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Primeira edição do “FLAD Summer Program – Azores” - cartaz
Nota de Imprensa
23 de Janeiro 2026
Açores organizam curso de verão para jovens luso-americanos
O Governo dos Açores, a Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD) e a Universidade dos Açores promovem este ano a primeira edição do “FLAD Summer Program – Azores”, destinada a jovens açordescendentes dos Estados Unidos da América. O curso de verão tem lugar de 1 e 17 de julho, nos campus da Universidade dos Açores das ilhas de São Miguel e Terceira. Esta iniciativa insere-se no âmbito do protocolo de cooperação estabelecido entre as três entidades e destina-se a jovens cidadãos dos Estados Unidos da América, de ascendência açoriana, com idades compreendidas entre os 18 e os 25 anos. Para esta primeira edição, serão selecionados até 20 participantes, proporcionando-lhes uma experiência formativa e cultural única e imersiva na Região Autónoma dos Açores. O FLAD Summer Program - Azores tem como principais objetivos aprofundar o conhecimento sobre o património natural, histórico e cultural do arquipélago, reforçar as relações científicas, culturais e económicas entre os Açores e as comunidades açorianas nos Estados Unidos da América, bem como incentivar o espírito de iniciativa e a liderança comunitária junto das novas gerações luso-americanas. O programa académico, lecionado em língua inglesa, integra aulas teóricas, seminários e visitas de estudo de natureza prática e cultural, envolvendo as quatro faculdades da Universidade dos Açores: Ciências Agrárias e do Ambiente, Economia e Gestão, Ciências e Tecnologia e Ciências Sociais e Humanas. A frequência com aproveitamento confere seis ECTS, equivalentes a três créditos académicos nos Estados Unidos da América, sendo emitido um certificado bilingue de participação e conclusão. Os custos associados à participação, incluindo viagens, alojamento e propinas, são assegurados pela organização, sendo apenas exigido aos estudantes selecionados o pagamento de uma taxa de inscrição simbólica no valor de 50 euros. As candidaturas estão a decorrer desde 20 de janeiro e até 28 de fevereiro de 2026, devendo as submissões serem feitas online, através da plataforma da Universidade dos Açores - em InforEstudante - Universidade dos Açores – e acompanhadas de um conjunto de documentos redigidos em inglês, nomeadamente, currículo académico e profissional, carta de motivação, carta de recomendação e comprovativo do percurso académico. Caso se revele necessário, e no âmbito do processo de seleção, os candidatos poderão ser convocados para entrevista. O processo de seleção será conduzido conjuntamente pela Universidade dos Açores, pela FLAD e pelo Governo dos Açores, através da Secretaria Regional dos Assuntos Parlamentares e Comunidades, tendo em conta critérios académicos, diversidade geográfica, motivação e potencial de liderança comunitária. A iniciativa pretende reafirmar o compromisso das entidades organizadoras para o reforço dos laços históricos, culturais e humanos com a diáspora açoriana, valorizando o papel estratégico das comunidades emigrantes na projeção internacional da Região. Esta organização conjunta insere-se no âmbito das comemorações dos 40 anos da FLAD, constituída a 20 de maio de 1985, dos 50 anos da Universidade dos Açores, fundada a 9 de janeiro de 1976, e dos 50 anos da Região Autónoma dos Açores, instituída a 2 de abril de 1976. A sua implementação decorre do protocolo de cooperação celebrado a 20 de novembro de 2025, em Ponta Delgada, pelo presidente do Governo dos Açores, José Manuel Bolieiro, a reitora da Universidade dos Açores, Susana Mira Leal, e o então presidente da FLAD, Nuno Morais Sarmento. Para mais informações, os interessados poderão contactar a FLAD ([email protected]), a Universidade dos Açores ([email protected]) ou a Direção Regional das Comunidades do Governo dos Açores ([email protected]).
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Nota de Imprensa
22 de Janeiro 2026
Governo trabalha em soluções inclusivas para reforçar oferta habitacional nos Açores
A Secretária Regional da Juventude, Habitação e Emprego afirmou esta quarta-feira que o “tempo do desinvestimento em habitação nos Açores acabou” e que o executivo de coligação PSD/CDS-PP/PPM “está a trabalhar em soluções inclusivas” para reforçar a oferta habitacional na Região e o acesso das famílias e jovens açorianos a habitação a preços compatíveis com os seus rendimentos. Durante uma sessão de divulgação das políticas públicas de habitação na Região, que decorreu em Vila Franca do Campo, na ilha de São Miguel, Maria João Carreiro destacou o investimento histórico em curso em novas respostas habitacionais financiadas pelo Plano de Recuperação e Resiliência, num total de 65 milhões de euros para 767 respostas habitacionais, onde se incluem reabilitações, construções e lotes. É o caso do empreendimento dos Foros Sol Mar, em Vila Franca do Campo, cujo concurso públicopara atribuição dos 23 apartamentos (quatro de tipologia T1, nove de tipologia T2 e 10 de tipologia T3), num investimento superior a 2,1 milhões, está a decorrer e termina no próximo dia 4 de fevereiro. Estes novos apartamentos, a exemplo de outras habitações construídas via PRR, vão ser cedidos às famílias em regime de arrendamento com opção de compra. A opção de compra pode ser exercida pelos arrendatários decorrido um ano da assinatura do contrato, para estimular a transição entre o mercado de arrendamento e a propriedade de habitação própria e permanente.   “Reforçar a oferta habitacional, garantir maior acessibilidade e assegurar sustentabilidade a longo prazo é a prioridade do Governo dos Açores para a política regional de habitação, que é essencial para a estabilidade das famílias, para a fixação de pessoas nas freguesias e nos concelhos e para o desenvolvimento económico e social da Região”, afirmou a Secretária Regional. Entre as políticas públicas implementadas pelo Governo dos Açores para diferentes públicos e faixas etárias está a criação do regime de arrendamento com opção de compra, que passou a incluir como elegíveis os jovens e famílias de classe média até então excluídos dos apoios à habitação. Para este ano de 2026 foram revistos os coeficientes máximos dos rendimentos dos candidatos aos lotes infraestruturados e cedidos pela Região para construção de habitação, passando a incluir entre os elegíveis um casal jovem, com dois filhos, com rendimento bruto mensal de 3.100 euros ou um casal jovem, com um filho, com rendimento bruto mensal de 2.850 euros, até agora excluídos. Foi ainda criado um apoio, sob a forma de comparticipação financeira, a fundo perdido, para a aquisição de projetos de arquitetura e especialidades até ao limite máximo de cinco mil euros por beneficiário para a construção de habitação própria permanente. No que respeita à autoconstrução em lote cedido pela Região ou em lote privado, os apoios foram majorados em 25%, o que permite que um casal jovem, com dois filhos, com rendimentos brutos mensais de 2.500 euros, por exemplo, possa beneficiar de um apoio até 21 mil euros, em vez dos 16.500 euros que beneficiava até esta alteração em sede de Orçamento para 2026. Para o ano de 2026 foram ainda mantidas as majorações de 20% nos incentivos ao arrendamento e de 50% nos incentivos ao arrendamento para subarrendamento, o que permite reforçar os apoios à habitação quando as famílias mais precisam e promover mais e melhores respostas habitacionais. Estiveram presentes na sessão de divulgação das políticas de habitação nos Açores, aberta a todos os interessados, a Presidente da Câmara Municipal de Vila Franca do Campo, Graça Melo, o Diretor Regional da Habitação, Daniel Pavão, e presidentes de Junta de Freguesia do concelho.
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Visita às unidades de Investigação e Desenvolvimento (I&D) da Universidade dos Açores, em Ponta Delgada
Nota de Imprensa
22 de Janeiro 2026
Vice-Presidente destaca aposta “sólida e contínua” nos centros de investigação da Universidade dos Açores
O Vice-Presidente do Governo dos Açores, Artur Lima, visitou na quarta-feira as unidades de Investigação e Desenvolvimento (I&D) da Universidade dos Açores, em Ponta Delgada, tendo destacado a “aposta sólida e contínua” do Governo dos Açores nestes organismos. Artur Lima deslocou-se a seis unidades de (I&D) da Universidade dos Açores localizadas no Campus Universitário de Ponta Delgada, numa visita que teve por objetivo reforçar a proximidade com estes centros, bem como identificar os desafios e as oportunidades existentes. O programa incluiu a visita ao Instituto de Investigação em Vulcanologia e Avaliação de Riscos Geológicos (IVAR), ao CIBIO/Açores - Núcleo da Rede de Investigação em Biodiversidade e Biologia Evolutiva, ao Centro de Humanidades (CHAM-Açores), ao Centro Interdisciplinar de Ciências Sociais (CICS.NOVA.UAc), ao Centro de Estudos e Economia Aplicada do Atlântico (CEEAplA) e ao Núcleo de ID em Sistemas Inteligentes, Ciência e Engenharia (IS2E). Artur Lima visitou também o polo do CBA – Centro de Biotecnologia dos Açores que está localizado em Ponta Delgada. Para o Vice-Presidente do Governo Regional, “estes organismos de investigação são um dos pilares da inovação e do desenvolvimento dos Açores, fazendo avançar a ciência e o desenvolvimento de projetos de I&D regionais, mas também de índole nacional e internacional”. O governante destacou que entre 2021 e 2025, foram integrados 237 investigadores doutorados em todas as unidades de I&D da Universidade dos Açores, números que “ilustram a sua atratividade e a relevância para o nosso desenvolvimento de longo prazo”. Para o mesmo período, Artur Lima sublinhou que “o apoio do Governo Regional às unidades de I&D atingiu cerca de 4,57 milhões de euros”. “Esta é uma aposta sólida e contínua em investigação e desenvolvimento, no nosso progresso científico e no futuro da Região” disse. E acrescentou: “é também uma aposta na estabilidade daqueles que desenvolvem a sua investigação científica no Açores”. No âmbito das dificuldades financeiras sentidas pela academia açoriana, Artur Lima reforçou a necessidade de se “estabelecer parcerias que envolvam o Governo Regional, as Empresas, a Universidade dos Açores e, obviamente, o Governo da República, que deverá ser o financiador principal”. O Vice-Presidente do Governo Regional salientou que a “Universidade dos Açores é um extraordinário projeto da Autonomia, assim como o maior projeto comum dos açorianos".
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Nota de Imprensa
21 de Janeiro 2026
Nota à imprensa
Face às recentes declarações da Associação Regional das Empresas de Atividades Turísticas dos Açores (AREAT), alegando que cerca de metade da atividade turística em certas ilhas do arquipélago decorre na ilegalidade, o Governo dos Açores clarifica o seguinte: 1.    O resultado da atuação das entidades inspetivas contradiz as alegações de que 50% do setor opera à margem da lei, demonstrando, pelo contrário, um acompanhamento periódico do mercado. Com efeito, são realizadas ações anuais de fiscalização para detetar atividades ilícitas e garantir o cumprimento das obrigações legais por parte dos operadores licenciados. 2.    Enquanto em 2019 existiam cerca de 270 empresas de animação turística licenciadas, atualmente, a Região conta com cerca de 410 empresas no sector. Deste universo, 38 empresas encontram-se em processo de revalidação das apólices de seguros obrigatórios. 3.    No âmbito do Plano de Atividades para 2025, a Inspeção Regional do Turismo, realizou 71 ações de fiscalização a empresas de animação turística licenciadas. Em 48% dos casos, verificou-se conformidade total com o cumprimento da legislação em vigor em matéria turística. Nas restantes 37 ações, as irregularidades detetadas foram essencialmente de natureza administrativa. 4.    Relativamente ao combate da atividade ilegal, foram efetuadas 77 ações para deteção de empresas ou profissionais de turismo não registados. Nestas diligências, não foram identificadas empresas ou profissionais a operar ilegalmente. 5.    No âmbito da atividade marítimo turística, a Inspeção Regional das Pescas, rececionou sete denúncias, as quais foram apreciadas e sujeitas a diligências complementares em cooperação com outras entidades fiscalizadoras. Verificou-se que 30% das denúncias eram infundadas e nas restantes situações não foi possível confirmar os factos denunciados, nomeadamente no que concerne à atividade de Big Game Fishing.  6.    Em 2025 intensificou-se a atividade inspetiva direta às atividades marítimo-turísticas, realizando-se 21 inspeções, sem que tenham sido detetadas infrações de natureza contraordenacional. 7.    O número de empresas marítimo turísticas em 2019 era de 174 e em 2025 de 239, o que vem ressalvar o facto de cada vez mais empresas se registarem e operarem em cumprimento da legislação em vigor. 8.    Importa referir que no âmbito da revisão do RAMTA (Regulamento da Atividade Marítimo Turística nos Açores), será clarificado o exercício da atividade de Big Game Fishing de modo a prevenir o exercício indevido da atividade. 9.    No que concerne aos 132 profissionais de informação turística registados na Região foi implementado, em 2025, um Plano Extraordinário de Ação de Fiscalização. Das 45 ações realizadas em locais de elevado interesse turístico e áreas protegidas, em 44 não se registou qualquer infração. Apenas numa ocorrência foi identificada a presença de uma viatura, de um animador registado, no limite de uma reserva natural, tendo o operador sido informado sobre as restrições legais do local. 10.   Todas as denúncias recebidas pelos serviços inspetivos são rigorosamente analisadas e tratadas. No entanto, sublinha-se que uma parte das queixas apresentadas reflete o desconhecimento das normas legais vigentes para o exercício de certas profissões ou atividades, resultando no arquivamento de processos por ausência de fundamento ou impossibilidade de comprovação de factos ilícitos. 11.   Relativamente às acessibilidades a alguns pontos de interesse turístico, designadamente ao acesso à Fajã da Ferraria e ao encerramento do trilho do Salto do Cabrito (PRC29SMI), importa esclarecer que tais condicionamentos resultam de avaliações técnicas fundamentadas em razões de segurança pública, associadas a fenómenos de instabilidade de taludes e a riscos geológicos e naturais de natureza complexa, atendendo às especificidades morfológicas e ambientais dos locais em causa. A proteção da integridade física dos visitantes, dos operadores turísticos e da população em geral constitui uma prioridade, não podendo o legítimo usufruto turístico dos recursos naturais sobrepor-se à existência de riscos efetivos e devidamente identificados por entidades técnicas competentes. 12.   No caso concreto do PRC29 SMI – Caldeiras da Ribeira Grande – Salto do Cabrito, encontra-se em curso a redefinição do traçado do percurso, com o objetivo de assegurar condições adequadas de segurança aos utilizadores, garantindo simultaneamente a continuidade da oferta turística de forma responsável, sustentável e compatível com os valores naturais e paisagísticos existentes. O Governo Regional dos Açores reafirma o seu compromisso com a qualidade do destino turístico dos Açores, mantendo um esforço contínuo de fiscalização para garantir uma concorrência leal e a segurança de todos os visitantes, com vista a uma valorização contínua do setor.
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Nota de Imprensa
21 de Janeiro 2026
Governo dos Açores reforça Bombeiros de Vila Franca do Campo com novos meios e investimento regional na Proteção Civil
O Presidente do Governo dos Açores, José Manuel Bolieiro, entregou hoje novos meios à Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Vila Franca do Campo, reforçando a capacidade de resposta desta corporação e a estratégia regional de valorização da Proteção Civil. “É com grande sentido de responsabilidade pública, de respeito pela vossa missão e de reconhecimento pela vossa entrega que hoje assinalamos o reforço dos meios e das capacidades operacionais desta corporação”, afirmou, dirigindo-se aos presentes. Foram apresentados três novos equipamentos essenciais: um autotanque pesado de 300 mil euros, um auto-comando de 43 mil euros e uma ambulância de socorro, no valor de 73 mil euros, cuja entrega ocorrerá ainda no primeiro semestre. “Este ano estamos a colocar ao serviço desta corporação três equipamentos essenciais, que reforçam de forma concreta a vossa capacidade operacional”, sublinhou José Manuel Bolieiro. Estes investimentos integram o esforço global do Governo dos Açores, que já ultrapassa 5,8 milhões de euros destinados à renovação de viaturas e ambulâncias em todo o arquipélago. Segundo o Presidente do Governo, trata-se de “uma estratégia sólida de modernização e reforço da Proteção Civil em todas as ilhas”. A par destes meios, o Governo tem reforçado o apetrechamento técnico das corporações, destacando-se a aquisição de 70 monitores desfibrilhadores, num investimento de 800 mil euros, e a entrega de 300 mil euros em ARICAS, garantindo melhores condições de segurança para os bombeiros. “Estes investimentos são estruturantes: melhoram a capacidade de resposta e protegem a vida de quem protege vidas”, afirmou. A valorização profissional também tem sido uma prioridade: a base remuneratória da carreira de bombeiro nos Açores é hoje de 1.014 euros, cerca de 10% acima do praticado no continente, e o novo modelo de financiamento das Associações Humanitárias ascende, em 2026, a 750 mil euros, mais 50% do que em 2025. “A valorização dos bombeiros não é apenas um discurso, é uma realidade concreta, visível e sustentada”, destacou José Manuel Bolieiro, acrescentando que este reforço salarial “é um compromisso com a dignidade da profissão e com a justiça para quem assume riscos em nome do bem comum”. O pacote de benefícios sociais ultrapassa meio milhão de euros, incluindo o início, este mês, dos apoios ao ATL para os filhos dos bombeiros. Em dezembro passado foram ainda pagos 180 mil euros em apoios aos operacionais, “um verdadeiro estímulo ao voluntariado”, referiu.~ A corporação de Vila Franca do Campo respondeu, em 2025, a 1.103 ocorrências, das quais 91% na área da saúde, desempenhando também um papel relevante no transporte não urgente de doentes. “Este desempenho confirma o profissionalismo, a dedicação e a relevância absolutamente central desta corporação para o concelho”, afirmou o Presidente do Governo. Relativamente ao futuro, encontra-se em análise o projeto de um novo quartel, cuja versão preliminar foi revista para garantir os requisitos operacionais, seguindo-se agora a fase de estimativa de custos e apreciação pelo Governo. “Trata-se de um processo sério, progressivo e fundamentado, que assim continuará a ser conduzido”, assegurou. Durante a cerimónia, foi ainda apresentada a solução de painéis fotovoltaicos, visando maior eficiência energética da corporação. “É um exemplo claro da aposta na sustentabilidade e na redução dos custos operacionais”, salientou José Manuel Bolieiro. Foram também entregues a Medalha de Serviços Distintos e o Diploma de Amigo dos Bombeiros a José Manuel Santos e Glória Santos, antigos concessionários do restaurante dos bombeiros. O governante acompanhou o reconhecimento, sublinhando que a “dedicação” e “espírito de colaboração” de ambos “representam o melhor da comunidade vila-franquense”. A cerimónia contou ainda com a presença do Secretário Regional do Ambiente e Ação Climática, Alonso Miguel, da Presidente da Câmara Municipal de Vila Franca do Campo, Graça Melo, do Presidente do Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros dos Açores, Rui Andrade, do Presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Vila Franca do Campo, Rui Melo, e do Comandante do Corpo de Bombeiros de Vila Franca do Campo, Tiago Santos.
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Formação inicial “Princípios e gestão da intervenção das comissões de proteção de crianças e jovens
Nota de Imprensa
21 de Janeiro 2026
Comissariado dos Açores para a Infância promoveu formação para reforçar “qualidade da intervenção” das CPCJ na região
A Secretaria Regional da Saúde e Segurança Social, através do Comissariado dos Açores para a Infância (CAI), promoveu esta semana a formação inicial “Princípios e gestão da intervenção das comissões de proteção de crianças e jovens”, que decorreu em Ponta Delgada. Perto de duas dezenas de profissionais das CPCJ marcaram presença nesta ação formativa, que teve lugar no auditório da Secretaria Regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas, reunindo participantes de São Miguel, Terceira, Pico e Flores. A formação teve a duração total de 17 horas e permitiu, além da abordagem dos conteúdos técnicos, a partilha de experiências e realidades distintas dos vários territórios, bem como a manifestação da necessidade de maior celeridade nas respostas aos pedidos efetuados junto das entidades de primeira linha. Esta iniciativa surge da aposta contínua em dotar os profissionais do Sistema de Promoção e Proteção de maior qualificação técnica, bem como de um conhecimento aprofundado da Lei de Proteção de Crianças e Jovens em Perigo, com reflexos diretos na prática diária das suas funções. Hoje, no encerramento da formação, o Presidente do CAI, Emanuel Areias, sublinhou que “quanto maior for a capacitação, maior será, inevitavelmente, a qualidade da intervenção das CPCJ”, salientando que uma intervenção de qualidade constitui “a melhor garantia de que não ficam direitos por proteger nem situações por responder”. Com esta ação de formação, o CAI, para além de dar cumprimento ao seu Plano de Atividades de 2026, dá início a um ciclo formativo em diferentes áreas dirigido a membros e elementos de apoio técnico às CPCJ, nas modalidades restrita e alargada. Refira-se que os participantes realizaram uma avaliação muito positiva da formação, quer ao nível dos conteúdos explorados, quer do potencial impacto no seu desempenho profissional, no funcionamento das CPCJ e na melhoria da intervenção protetiva.
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Aplicação mySaúde Açores
Nota de Imprensa
21 de Janeiro 2026
Aplicação mySaúde Açores passa a disponibilizar informação sobre farmácias de serviço
A aplicação mySaúde Açores, projeto cofinanciado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) no âmbito do Hospital Digital, passa, a partir de hoje, a disponibilizar uma nova funcionalidade que permite aos utentes consultar, de forma simples e imediata, a farmácia de serviço na sua ilha ou concelho, a qualquer hora e em qualquer lugar. A novidade foi anunciada pela Secretária Regional da Saúde e Segurança Social, Mónica Seidi, que sublinhou que esta funcionalidade vem reforçar a proximidade do Serviço Regional de Saúde (SRS) aos cidadãos, respondendo a uma necessidade prática do dia a dia, sobretudo em situações de urgência ou fora do horário habitual. “Com esta nova funcionalidade, os açorianos passam a ter na palma da mão, informação atualizada e fiável sobre as farmácias de serviço, garantindo um acesso mais rápido e informado aos medicamentos e cuidados de saúde”, afirma Mónica Seidi. A governante destaca que a ‘app’ mySaúde Açores tem vindo a evoluir de forma contínua, integrando progressivamente novas funcionalidades que colocam o utente no centro do sistema de saúde. Entre as valências já disponíveis encontram-se a consulta dos tempos de espera nas urgências, em tempo real e por prioridade de triagem de Manchester, o acesso às referenciações para consultas e cirurgias, bem como a participação em inquéritos de satisfação sobre os cuidados prestados. Atualmente, a aplicação conta com mais de 40 mil utentes registados e ultrapassou recentemente a marca de um milhão de acessos, evidenciando uma utilização transversal a todas as ilhas e uma adesão crescente por parte da população açoriana. Para Mónica Seidi, estes números confirmam o impacto positivo da transformação digital na saúde. A Secretária Regional adianta ainda que novas funcionalidades ficarão disponíveis em breve, destacando-se, entre outras, a integração com a Prescrição Eletrónica de Medicamentos (PEM), reforçando o compromisso do Governo dos Açores com a inovação digital e a melhoria contínua do SRS.
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 Cerimónia de celebração do 50.º aniversário da Universidade dos Açores, em Angra do Heroísmo
Nota de Imprensa
21 de Janeiro 2026
Artur Lima defende que Universidade dos Açores deve “repensar o seu posicionamento e foco”
O Vice-Presidente do Governo Regional dos Açores, Artur Lima, defendeu na terça-feira, em Angra do Heroísmo, que a Universidade dos Açores deve “repensar o seu posicionamento e foco”. A intervenção proferida pelo Vice-Presidente do Governo ocorreu na cerimónia de celebração do 50.º aniversário da Universidade dos Açores, em Angra do Heroísmo. Para Artur Lima, a fundação da Universidade, em pleno Atlântico, em 1976, não constituiu apenas um ato administrativo, mas também um “ato de resistência contra o isolamento e uma afirmação de soberania intelectual”. No entanto, “depois de um longo e ainda em curso inverno académico” é necessário “aproveitar este novo momento para repensar o que se fez e o que se quer fazer, não repetindo os mesmos erros do passado”, afirmou. A Universidade dos Açores “deve promover uma renovação dos seus quadros, de forma a contratar os melhores para formar os melhores”, sendo esta instituição “capaz de fazer mais e melhor”, salientou o governante.  O Vice-Presidente do executivo lamentou também que após 50 anos da fundação da academia açoriana “continue a ser necessário explicar a Portugal peninsular e à Europa o que é a Autonomia e a relevância das Regiões Autónomas e Ultraperiféricas”, assim como “o princípio da continuidade territorial e dos direitos dos povos insulares”.  Neste sentido, recordou que a Universidade serve nove ilhas e mantém presença física em três, o que “implica custos de insularidade que o país deve e tem de reconhecer e compensar”, sendo esta “uma obrigação do Governo da República”.  O Vice-Presidente sublinhou que o Governo Regional “sempre se demonstrou presente, cooperativo e proativo na procura de soluções para a Universidade, no âmbito das suas competências”, destacando o reforço do apoio à tripolaridade, a cedência de um terreno no Faial para a nova residência universitária, a disponibilização de parte do antigo Centro de Saúde da Horta para serviços do OKEANOS e a futura cedência de edifícios na Terceira para o Hospital Veterinário. “Cabe agora à Universidade ajustar-se às necessidades atuais e futuras do mercado”, vincou Artur Lima.  O Vice-Presidente considerou que o grande desafio da academia açoriana para os próximos 50 anos é “continuar a ser uma Universidade de proximidade, mas de grande alcance global”.  "A Universidade dos Açores é o maior projeto comum dos açorianos, que continue a sê-lo, adaptando o seu lema, a aurora que ilumina o nosso caminho de progresso”, concluiu Artur Lima. 
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