e na concertação social. É na humildade democrática que se encontram soluções comuns e se ultrapassam posições intransigentes”, afirmou. O acordo viria a ser revisto em 2024, permitindo a adesão de novos parceiros e reforçando a sua abrangência. O Presidente do Governo dos Açores destacou ainda o entendimento político alcançado com a oposição para a indicação de uma figura independente para o Conselho Económico e Social dos Açores, sublinhando tratar-se de “um exercício de maturidade democrática que dignifica os parceiros sociais e as instituições”. Num olhar sobre o presente, José Manuel Bolieiro manifestou “enorme satisfação” com o nível de desenvolvimento alcançado. “Hoje temos uma Região com maior maturidade política, com um diálogo mais consistente e com uma concertação social que funciona e produz resultados”, afirmou, valorizando o papel do Conselho Económico e Social dos Açores e da Comissão Permanente de Concertação Social. José Manuel Bolieiro deixou um compromisso para o futuro, apontando ao reforço deste modelo. “Queremos construir, em progresso, soluções legislativas que dignifiquem ainda mais o diálogo e a concertação social nos Açores”, disse, defendendo a necessidade de dotar estas estruturas de melhores condições. “É essencial que tenham meios para envolver a sociedade civil na reflexão sobre o presente e o futuro, da nossa economia, do nosso ambiente, da nossa cultura e da nossa identidade, valorizando, acima de tudo, a democracia participativa”, concluiu. A sessão contou com a presença da Presidente do Conselho Económico e Social dos Açores, Piedade Lalanda, do Presidente do Conselho Económico e Social de Portugal, Luís Antunes, e do Presidente do Conselho Económico e Social da Região Autónoma da Madeira, António Abreu.
29 de Abril 2026
José Manuel Bolieiro assinala "maturidade democrática" e reforça aposta no diálogo social nos Açores
O Presidente do Governo dos Açores, José Manuel Bolieiro, presidiu hoje à cerimónia de encerramento do Encontro dos Conselhos Económicos e Sociais – 50 anos da Autonomia dos Açores, que decorreu no Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas, na Ribeira Grande, deixando uma mensagem marcada pela “valorização do diálogo social” e da construção de consensos na Região. O líder do executivo açoriano destacou o simbolismo do momento, enquadrando-o num ano particularmente relevante para o país. “2026 assinala a consagração da Constituição da República Portuguesa, que instituiu o Estado de direito democrático e consolidou os instrumentos da participação, do diálogo social e do funcionamento das instituições”, afirmou. A este contexto juntam-se os 50 anos da Autonomia Política dos Açores e da Madeira, que José Manuel Bolieiro considerou serem “uma boa razão para valorizar a autonomia como instrumento de descentralização do Estado, de afirmação dos povos insulares e de desenvolvimento de políticas ajustadas às especificidades das ilhas”. Para o Presidente do Governo, este encontro foi, por isso, “oportuno, simbólico e edificador do diálogo social”. José Manuel Bolieiro recordou o facto de ter sido o primeiro secretário-geral do Conselho Regional de Concertação Social dos Açores, sublinhando a ligação que mantém a esta área. “Olho com particular cumplicidade para o diálogo social e para a institucionalização da concertação nos Açores. Foi um momento importante para fortalecer as instituições representativas e afirmar a sociedade autonómica nas suas várias dimensões”, referiu. O governante açoriano destacou também o Acordo de Parceria Estratégica 2023-2028 – Rendimento, Sustentabilidade e Crescimento, celebrado entre o Governo dos Açores e parceiros sociais, como um marco na prática da concertação. “Foi o primeiro acordo desta natureza na Região e um documento verdadeiramente estratégico, que influenciou políticas públicas por via legislativa, regulamentar e governativa, mas também na dinâmica da economia privada”, salientou. Para José Manuel Bolieiro, os resultados alcançados demonstram o valor do compromisso coletivo. “É prova de que vale a pena apostar no diálogo, na negociação e na concertação social. É na humildade democrática que se encontram soluções comuns e se ultrapassam posições intransigentes”, afirmou. O acordo viria a ser revisto em 2024, permitindo a adesão de novos parceiros e reforçando a sua abrangência. O Presidente do Governo dos Açores destacou ainda o entendimento político alcançado com a oposição para a indicação de uma figura independente para o Conselho Económico e Social dos Açores, sublinhando tratar-se de “um exercício de maturidade democrática que dignifica os parceiros sociais e as instituições”. Num olhar sobre o presente, José Manuel Bolieiro manifestou “enorme satisfação” com o nível de desenvolvimento alcançado. “Hoje temos uma Região com maior maturidade política, com um diálogo mais consistente e com uma concertação social que funciona e produz resultados”, afirmou, valorizando o papel do Conselho Económico e Social dos Açores e da Comissão Permanente de Concertação Social. José Manuel Bolieiro deixou um compromisso para o futuro, apontando ao reforço deste modelo. “Queremos construir, em progresso, soluções legislativas que dignifiquem ainda mais o diálogo e a concertação social nos Açores”, disse, defendendo a necessidade de dotar estas estruturas de melhores condições. “É essencial que tenham meios para envolver a sociedade civil na reflexão sobre o presente e o futuro, da nossa economia, do nosso ambiente, da nossa cultura e da nossa identidade, valorizando, acima de tudo, a democracia participativa”, concluiu. A sessão contou com a presença da Presidente do Conselho Económico e Social dos Açores, Piedade Lalanda, do Presidente do Conselho Económico e Social de Portugal, Luís Antunes, e do Presidente do Conselho Económico e Social da Região Autónoma da Madeira, António Abreu.