Secretaria Regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas
Açores reforçam protagonismo internacional com nova era de conectividade aérea direta ao Canadá e à Europa
Açores reforçam protagonismo internacional com nova era de conectividade aérea direta ao Canadá e à Europa
Secretaria Regional da Educação, Cultura e Desporto
Sofia Ribeiro enaltece aumento do investimento na Educação por comparação com a diminuição demográfica
Sofia Ribeiro enaltece aumento do investimento na Educação por comparação com a diminuição demográfica
Secretaria Regional da Agricultura e Alimentação
Governo dos Açores avança com combate biológico à vespa-do-castanheiro
Governo dos Açores avança com combate biológico à vespa-do-castanheiro
Secretaria Regional da Saúde e Segurança Social
Nota à imprensa
Nota à imprensa
Agenda do Governo
jun
15
jun
15
jun
15
jun
16
10:00
Sessão de abertura da Digital Atlantic Summit
Palácio dos Capitães-Generais, em Angra do Heroísmo.
Vice-Presidente do Governo
11:00
Cerimónia de entrega de 25 viaturas elétricas a IPSS
Portas do Mar, em Ponta Delgada.
Presidente do Governo
14:00
Visita à obra de reestruturação e ampliação dos Cuidados Continuados Integrados da Santa Casa da Misericórdia de Ponta Delgada
rua Dr. Teófilo Braga, n.º 2-A, em Ponta Delgada.
Presidente do Governo
10:00
Trabalhos do plenário da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores
ALRAA, na Horta.
Membros do Governo
Últimas Notas
Nota de Imprensa
15 de Junho 2026
Açores reforçam protagonismo internacional com nova era de conectividade aérea direta ao Canadá e à Europa
Os Açores entram no verão IATA 2026 com um marco histórico na sua conectividade aérea internacional, assinalado pela entrada de três novas companhias de referência — Air Canada, WestJet e Austrian Airlines — consolidando a Região como um destino atlântico de excelência, cada vez mais competitivo e global. As operações da Air Canada e da WestJet iniciaram-se nos dias 12 e 13 deste mês, respetivamente, enquanto a Austrian Airlines realiza o seu voo inaugural no próximo dia 30. Este reforço traduz-se num salto qualitativo e quantitativo sem precedentes na acessibilidade aérea ao arquipélago. No total, estas novas ligações representam um aumento significativo da capacidade disponível, a diversificação de mercados emissores e um reforço inequívoco da projeção internacional dos Açores. A Secretária Regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas, Berta Cabral, que esteve presente na chegada dos dois primeiros voos inaugurais, sublinha a dimensão estratégica deste momento, referindo: “No verão IATA 2026, os Açores contam com 16 companhias aéreas, mais de 30 rotas e ligações diretas a 12 países da Europa, América do Norte e África, traduzindo um novo patamar de conectividade e afirmação internacional da Região". O Canadá emerge como um dos principais motores desta nova fase de crescimento, com duas novas ligações diretas a partir de Toronto. A Air Canada iniciou a sua operação inédita para os Açores com três ligações semanais (terças, quintas e sábados), até início de setembro, totalizando 38 rotações e mais de 6.400 lugares de chegada. Com esta aposta, Ponta Delgada torna-se o terceiro destino da companhia em território nacional. Já a WestJet reforça a conectividade com três frequências semanais (segundas, sextas e domingos) até 25 de setembro, assegurando 46 rotações e mais de 8.000 lugares disponibilizados. Para Berta Cabral, este avanço assume particular relevância, porque “as novas ligações consolidam a presença dos Açores no mercado canadiano, reforçam os laços profundos com a diáspora e ampliam de forma significativa a procura internacional pelo destino". O crescimento sustentado deste mercado confirma o seu potencial: em 2025, o Canadá afirmou-se como o 5.º maior mercado externo, com mais de 221 mil dormidas (+11,4%). No âmbito do PEMTA 2030, é considerado prioritário pelo seu elevado poder de compra e margem de expansão. Entretanto, a partir de 30 de junho, a Austrian Airlines inaugura a primeira ligação direta entre a Áustria e os Açores, com um voo semanal durante 11 semanas, operado em Airbus A320 com capacidade para 180 passageiros. Trata-se de uma ligação estratégica inédita com um mercado que tem vindo a evidenciar forte crescimento (+24,3% em 2025, com mais de 52 mil dormidas), até agora dependente exclusivamente de escalas. A entrada da Austrian Airlines reforça igualmente a presença do Grupo Lufthansa na Região, complementando as operações já asseguradas pela Lufthansa, Edelweiss e Eurowings. Este reforço da conectividade aérea resulta de uma estratégia continuada de promoção externa, captação de rotas e valorização da notoriedade do destino Açores, alicerçada em parcerias institucionais sólidas e numa visão integrada de desenvolvimento turístico. Como sublinha Berta Cabral, “o crescimento da conectividade aérea é determinante para consolidar o posicionamento dos Açores no panorama internacional, diversificar mercados e gerar novas oportunidades para o setor, sempre com uma abordagem sustentável". A governante destaca ainda o esforço conjunto que sustenta estes resultados: “O Governo dos Açores, em estreita articulação com o Governo da República, VisitAzores, Turismo de Portugal, companhias aéreas e operadores turísticos, mantém uma estratégia coordenada que assegura crescimento sustentado e resposta eficaz aos desafios do setor". O turismo afirma-se hoje como um dos pilares estruturantes da economia regional, representando mais de 1.200 milhões de euros de Valor Acrescentado Bruto, cerca de 20% do VAB regional, 17% do PIB e 17% do emprego. Os mercados internacionais continuam a ganhar peso, com destaque para Alemanha, Estados Unidos, Espanha, França e Canadá. Este crescimento é acompanhado por um posicionamento internacional distintivo, assente na sustentabilidade, autenticidade e qualidade da experiência turística. Os Açores são o primeiro arquipélago do mundo com certificação EarthCheck Nível Ouro – grau II (2025) e têm sido repetidamente reconhecidos como “Melhor Destino de Turismo de Aventura do Mundo” e da Europa. Segundo Berta Cabral, “os Açores afirmam-se cada vez mais como um destino para todo o ano, com uma oferta versátil e ligações aéreas capazes de responder tanto a estadias prolongadas como a viagens de curta duração". Sob o lema “Turismo todo o ano em todas as ilhas”, o Governo dos Açores reforça a aposta na redução da sazonalidade, na distribuição equilibrada dos fluxos turísticos e na valorização de produtos diferenciadores como natureza, trilhos pedestres, termalismo e experiências integradas. As três novas operações aéreas representam muito mais do que “novas rotas”: sinalizam uma verdadeira mudança de escala na acessibilidade aérea da Região, consolidando os Açores como um destino global, competitivo, acessível e sustentável. “Este é um passo importante para a projeção internacional dos Açores, permitindo crescer de forma equilibrada, conquistar novos mercados e garantir um desenvolvimento turístico sustentável para o futuro da Região”, conclui Berta Cabral.
15 de Junho 2026
Açores reforçam protagonismo internacional com nova era de conectividade aérea direta ao Canadá e à Europa
Os Açores entram no verão IATA 2026 com um marco histórico na sua conectividade aérea internacional, assinalado pela entrada de três novas companhias de referência — Air Canada, WestJet e Austrian Airlines — consolidando a Região como um destino atlântico de excelência, cada vez mais competitivo e global. As operações da Air Canada e da WestJet iniciaram-se nos dias 12 e 13 deste mês, respetivamente, enquanto a Austrian Airlines realiza o seu voo inaugural no próximo dia 30. Este reforço traduz-se num salto qualitativo e quantitativo sem precedentes na acessibilidade aérea ao arquipélago. No total, estas novas ligações representam um aumento significativo da capacidade disponível, a diversificação de mercados emissores e um reforço inequívoco da projeção internacional dos Açores. A Secretária Regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas, Berta Cabral, que esteve presente na chegada dos dois primeiros voos inaugurais, sublinha a dimensão estratégica deste momento, referindo: “No verão IATA 2026, os Açores contam com 16 companhias aéreas, mais de 30 rotas e ligações diretas a 12 países da Europa, América do Norte e África, traduzindo um novo patamar de conectividade e afirmação internacional da Região". O Canadá emerge como um dos principais motores desta nova fase de crescimento, com duas novas ligações diretas a partir de Toronto. A Air Canada iniciou a sua operação inédita para os Açores com três ligações semanais (terças, quintas e sábados), até início de setembro, totalizando 38 rotações e mais de 6.400 lugares de chegada. Com esta aposta, Ponta Delgada torna-se o terceiro destino da companhia em território nacional. Já a WestJet reforça a conectividade com três frequências semanais (segundas, sextas e domingos) até 25 de setembro, assegurando 46 rotações e mais de 8.000 lugares disponibilizados. Para Berta Cabral, este avanço assume particular relevância, porque “as novas ligações consolidam a presença dos Açores no mercado canadiano, reforçam os laços profundos com a diáspora e ampliam de forma significativa a procura internacional pelo destino". O crescimento sustentado deste mercado confirma o seu potencial: em 2025, o Canadá afirmou-se como o 5.º maior mercado externo, com mais de 221 mil dormidas (+11,4%). No âmbito do PEMTA 2030, é considerado prioritário pelo seu elevado poder de compra e margem de expansão. Entretanto, a partir de 30 de junho, a Austrian Airlines inaugura a primeira ligação direta entre a Áustria e os Açores, com um voo semanal durante 11 semanas, operado em Airbus A320 com capacidade para 180 passageiros. Trata-se de uma ligação estratégica inédita com um mercado que tem vindo a evidenciar forte crescimento (+24,3% em 2025, com mais de 52 mil dormidas), até agora dependente exclusivamente de escalas. A entrada da Austrian Airlines reforça igualmente a presença do Grupo Lufthansa na Região, complementando as operações já asseguradas pela Lufthansa, Edelweiss e Eurowings. Este reforço da conectividade aérea resulta de uma estratégia continuada de promoção externa, captação de rotas e valorização da notoriedade do destino Açores, alicerçada em parcerias institucionais sólidas e numa visão integrada de desenvolvimento turístico. Como sublinha Berta Cabral, “o crescimento da conectividade aérea é determinante para consolidar o posicionamento dos Açores no panorama internacional, diversificar mercados e gerar novas oportunidades para o setor, sempre com uma abordagem sustentável". A governante destaca ainda o esforço conjunto que sustenta estes resultados: “O Governo dos Açores, em estreita articulação com o Governo da República, VisitAzores, Turismo de Portugal, companhias aéreas e operadores turísticos, mantém uma estratégia coordenada que assegura crescimento sustentado e resposta eficaz aos desafios do setor". O turismo afirma-se hoje como um dos pilares estruturantes da economia regional, representando mais de 1.200 milhões de euros de Valor Acrescentado Bruto, cerca de 20% do VAB regional, 17% do PIB e 17% do emprego. Os mercados internacionais continuam a ganhar peso, com destaque para Alemanha, Estados Unidos, Espanha, França e Canadá. Este crescimento é acompanhado por um posicionamento internacional distintivo, assente na sustentabilidade, autenticidade e qualidade da experiência turística. Os Açores são o primeiro arquipélago do mundo com certificação EarthCheck Nível Ouro – grau II (2025) e têm sido repetidamente reconhecidos como “Melhor Destino de Turismo de Aventura do Mundo” e da Europa. Segundo Berta Cabral, “os Açores afirmam-se cada vez mais como um destino para todo o ano, com uma oferta versátil e ligações aéreas capazes de responder tanto a estadias prolongadas como a viagens de curta duração". Sob o lema “Turismo todo o ano em todas as ilhas”, o Governo dos Açores reforça a aposta na redução da sazonalidade, na distribuição equilibrada dos fluxos turísticos e na valorização de produtos diferenciadores como natureza, trilhos pedestres, termalismo e experiências integradas. As três novas operações aéreas representam muito mais do que “novas rotas”: sinalizam uma verdadeira mudança de escala na acessibilidade aérea da Região, consolidando os Açores como um destino global, competitivo, acessível e sustentável. “Este é um passo importante para a projeção internacional dos Açores, permitindo crescer de forma equilibrada, conquistar novos mercados e garantir um desenvolvimento turístico sustentável para o futuro da Região”, conclui Berta Cabral.
Nota de Imprensa
15 de Junho 2026
Sofia Ribeiro enaltece aumento do investimento na Educação por comparação com a diminuição demográfica
A Secretária Regional da Educação Cultura e Desporto, Sofia Ribeiro, realçou o forte investimento do Governo dos Açores no setor da Educação, quando se regista uma diminuição demográfica na Região. “É necessário analisar as alterações dos indicadores registados, analisar as suas razões, para podermos definir as estratégias para a Educação”, frisou. Sofia Ribeiro falava aos presidentes das escolas dos Açores, representantes dos sindicatos e das associações de pais, na reunião do Conselho Coordenador do Sistema Educativo Regional. O evento decorreu na sexta-feira, 12 de junho, na Escola Secundária Domingos Rebelo, em Ponta Delgada. A governante revelou que nas escolas públicas, o número de alunos passou de 36 135 no ano letivo de 2019, para 31 305 alunos em 2026. No entanto, regista-se um “aumento da proporção de alunos que estão a concluir o ensino secundário”, efeito de uma “maior valorização dos estudos e do trabalho desenvolvido pelas escolas”. Já sobre docentes em quadro, a titular da pasta da Educação informou que, desde 2019, existem “mais de 500 professores em exercício efetivo de funções nos quadros das escolas”. Quanto ao pessoal da ação educativa, a Secretária Regional revelou que no ano letivo 2019/2020 havia em quadro 1.916 trabalhadores. “Hoje temos 2.145 trabalhadores da ação educativa nos quadros das nossas escolas”, adiantou. Para Sofia Ribeiro, “o desafio é o absentismo”. Relativamente à taxa de abandono precoce da educação e de formação a Secretária Regional informou que o objetivo é, até 2030, que o valor seja de 15%, “aproximando a Região dos números registados no resto do país”. “Nós tivemos uma primeira queda significativa em 2021, depois de cinco anos com valores estagnados. Neste momento o valor é de 21,1%”, referiu. Por fim, a governante apresentou a evolução do apoio social escolar por aluno, que tem aumentado, mesmo com a diminuição do número de alunos da Região. “Por via apenas da evolução do rendimento das famílias, nós conseguimos reduzir a necessidade de recurso à atribuição da Ação Social Escolar aos alunos carenciados”, lembrou. Na agenda da reunião constaram ainda temas como a preparação da comemoração dos 600 anos da descoberta dos Açores; a organização do projeto Pensamento Computacional para o próximo ano letivo e a apresentação do projeto de intervenção parental, pela Federação de Associações de Pais dos Açores.
15 de Junho 2026
Sofia Ribeiro enaltece aumento do investimento na Educação por comparação com a diminuição demográfica
A Secretária Regional da Educação Cultura e Desporto, Sofia Ribeiro, realçou o forte investimento do Governo dos Açores no setor da Educação, quando se regista uma diminuição demográfica na Região. “É necessário analisar as alterações dos indicadores registados, analisar as suas razões, para podermos definir as estratégias para a Educação”, frisou. Sofia Ribeiro falava aos presidentes das escolas dos Açores, representantes dos sindicatos e das associações de pais, na reunião do Conselho Coordenador do Sistema Educativo Regional. O evento decorreu na sexta-feira, 12 de junho, na Escola Secundária Domingos Rebelo, em Ponta Delgada. A governante revelou que nas escolas públicas, o número de alunos passou de 36 135 no ano letivo de 2019, para 31 305 alunos em 2026. No entanto, regista-se um “aumento da proporção de alunos que estão a concluir o ensino secundário”, efeito de uma “maior valorização dos estudos e do trabalho desenvolvido pelas escolas”. Já sobre docentes em quadro, a titular da pasta da Educação informou que, desde 2019, existem “mais de 500 professores em exercício efetivo de funções nos quadros das escolas”. Quanto ao pessoal da ação educativa, a Secretária Regional revelou que no ano letivo 2019/2020 havia em quadro 1.916 trabalhadores. “Hoje temos 2.145 trabalhadores da ação educativa nos quadros das nossas escolas”, adiantou. Para Sofia Ribeiro, “o desafio é o absentismo”. Relativamente à taxa de abandono precoce da educação e de formação a Secretária Regional informou que o objetivo é, até 2030, que o valor seja de 15%, “aproximando a Região dos números registados no resto do país”. “Nós tivemos uma primeira queda significativa em 2021, depois de cinco anos com valores estagnados. Neste momento o valor é de 21,1%”, referiu. Por fim, a governante apresentou a evolução do apoio social escolar por aluno, que tem aumentado, mesmo com a diminuição do número de alunos da Região. “Por via apenas da evolução do rendimento das famílias, nós conseguimos reduzir a necessidade de recurso à atribuição da Ação Social Escolar aos alunos carenciados”, lembrou. Na agenda da reunião constaram ainda temas como a preparação da comemoração dos 600 anos da descoberta dos Açores; a organização do projeto Pensamento Computacional para o próximo ano letivo e a apresentação do projeto de intervenção parental, pela Federação de Associações de Pais dos Açores.
Nota de Imprensa
15 de Junho 2026
Governo dos Açores avança com combate biológico à vespa-do-castanheiro
O Governo dos Açores, através da Secretaria Regional da Agricultura e Alimentação, iniciou no passado dia 9 de junho a primeira fase da estratégia de luta biológica contra a vespa-das-galhas-do-castanheiro (Dryocosmus kuriphilus), avançando com a libertação controlada do parasitoide Torymus sinensis em seis localidades da ilha Terceira. Para o Secretário Regional da Agricultura e Alimentação, António Ventura, esta intervenção representa “um passo importante na proteção do património agrícola regional e na defesa de uma cultura com forte valor económico, social e identitário para várias comunidades açorianas”. A ação no terreno decorre no âmbito de um contrato celebrado entre a Direção Regional da Agricultura, Veterinária e Alimentação e a Fundação Gaspar Frutuoso, representando um investimento do Executivo na ordem dos 71.920 euros. O objetivo primordial é realizar uma avaliação de risco rigorosa sobre a introdução deste agente e testar a sua adaptação e eficácia nas condições edafoclimáticas dos Açores. “Estamos a desenvolver, em parceria com a Universidade dos Açores, uma experimentação que inclui a avaliação de risco associada à introdução deste parasitoide de controlo biológico. Trata-se de uma estratégia que visa proteger os produtores, preservar os castanheiros e assegurar a continuidade desta cultura para as gerações futuras”, sublinha o governante. Nesta primeira fase experimental, foram largados 1.140 parasitoides, distribuídos por seis conjuntos de 190 exemplares (120 fêmeas e 70 machos cada). As libertações ocorreram em áreas estratégicas da ilha Terceira, nomeadamente na Arrochela, Biscoitos, Quatro Ribeiras, Vinha Brava, Terra Chã e Penha de França. Originária da China, e detetada pela primeira vez no país (Continente e Madeira) em 2014, esta espécie invasora ataca os gomos e folhas da árvore, provocando a formação de galhas que afetam gravemente a produção e a qualidade da castanha, podendo conduzir ao declínio progressivo dos castanheiros. Até ao momento, os serviços da tutela têm atuado essencialmente através da monitorização e erradicação manual destas galhas. Apesar de a área de produção de castanha nos Açores ser relativamente reduzida (cerca de 1.589 hectares), a cultura representa um nicho de mercado muito relevante e um património agrícola de excelência. Na ilha Terceira, por exemplo, a castanha mantém uma forte e antiga tradição em freguesias como a Terra Chã, São Pedro, Posto Santo, São Mateus e São Bartolomeu. A luta biológica com recurso ao Torymus sinensis é hoje reconhecida internacionalmente como o método mais eficaz e sustentável para o controlo desta praga, sendo já utilizado com sucesso no resto do território nacional desde 2015. Com esta iniciativa técnica e científica, o Governo dos Açores reforça o seu compromisso com a proteção fitossanitária das culturas regionais, assegurando soluções seguras para salvaguardar a biodiversidade dos ecossistemas e a rentabilidade do setor agrícola açoriano.
15 de Junho 2026
Governo dos Açores avança com combate biológico à vespa-do-castanheiro
O Governo dos Açores, através da Secretaria Regional da Agricultura e Alimentação, iniciou no passado dia 9 de junho a primeira fase da estratégia de luta biológica contra a vespa-das-galhas-do-castanheiro (Dryocosmus kuriphilus), avançando com a libertação controlada do parasitoide Torymus sinensis em seis localidades da ilha Terceira. Para o Secretário Regional da Agricultura e Alimentação, António Ventura, esta intervenção representa “um passo importante na proteção do património agrícola regional e na defesa de uma cultura com forte valor económico, social e identitário para várias comunidades açorianas”. A ação no terreno decorre no âmbito de um contrato celebrado entre a Direção Regional da Agricultura, Veterinária e Alimentação e a Fundação Gaspar Frutuoso, representando um investimento do Executivo na ordem dos 71.920 euros. O objetivo primordial é realizar uma avaliação de risco rigorosa sobre a introdução deste agente e testar a sua adaptação e eficácia nas condições edafoclimáticas dos Açores. “Estamos a desenvolver, em parceria com a Universidade dos Açores, uma experimentação que inclui a avaliação de risco associada à introdução deste parasitoide de controlo biológico. Trata-se de uma estratégia que visa proteger os produtores, preservar os castanheiros e assegurar a continuidade desta cultura para as gerações futuras”, sublinha o governante. Nesta primeira fase experimental, foram largados 1.140 parasitoides, distribuídos por seis conjuntos de 190 exemplares (120 fêmeas e 70 machos cada). As libertações ocorreram em áreas estratégicas da ilha Terceira, nomeadamente na Arrochela, Biscoitos, Quatro Ribeiras, Vinha Brava, Terra Chã e Penha de França. Originária da China, e detetada pela primeira vez no país (Continente e Madeira) em 2014, esta espécie invasora ataca os gomos e folhas da árvore, provocando a formação de galhas que afetam gravemente a produção e a qualidade da castanha, podendo conduzir ao declínio progressivo dos castanheiros. Até ao momento, os serviços da tutela têm atuado essencialmente através da monitorização e erradicação manual destas galhas. Apesar de a área de produção de castanha nos Açores ser relativamente reduzida (cerca de 1.589 hectares), a cultura representa um nicho de mercado muito relevante e um património agrícola de excelência. Na ilha Terceira, por exemplo, a castanha mantém uma forte e antiga tradição em freguesias como a Terra Chã, São Pedro, Posto Santo, São Mateus e São Bartolomeu. A luta biológica com recurso ao Torymus sinensis é hoje reconhecida internacionalmente como o método mais eficaz e sustentável para o controlo desta praga, sendo já utilizado com sucesso no resto do território nacional desde 2015. Com esta iniciativa técnica e científica, o Governo dos Açores reforça o seu compromisso com a proteção fitossanitária das culturas regionais, assegurando soluções seguras para salvaguardar a biodiversidade dos ecossistemas e a rentabilidade do setor agrícola açoriano.
Nota de Imprensa
13 de Junho 2026
Nota à imprensa
Perante a nota de imprensa hoje divulgada pelo Grupo Parlamentar do Partido Socialista sobre alegados constrangimentos no Serviço de Imagiologia do Hospital do Santo Espírito da Ilha Terceira (HSEIT), importa repor os factos e esclarecer a população. Em primeiro lugar, importa referir que o equipamento de mamografia atualmente em utilização no HSEIT sofreu uma avaria ontem, não correspondendo à realidade qualquer tentativa de associar esta ocorrência a alegados atrasos acumulados de vários meses na realização de exames. Importa igualmente salientar que o atual mamógrafo é um equipamento com mais de 14 anos de utilização, encontrando-se tecnologicamente obsoleto e desadequado às exigências atuais de resposta clínica. Precisamente por essa razão, o Governo dos Açores, através da Secretaria Regional da Saúde e Segurança Social, já desencadeou a sua substituição. Ao abrigo do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), o HSEIT adquiriu um novo mamógrafo, num investimento próximo dos 300 mil euros, estando prevista a sua instalação e entrada em funcionamento nas próximas duas semanas. Trata-se de um investimento estruturante que permitirá reforçar a capacidade de resposta do Serviço de Imagiologia e garantir melhores condições de diagnóstico e acompanhamento aos utentes. Relativamente aos recursos humanos, importa também esclarecer que já foi autorizada a abertura do procedimento concursal para recrutamento de mais uma médica especialista em Imagiologia, assegurando-se igualmente o recurso a prestadores de serviços sempre que necessário para garantir a continuidade assistencial. O Governo dos Açores reconhece a importância do acompanhamento atempado dos doentes oncológicos e mantém total prioridade na garantia de respostas adequadas e seguras. Contudo, considera fundamental que o debate sobre matérias tão sensíveis seja feito com rigor, responsabilidade e respeito pelos factos, evitando criar alarmismo desnecessário junto dos utentes e das suas famílias. O investimento realizado na renovação tecnológica e no reforço dos recursos humanos demonstra, precisamente, o compromisso do Governo dos Açores com a melhoria contínua dos cuidados de saúde prestados aos açorianos.
13 de Junho 2026
Nota à imprensa
Perante a nota de imprensa hoje divulgada pelo Grupo Parlamentar do Partido Socialista sobre alegados constrangimentos no Serviço de Imagiologia do Hospital do Santo Espírito da Ilha Terceira (HSEIT), importa repor os factos e esclarecer a população. Em primeiro lugar, importa referir que o equipamento de mamografia atualmente em utilização no HSEIT sofreu uma avaria ontem, não correspondendo à realidade qualquer tentativa de associar esta ocorrência a alegados atrasos acumulados de vários meses na realização de exames. Importa igualmente salientar que o atual mamógrafo é um equipamento com mais de 14 anos de utilização, encontrando-se tecnologicamente obsoleto e desadequado às exigências atuais de resposta clínica. Precisamente por essa razão, o Governo dos Açores, através da Secretaria Regional da Saúde e Segurança Social, já desencadeou a sua substituição. Ao abrigo do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), o HSEIT adquiriu um novo mamógrafo, num investimento próximo dos 300 mil euros, estando prevista a sua instalação e entrada em funcionamento nas próximas duas semanas. Trata-se de um investimento estruturante que permitirá reforçar a capacidade de resposta do Serviço de Imagiologia e garantir melhores condições de diagnóstico e acompanhamento aos utentes. Relativamente aos recursos humanos, importa também esclarecer que já foi autorizada a abertura do procedimento concursal para recrutamento de mais uma médica especialista em Imagiologia, assegurando-se igualmente o recurso a prestadores de serviços sempre que necessário para garantir a continuidade assistencial. O Governo dos Açores reconhece a importância do acompanhamento atempado dos doentes oncológicos e mantém total prioridade na garantia de respostas adequadas e seguras. Contudo, considera fundamental que o debate sobre matérias tão sensíveis seja feito com rigor, responsabilidade e respeito pelos factos, evitando criar alarmismo desnecessário junto dos utentes e das suas famílias. O investimento realizado na renovação tecnológica e no reforço dos recursos humanos demonstra, precisamente, o compromisso do Governo dos Açores com a melhoria contínua dos cuidados de saúde prestados aos açorianos.
Nota de Imprensa
13 de Junho 2026
José Manuel Bolieiro destaca importância de valorizar o poder local e os eleitos autárquicos
O Presidente do Governo dos Açores, José Manuel Bolieiro, presidiu na sexta-feira à sessão de encerramento da Conferência “Arquitetura do Poder Local”, promovida pela Associação Nacional de Assembleias Municipais e realizada na Universidade dos Açores, em Ponta Delgada. O líder do executivo açoriano enalteceu o papel fundamental do poder local na democracia portuguesa, sublinhando a relevância das freguesias, dos municípios e dos seus órgãos executivos e deliberativos, designadamente das assembleias municipais. O governante considerou que a reflexão em torno da arquitetura do poder local é particularmente pertinente, defendendo uma análise crítica e construtiva das várias dimensões que estruturam este nível de governação. José Manuel Bolieiro apontou a necessidade de continuar a aperfeiçoar o “quadro de competências e atribuições das autarquias”, bem como a relação entre os órgãos executivos e deliberativos, e defendeu igualmente a importância de um regime de finanças locais que permita uma distribuição mais justa da riqueza nacional pelos poderes descentralizados. Neste contexto, sublinhou a necessidade de assegurar uma diferenciação positiva para as autarquias insulares e das Regiões Autónomas, reconhecendo as especificidades e os desafios próprios dos territórios ultraperiféricos. O Presidente do Governo dos Açores destacou ainda a importância de dignificar e valorizar o estatuto do eleito local, considerando que os autarcas desempenham um papel de proximidade insubstituível junto das populações. “Na verdade, o autarca é um provedor do povo, na sua freguesia ou no seu município, num contacto muito direto com as pessoas e os seus problemas”, afirmou. José Manuel Bolieiro defendeu, por isso, uma visão reformista para o estatuto dos eleitos locais, área que considera ter sido, em vários momentos, desvalorizada ao longo dos últimos anos Outro dos aspetos abordados foi o mapeamento do poder local em Portugal. O Presidente do Governo dos Açores considerou que “qualquer reflexão sobre esta matéria deve ter em conta a identidade dos territórios e a sua capacidade de prestar serviços essenciais às populações, especialmente nas zonas mais periféricas e com maiores desafios de fixação de residentes e atração de talento”. José Manuel Bolieiro partilhou ainda algumas das experiências adquiridas ao longo do seu percurso autárquico, reforçando a importância da proximidade, da participação democrática e da valorização do poder local como pilares fundamentais do desenvolvimento territorial e da coesão social. A sessão de encerramento contou ainda com a participação do Secretário de Estado da Administração Local e Ordenamento do Território, Silvério Regalado, e do Presidente da Associação Nacional de Assembleias Municipais, Fernando Pereira, que integraram a mesa de encerramento da conferência.
13 de Junho 2026
José Manuel Bolieiro destaca importância de valorizar o poder local e os eleitos autárquicos
O Presidente do Governo dos Açores, José Manuel Bolieiro, presidiu na sexta-feira à sessão de encerramento da Conferência “Arquitetura do Poder Local”, promovida pela Associação Nacional de Assembleias Municipais e realizada na Universidade dos Açores, em Ponta Delgada. O líder do executivo açoriano enalteceu o papel fundamental do poder local na democracia portuguesa, sublinhando a relevância das freguesias, dos municípios e dos seus órgãos executivos e deliberativos, designadamente das assembleias municipais. O governante considerou que a reflexão em torno da arquitetura do poder local é particularmente pertinente, defendendo uma análise crítica e construtiva das várias dimensões que estruturam este nível de governação. José Manuel Bolieiro apontou a necessidade de continuar a aperfeiçoar o “quadro de competências e atribuições das autarquias”, bem como a relação entre os órgãos executivos e deliberativos, e defendeu igualmente a importância de um regime de finanças locais que permita uma distribuição mais justa da riqueza nacional pelos poderes descentralizados. Neste contexto, sublinhou a necessidade de assegurar uma diferenciação positiva para as autarquias insulares e das Regiões Autónomas, reconhecendo as especificidades e os desafios próprios dos territórios ultraperiféricos. O Presidente do Governo dos Açores destacou ainda a importância de dignificar e valorizar o estatuto do eleito local, considerando que os autarcas desempenham um papel de proximidade insubstituível junto das populações. “Na verdade, o autarca é um provedor do povo, na sua freguesia ou no seu município, num contacto muito direto com as pessoas e os seus problemas”, afirmou. José Manuel Bolieiro defendeu, por isso, uma visão reformista para o estatuto dos eleitos locais, área que considera ter sido, em vários momentos, desvalorizada ao longo dos últimos anos Outro dos aspetos abordados foi o mapeamento do poder local em Portugal. O Presidente do Governo dos Açores considerou que “qualquer reflexão sobre esta matéria deve ter em conta a identidade dos territórios e a sua capacidade de prestar serviços essenciais às populações, especialmente nas zonas mais periféricas e com maiores desafios de fixação de residentes e atração de talento”. José Manuel Bolieiro partilhou ainda algumas das experiências adquiridas ao longo do seu percurso autárquico, reforçando a importância da proximidade, da participação democrática e da valorização do poder local como pilares fundamentais do desenvolvimento territorial e da coesão social. A sessão de encerramento contou ainda com a participação do Secretário de Estado da Administração Local e Ordenamento do Território, Silvério Regalado, e do Presidente da Associação Nacional de Assembleias Municipais, Fernando Pereira, que integraram a mesa de encerramento da conferência.
Nota de Imprensa
13 de Junho 2026
Variante às Capelas é investimento estratégico que reforça mobilidade, coesão e desenvolvimento em São Miguel
A Variante às Capelas, uma das mais relevantes infraestruturas rodoviárias atualmente em desenvolvimento na ilha de São Miguel, representa um investimento superior a 45 milhões de euros, financiado maioritariamente pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). Este projeto, que tem sido permanente acompanhado pela Secretária Regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas, afirma-se como um marco na modernização da rede viária regional e um exemplo concreto da aplicação de fundos europeus ao serviço do desenvolvimento estrutural dos Açores. Ainda hoje, Berta Cabral voltou a visitar a obra, que tem uma extensão aproximada de 8,3 quilómetros, acrescida de uma ligação adicional de 1,4 quilómetros à vila das Capelas, constituindo um dos maiores investimentos rodoviários recentes nos Açores, integrando projeto, construção e fiscalização numa única intervenção de elevada ambição técnica e estratégica. A Variante às Capelas foi concebida para ligar de forma mais eficiente a vertente norte à zona sul da ilha, garantindo uma conexão mais direta entre o noroeste de São Miguel e o principal centro urbano, Ponta Delgada. Esta infraestrutura permitirá reduzir significativamenteos tempos de deslocação, terá percursos mais seguros e diretos e diminuirá o tráfego em centros urbanos e freguesias. Ao evitar a travessia de várias localidades, a nova estrada contribui para uma mobilidade mais fluida e cómoda, com impacto direto na qualidade de vida da população. Paralelamente, melhora o acesso a serviços essenciais como hospital, aeroporto e porto, concentrados nas principais áreas urbanas da ilha. Berta Cabral defende que a melhoria das acessibilidades representa um fator determinante para o crescimento económico e adianta que a Variante às Capelas reforça a ligação entre zonas periféricas e Ponta Delgada, criando condições para dinamização do comércio local, estímulo ao turismo regional e facilitação da circulação de pessoas e bens. “Ao tornar o território mais acessível e eficiente do ponto de vista logístico, esta infraestrutura contribui para aumentar a competitividade da região e a sua atratividade para investimento”, afirma Berta Cabral. E prossegue: “Mais do que uma obra rodoviária, a Variante às Capelas assume-se como um instrumento de coesão social e territorial. Ao reduzir assimetrias entre diferentes zonas da ilha, promove maior integração entre comunidades, acesso mais equilibrado a serviços e oportunidades e reforço da equidade territorial”. “Este investimento insere-se numa visão estratégica de desenvolvimento harmonioso dos Açores, aproximando territórios e fortalecendo a unidade regional, cirando mais segurança e resiliência”, sustenta. A nova via foi projetada com padrões modernos de engenharia, permitindo redução de acidentes rodoviários, diminuição de congestionamentos e retirada de tráfego pesado dos centros populacionais. Adicionalmente, contempla soluções que ajudam a mitigar riscos naturais, nomeadamente problemas de inundação que têm afetado algumas freguesias do concelho de Ponta Delgada. Esta abordagem reforça a resiliência do território face a fenómenos naturais, uma prioridade num contexto insular particularmente exposto. A Variante às Capelas é amplamente reconhecida como uma obra-chave para o presente e futuro da ilha de São Miguel e simboliza um investimento público estruturante, o aproveitamento eficaz de fundos europeus do PRR e uma aposta clara na modernização das infraestruturas regionais. Este projeto traduz, assim, uma visão estratégica de longo prazo, aliando desenvolvimento económico, sustentabilidade e qualidade de vida, além do que constitui uma infraestrutura de impacto multidimensional, essencial para melhorar a mobilidade e acessibilidades, dinamizar a economia regional, reforçar a segurança rodoviária, promover a coesão territorial e mitigar riscos naturais.
13 de Junho 2026
Variante às Capelas é investimento estratégico que reforça mobilidade, coesão e desenvolvimento em São Miguel
A Variante às Capelas, uma das mais relevantes infraestruturas rodoviárias atualmente em desenvolvimento na ilha de São Miguel, representa um investimento superior a 45 milhões de euros, financiado maioritariamente pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). Este projeto, que tem sido permanente acompanhado pela Secretária Regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas, afirma-se como um marco na modernização da rede viária regional e um exemplo concreto da aplicação de fundos europeus ao serviço do desenvolvimento estrutural dos Açores. Ainda hoje, Berta Cabral voltou a visitar a obra, que tem uma extensão aproximada de 8,3 quilómetros, acrescida de uma ligação adicional de 1,4 quilómetros à vila das Capelas, constituindo um dos maiores investimentos rodoviários recentes nos Açores, integrando projeto, construção e fiscalização numa única intervenção de elevada ambição técnica e estratégica. A Variante às Capelas foi concebida para ligar de forma mais eficiente a vertente norte à zona sul da ilha, garantindo uma conexão mais direta entre o noroeste de São Miguel e o principal centro urbano, Ponta Delgada. Esta infraestrutura permitirá reduzir significativamenteos tempos de deslocação, terá percursos mais seguros e diretos e diminuirá o tráfego em centros urbanos e freguesias. Ao evitar a travessia de várias localidades, a nova estrada contribui para uma mobilidade mais fluida e cómoda, com impacto direto na qualidade de vida da população. Paralelamente, melhora o acesso a serviços essenciais como hospital, aeroporto e porto, concentrados nas principais áreas urbanas da ilha. Berta Cabral defende que a melhoria das acessibilidades representa um fator determinante para o crescimento económico e adianta que a Variante às Capelas reforça a ligação entre zonas periféricas e Ponta Delgada, criando condições para dinamização do comércio local, estímulo ao turismo regional e facilitação da circulação de pessoas e bens. “Ao tornar o território mais acessível e eficiente do ponto de vista logístico, esta infraestrutura contribui para aumentar a competitividade da região e a sua atratividade para investimento”, afirma Berta Cabral. E prossegue: “Mais do que uma obra rodoviária, a Variante às Capelas assume-se como um instrumento de coesão social e territorial. Ao reduzir assimetrias entre diferentes zonas da ilha, promove maior integração entre comunidades, acesso mais equilibrado a serviços e oportunidades e reforço da equidade territorial”. “Este investimento insere-se numa visão estratégica de desenvolvimento harmonioso dos Açores, aproximando territórios e fortalecendo a unidade regional, cirando mais segurança e resiliência”, sustenta. A nova via foi projetada com padrões modernos de engenharia, permitindo redução de acidentes rodoviários, diminuição de congestionamentos e retirada de tráfego pesado dos centros populacionais. Adicionalmente, contempla soluções que ajudam a mitigar riscos naturais, nomeadamente problemas de inundação que têm afetado algumas freguesias do concelho de Ponta Delgada. Esta abordagem reforça a resiliência do território face a fenómenos naturais, uma prioridade num contexto insular particularmente exposto. A Variante às Capelas é amplamente reconhecida como uma obra-chave para o presente e futuro da ilha de São Miguel e simboliza um investimento público estruturante, o aproveitamento eficaz de fundos europeus do PRR e uma aposta clara na modernização das infraestruturas regionais. Este projeto traduz, assim, uma visão estratégica de longo prazo, aliando desenvolvimento económico, sustentabilidade e qualidade de vida, além do que constitui uma infraestrutura de impacto multidimensional, essencial para melhorar a mobilidade e acessibilidades, dinamizar a economia regional, reforçar a segurança rodoviária, promover a coesão territorial e mitigar riscos naturais.
Nota de Imprensa
12 de Junho 2026
José Manuel Bolieiro afirma que “apoios à agricultura protegem uma economia real e produtiva”
O Presidente do Governo dos Açores, José Manuel Bolieiro, presidiu hoje à cerimónia de abertura da Feira Agrícola Açores 2026, realizada no Pavilhão Multiusos da Vinha Brava, na ilha Terceira, destacando a agricultura como um setor estratégico para o desenvolvimento económico, a coesão social e a afirmação da identidade açoriana. Perante produtores, empresários, dirigentes associativos e demais agentes do setor, José Manuel Bolieiro sublinhou a importância da feira enquanto espaço de encontro entre todos os intervenientes da cadeia de valor agrícola, desde a produção à transformação e à distribuição. “Esta é uma oportunidade para reunir os Açores, reunir a produção, a transformação e a distribuição em torno de um setor que tem uma cadeia de valor extraordinária para a nossa economia e para aquilo que fazemos nos Açores”, afirmou. O governante defendeu que a criação de riqueza continua a ser condição essencial para o desenvolvimento económico e social, valorizando o papel do trabalho na construção de uma sociedade mais próspera. “Não é possível distribuir riqueza sem primeiro a criar. Não é possível dignificar a vivência humana sem trabalho, quer na sua dimensão individual, quer coletiva. O potencial da nossa natureza só se concretiza plenamente quando associado ao trabalho, ao conhecimento e à capacidade de inovar”, frisou. O líder do executivo açoriano enalteceu ainda o papel do associativismo agrícola açoriano, considerando-o um “parceiro social indispensável” para o progresso do setor e para a construção de soluções que respondam aos desafios atuais. “O associativismo agrícola afirmou-se como um parceiro social relevante. Em cada associação, em cada ilha e em todo o arquipélago, louvo a capacidade de trabalho, a procura de soluções e a associação de inteligências que acompanha a dimensão da nossa ambição coletiva”, salientou. O Presidente do Governo lembrou que a agricultura açoriana representa muito mais do que a produção de alimentos, constituindo um elemento essencial da cultura e da identidade regional. “A agricultura é também cultura e identidade açoriana. Ninguém imaginaria visitar os Açores sem encontrar uma agricultura viva, capaz de contribuir para a autonomia alimentar das nossas ilhas e para a preservação da nossa autenticidade”, referiu. Neste contexto, associou a agricultura aos valores de coesão social, sustentabilidade e autenticidade que a Marca Açores procura afirmar dentro e fora da Região. José Manuel Bolieiro destacou igualmente a capacidade do setor para atrair e fixar talento, considerando que a agricultura açoriana reúne condições para criar oportunidades de futuro e gerar valor para residentes e visitantes. “Temos qualidade, temos excelência e temos capacidade para continuar a atrair pessoas para os Açores, valorizando os nossos recursos e criando oportunidades para as novas gerações”, afirmou. Durante a sua intervenção, o governante destacou os resultados alcançados pelo setor agrícola, sublinhando que a sua importância para a economia regional é comprovada pela evolução do Valor Acrescentado Bruto (VAB) da agricultura e das agroindústrias. Segundo referiu, o VAB agrícola atingiu em 2024 o valor mais elevado dos últimos 30 anos, fixando-se nos 354 milhões de euros, demonstrando a crescente relevância do setor para a economia açoriana. José Manuel Bolieiro assinalou também o trabalho desenvolvido entre o Governo dos Açores e a Federação Agrícola dos Açores para garantir igualdade de tratamento aos agricultores açorianos no acesso a apoios nacionais. “Foi possível reverter uma injustiça que estava a ser criada relativamente aos agricultores dos Açores, que estavam a ser excluídos de apoios nacionais. Hoje, por força da nossa capacidade reivindicativa, os agricultores açorianos estão incluídos nos apoios nacionais aos fertilizantes e à energia, o que é de total justiça”, destacou. No âmbito das políticas públicas para o setor, o Presidente do Governo reafirmou o compromisso do executivo açoriano em garantir equilíbrio em toda a cadeia de valor alimentar, compensando os sobrecustos inerentes à condição arquipelágica e protegendo simultaneamente os consumidores. “O principal beneficiário destas medidas é o consumidor e a economia regional, garantindo que os produtos chegam à mesa dos açorianos a preços comportáveis, sem comprometer a sustentabilidade da produção”, afirmou. O governante destacou igualmente o investimento na investigação, na inovação e na segurança alimentar, áreas fundamentais para reforçar a competitividade e a excelência da produção regional. José Manuel Bolieiro anunciou ainda que, desde o passado dia 1 de junho, estão abertas as candidaturas à reconversão de explorações de produção de leite para produção de carne bovina nas ilhas de São Miguel, Terceira e Graciosa, medida destinada a diversificar a atividade agrícola e a reforçar a resiliência do setor. Foi também anunciada a abertura, durante o mês de julho, das candidaturas ao apoio às sementes de milho e sorgo referentes à campanha de 2025, com uma majoração de 30%, em resposta às intempéries verificadas ao longo do ano. Esta medida tem contribuído para o crescimento da produção regional de milho forrageiro, tendo os Açores alcançado em 2025 uma área recorde de 14.500 hectares dedicados a esta cultura, reforçando a autossuficiência alimentar animal e reduzindo a dependência de importações. Relativamente ao Plano Estratégico da Política Agrícola Comum (PEPAC), o Presidente do Governo destacou a forte adesão dos agricultores açorianos aos programas de investimento disponibilizados. O primeiro período de candidaturas, decorrido entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026, permitiu aprovar apoios no valor de quatro milhões de euros para um investimento global superior a 5,1 milhões de euros, abrangendo projetos nas áreas da bovinicultura de leite e de carne, fruticultura, vitivinicultura e horticultura. José Manuel Bolieiro anunciou ainda a abertura, durante o próximo mês de julho, de candidaturas para apoio à florestação de terras agrícolas e instalação de cortinas de abrigo, num montante global de 3 milhões de euros. “Trata-se de uma oportunidade para aumentar a área florestal dos Açores, promovendo simultaneamente a sustentabilidade ambiental das explorações agrícolas e apoiando os produtores durante os primeiros anos deste investimento”, explicou. A concluir, o Presidente do Governo dos Açores defendeu a necessidade de garantir que os apoios nacionais destinados ao setor agrícola sejam efetivamente extensíveis à Região. “As ajudas nacionais têm de ser para todo o território nacional. Temos vindo a reivindicar junto do Governo da República que os Açores sejam incluídos nesses apoios. Não estamos a criar uma economia de dependência, mas sim a proteger uma economia real, produtiva, geradora de riqueza, emprego e desenvolvimento para os Açores”, concluiu. Na cerimónia estiveram igualmente presentes o Secretário Regional da Agricultura e Alimentação, António Ventura, o Presidente da Federação Agrícola dos Açores, Jorge Rita, o Presidente da Associação Agrícola da Ilha Terceira, José Azevedo, o Vice-Presidente da Câmara Municipal de Angra do Heroísmo, Guido Teles e a Presidente da Câmara Municipal da Praia da Vitória, Vânia Ferreira, entre outras entidades ligadas ao setor agrícola açoriano.
12 de Junho 2026
José Manuel Bolieiro afirma que “apoios à agricultura protegem uma economia real e produtiva”
O Presidente do Governo dos Açores, José Manuel Bolieiro, presidiu hoje à cerimónia de abertura da Feira Agrícola Açores 2026, realizada no Pavilhão Multiusos da Vinha Brava, na ilha Terceira, destacando a agricultura como um setor estratégico para o desenvolvimento económico, a coesão social e a afirmação da identidade açoriana. Perante produtores, empresários, dirigentes associativos e demais agentes do setor, José Manuel Bolieiro sublinhou a importância da feira enquanto espaço de encontro entre todos os intervenientes da cadeia de valor agrícola, desde a produção à transformação e à distribuição. “Esta é uma oportunidade para reunir os Açores, reunir a produção, a transformação e a distribuição em torno de um setor que tem uma cadeia de valor extraordinária para a nossa economia e para aquilo que fazemos nos Açores”, afirmou. O governante defendeu que a criação de riqueza continua a ser condição essencial para o desenvolvimento económico e social, valorizando o papel do trabalho na construção de uma sociedade mais próspera. “Não é possível distribuir riqueza sem primeiro a criar. Não é possível dignificar a vivência humana sem trabalho, quer na sua dimensão individual, quer coletiva. O potencial da nossa natureza só se concretiza plenamente quando associado ao trabalho, ao conhecimento e à capacidade de inovar”, frisou. O líder do executivo açoriano enalteceu ainda o papel do associativismo agrícola açoriano, considerando-o um “parceiro social indispensável” para o progresso do setor e para a construção de soluções que respondam aos desafios atuais. “O associativismo agrícola afirmou-se como um parceiro social relevante. Em cada associação, em cada ilha e em todo o arquipélago, louvo a capacidade de trabalho, a procura de soluções e a associação de inteligências que acompanha a dimensão da nossa ambição coletiva”, salientou. O Presidente do Governo lembrou que a agricultura açoriana representa muito mais do que a produção de alimentos, constituindo um elemento essencial da cultura e da identidade regional. “A agricultura é também cultura e identidade açoriana. Ninguém imaginaria visitar os Açores sem encontrar uma agricultura viva, capaz de contribuir para a autonomia alimentar das nossas ilhas e para a preservação da nossa autenticidade”, referiu. Neste contexto, associou a agricultura aos valores de coesão social, sustentabilidade e autenticidade que a Marca Açores procura afirmar dentro e fora da Região. José Manuel Bolieiro destacou igualmente a capacidade do setor para atrair e fixar talento, considerando que a agricultura açoriana reúne condições para criar oportunidades de futuro e gerar valor para residentes e visitantes. “Temos qualidade, temos excelência e temos capacidade para continuar a atrair pessoas para os Açores, valorizando os nossos recursos e criando oportunidades para as novas gerações”, afirmou. Durante a sua intervenção, o governante destacou os resultados alcançados pelo setor agrícola, sublinhando que a sua importância para a economia regional é comprovada pela evolução do Valor Acrescentado Bruto (VAB) da agricultura e das agroindústrias. Segundo referiu, o VAB agrícola atingiu em 2024 o valor mais elevado dos últimos 30 anos, fixando-se nos 354 milhões de euros, demonstrando a crescente relevância do setor para a economia açoriana. José Manuel Bolieiro assinalou também o trabalho desenvolvido entre o Governo dos Açores e a Federação Agrícola dos Açores para garantir igualdade de tratamento aos agricultores açorianos no acesso a apoios nacionais. “Foi possível reverter uma injustiça que estava a ser criada relativamente aos agricultores dos Açores, que estavam a ser excluídos de apoios nacionais. Hoje, por força da nossa capacidade reivindicativa, os agricultores açorianos estão incluídos nos apoios nacionais aos fertilizantes e à energia, o que é de total justiça”, destacou. No âmbito das políticas públicas para o setor, o Presidente do Governo reafirmou o compromisso do executivo açoriano em garantir equilíbrio em toda a cadeia de valor alimentar, compensando os sobrecustos inerentes à condição arquipelágica e protegendo simultaneamente os consumidores. “O principal beneficiário destas medidas é o consumidor e a economia regional, garantindo que os produtos chegam à mesa dos açorianos a preços comportáveis, sem comprometer a sustentabilidade da produção”, afirmou. O governante destacou igualmente o investimento na investigação, na inovação e na segurança alimentar, áreas fundamentais para reforçar a competitividade e a excelência da produção regional. José Manuel Bolieiro anunciou ainda que, desde o passado dia 1 de junho, estão abertas as candidaturas à reconversão de explorações de produção de leite para produção de carne bovina nas ilhas de São Miguel, Terceira e Graciosa, medida destinada a diversificar a atividade agrícola e a reforçar a resiliência do setor. Foi também anunciada a abertura, durante o mês de julho, das candidaturas ao apoio às sementes de milho e sorgo referentes à campanha de 2025, com uma majoração de 30%, em resposta às intempéries verificadas ao longo do ano. Esta medida tem contribuído para o crescimento da produção regional de milho forrageiro, tendo os Açores alcançado em 2025 uma área recorde de 14.500 hectares dedicados a esta cultura, reforçando a autossuficiência alimentar animal e reduzindo a dependência de importações. Relativamente ao Plano Estratégico da Política Agrícola Comum (PEPAC), o Presidente do Governo destacou a forte adesão dos agricultores açorianos aos programas de investimento disponibilizados. O primeiro período de candidaturas, decorrido entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026, permitiu aprovar apoios no valor de quatro milhões de euros para um investimento global superior a 5,1 milhões de euros, abrangendo projetos nas áreas da bovinicultura de leite e de carne, fruticultura, vitivinicultura e horticultura. José Manuel Bolieiro anunciou ainda a abertura, durante o próximo mês de julho, de candidaturas para apoio à florestação de terras agrícolas e instalação de cortinas de abrigo, num montante global de 3 milhões de euros. “Trata-se de uma oportunidade para aumentar a área florestal dos Açores, promovendo simultaneamente a sustentabilidade ambiental das explorações agrícolas e apoiando os produtores durante os primeiros anos deste investimento”, explicou. A concluir, o Presidente do Governo dos Açores defendeu a necessidade de garantir que os apoios nacionais destinados ao setor agrícola sejam efetivamente extensíveis à Região. “As ajudas nacionais têm de ser para todo o território nacional. Temos vindo a reivindicar junto do Governo da República que os Açores sejam incluídos nesses apoios. Não estamos a criar uma economia de dependência, mas sim a proteger uma economia real, produtiva, geradora de riqueza, emprego e desenvolvimento para os Açores”, concluiu. Na cerimónia estiveram igualmente presentes o Secretário Regional da Agricultura e Alimentação, António Ventura, o Presidente da Federação Agrícola dos Açores, Jorge Rita, o Presidente da Associação Agrícola da Ilha Terceira, José Azevedo, o Vice-Presidente da Câmara Municipal de Angra do Heroísmo, Guido Teles e a Presidente da Câmara Municipal da Praia da Vitória, Vânia Ferreira, entre outras entidades ligadas ao setor agrícola açoriano.
Nota de Imprensa
12 de Junho 2026
Artur Lima afirma em Berlim que Açores são um motor da projeção geopolítica e económica de Portugal no mundo
No âmbito das celebrações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, que decorreu na Embaixada de Portugal em Berlim, o Vice-Presidente do Governo Regional salientou a relevância estratégica dos Açores para o posicionamento global de Portugal. Perante uma plateia de mais de 200 pessoas, composta por membros da comunidade portuguesa na Alemanha, diplomatas e empresários, Artur Lima destacou que o arquipélago transforma Portugal numa verdadeira potência marítima e é uma ponte insubstituível entre a Europa e as Américas. "Celebrar Portugal sem olhar para o Atlântico seria esquecer a nossa própria génese. Por isso venho falar-vos de um Portugal que estende a Europa até ao meio do oceano: venho falar-vos dos Açores", afirmou Artur Lima, rejeitando categoricamente a ideia de isolamento das ilhas: "Os Açores nunca foram a periferia de Portugal; foram, e são, a sua centralidade atlântica”. Após salientar a importância histórica que os Açores tiveram para a Portugal, foi dado destaque ao presente e ao futuro. “Os Açores são hoje o centro de investigação científica do mar profundo e estamos a posicionar-nos na vanguarda do setor espacial europeu. Somos o laboratório vivo por excelência para a biotecnologia marinha, a robótica subaquática e a exploração sustentável dos recursos oceânicos, assim como um bastião na salvaguarda da biodiversidade marinha e da sustentabilidade ambiental.” salientou. Durante o seu discurso, o Vice-Presidente do Governo lançou um repto aos empresários e investidores presentes, ao convidá-los a investir nos Açores. "O futuro de Portugal projeta-se a partir daqui: com os olhos postos no horizonte, com a ambição de quem sabe que o mar não nos separa, o mar une-nos. Para os empresários e investidores aqui presentes, garanto-vos que estamos prontos para acolher a vossa visão, o vosso investimento e a vossa audácia", reforçou. Por convite da Sra. Embaixadora de Portugal em Berlim, Madalena Fischer, a Região Autónoma dos Açores, representada pelo Vice-Presidente do Governo Regional, Artur Lima, participou nas celebrações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, assim como a Secretária de Estado dos Assuntos Europeus, Inês Domingos. No decorrer das celebrações, promoveu-se uma mostra de artesanato e produtos dos Açores, com o apoio e participação da Invest in Azores, Marca Açores, Escola de Formação Turística dos Açores e VisitAzores.
12 de Junho 2026
Artur Lima afirma em Berlim que Açores são um motor da projeção geopolítica e económica de Portugal no mundo
No âmbito das celebrações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, que decorreu na Embaixada de Portugal em Berlim, o Vice-Presidente do Governo Regional salientou a relevância estratégica dos Açores para o posicionamento global de Portugal. Perante uma plateia de mais de 200 pessoas, composta por membros da comunidade portuguesa na Alemanha, diplomatas e empresários, Artur Lima destacou que o arquipélago transforma Portugal numa verdadeira potência marítima e é uma ponte insubstituível entre a Europa e as Américas. "Celebrar Portugal sem olhar para o Atlântico seria esquecer a nossa própria génese. Por isso venho falar-vos de um Portugal que estende a Europa até ao meio do oceano: venho falar-vos dos Açores", afirmou Artur Lima, rejeitando categoricamente a ideia de isolamento das ilhas: "Os Açores nunca foram a periferia de Portugal; foram, e são, a sua centralidade atlântica”. Após salientar a importância histórica que os Açores tiveram para a Portugal, foi dado destaque ao presente e ao futuro. “Os Açores são hoje o centro de investigação científica do mar profundo e estamos a posicionar-nos na vanguarda do setor espacial europeu. Somos o laboratório vivo por excelência para a biotecnologia marinha, a robótica subaquática e a exploração sustentável dos recursos oceânicos, assim como um bastião na salvaguarda da biodiversidade marinha e da sustentabilidade ambiental.” salientou. Durante o seu discurso, o Vice-Presidente do Governo lançou um repto aos empresários e investidores presentes, ao convidá-los a investir nos Açores. "O futuro de Portugal projeta-se a partir daqui: com os olhos postos no horizonte, com a ambição de quem sabe que o mar não nos separa, o mar une-nos. Para os empresários e investidores aqui presentes, garanto-vos que estamos prontos para acolher a vossa visão, o vosso investimento e a vossa audácia", reforçou. Por convite da Sra. Embaixadora de Portugal em Berlim, Madalena Fischer, a Região Autónoma dos Açores, representada pelo Vice-Presidente do Governo Regional, Artur Lima, participou nas celebrações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, assim como a Secretária de Estado dos Assuntos Europeus, Inês Domingos. No decorrer das celebrações, promoveu-se uma mostra de artesanato e produtos dos Açores, com o apoio e participação da Invest in Azores, Marca Açores, Escola de Formação Turística dos Açores e VisitAzores.