Presidência do Governo Regional
"Europa precisa de descentralizar-se para criar novas centralidades", defende José Manuel Bolieiro
"Europa precisa de descentralizar-se para criar novas centralidades", defende José Manuel Bolieiro
Secretaria Regional do Ambiente e Ação Climática
Nota à imprensa
Nota à imprensa
Secretaria Regional da Juventude, Habitação e Emprego
Maria João Carreiro realça legado físico e social que investimento do PRR em habitação vai deixar nos Açores
Maria João Carreiro realça legado físico e social que investimento do PRR em habitação vai deixar nos Açores
Secretaria Regional da Saúde e Segurança Social
Azores register fewer than 5,000 Social Integration Income beneficaries for the first time
Azores register fewer than 5,000 Social Integration Income beneficaries for the first time
Nota de Imprensa
June 25, 2026 "Europa precisa de descentralizar-se para criar novas centralidades", defende José Manuel Bolieiro O Presidente do Governo dos Açores, José Manuel Bolieiro, defendeu hoje que a União Europeia deve reforçar a sua dimensão atlântica e descentralizar a sua visão estratégica para criar "novas centralidades" que reforcem a sua competitividade, resiliência e relevância geopolítica no mundo. A intervenção decorreu na sessão de abertura da IX New Space Atlantic Summit, conferência anual organizada pela Agência Espacial Portuguesa, que decorre no Técnico Innovation Center, em Lisboa. Subordinada ao tema "A Arquitetura do Poder: Geopolítica na Segunda Era da Exploração Espacial", a edição de 2026 reúne personalidades nacionais e internacionais da indústria, da academia e do setor público para debater os novos paradigmas da soberania, da cooperação e da segurança no domínio do espaço, num momento em que o setor espacial se afirma como um pilar do desenvolvimento socioeconómico e da resiliência da Europa. O lider do executivo açoriano sustentou que "a Europa terá mais futuro se se considerar uma Europa Atlântica", defendendo que o Atlântico representa um ativo estratégico para afirmar o espaço europeu no plano geopolítico, geoeconómico, científico e tecnológico. "A Europa precisa de gerir as oportunidades dirigindo-se para o Atlântico", afirmou, sublinhando que é nesta geografia que se concentram novas possibilidades de desenvolvimento ligadas à economia do conhecimento, à investigação científica, à inovação tecnológica e às economias do futuro. O governante açoriano reiterou a visão de transformar os Açores "de uma Região de necessidades numa Região de oportunidades", considerando que esta geração tem condições para liderar essa mudança. Segundo explicou, essa transformação passa por "valorizar integralmente o território açoriano", não apenas na sua dimensão terrestre, mas também nas suas componentes marítima, oceânica e espacial, colocando a ciência, a tecnologia e a investigação ao serviço do aproveitamento sustentável dos recursos e da criação de novas oportunidades económicas. José Manuel Bolieiro alertou igualmente para a necessidade de a União Europeia atualizar a sua visão estratégica, considerando que continua excessivamente centrada nas fronteiras terrestres de leste e em modelos económicos do passado. "Precisamos de criar, face a este histórico, uma descentralização geradora de novas centralidades", afirmou, defendendo que uma Europa mais voltada para o Atlântico ganhará maior relevância geopolítica, geoestratégica e económica no contexto internacional. Nesse quadro, destacou o papel dos Açores como plataforma privilegiada de ligação entre a Europa e o continente americano, reforçando o relacionamento transatlântico e projetando a União Europeia para o oceano que considera decisivo para o futuro. O Presidente do Governo dos Açores defendeu ainda a criação de instituições europeias mais sensíveis à dimensão atlântica e espacial, sustentando que o investimento público nestas áreas deve assumir um papel estratégico para o futuro próximo da União Europeia. Na sua intervenção, salientou igualmente que as grandes transições em curso, a climática, a energética e digital, dependem, em larga medida, da valorização do Atlântico e do investimento em ciência, tecnologia, investigação e gestão do conhecimento. Para José Manuel Bolieiro, reconhecer o Atlântico como um "ativo estratégico europeu" é uma condição essencial para reforçar a prosperidade, a segurança e a competitividade da União Europeia nas próximas décadas.
June 25, 2026 "Europa precisa de descentralizar-se para criar novas centralidades", defende José Manuel Bolieiro O Presidente do Governo dos Açores, José Manuel Bolieiro, defendeu hoje que a União Europeia deve reforçar a sua dimensão atlântica e descentralizar a sua visão estratégica para criar "novas centralidades" que reforcem a sua competitividade, resiliência e relevância geopolítica no mundo. A intervenção decorreu na sessão de abertura da IX New Space Atlantic Summit, conferência anual organizada pela Agência Espacial Portuguesa, que decorre no Técnico Innovation Center, em Lisboa. Subordinada ao tema "A Arquitetura do Poder: Geopolítica na Segunda Era da Exploração Espacial", a edição de 2026 reúne personalidades nacionais e internacionais da indústria, da academia e do setor público para debater os novos paradigmas da soberania, da cooperação e da segurança no domínio do espaço, num momento em que o setor espacial se afirma como um pilar do desenvolvimento socioeconómico e da resiliência da Europa. O lider do executivo açoriano sustentou que "a Europa terá mais futuro se se considerar uma Europa Atlântica", defendendo que o Atlântico representa um ativo estratégico para afirmar o espaço europeu no plano geopolítico, geoeconómico, científico e tecnológico. "A Europa precisa de gerir as oportunidades dirigindo-se para o Atlântico", afirmou, sublinhando que é nesta geografia que se concentram novas possibilidades de desenvolvimento ligadas à economia do conhecimento, à investigação científica, à inovação tecnológica e às economias do futuro. O governante açoriano reiterou a visão de transformar os Açores "de uma Região de necessidades numa Região de oportunidades", considerando que esta geração tem condições para liderar essa mudança. Segundo explicou, essa transformação passa por "valorizar integralmente o território açoriano", não apenas na sua dimensão terrestre, mas também nas suas componentes marítima, oceânica e espacial, colocando a ciência, a tecnologia e a investigação ao serviço do aproveitamento sustentável dos recursos e da criação de novas oportunidades económicas. José Manuel Bolieiro alertou igualmente para a necessidade de a União Europeia atualizar a sua visão estratégica, considerando que continua excessivamente centrada nas fronteiras terrestres de leste e em modelos económicos do passado. "Precisamos de criar, face a este histórico, uma descentralização geradora de novas centralidades", afirmou, defendendo que uma Europa mais voltada para o Atlântico ganhará maior relevância geopolítica, geoestratégica e económica no contexto internacional. Nesse quadro, destacou o papel dos Açores como plataforma privilegiada de ligação entre a Europa e o continente americano, reforçando o relacionamento transatlântico e projetando a União Europeia para o oceano que considera decisivo para o futuro. O Presidente do Governo dos Açores defendeu ainda a criação de instituições europeias mais sensíveis à dimensão atlântica e espacial, sustentando que o investimento público nestas áreas deve assumir um papel estratégico para o futuro próximo da União Europeia. Na sua intervenção, salientou igualmente que as grandes transições em curso, a climática, a energética e digital, dependem, em larga medida, da valorização do Atlântico e do investimento em ciência, tecnologia, investigação e gestão do conhecimento. Para José Manuel Bolieiro, reconhecer o Atlântico como um "ativo estratégico europeu" é uma condição essencial para reforçar a prosperidade, a segurança e a competitividade da União Europeia nas próximas décadas.
Nota de Imprensa
June 25, 2026 Nota à imprensa A Secretaria Regional do Ambiente e Ação Climática entende ser indispensável repor a verdade dos factos relativamente às recentes declarações do líder do PS/Açores, Francisco César, sobre os bombeiros da Região. As críticas formuladas não correspondem à realidade, ignoram a evolução registada no setor e procuram desvalorizar o significativo trabalho desenvolvido pelo Governo dos Açores nos últimos anos para reforçar os meios, melhorar as condições das corporações e valorizar os bombeiros açorianos. Nesse sentido, a Secretaria Regional do Ambiente e Ação Climática esclarece: As recentes declarações de Francisco César, líder do PS/Açores, sobre os bombeiros dos Açores revelam uma preocupante falta de conhecimento da realidade do setor e uma tentativa pouco séria de apagar tudo o que foi feito nos últimos anos. A Francisco César parece ter chegado o caderno de notas de 2020. O retrato que agora apresenta corresponde, em grande medida, à realidade que este Governo encontrou como herança dos governos socialistas: falta de investimento, meios envelhecidos, associações sem um modelo de financiamento adequado e bombeiros com salários que não acompanhavam a exigência da sua missão. Se o líder do PS/Açores acompanhasse com mais atenção e proximidade o que acontece na Região, saberia que nunca como agora o setor dos bombeiros foi objeto de uma valorização tão concreta, tão expressiva e tão sustentada. Faria falta, provavelmente, passar mais tempo nos Açores para que melhor conhecesse a realidade do setor. É, por isso, particularmente revelador que Francisco César venha agora falar da renovação da “frota vermelha”, quando os governos socialistas deixaram os corpos de bombeiros, desde 2010 e durante mais de uma década, sem a aquisição de uma única viatura desta natureza. Francisco César pode agora tentar reescrever a história, mas os factos são teimosos: durante mais de dez anos, os governos socialistas não adquiriram uma única viatura vermelha para os corpos de bombeiros dos Açores. A isto chama-se amnésia política conveniente. Hoje, enquanto Francisco César escreve inverdades, este Governo já concretizou a aquisição de 28 viaturas vermelhas, tem mais cinco adjudicadas para entrega em 2027 e adquiriu 21 ambulâncias destinadas a reforçar a capacidade de socorro dos corpos de bombeiros açorianos, num investimento que supera os oito milhões de euros em apenas cinco anos. Também parece ter passado despercebido ao líder do PS/Açores que foi este Governo que criou e implementou um modelo de financiamento regular das associações humanitárias, há muito reclamado e nunca concretizado pelos anteriores governos socialistas. Esse apoio, que começou nos 500 mil euros, ascende hoje a 750 mil euros anuais, distribuídos segundo critérios objetivos e transparentes, constituindo um instrumento fundamental para assegurar a sustentabilidade e a previsibilidade financeira das Associações Humanitárias de Bombeiros. É, por isso, curioso que Francisco César venha agora defender a alteração de um modelo que o seu partido nunca foi sequer capaz de criar. Talvez a alternativa que propõe seja o regresso ao modelo praticado pelos governos socialistas: nenhum financiamento regular, nenhum critério definido e zero euros de apoio estruturado às associações humanitárias. Também no plano remuneratório os factos desmontam o discurso do líder do PS/Açores. É lamentável que Francisco César refira que “os bombeiros aguardam há demasiado tempo pela atualização da Portaria da Condições de Trabalho”, quando esse instrumento foi atualizado duas vezes nos últimos dois anos, a última das quais há menos de um ano. Essas declarações são falsas e os bombeiros sabem-no perfeitamente. Em 2020, um bombeiro em início de carreira recebia cerca de 720 euros. Hoje, a base remuneratória é de 1.014 euros, o que representa uma valorização de cerca de 40% em cinco anos. Só nos últimos 2 anos, o aumento salarial na base da carreira foi superior a 150 euros mensais. Nenhum bombeiro em funções operacionais recebe atualmente menos de 1.000 euros, valor que supera em cerca de 10% a remuneração base praticada em Portugal continental. No topo da carreira, um vencimento que pouco ultrapassava os 1.200 euros passou a superar os 1.600 euros. Estes aumentos não resultam de proclamações políticas: resultam de negociação, de diálogo com as associações e de opções financeiras claras assumidas pelo Governo Regional. Na emergência médica pré-hospitalar, o investimento cresceu 70%, passando de 4,9 milhões de euros, em 2020, para 8,3 milhões de euros, em 2026. O número de tripulantes aumentou de 220 para 277, permitindo reforçar as tripulações, melhorar a resposta às populações e aumentar os valores pagos às associações por cada tripulante. Foi igualmente este Governo que criou e implementou um modelo de apoio às Escolas de Infantes e Cadetes, que permitiu aumentar em 57% o número de escolas e em 82% o número de alunos. É assim que se assegura a renovação geracional do setor e se preparam os futuros bombeiros dos Açores: com medidas concretas, financiamento e visão de longo prazo, e não com declarações de ocasião. No conjunto do Sistema Regional de Proteção Civil, foram investidos mais de 60 milhões de euros nos últimos cinco anos, correspondendo os dois últimos anos aos maiores planos de investimento de sempre no setor dos bombeiros nos Açores. Francisco César pode escolher ignorar esta realidade. O que não pode é tentar ludibriar os bombeiros açorianos, as associações humanitárias e a população, fingindo que nada foi feito quando os resultados estão à vista de todos. É legítimo querer mais para os bombeiros. Este Governo também quer e tem-no demonstrado com investimentos, aumentos salariais, renovação de viaturas, reforço de equipas e melhores condições para as associações. O que não é aceitável é transformar as dificuldades que subsistem num exercício de amnésia política sobre aquilo que os governos socialistas deixaram por fazer durante tantos anos.
June 25, 2026 Nota à imprensa A Secretaria Regional do Ambiente e Ação Climática entende ser indispensável repor a verdade dos factos relativamente às recentes declarações do líder do PS/Açores, Francisco César, sobre os bombeiros da Região. As críticas formuladas não correspondem à realidade, ignoram a evolução registada no setor e procuram desvalorizar o significativo trabalho desenvolvido pelo Governo dos Açores nos últimos anos para reforçar os meios, melhorar as condições das corporações e valorizar os bombeiros açorianos. Nesse sentido, a Secretaria Regional do Ambiente e Ação Climática esclarece: As recentes declarações de Francisco César, líder do PS/Açores, sobre os bombeiros dos Açores revelam uma preocupante falta de conhecimento da realidade do setor e uma tentativa pouco séria de apagar tudo o que foi feito nos últimos anos. A Francisco César parece ter chegado o caderno de notas de 2020. O retrato que agora apresenta corresponde, em grande medida, à realidade que este Governo encontrou como herança dos governos socialistas: falta de investimento, meios envelhecidos, associações sem um modelo de financiamento adequado e bombeiros com salários que não acompanhavam a exigência da sua missão. Se o líder do PS/Açores acompanhasse com mais atenção e proximidade o que acontece na Região, saberia que nunca como agora o setor dos bombeiros foi objeto de uma valorização tão concreta, tão expressiva e tão sustentada. Faria falta, provavelmente, passar mais tempo nos Açores para que melhor conhecesse a realidade do setor. É, por isso, particularmente revelador que Francisco César venha agora falar da renovação da “frota vermelha”, quando os governos socialistas deixaram os corpos de bombeiros, desde 2010 e durante mais de uma década, sem a aquisição de uma única viatura desta natureza. Francisco César pode agora tentar reescrever a história, mas os factos são teimosos: durante mais de dez anos, os governos socialistas não adquiriram uma única viatura vermelha para os corpos de bombeiros dos Açores. A isto chama-se amnésia política conveniente. Hoje, enquanto Francisco César escreve inverdades, este Governo já concretizou a aquisição de 28 viaturas vermelhas, tem mais cinco adjudicadas para entrega em 2027 e adquiriu 21 ambulâncias destinadas a reforçar a capacidade de socorro dos corpos de bombeiros açorianos, num investimento que supera os oito milhões de euros em apenas cinco anos. Também parece ter passado despercebido ao líder do PS/Açores que foi este Governo que criou e implementou um modelo de financiamento regular das associações humanitárias, há muito reclamado e nunca concretizado pelos anteriores governos socialistas. Esse apoio, que começou nos 500 mil euros, ascende hoje a 750 mil euros anuais, distribuídos segundo critérios objetivos e transparentes, constituindo um instrumento fundamental para assegurar a sustentabilidade e a previsibilidade financeira das Associações Humanitárias de Bombeiros. É, por isso, curioso que Francisco César venha agora defender a alteração de um modelo que o seu partido nunca foi sequer capaz de criar. Talvez a alternativa que propõe seja o regresso ao modelo praticado pelos governos socialistas: nenhum financiamento regular, nenhum critério definido e zero euros de apoio estruturado às associações humanitárias. Também no plano remuneratório os factos desmontam o discurso do líder do PS/Açores. É lamentável que Francisco César refira que “os bombeiros aguardam há demasiado tempo pela atualização da Portaria da Condições de Trabalho”, quando esse instrumento foi atualizado duas vezes nos últimos dois anos, a última das quais há menos de um ano. Essas declarações são falsas e os bombeiros sabem-no perfeitamente. Em 2020, um bombeiro em início de carreira recebia cerca de 720 euros. Hoje, a base remuneratória é de 1.014 euros, o que representa uma valorização de cerca de 40% em cinco anos. Só nos últimos 2 anos, o aumento salarial na base da carreira foi superior a 150 euros mensais. Nenhum bombeiro em funções operacionais recebe atualmente menos de 1.000 euros, valor que supera em cerca de 10% a remuneração base praticada em Portugal continental. No topo da carreira, um vencimento que pouco ultrapassava os 1.200 euros passou a superar os 1.600 euros. Estes aumentos não resultam de proclamações políticas: resultam de negociação, de diálogo com as associações e de opções financeiras claras assumidas pelo Governo Regional. Na emergência médica pré-hospitalar, o investimento cresceu 70%, passando de 4,9 milhões de euros, em 2020, para 8,3 milhões de euros, em 2026. O número de tripulantes aumentou de 220 para 277, permitindo reforçar as tripulações, melhorar a resposta às populações e aumentar os valores pagos às associações por cada tripulante. Foi igualmente este Governo que criou e implementou um modelo de apoio às Escolas de Infantes e Cadetes, que permitiu aumentar em 57% o número de escolas e em 82% o número de alunos. É assim que se assegura a renovação geracional do setor e se preparam os futuros bombeiros dos Açores: com medidas concretas, financiamento e visão de longo prazo, e não com declarações de ocasião. No conjunto do Sistema Regional de Proteção Civil, foram investidos mais de 60 milhões de euros nos últimos cinco anos, correspondendo os dois últimos anos aos maiores planos de investimento de sempre no setor dos bombeiros nos Açores. Francisco César pode escolher ignorar esta realidade. O que não pode é tentar ludibriar os bombeiros açorianos, as associações humanitárias e a população, fingindo que nada foi feito quando os resultados estão à vista de todos. É legítimo querer mais para os bombeiros. Este Governo também quer e tem-no demonstrado com investimentos, aumentos salariais, renovação de viaturas, reforço de equipas e melhores condições para as associações. O que não é aceitável é transformar as dificuldades que subsistem num exercício de amnésia política sobre aquilo que os governos socialistas deixaram por fazer durante tantos anos.
Nota de Imprensa
June 25, 2026 Maria João Carreiro realça legado físico e social que investimento do PRR em habitação vai deixar nos Açores A Secretária Regional da Juventude, Habitação e Emprego realçou esta quarta-feira o legado físico e social que o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) combinado com o investimento regional em habitação vai deixar nos Açores, designadamente em termos de reforço e requalificação da oferta pública habitacional, bem como de segurança e qualidade de vida das famílias açorianas. Durante uma visita de acompanhamento dos trabalhos de execução da empreitada de construção dos apartamentos no empreendimento Trás-os-Mosteiros, na Ribeira Grande, em São Miguel, Maria João Carreiro defendeu, ainda, a importância de todos reconheceram o esforço que está a ser feito para fazer com que este investimento se traduza em respostas concretas de habitação. “Quando há empreitadas concluídas ou em execução, quando existem centenas de respostas a serem construídas e reabilitadas, o mínimo que se espera é o reconhecimento de que está a ser feito um investimento histórico em habitação nos Açores. A desvalorização deste esforço ignora o trabalho de profissionais, entidades e empresas que, diariamente, estão empenhados em fazer do PRR um investimento real, visível e transformador para as famílias açorianas”, sublinhou. Segundo a Secretária Regional, o Governo dos Açores continuará focado nos resultados e a criar condições para que mais açorianos possam encontrar uma solução habitacional adequada, incluindo nos terrenos adquiridos há décadas pela Região mas nunca infraestruturados ou ainda nos empreendimentos e estruturas de betão votadas ao abandono pelos Governos do PS/Açores. É o caso do empreendimento Trás-os-Mosteiros onde estão em fase final de construção 52 novos apartamentos, num investimento superior a 7 milhões de euros via fundos regionais e comunitários. É o caso, também, do empreendimento dos Foros do Sol Mar, no concelho de Vila Franca do Campo, na ilha de São Miguel, onde estão em fase final de conclusão 23 novos apartamentos, num investimento superior a 2,1 milhões de euros. É o caso, ainda, do loteamento de Nossa Senhora do Rosário, na Vila das Capelas, no concelho de Ponta Delgada, em São Miguel, onde está a decorrer a empreitada de infraestruturação de 36 lotes para cedência e construção de habitação, num investimento superior a 2,2 milhões de euros. “O maior resultado do PRR habitação não são apenas as casas e lotes que estamos a construir, mas as vidas que estão a ser transformadas. Cada reabilitação, nova habitação ou lote entregue representa mais estabilidade, mais segurança e mais qualidade de vida para as famílias”, frisou. Sé este ano, o Governo de coligação PSD/CDS-PP/PPM abriu concurso púbico para a atribuição de mais de 270 novas respostas habitacionais, entre apartamentos e lotes infraestruturados, onde incluem, por exemplo, os 144 lotes infraestruturados nas ilhas de São Miguel, Flores, São Jorge e Santa Maria, ou as 92 habitações do Bairro Nascer do Sol, na ilha Terceira. Paralelamente, o Executivo criou instrumentos legais para que estas novas respostas habitacionais possam chegar às famílias a preços compatíveis com os seus rendimentos, como é o caso do regime de arrendamento com opção de compra, através do qual os arrendatários podem exercer a opção de compra decorrido um ano da assinatura do contrato de arrendamento. “Este Governo fez uma opção clara e está a ser consequente, na medida em que está a implementar uma nova política de habitação justa, inclusiva e adequada não só às graves carências habitacionais, mas também aos grupos sociais, como a classe média e os jovens, aos quais são exigidos hoje esforços financeiros acrescidos no acesso à habitação”, disse. O executivo açoriano reviu também apoios à autoconstrução, não só para incluir mais famílias elegíveis como também para reforçar o montante do apoio, criando, ainda, uma comparticipação financeira, a fundo perdido, até cinco mil euros para a aquisição de projetos de arquitetura e especialidades para a construção de habitação em lote cedido pela Região ou em lote privado.
June 25, 2026 Maria João Carreiro realça legado físico e social que investimento do PRR em habitação vai deixar nos Açores A Secretária Regional da Juventude, Habitação e Emprego realçou esta quarta-feira o legado físico e social que o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) combinado com o investimento regional em habitação vai deixar nos Açores, designadamente em termos de reforço e requalificação da oferta pública habitacional, bem como de segurança e qualidade de vida das famílias açorianas. Durante uma visita de acompanhamento dos trabalhos de execução da empreitada de construção dos apartamentos no empreendimento Trás-os-Mosteiros, na Ribeira Grande, em São Miguel, Maria João Carreiro defendeu, ainda, a importância de todos reconheceram o esforço que está a ser feito para fazer com que este investimento se traduza em respostas concretas de habitação. “Quando há empreitadas concluídas ou em execução, quando existem centenas de respostas a serem construídas e reabilitadas, o mínimo que se espera é o reconhecimento de que está a ser feito um investimento histórico em habitação nos Açores. A desvalorização deste esforço ignora o trabalho de profissionais, entidades e empresas que, diariamente, estão empenhados em fazer do PRR um investimento real, visível e transformador para as famílias açorianas”, sublinhou. Segundo a Secretária Regional, o Governo dos Açores continuará focado nos resultados e a criar condições para que mais açorianos possam encontrar uma solução habitacional adequada, incluindo nos terrenos adquiridos há décadas pela Região mas nunca infraestruturados ou ainda nos empreendimentos e estruturas de betão votadas ao abandono pelos Governos do PS/Açores. É o caso do empreendimento Trás-os-Mosteiros onde estão em fase final de construção 52 novos apartamentos, num investimento superior a 7 milhões de euros via fundos regionais e comunitários. É o caso, também, do empreendimento dos Foros do Sol Mar, no concelho de Vila Franca do Campo, na ilha de São Miguel, onde estão em fase final de conclusão 23 novos apartamentos, num investimento superior a 2,1 milhões de euros. É o caso, ainda, do loteamento de Nossa Senhora do Rosário, na Vila das Capelas, no concelho de Ponta Delgada, em São Miguel, onde está a decorrer a empreitada de infraestruturação de 36 lotes para cedência e construção de habitação, num investimento superior a 2,2 milhões de euros. “O maior resultado do PRR habitação não são apenas as casas e lotes que estamos a construir, mas as vidas que estão a ser transformadas. Cada reabilitação, nova habitação ou lote entregue representa mais estabilidade, mais segurança e mais qualidade de vida para as famílias”, frisou. Sé este ano, o Governo de coligação PSD/CDS-PP/PPM abriu concurso púbico para a atribuição de mais de 270 novas respostas habitacionais, entre apartamentos e lotes infraestruturados, onde incluem, por exemplo, os 144 lotes infraestruturados nas ilhas de São Miguel, Flores, São Jorge e Santa Maria, ou as 92 habitações do Bairro Nascer do Sol, na ilha Terceira. Paralelamente, o Executivo criou instrumentos legais para que estas novas respostas habitacionais possam chegar às famílias a preços compatíveis com os seus rendimentos, como é o caso do regime de arrendamento com opção de compra, através do qual os arrendatários podem exercer a opção de compra decorrido um ano da assinatura do contrato de arrendamento. “Este Governo fez uma opção clara e está a ser consequente, na medida em que está a implementar uma nova política de habitação justa, inclusiva e adequada não só às graves carências habitacionais, mas também aos grupos sociais, como a classe média e os jovens, aos quais são exigidos hoje esforços financeiros acrescidos no acesso à habitação”, disse. O executivo açoriano reviu também apoios à autoconstrução, não só para incluir mais famílias elegíveis como também para reforçar o montante do apoio, criando, ainda, uma comparticipação financeira, a fundo perdido, até cinco mil euros para a aquisição de projetos de arquitetura e especialidades para a construção de habitação em lote cedido pela Região ou em lote privado.
Nota de Imprensa
June 25, 2026 Azores register fewer than 5,000 Social Integration Income beneficaries for the first time The Regional Secretary for Health and Social Security, Mónica Seidi, highlighted the latest figures regarding the Social Integration Income (RSI) in the Autonomous Region of the Azores. They show a positive trend and mark a historic milestone in the history of this welfare benefit. In May 2026, the Azores registered a total of 2,168 households and 4,928 RSI beneficiaries. For the first time since records of this social benefit began in the Region, the number of RSI recipients has fallen below 5,000. This result reflects a sustained trend towards reduced dependence on this support measure as well as the efforts to promote social inclusion, employability and the autonomy of Azorean families. Between April and May 2026, there was a decrease of 50 households and 168 RSI beneficiaries, confirming the positive trend observed in recent months. The year-on-year comparison also confirms this trend. Between May 2025 and May 2026, there was a reduction of 1,058 beneficiaries, corresponding to a 17.7% decrease. For Mónica Seidi, these results demonstrate that the public policies pursued by the Regional Government have helped to bolster social inclusion mechanisms and create conditions that enable individuals and families to overcome situations of vulnerability. “This is a very significant milestone for the Region. The fall in the number of RSI beneficiaries to below five thousand shows that we are achieving tangible results in promoting the autonomy of Azorean families, through close and integrated social intervention geared towards empowering people,” concluded the Regional Secretary for Health and Social Security.
June 25, 2026 Azores register fewer than 5,000 Social Integration Income beneficaries for the first time The Regional Secretary for Health and Social Security, Mónica Seidi, highlighted the latest figures regarding the Social Integration Income (RSI) in the Autonomous Region of the Azores. They show a positive trend and mark a historic milestone in the history of this welfare benefit. In May 2026, the Azores registered a total of 2,168 households and 4,928 RSI beneficiaries. For the first time since records of this social benefit began in the Region, the number of RSI recipients has fallen below 5,000. This result reflects a sustained trend towards reduced dependence on this support measure as well as the efforts to promote social inclusion, employability and the autonomy of Azorean families. Between April and May 2026, there was a decrease of 50 households and 168 RSI beneficiaries, confirming the positive trend observed in recent months. The year-on-year comparison also confirms this trend. Between May 2025 and May 2026, there was a reduction of 1,058 beneficiaries, corresponding to a 17.7% decrease. For Mónica Seidi, these results demonstrate that the public policies pursued by the Regional Government have helped to bolster social inclusion mechanisms and create conditions that enable individuals and families to overcome situations of vulnerability. “This is a very significant milestone for the Region. The fall in the number of RSI beneficiaries to below five thousand shows that we are achieving tangible results in promoting the autonomy of Azorean families, through close and integrated social intervention geared towards empowering people,” concluded the Regional Secretary for Health and Social Security.
Nota de Imprensa
June 24, 2026 Number of young people placed in ESTAGIAR U programme rises to 976 A total of 976 young students enrolled in graduate, master’s or postgraduate programmes will begin their professional traineeships in real-world workplace contexts in July, August or September under the ESTAGIAR U programme. This initiative is annually promoted by the Regional Secretariat for Youth, Housing and Employment, through the Regional Directorate for Vocational Training and Employment. Compared with 2025, there has been an increase of 117 young people placed and a 40% rise in placements under this programme as compared with 2023. This year’s placements have reached their highest level in the last six years, i.e., since 2021 [635 young people]. According to Maria João Carreiro, Regional Secretary for Youth, Housing and Employment, the “significant growth in the number of applicants and those accepted into ESTAGIAR U confirms the programme’s sustained growth, the scope of its impact and its consolidation as a key tool in young people’s academic journey to promote youth employability.” “This programme confirms that public policies make a difference when they are designed to meet the needs and interests of young people. In promoting this summer traineeship programme, we are enriching the academic journey of young higher education students and helping to bring them closer to the regional business community and employers,” he emphasised. Regarding training months, 59% of young people have chosen to carry out their traineeships in July, with about 40% in August and 1.7% in September. This year, there has been a significant response from trainees to the training component, with 88.4% opting to undergo certified training with a minimum workload of 20 hours. These training sessions are conducted via e-learning after working hours, covering areas such as Entrepreneurship, Personal Development, Artificial Intelligence, Media Literacy and Cybersecurity. The traineeships run for one month, starting and ending within the same month, with a maximum weekly schedule of 25 hours, matching the schedule of the training provider, which can be private companies, cooperatives, public companies or non-profit organisations. Young people are entitled to a financial allowance equivalent to the Minimum Monthly Wage in the Region.
June 24, 2026 Number of young people placed in ESTAGIAR U programme rises to 976 A total of 976 young students enrolled in graduate, master’s or postgraduate programmes will begin their professional traineeships in real-world workplace contexts in July, August or September under the ESTAGIAR U programme. This initiative is annually promoted by the Regional Secretariat for Youth, Housing and Employment, through the Regional Directorate for Vocational Training and Employment. Compared with 2025, there has been an increase of 117 young people placed and a 40% rise in placements under this programme as compared with 2023. This year’s placements have reached their highest level in the last six years, i.e., since 2021 [635 young people]. According to Maria João Carreiro, Regional Secretary for Youth, Housing and Employment, the “significant growth in the number of applicants and those accepted into ESTAGIAR U confirms the programme’s sustained growth, the scope of its impact and its consolidation as a key tool in young people’s academic journey to promote youth employability.” “This programme confirms that public policies make a difference when they are designed to meet the needs and interests of young people. In promoting this summer traineeship programme, we are enriching the academic journey of young higher education students and helping to bring them closer to the regional business community and employers,” he emphasised. Regarding training months, 59% of young people have chosen to carry out their traineeships in July, with about 40% in August and 1.7% in September. This year, there has been a significant response from trainees to the training component, with 88.4% opting to undergo certified training with a minimum workload of 20 hours. These training sessions are conducted via e-learning after working hours, covering areas such as Entrepreneurship, Personal Development, Artificial Intelligence, Media Literacy and Cybersecurity. The traineeships run for one month, starting and ending within the same month, with a maximum weekly schedule of 25 hours, matching the schedule of the training provider, which can be private companies, cooperatives, public companies or non-profit organisations. Young people are entitled to a financial allowance equivalent to the Minimum Monthly Wage in the Region.
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