Vice-Presidência do Governo Regional
Abertas candidaturas para empresas açorianas integrarem a Web Summit 2026
Abertas candidaturas para empresas açorianas integrarem a Web Summit 2026
Secretaria Regional do Ambiente e Ação Climática
Alonso Miguel destaca crescimento da valorização de resíduos nos Açores e redução histórica da deposição em aterro
Alonso Miguel destaca crescimento da valorização de resíduos nos Açores e redução histórica da deposição em aterro
Vice-Presidência do Governo Regional
Vice-Presidência coorganiza evento dedicado à inovação e à divulgação do Instrumento I3
Vice-Presidência coorganiza evento dedicado à inovação e à divulgação do Instrumento I3
Secretaria Regional da Saúde e Segurança Social
Complemento ao Abono de Família referente ao primeiro semestre de 2026 já começou a ser pago
Complemento ao Abono de Família referente ao primeiro semestre de 2026 já começou a ser pago
Agenda do Governo
jul
16
jul
16
09:00
Sessão de abertura do seminário “Do Abandono ao Acolhimento”
Centro Interpretativo de Angra do Heroísmo, na Praça Velha.
Secretário Regional da Agricultura e Alimentação
09:30
Abertura do evento “I3 SUPPORT FACILITY @AZORES2”
TERINOV, freguesia da Terra Chã, em Angra do Heroísmo.
Vice-Presidente do Governo
Últimas Notas
Nota de Imprensa
15 de Julho 2026
Abertas candidaturas para empresas açorianas integrarem a Web Summit 2026
A Vice-Presidência do Governo Regional dos Açores deu início ao período de candidaturas para a participação de empresas açorianas na edição de 2026 da Web Summit, um dos maiores eventos mundiais dedicados à tecnologia, inovação e empreendedorismo. A iniciativa tem como objetivo promover a internacionalização das empresas açorianas e a captação de oportunidades de negócio em mercados externos, através da participação num evento que reúne empresas, investidores, parceiros estratégicos e líderes do setor tecnológico de todo o mundo. Podem candidatar-se empresas com sede ou estabelecimento estável na Região Autónoma dos Açores que desenvolvam atividade em setores tecnológicos, nomeadamente programação informática, Internet of Things (IoT), desenvolvimento de jogos, realidade aumentada, e-commerce, software industrial, tecnologias Machine-to-Machine (M2M), Human-to-Machine (H2M) e Big Data, ou noutras áreas com relevância para os objetivos do concurso. Serão selecionadas 15 empresas para integrar a representação dos Açores na Web Summit 2026, beneficiando de ingressos para o evento e da oportunidade de apresentar os seus produtos, serviços ou soluções a potenciais clientes, parceiros e investidores internacionais. As candidaturas deverão ser submetidas até às 23h59 do dia 14 de agosto de 2026, através do formulário eletrónico disponível em: https://forms.office.com/e/JPjG8qp18F. Para mais informações, poderá ser consultado o Despachon.º 1648/2026 de 15 de julho de 2026, que aprova o Regulamento do Concurso para Participação na Web Summit 2026, ou contactada a Vice-Presidência do Governo Regional dos Açores, entidade gestora do concurso, através do endereço de correio eletrónico [email protected] ou do contacto telefónico 295 402 300.
15 de Julho 2026
Abertas candidaturas para empresas açorianas integrarem a Web Summit 2026
A Vice-Presidência do Governo Regional dos Açores deu início ao período de candidaturas para a participação de empresas açorianas na edição de 2026 da Web Summit, um dos maiores eventos mundiais dedicados à tecnologia, inovação e empreendedorismo. A iniciativa tem como objetivo promover a internacionalização das empresas açorianas e a captação de oportunidades de negócio em mercados externos, através da participação num evento que reúne empresas, investidores, parceiros estratégicos e líderes do setor tecnológico de todo o mundo. Podem candidatar-se empresas com sede ou estabelecimento estável na Região Autónoma dos Açores que desenvolvam atividade em setores tecnológicos, nomeadamente programação informática, Internet of Things (IoT), desenvolvimento de jogos, realidade aumentada, e-commerce, software industrial, tecnologias Machine-to-Machine (M2M), Human-to-Machine (H2M) e Big Data, ou noutras áreas com relevância para os objetivos do concurso. Serão selecionadas 15 empresas para integrar a representação dos Açores na Web Summit 2026, beneficiando de ingressos para o evento e da oportunidade de apresentar os seus produtos, serviços ou soluções a potenciais clientes, parceiros e investidores internacionais. As candidaturas deverão ser submetidas até às 23h59 do dia 14 de agosto de 2026, através do formulário eletrónico disponível em: https://forms.office.com/e/JPjG8qp18F. Para mais informações, poderá ser consultado o Despachon.º 1648/2026 de 15 de julho de 2026, que aprova o Regulamento do Concurso para Participação na Web Summit 2026, ou contactada a Vice-Presidência do Governo Regional dos Açores, entidade gestora do concurso, através do endereço de correio eletrónico [email protected] ou do contacto telefónico 295 402 300.
Nota de Imprensa
15 de Julho 2026
Alonso Miguel destaca crescimento da valorização de resíduos nos Açores e redução histórica da deposição em aterro
O Secretário Regional do Ambiente e Ação Climática, Alonso Miguel, destaca os resultados alcançados pela Região Autónoma dos Açores na gestão de resíduos urbanos em 2025, sublinhando que os dados agora divulgados confirmam a consolidação de uma estratégia assente nos princípios da economia circular e da valorização dos recursos. De acordo com o Relatório Anual de Resíduos Urbanos de 2025, elaborado pela Direção Regional do Ambiente e Ação Climática, os Açores produziram 153.969 toneladas de resíduos urbanos, um aumento residual de apenas 0,4% relativamente ao ano anterior, mantendo-se a tendência de estabilização da produção de resíduos observada nos últimos anos. Para Alonso Miguel, estes resultados demonstram que “a Região tem vindo a consolidar um modelo de gestão de resíduos mais eficiente e sustentável, que privilegia a valorização em detrimento da eliminação, reduzindo progressivamente a dependência dos aterros e aproximando os Açores das melhores práticas ambientais europeias”. O relatório revela que, em 2025, 82% dos resíduos urbanos produzidos foram encaminhados para operações de valorização, designadamente, 28% para valorização material, 29% para valorização orgânica e 25% para valorização energética. Em sentido inverso, a deposição em aterro voltou a registar uma redução significativa, representando apenas 18% do total dos resíduos urbanos produzidos, um valor muito abaixo da meta intermédia de 30% estabelecida para 2025 no Plano Estratégico de Prevenção e Gestão de Resíduos dos Açores (PEPGRA 20+). “Este é um dos melhores indicadores do progresso alcançado pela Região, revelando uma redução histórica. Estamos a superar, de forma expressiva, os objetivos definidos e a demonstrar que os investimentos realizados nas infraestruturas de gestão de resíduos estão a produzir resultados concretos e mensuráveis”, afirmou o governante. Entre os fatores que contribuíram para este desempenho destaca-se a entrada em funcionamento da Central de Valorização Energética de São Miguel, que, apesar de ainda não operar na sua capacidade máxima, já desempenha um papel determinante na redução da deposição de resíduos em aterro. De acordo com o governante, “também no domínio da recolha seletiva de embalagens foram alcançados resultados sem precedentes, sendo que, em 2025, foram retomadas 21.480 toneladas de resíduos de embalagens, correspondendo a uma capitação anual de 88,9 quilogramas por habitante, o valor mais elevado alguma vez registado nos Açores e cerca de 9% superior ao verificado em 2024”. “O crescimento contínuo da recuperação de embalagens demonstra uma maior participação dos cidadãos, das empresas e das entidades gestoras, refletindo o impacto positivo das políticas públicas de sensibilização ambiental e de reforço das redes de recolha seletiva”, salientou. Alonso Miguel referiu também que “no que respeita à preparação para reutilização e reciclagem, a Região alcançou uma taxa de 49%, melhorando o desempenho registado em 2024, que se situava nos 48%, valor substancialmente superior aos resultados obtidos na Região Autónoma da Madeira e a nível nacional”. Segundo o governante, “apesar de a generalidade das ilhas, incluindo São Miguel, terem atingido as metas definidas para 2025, e de liderarmos de modo destacado este indicador a nível nacional, o resultado global da Região permanece, ainda assim, abaixo da meta de 55% fixada pelas diretivas europeias e pelo PEPGRA 20+”, acrescentando que “esse resultado foi significativamente afetado pela taxa de preparação para reutilização e reciclagem obtida na ilha Terceira, que apesar de ter registado uma ligeira melhoria em 2025, ascendendo a 22%, continua distante do objetivo estabelecido”. “No entanto, o resultado obtido na ilha Terceira revela uma trajetória de evolução positiva, algo que não se tinha verificado nos últimos anos, sendo que, considerando o esforço em curso para implementação de projetos com vista à melhoria da gestão de resíduos na ilha, de modo articulado entre o Governo Regional, as Câmaras Municipais de Angra do Heroísmo e Praia da Vitória e a TERAMB será, seguramente, possível acelerar o crescimento da taxa de preparação para reutilização e reciclagem na Terceira, rumo ao cumprimento das metas estabelecidas para 2030”, afirma. O Secretário Regional reconhece que “subsistem desafios relevantes, sobretudo ao nível da prevenção da produção de resíduos e da recolha seletiva de biorresíduos”, revelando que “o relatório demonstra que a produção de resíduos urbanos aumentou 6%, face a 2019, ultrapassando a meta regional de prevenção, e que a recolha seletiva de biorresíduos continua aquém dos objetivos definidos”. “Temos consciência de que os próximos anos serão determinantes para consolidar os resultados alcançados, sendo que a recolha seletiva de biorresíduos constitui uma prioridade estratégica, sobretudo porque, a partir de 2027, apenas os biorresíduos recolhidos seletivamente poderão ser contabilizados para efeitos do cumprimento das metas europeias de reciclagem”, sublinhou. Alonso Miguel reafirmou ainda “o compromisso do Governo dos Açores em continuar a investir na promoção de comportamentos mais sustentáveis junto da população, bem como na modernização das infraestruturas de tratamento e gestão de resíduos, depois de, nos últimos três anos, ter sido realizado um investimento de cerca de 10 milhões de euros na recuperação, modernização e apetrechamento dos Centros de Processamento de Resíduos da Região”. “Os resultados de 2025 demonstram que os Açores estão a seguir o caminho certo. Continuaremos a trabalhar para estabilizar a produção de resíduos, aumentar a reciclagem e a valorização dos materiais e reforçar a transição para uma economia verdadeiramente circular, mais eficiente na utilização dos recursos e mais sustentável para as gerações futuras”, concluiu. O Relatório Anual de Resíduos Urbanos de 2025 está disponível para consulta no Portal do Governo Regional dos Açores, através do link: https://portal.azores.gov.pt/web/draac/residuos-srir-relatorios.
15 de Julho 2026
Alonso Miguel destaca crescimento da valorização de resíduos nos Açores e redução histórica da deposição em aterro
O Secretário Regional do Ambiente e Ação Climática, Alonso Miguel, destaca os resultados alcançados pela Região Autónoma dos Açores na gestão de resíduos urbanos em 2025, sublinhando que os dados agora divulgados confirmam a consolidação de uma estratégia assente nos princípios da economia circular e da valorização dos recursos. De acordo com o Relatório Anual de Resíduos Urbanos de 2025, elaborado pela Direção Regional do Ambiente e Ação Climática, os Açores produziram 153.969 toneladas de resíduos urbanos, um aumento residual de apenas 0,4% relativamente ao ano anterior, mantendo-se a tendência de estabilização da produção de resíduos observada nos últimos anos. Para Alonso Miguel, estes resultados demonstram que “a Região tem vindo a consolidar um modelo de gestão de resíduos mais eficiente e sustentável, que privilegia a valorização em detrimento da eliminação, reduzindo progressivamente a dependência dos aterros e aproximando os Açores das melhores práticas ambientais europeias”. O relatório revela que, em 2025, 82% dos resíduos urbanos produzidos foram encaminhados para operações de valorização, designadamente, 28% para valorização material, 29% para valorização orgânica e 25% para valorização energética. Em sentido inverso, a deposição em aterro voltou a registar uma redução significativa, representando apenas 18% do total dos resíduos urbanos produzidos, um valor muito abaixo da meta intermédia de 30% estabelecida para 2025 no Plano Estratégico de Prevenção e Gestão de Resíduos dos Açores (PEPGRA 20+). “Este é um dos melhores indicadores do progresso alcançado pela Região, revelando uma redução histórica. Estamos a superar, de forma expressiva, os objetivos definidos e a demonstrar que os investimentos realizados nas infraestruturas de gestão de resíduos estão a produzir resultados concretos e mensuráveis”, afirmou o governante. Entre os fatores que contribuíram para este desempenho destaca-se a entrada em funcionamento da Central de Valorização Energética de São Miguel, que, apesar de ainda não operar na sua capacidade máxima, já desempenha um papel determinante na redução da deposição de resíduos em aterro. De acordo com o governante, “também no domínio da recolha seletiva de embalagens foram alcançados resultados sem precedentes, sendo que, em 2025, foram retomadas 21.480 toneladas de resíduos de embalagens, correspondendo a uma capitação anual de 88,9 quilogramas por habitante, o valor mais elevado alguma vez registado nos Açores e cerca de 9% superior ao verificado em 2024”. “O crescimento contínuo da recuperação de embalagens demonstra uma maior participação dos cidadãos, das empresas e das entidades gestoras, refletindo o impacto positivo das políticas públicas de sensibilização ambiental e de reforço das redes de recolha seletiva”, salientou. Alonso Miguel referiu também que “no que respeita à preparação para reutilização e reciclagem, a Região alcançou uma taxa de 49%, melhorando o desempenho registado em 2024, que se situava nos 48%, valor substancialmente superior aos resultados obtidos na Região Autónoma da Madeira e a nível nacional”. Segundo o governante, “apesar de a generalidade das ilhas, incluindo São Miguel, terem atingido as metas definidas para 2025, e de liderarmos de modo destacado este indicador a nível nacional, o resultado global da Região permanece, ainda assim, abaixo da meta de 55% fixada pelas diretivas europeias e pelo PEPGRA 20+”, acrescentando que “esse resultado foi significativamente afetado pela taxa de preparação para reutilização e reciclagem obtida na ilha Terceira, que apesar de ter registado uma ligeira melhoria em 2025, ascendendo a 22%, continua distante do objetivo estabelecido”. “No entanto, o resultado obtido na ilha Terceira revela uma trajetória de evolução positiva, algo que não se tinha verificado nos últimos anos, sendo que, considerando o esforço em curso para implementação de projetos com vista à melhoria da gestão de resíduos na ilha, de modo articulado entre o Governo Regional, as Câmaras Municipais de Angra do Heroísmo e Praia da Vitória e a TERAMB será, seguramente, possível acelerar o crescimento da taxa de preparação para reutilização e reciclagem na Terceira, rumo ao cumprimento das metas estabelecidas para 2030”, afirma. O Secretário Regional reconhece que “subsistem desafios relevantes, sobretudo ao nível da prevenção da produção de resíduos e da recolha seletiva de biorresíduos”, revelando que “o relatório demonstra que a produção de resíduos urbanos aumentou 6%, face a 2019, ultrapassando a meta regional de prevenção, e que a recolha seletiva de biorresíduos continua aquém dos objetivos definidos”. “Temos consciência de que os próximos anos serão determinantes para consolidar os resultados alcançados, sendo que a recolha seletiva de biorresíduos constitui uma prioridade estratégica, sobretudo porque, a partir de 2027, apenas os biorresíduos recolhidos seletivamente poderão ser contabilizados para efeitos do cumprimento das metas europeias de reciclagem”, sublinhou. Alonso Miguel reafirmou ainda “o compromisso do Governo dos Açores em continuar a investir na promoção de comportamentos mais sustentáveis junto da população, bem como na modernização das infraestruturas de tratamento e gestão de resíduos, depois de, nos últimos três anos, ter sido realizado um investimento de cerca de 10 milhões de euros na recuperação, modernização e apetrechamento dos Centros de Processamento de Resíduos da Região”. “Os resultados de 2025 demonstram que os Açores estão a seguir o caminho certo. Continuaremos a trabalhar para estabilizar a produção de resíduos, aumentar a reciclagem e a valorização dos materiais e reforçar a transição para uma economia verdadeiramente circular, mais eficiente na utilização dos recursos e mais sustentável para as gerações futuras”, concluiu. O Relatório Anual de Resíduos Urbanos de 2025 está disponível para consulta no Portal do Governo Regional dos Açores, através do link: https://portal.azores.gov.pt/web/draac/residuos-srir-relatorios.
Nota de Imprensa
14 de Julho 2026
Vice-Presidência coorganiza evento dedicado à inovação e à divulgação do Instrumento I3
A Vice-Presidência do Governo Regional, através da Direção Regional da Ciência, Inovação e Desenvolvimento (DRCID), organiza, em parceria com a I3 Support Facility, um evento de divulgação do Instrumento I3 na Região Autónoma dos Açores, no Parque de Ciência e Tecnologia da Ilha Terceira, no próximo dia 16 de julho. Este evento procura divulgar o Instrumento de Investimentos Inter-regionais em Inovação (I3), um programa da Comissão Europeia financiado pelo FEDER, junto dos membros da Comunidade Regional de Investigação e aumentar a participação de entidades públicas e privadas da Região neste tipo de financiamento. A iniciativa incluirá uma mesa-redonda com parceiros regionais de projetos aprovados no âmbito do Instrumento I3, nomeadamente o i3-4-BlueGrowth, que promove a inovação e o investimento na economia azul, o i3-4-Biofertilizers, que apoia o desenvolvimento de soluções de biofertilizantes e bioeconomia circular, e o EVEN-CLOSER,que promove a criação de uma cadeia de valor europeia para a recuperação e reutilização de matérias-primas críticas. Segue-se uma sessão dedicada aos avisos abertos do Instrumento I3, assim como apresentações sobre boas práticas para a preparação de candidaturas de sucesso e sobre o reforço da capacidade de investimento das PME em contexto inter-regional. A sessão de abertura é presidida pelo Vice-Presidente do Governo Regional dos Açores, Artur Lima. O evento enquadra-se na estratégia do Governo Regional para reforçar o ecossistema regional de inovação, permitindo que os intervenientes da Comunidade Regional de Investigação e Inovação reforcem a sua participação em programas de cooperação inter-regional e integrem cadeias de valor europeias. Para o Vice-Presidente do Governo, este evento “demonstra que os Açores apresentam já uma experiência consolidada em matéria de inovação europeia”. Da mesma forma, “demonstra que existe um potencial de crescimento que deve ser aproveitado e apoiado”, salientou. Nesse contexto, “importa valorizar a iniciativa desenvolvida na Região e promover o seu potencial de crescimento. Este evento surge precisamente com esse propósito”, sublinha Artur Lima. A I3 Support Facility visa apoiar a colaboração entre regiões europeias, reforçando os seus ecossistemas de inovação e promovendo investimentos inter-regionais.
14 de Julho 2026
Vice-Presidência coorganiza evento dedicado à inovação e à divulgação do Instrumento I3
A Vice-Presidência do Governo Regional, através da Direção Regional da Ciência, Inovação e Desenvolvimento (DRCID), organiza, em parceria com a I3 Support Facility, um evento de divulgação do Instrumento I3 na Região Autónoma dos Açores, no Parque de Ciência e Tecnologia da Ilha Terceira, no próximo dia 16 de julho. Este evento procura divulgar o Instrumento de Investimentos Inter-regionais em Inovação (I3), um programa da Comissão Europeia financiado pelo FEDER, junto dos membros da Comunidade Regional de Investigação e aumentar a participação de entidades públicas e privadas da Região neste tipo de financiamento. A iniciativa incluirá uma mesa-redonda com parceiros regionais de projetos aprovados no âmbito do Instrumento I3, nomeadamente o i3-4-BlueGrowth, que promove a inovação e o investimento na economia azul, o i3-4-Biofertilizers, que apoia o desenvolvimento de soluções de biofertilizantes e bioeconomia circular, e o EVEN-CLOSER,que promove a criação de uma cadeia de valor europeia para a recuperação e reutilização de matérias-primas críticas. Segue-se uma sessão dedicada aos avisos abertos do Instrumento I3, assim como apresentações sobre boas práticas para a preparação de candidaturas de sucesso e sobre o reforço da capacidade de investimento das PME em contexto inter-regional. A sessão de abertura é presidida pelo Vice-Presidente do Governo Regional dos Açores, Artur Lima. O evento enquadra-se na estratégia do Governo Regional para reforçar o ecossistema regional de inovação, permitindo que os intervenientes da Comunidade Regional de Investigação e Inovação reforcem a sua participação em programas de cooperação inter-regional e integrem cadeias de valor europeias. Para o Vice-Presidente do Governo, este evento “demonstra que os Açores apresentam já uma experiência consolidada em matéria de inovação europeia”. Da mesma forma, “demonstra que existe um potencial de crescimento que deve ser aproveitado e apoiado”, salientou. Nesse contexto, “importa valorizar a iniciativa desenvolvida na Região e promover o seu potencial de crescimento. Este evento surge precisamente com esse propósito”, sublinha Artur Lima. A I3 Support Facility visa apoiar a colaboração entre regiões europeias, reforçando os seus ecossistemas de inovação e promovendo investimentos inter-regionais.
Nota de Imprensa
14 de Julho 2026
Complemento ao Abono de Família referente ao primeiro semestre de 2026 já começou a ser pago
A Secretaria Regional da Saúde e Segurança Social, através do Instituto de Segurança Social dos Açores (ISSA), iniciou hoje o pagamento do Complemento Açoriano ao Abono de Família para Crianças e Jovens (CAAF), referente ao primeiro semestre de 2026. Já foram efetuadas as transferências bancárias, estando os pagamentos por vale postal disponíveis nos CTT no dia 17 de julho, o que representa uma antecipação de uma semana face ao calendário habitual. Este pagamento abrange 29.317 beneficiários, correspondendo a um montante global de 1.602.921,21 euros, reforçando o apoio às famílias açorianas com crianças e jovens a cargo. Importa salientar que, desde 2021, o valor investido no CAAF aumentou 47% e que, desde 2021, com os governos da coligação PSD/CDS-PP/PPM, foram investidos cerca de 15,3 milhões de euros neste apoio. O CAAF é atribuído com periodicidade semestral, sendo processado duas vezes por ano. Constitui um importante instrumento de política social, traduzindo-se num acréscimo pecuniário atribuído aos titulares do Abono de Família residentes na Região Autónoma dos Açores. Embora os titulares sejam as crianças e os jovens, o respetivo pagamento é efetuado aos pais, tutores legais ou instituições responsáveis.
14 de Julho 2026
Complemento ao Abono de Família referente ao primeiro semestre de 2026 já começou a ser pago
A Secretaria Regional da Saúde e Segurança Social, através do Instituto de Segurança Social dos Açores (ISSA), iniciou hoje o pagamento do Complemento Açoriano ao Abono de Família para Crianças e Jovens (CAAF), referente ao primeiro semestre de 2026. Já foram efetuadas as transferências bancárias, estando os pagamentos por vale postal disponíveis nos CTT no dia 17 de julho, o que representa uma antecipação de uma semana face ao calendário habitual. Este pagamento abrange 29.317 beneficiários, correspondendo a um montante global de 1.602.921,21 euros, reforçando o apoio às famílias açorianas com crianças e jovens a cargo. Importa salientar que, desde 2021, o valor investido no CAAF aumentou 47% e que, desde 2021, com os governos da coligação PSD/CDS-PP/PPM, foram investidos cerca de 15,3 milhões de euros neste apoio. O CAAF é atribuído com periodicidade semestral, sendo processado duas vezes por ano. Constitui um importante instrumento de política social, traduzindo-se num acréscimo pecuniário atribuído aos titulares do Abono de Família residentes na Região Autónoma dos Açores. Embora os titulares sejam as crianças e os jovens, o respetivo pagamento é efetuado aos pais, tutores legais ou instituições responsáveis.
Nota de Imprensa
14 de Julho 2026
José Manuel Bolieiro destaca nova centralidade geoestratégica dos Açores no quadro da segurança e defesa do Atlântico
O Presidente do Governo dos Açores, José Manuel Bolieiro, defendeu hoje, em Lisboa, que a atual conjuntura internacional reforça a centralidade geoestratégica do arquipélago e cria uma "oportunidade para afirmar os Açores" como uma "plataforma estratégica de Portugal, da União Europeia e da NATO", onde segurança, defesa, inovação e desenvolvimento caminham lado a lado. O líder do executivo açoriano participou no seminário "A nova centralidade dos Açores: Perspetiva estratégico-militar", promovido pelo Instituto Universitário Militar, onde apresentou uma comunicação subordinada ao tema "Relações com os sistemas de segurança e defesa na Região Autónoma dos Açores". José Manuel Bolieiro enquadrou a crescente importância do Atlântico Norte no contexto da reconfiguração da arquitetura internacional de segurança, marcada pelos conflitos em curso e pela necessidade de proteger infraestruturas críticas, cadeias logísticas, rotas marítimas, fluxos energéticos e comunicações digitais. "Os Açores deixaram de ser percebidos como periferia para serem reconhecidos como um ponto de gravidade atlântico, essencial para a segurança e a resiliência da Europa e da comunidade transatlântica", afirmou. O Presidente do Governo dos Açores sublinhou que a posição geográfica do arquipélago, situado no cruzamento das principais rotas marítimas e aéreas entre a Europa, a América e África, associada à sua vasta dimensão marítima e ao papel crescente no domínio espacial, confere aos Açores uma "relevância estratégica" sem paralelo no espaço português. Neste contexto, destacou a responsabilidade acrescida da Região na vigilância de uma subárea da Zona Económica Exclusiva com cerca de um milhão de quilómetros quadrados, na proteção dos cabos submarinos que asseguram uma parte significativa das comunicações transatlânticas e na salvaguarda das infraestruturas críticas marítimas. José Manuel Bolieiro defendeu, por isso, uma estratégia assente no desenvolvimento de capacidades de duplo uso, colocando os investimentos em segurança e defesa ao serviço da proteção do território, da economia azul, da inovação tecnológica e da criação de emprego qualificado. "Queremos posicionar os Açores como uma plataforma estratégica de Portugal, articulando defesa, inovação, resiliência e desenvolvimento económico, transformando a nossa localização geográfica numa vantagem competitiva para a Região e para o País", sustentou. O governante açoriano destacou ainda o papel de infraestruturas como a Base das Lajes, na ilha Terceira, o cais NATO de Ponta Delgada, a futura Zona Livre Tecnológica da Horta e o porto espacial de Santa Maria, considerando que estas valências reforçam a capacidade dos Açores para apoiar operações de segurança e defesa, desenvolver tecnologia de ponta e consolidar o posicionamento da Região nos setores marítimo e espacial. José Manuel Bolieiro defendeu igualmente o reforço da vigilância marítima, da proteção das infraestruturas críticas e do conhecimento situacional do espaço marítimo, bem como uma cooperação cada vez mais estreita entre a Região, a República, a NATO e a União Europeia, conciliando soberania, segurança, sustentabilidade e desenvolvimento. "A nossa posição geográfica deve traduzir-se em mais segurança, mais resiliência e mais futuro. Queremos que os Açores sejam reconhecidos como uma plataforma avançada de capacidades de duplo uso e um território de referência para políticas que unem segurança marítima, inovação tecnológica, economia azul sustentável e coesão territorial", concluiu.
14 de Julho 2026
José Manuel Bolieiro destaca nova centralidade geoestratégica dos Açores no quadro da segurança e defesa do Atlântico
O Presidente do Governo dos Açores, José Manuel Bolieiro, defendeu hoje, em Lisboa, que a atual conjuntura internacional reforça a centralidade geoestratégica do arquipélago e cria uma "oportunidade para afirmar os Açores" como uma "plataforma estratégica de Portugal, da União Europeia e da NATO", onde segurança, defesa, inovação e desenvolvimento caminham lado a lado. O líder do executivo açoriano participou no seminário "A nova centralidade dos Açores: Perspetiva estratégico-militar", promovido pelo Instituto Universitário Militar, onde apresentou uma comunicação subordinada ao tema "Relações com os sistemas de segurança e defesa na Região Autónoma dos Açores". José Manuel Bolieiro enquadrou a crescente importância do Atlântico Norte no contexto da reconfiguração da arquitetura internacional de segurança, marcada pelos conflitos em curso e pela necessidade de proteger infraestruturas críticas, cadeias logísticas, rotas marítimas, fluxos energéticos e comunicações digitais. "Os Açores deixaram de ser percebidos como periferia para serem reconhecidos como um ponto de gravidade atlântico, essencial para a segurança e a resiliência da Europa e da comunidade transatlântica", afirmou. O Presidente do Governo dos Açores sublinhou que a posição geográfica do arquipélago, situado no cruzamento das principais rotas marítimas e aéreas entre a Europa, a América e África, associada à sua vasta dimensão marítima e ao papel crescente no domínio espacial, confere aos Açores uma "relevância estratégica" sem paralelo no espaço português. Neste contexto, destacou a responsabilidade acrescida da Região na vigilância de uma subárea da Zona Económica Exclusiva com cerca de um milhão de quilómetros quadrados, na proteção dos cabos submarinos que asseguram uma parte significativa das comunicações transatlânticas e na salvaguarda das infraestruturas críticas marítimas. José Manuel Bolieiro defendeu, por isso, uma estratégia assente no desenvolvimento de capacidades de duplo uso, colocando os investimentos em segurança e defesa ao serviço da proteção do território, da economia azul, da inovação tecnológica e da criação de emprego qualificado. "Queremos posicionar os Açores como uma plataforma estratégica de Portugal, articulando defesa, inovação, resiliência e desenvolvimento económico, transformando a nossa localização geográfica numa vantagem competitiva para a Região e para o País", sustentou. O governante açoriano destacou ainda o papel de infraestruturas como a Base das Lajes, na ilha Terceira, o cais NATO de Ponta Delgada, a futura Zona Livre Tecnológica da Horta e o porto espacial de Santa Maria, considerando que estas valências reforçam a capacidade dos Açores para apoiar operações de segurança e defesa, desenvolver tecnologia de ponta e consolidar o posicionamento da Região nos setores marítimo e espacial. José Manuel Bolieiro defendeu igualmente o reforço da vigilância marítima, da proteção das infraestruturas críticas e do conhecimento situacional do espaço marítimo, bem como uma cooperação cada vez mais estreita entre a Região, a República, a NATO e a União Europeia, conciliando soberania, segurança, sustentabilidade e desenvolvimento. "A nossa posição geográfica deve traduzir-se em mais segurança, mais resiliência e mais futuro. Queremos que os Açores sejam reconhecidos como uma plataforma avançada de capacidades de duplo uso e um território de referência para políticas que unem segurança marítima, inovação tecnológica, economia azul sustentável e coesão territorial", concluiu.
Nota de Imprensa
13 de Julho 2026
Setor vitivinícola dos Açores bate novos recordes de marcas e certificação de vinhos, valoriza António Ventura
No âmbito de uma visita ao Laboratório de Enologia, o Secretário Regional da Agricultura e Alimentação, António Ventura, acompanhado pelo Presidente do Instituto da Vinha e do Vinho dos Açores (IVVA), Cláudio Lopes, salientou que "o setor vitivinícola dos Açores continua a afirmar-se como uma das fileiras agroalimentares com maior dinamismo na Região, evidenciando um crescimento sustentado, alicerçado na valorização da produção, na qualificação técnica dos agentes económicos e no investimento em inovação e investigação". Os dados mais recentes do Instituto da Vinha e do Vinho dos Açores (IVVA), referentes a 6 de julho de 2026, revelam uma evolução muito significativa dos principais indicadores do setor. Até à presente data, encontram-se registadas 104 marcas comerciais e 192 referências comerciais, os valores mais elevados de sempre, refletindo a crescente confiança dos produtores e das empresas no potencial da vitivinicultura açoriana. Paralelamente, registam-se atualmente 35 agentes económicos certificados, distribuídos por cinco ilhas da Região. Também ao nível da certificação de vinhos se verifica uma evolução muito positiva. Em apenas cinco provas de certificação realizadas durante o corrente ano, foram já submetidos 125 vinhos candidatos, correspondendo a cerca de 471 mil litros, dos quais aproximadamente 432 mil litros obtiveram certificação, demonstrando a qualidade crescente dos vinhos produzidos nos Açores. A área de vinha homologada para produção de vinhos DOP e IGP constitui outro dos indicadores da forte expansão da fileira. Entre 2016 e 2026 passou de cerca de 216 hectares para mais de 1.200 hectares, evidenciando o investimento contínuo na recuperação e instalação de novas vinhas, bem como na valorização das castas tradicionais açorianas. Este crescimento tem sido acompanhado pelo reforço da capacidade técnica e científica do Laboratório Regional de Enologia, cuja atividade registou uma evolução muito expressiva na última década. O número de análises físico-químicas realizadas aumentou de cerca de 2.180 em 2016 para mais de 5.200 em 2025, acompanhando o desenvolvimento da produção regional e garantindo um serviço de apoio técnico cada vez mais qualificado aos vitivinicultores e produtores. Em simultâneo, o Laboratório continua a desempenhar um papel determinante na investigação aplicada. No âmbito da parceria com o Centro de Biotecnologia dos Açores, destinada ao melhoramento fitossanitário das castas tradicionais Verdelho, Terrantez do Pico e Arinto dos Açores, encontram-se já disponíveis cerca de 3.700 plantas certificadas que serão entregues ao IVVA para posterior distribuição pelos vitivinicultores. Está igualmente prevista a implementação de uma nova linha de investigação dedicada à certificação de porta-enxertos das castas tradicionais açorianas, reforçando a sustentabilidade e a competitividade da vitivinicultura regional. A componente de formação e transferência de conhecimento continua igualmente a assumir um papel central na estratégia de desenvolvimento do setor. Entre 2015 e 2024 foram promovidas dezenas de ações de sensibilização, formação especializada, workshops e iniciativas de divulgação técnico-científica dirigidas a produtores, técnicos, estudantes e público em geral, contribuindo para a melhoria contínua das práticas enológicas e para a valorização dos vinhos açorianos. Estas iniciativas envolveram mais de 700 participantes, constituindo um importante instrumento de capacitação do setor. A evolução registada ao longo dos últimos anos confirma que a vitivinicultura açoriana vive um período de crescimento consistente, assente na valorização das produções certificadas, na inovação tecnológica, na investigação científica e no fortalecimento das competências dos seus agentes económicos, criando condições para aumentar a competitividade e o reconhecimento dos vinhos dos Açores nos mercados nacionais e internacionais. Para o Secretário Regional da Agricultura e Alimentação, "o Laboratório Regional de Enologia constitui hoje uma infraestrutura científica de referência para o desenvolvimento da vitivinicultura açoriana”. E prosseguiu: “O aumento significativo da sua atividade demonstra a confiança dos produtores e a importância que este serviço público assume na garantia da qualidade, da segurança e da valorização dos vinhos dos Açores”. "O conhecimento científico, a inovação e a transferência de tecnologia continuarão a ser pilares fundamentais da estratégia do Governo dos Açores para este setor, aproximando a investigação das necessidades concretas dos vitivinicultores e das adegas da Região”, conclui António Ventura.
13 de Julho 2026
Setor vitivinícola dos Açores bate novos recordes de marcas e certificação de vinhos, valoriza António Ventura
No âmbito de uma visita ao Laboratório de Enologia, o Secretário Regional da Agricultura e Alimentação, António Ventura, acompanhado pelo Presidente do Instituto da Vinha e do Vinho dos Açores (IVVA), Cláudio Lopes, salientou que "o setor vitivinícola dos Açores continua a afirmar-se como uma das fileiras agroalimentares com maior dinamismo na Região, evidenciando um crescimento sustentado, alicerçado na valorização da produção, na qualificação técnica dos agentes económicos e no investimento em inovação e investigação". Os dados mais recentes do Instituto da Vinha e do Vinho dos Açores (IVVA), referentes a 6 de julho de 2026, revelam uma evolução muito significativa dos principais indicadores do setor. Até à presente data, encontram-se registadas 104 marcas comerciais e 192 referências comerciais, os valores mais elevados de sempre, refletindo a crescente confiança dos produtores e das empresas no potencial da vitivinicultura açoriana. Paralelamente, registam-se atualmente 35 agentes económicos certificados, distribuídos por cinco ilhas da Região. Também ao nível da certificação de vinhos se verifica uma evolução muito positiva. Em apenas cinco provas de certificação realizadas durante o corrente ano, foram já submetidos 125 vinhos candidatos, correspondendo a cerca de 471 mil litros, dos quais aproximadamente 432 mil litros obtiveram certificação, demonstrando a qualidade crescente dos vinhos produzidos nos Açores. A área de vinha homologada para produção de vinhos DOP e IGP constitui outro dos indicadores da forte expansão da fileira. Entre 2016 e 2026 passou de cerca de 216 hectares para mais de 1.200 hectares, evidenciando o investimento contínuo na recuperação e instalação de novas vinhas, bem como na valorização das castas tradicionais açorianas. Este crescimento tem sido acompanhado pelo reforço da capacidade técnica e científica do Laboratório Regional de Enologia, cuja atividade registou uma evolução muito expressiva na última década. O número de análises físico-químicas realizadas aumentou de cerca de 2.180 em 2016 para mais de 5.200 em 2025, acompanhando o desenvolvimento da produção regional e garantindo um serviço de apoio técnico cada vez mais qualificado aos vitivinicultores e produtores. Em simultâneo, o Laboratório continua a desempenhar um papel determinante na investigação aplicada. No âmbito da parceria com o Centro de Biotecnologia dos Açores, destinada ao melhoramento fitossanitário das castas tradicionais Verdelho, Terrantez do Pico e Arinto dos Açores, encontram-se já disponíveis cerca de 3.700 plantas certificadas que serão entregues ao IVVA para posterior distribuição pelos vitivinicultores. Está igualmente prevista a implementação de uma nova linha de investigação dedicada à certificação de porta-enxertos das castas tradicionais açorianas, reforçando a sustentabilidade e a competitividade da vitivinicultura regional. A componente de formação e transferência de conhecimento continua igualmente a assumir um papel central na estratégia de desenvolvimento do setor. Entre 2015 e 2024 foram promovidas dezenas de ações de sensibilização, formação especializada, workshops e iniciativas de divulgação técnico-científica dirigidas a produtores, técnicos, estudantes e público em geral, contribuindo para a melhoria contínua das práticas enológicas e para a valorização dos vinhos açorianos. Estas iniciativas envolveram mais de 700 participantes, constituindo um importante instrumento de capacitação do setor. A evolução registada ao longo dos últimos anos confirma que a vitivinicultura açoriana vive um período de crescimento consistente, assente na valorização das produções certificadas, na inovação tecnológica, na investigação científica e no fortalecimento das competências dos seus agentes económicos, criando condições para aumentar a competitividade e o reconhecimento dos vinhos dos Açores nos mercados nacionais e internacionais. Para o Secretário Regional da Agricultura e Alimentação, "o Laboratório Regional de Enologia constitui hoje uma infraestrutura científica de referência para o desenvolvimento da vitivinicultura açoriana”. E prosseguiu: “O aumento significativo da sua atividade demonstra a confiança dos produtores e a importância que este serviço público assume na garantia da qualidade, da segurança e da valorização dos vinhos dos Açores”. "O conhecimento científico, a inovação e a transferência de tecnologia continuarão a ser pilares fundamentais da estratégia do Governo dos Açores para este setor, aproximando a investigação das necessidades concretas dos vitivinicultores e das adegas da Região”, conclui António Ventura.
Nota de Imprensa
13 de Julho 2026
José Manuel Bolieiro recebeu Premier da Bermuda e reforçou laços com a diáspora açoriana
O Presidente do Governo dos Açores, José Manuel Bolieiro, recebeu, em audiência, o Premier da Bermuda, David Burt, no Palácio de Sant’Ana, em Ponta Delgada, num encontro que permitiu reforçar as relações institucionais entre os Açores e as Bermudas e valorizar o papel da comunidade açoriana naquele território. José Manuel Bolieiro destacou o prestígio da diáspora açoriana na Bermuda, sublinhando o contributo que, ao longo de gerações, tem dado para o desenvolvimento económico, social e cultural daquele arquipélago, constituindo simultaneamente um importante elo de ligação entre os dois territórios. "O prestígio da nossa diáspora é motivo de orgulho para os Açores. A comunidade açoriana na Bermuda afirma-se pelo trabalho, pela dedicação e pela capacidade de preservar a sua identidade, fortalecendo os laços de amizade e cooperação entre os nossos povos", salientou o Presidente do Governo. A visita da delegação bermudense integra ainda um programa de trabalho que contempla uma reunião dedicada à comunidade açoriana na Bermuda, uma apresentação do Programa Blue Azores, bem como visitas à Universidade dos Açores, ao Parque de Ciência e Tecnologia NONAGON e ao Museu da Emigração Açoriana. José Manuel Bolieiro reiterou a importância de aprofundar a cooperação institucional em áreas de interesse comum, reforçando uma relação assente na proximidade histórica, na valorização da diáspora e na partilha de conhecimento e boas práticas.
13 de Julho 2026
José Manuel Bolieiro recebeu Premier da Bermuda e reforçou laços com a diáspora açoriana
O Presidente do Governo dos Açores, José Manuel Bolieiro, recebeu, em audiência, o Premier da Bermuda, David Burt, no Palácio de Sant’Ana, em Ponta Delgada, num encontro que permitiu reforçar as relações institucionais entre os Açores e as Bermudas e valorizar o papel da comunidade açoriana naquele território. José Manuel Bolieiro destacou o prestígio da diáspora açoriana na Bermuda, sublinhando o contributo que, ao longo de gerações, tem dado para o desenvolvimento económico, social e cultural daquele arquipélago, constituindo simultaneamente um importante elo de ligação entre os dois territórios. "O prestígio da nossa diáspora é motivo de orgulho para os Açores. A comunidade açoriana na Bermuda afirma-se pelo trabalho, pela dedicação e pela capacidade de preservar a sua identidade, fortalecendo os laços de amizade e cooperação entre os nossos povos", salientou o Presidente do Governo. A visita da delegação bermudense integra ainda um programa de trabalho que contempla uma reunião dedicada à comunidade açoriana na Bermuda, uma apresentação do Programa Blue Azores, bem como visitas à Universidade dos Açores, ao Parque de Ciência e Tecnologia NONAGON e ao Museu da Emigração Açoriana. José Manuel Bolieiro reiterou a importância de aprofundar a cooperação institucional em áreas de interesse comum, reforçando uma relação assente na proximidade histórica, na valorização da diáspora e na partilha de conhecimento e boas práticas.
Nota de Imprensa
13 de Julho 2026
Governo dos Açores reforça aposta nas Escolas de Infantes e Cadetes com formação de instrutores inédita na Região
A Secretaria Regional do Ambiente e Ação Climática, através do Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros dos Açores (SRPCBA), promoveu a realização de um Curso de Instrutor de Escola de Infantes e Cadetes (EIC), em parceria com a Escola Nacional de Bombeiros (ENB), que se realiza pela primeira vez nos Açores. A formação decorreu entre 9 e 11 de julho, no Quartel da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Ribeira Grande, em São Miguel, sendo assegurada por quatro formadores da ENB e reunindo 17 formandos, incluindo um elemento do SRPCBA e elementos de vários corpos de bombeiros da Região. O Secretário Regional do Ambiente e Ação Climática, com a tutela da Proteção Civil nos Açores, Alonso Miguel, acompanhou os trabalhos esta sexta-feira, afirmando que “o curso tem como objetivo reforçar a qualificação pedagógica, técnica e cívica dos responsáveis pelo acompanhamento das crianças e jovens que integram estas escolas”. O governante destacou que a realização desta formação “constitui um marco importante para a consolidação das Escolas de Infantes e Cadetes nos Açores, reforçando a capacidade dos corpos de bombeiros para desenvolverem um trabalho estruturado, seguro e pedagogicamente adequado junto das novas gerações”. Durante a visita, Alonso Miguel, que esteve acompanhado pelo Presidente do SRPCBA, Rui Andrade, sublinhou que esta formação constitui “mais um contributo relevante para a estratégia de consolidação e expansão das Escolas de Infantes e Cadetes, num momento de forte crescimento do projeto”. “Em 2023 existiam sete Escolas de Infantes e Cadetes ativas e 167 crianças e jovens inscritos. Atualmente, a Região conta com 11 escolas ativas e 304 participantes. Ou seja, em menos de três anos, verificou-se um crescimento muito significativo, superior a 57% no número de escolas e a 82% no número de inscritos”, afirmou. Para o Secretário Regional com a tutela da Proteção Civil, esta evolução demonstra que “a aposta do Governo dos Açores nas Escolas de Infantes e Cadetes está a produzir resultados concretos, aproximando as crianças e jovens dos bombeiros, da proteção civil e do voluntariado”. Alonso Miguel lembrou que o Governo Regional aprovou o Regulamento de Apoio à Constituição e Dinamização das Escolas de Infantes e Cadetes, “um instrumento pioneiro e inovador a nível nacional”, que prevê, entre outras medidas, um apoio anual de 40 euros por cada Infante ou Cadete, destinado à comparticipação do fardamento, e um apoio anual de 300 euros por escola para a dinamização do respetivo plano de atividades. “Este apoio permitiu criar melhores condições para a abertura, funcionamento e valorização destas escolas. O nosso objetivo é continuar a consolidar e expandir este projeto, assegurando maior participação, melhor formação e uma ligação cada vez mais forte entre os corpos de bombeiros e as comunidades que servem”, afirmou. De acordo com o governante, “o reforço destas escolas tem sido concretizado em estreita colaboração com a Federação de Bombeiros da Região Autónoma dos Açores e com as associações humanitárias de bombeiros voluntários da Região, num trabalho conjunto orientado para a consolidação, dinamização e expansão do projeto em toda a Região”. O Secretário Regional acrescentou que “as Escolas de Infantes e Cadetes desempenham um papel fundamental na promoção dos valores da cidadania, da proteção civil e do serviço à comunidade, sendo estratégicas para aproximar as crianças e os jovens dos bombeiros e para contribuir para a futura renovação e sustentabilidade desta atividade”. “Investir nas Escolas de Infantes e Cadetes é investir no futuro dos bombeiros e no futuro do sistema regional de proteção civil, bem como na transmissão de valores como disciplina, responsabilidade, espírito de equipa, solidariedade e disponibilidade para servir”, vincou. As EIC destinam-se a duas faixas etárias: Infantes, entre os seis e os 13 anos, com formação orientada para valores de cidadania, primeiros socorros e noções básicas de proteção civil; e Cadetes, entre os 14 e os 16 anos, que têm acesso a conteúdos mais avançados, incluindo matérias relacionadas com combate a incêndios, salvamento e outras atividades operacionais. Atualmente, existem 11 Escolas de Infantes e Cadetes nos Açores, nomeadamente nos corpos de bombeiros de Santa Maria, Ponta Delgada, Ribeira Grande, Vila Franca do Campo, Povoação, Nordeste, Praia da Vitória, Calheta, São Roque do Pico, Faial e Santa Cruz das Flores. Alonso Miguel agradeceu ainda à Escola Nacional de Bombeiros “a disponibilidade demonstrada para assegurar esta formação, ao SRPCBA a iniciativa e o empenho na dinamização do projeto e aos formandos a adesão ao curso e, sobretudo, pelo trabalho realizado no âmbito do funcionamento das Escolas de Infantes e Cadetes dos Açores. O governante concluiu, deixando um apelo às famílias “para que incentivem as crianças e os jovens a conhecer e integrar as Escolas de Infantes e Cadetes”, sublinhando que “a proteção civil também se constrói através da educação, da proximidade e do envolvimento das novas gerações”.
13 de Julho 2026
Governo dos Açores reforça aposta nas Escolas de Infantes e Cadetes com formação de instrutores inédita na Região
A Secretaria Regional do Ambiente e Ação Climática, através do Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros dos Açores (SRPCBA), promoveu a realização de um Curso de Instrutor de Escola de Infantes e Cadetes (EIC), em parceria com a Escola Nacional de Bombeiros (ENB), que se realiza pela primeira vez nos Açores. A formação decorreu entre 9 e 11 de julho, no Quartel da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Ribeira Grande, em São Miguel, sendo assegurada por quatro formadores da ENB e reunindo 17 formandos, incluindo um elemento do SRPCBA e elementos de vários corpos de bombeiros da Região. O Secretário Regional do Ambiente e Ação Climática, com a tutela da Proteção Civil nos Açores, Alonso Miguel, acompanhou os trabalhos esta sexta-feira, afirmando que “o curso tem como objetivo reforçar a qualificação pedagógica, técnica e cívica dos responsáveis pelo acompanhamento das crianças e jovens que integram estas escolas”. O governante destacou que a realização desta formação “constitui um marco importante para a consolidação das Escolas de Infantes e Cadetes nos Açores, reforçando a capacidade dos corpos de bombeiros para desenvolverem um trabalho estruturado, seguro e pedagogicamente adequado junto das novas gerações”. Durante a visita, Alonso Miguel, que esteve acompanhado pelo Presidente do SRPCBA, Rui Andrade, sublinhou que esta formação constitui “mais um contributo relevante para a estratégia de consolidação e expansão das Escolas de Infantes e Cadetes, num momento de forte crescimento do projeto”. “Em 2023 existiam sete Escolas de Infantes e Cadetes ativas e 167 crianças e jovens inscritos. Atualmente, a Região conta com 11 escolas ativas e 304 participantes. Ou seja, em menos de três anos, verificou-se um crescimento muito significativo, superior a 57% no número de escolas e a 82% no número de inscritos”, afirmou. Para o Secretário Regional com a tutela da Proteção Civil, esta evolução demonstra que “a aposta do Governo dos Açores nas Escolas de Infantes e Cadetes está a produzir resultados concretos, aproximando as crianças e jovens dos bombeiros, da proteção civil e do voluntariado”. Alonso Miguel lembrou que o Governo Regional aprovou o Regulamento de Apoio à Constituição e Dinamização das Escolas de Infantes e Cadetes, “um instrumento pioneiro e inovador a nível nacional”, que prevê, entre outras medidas, um apoio anual de 40 euros por cada Infante ou Cadete, destinado à comparticipação do fardamento, e um apoio anual de 300 euros por escola para a dinamização do respetivo plano de atividades. “Este apoio permitiu criar melhores condições para a abertura, funcionamento e valorização destas escolas. O nosso objetivo é continuar a consolidar e expandir este projeto, assegurando maior participação, melhor formação e uma ligação cada vez mais forte entre os corpos de bombeiros e as comunidades que servem”, afirmou. De acordo com o governante, “o reforço destas escolas tem sido concretizado em estreita colaboração com a Federação de Bombeiros da Região Autónoma dos Açores e com as associações humanitárias de bombeiros voluntários da Região, num trabalho conjunto orientado para a consolidação, dinamização e expansão do projeto em toda a Região”. O Secretário Regional acrescentou que “as Escolas de Infantes e Cadetes desempenham um papel fundamental na promoção dos valores da cidadania, da proteção civil e do serviço à comunidade, sendo estratégicas para aproximar as crianças e os jovens dos bombeiros e para contribuir para a futura renovação e sustentabilidade desta atividade”. “Investir nas Escolas de Infantes e Cadetes é investir no futuro dos bombeiros e no futuro do sistema regional de proteção civil, bem como na transmissão de valores como disciplina, responsabilidade, espírito de equipa, solidariedade e disponibilidade para servir”, vincou. As EIC destinam-se a duas faixas etárias: Infantes, entre os seis e os 13 anos, com formação orientada para valores de cidadania, primeiros socorros e noções básicas de proteção civil; e Cadetes, entre os 14 e os 16 anos, que têm acesso a conteúdos mais avançados, incluindo matérias relacionadas com combate a incêndios, salvamento e outras atividades operacionais. Atualmente, existem 11 Escolas de Infantes e Cadetes nos Açores, nomeadamente nos corpos de bombeiros de Santa Maria, Ponta Delgada, Ribeira Grande, Vila Franca do Campo, Povoação, Nordeste, Praia da Vitória, Calheta, São Roque do Pico, Faial e Santa Cruz das Flores. Alonso Miguel agradeceu ainda à Escola Nacional de Bombeiros “a disponibilidade demonstrada para assegurar esta formação, ao SRPCBA a iniciativa e o empenho na dinamização do projeto e aos formandos a adesão ao curso e, sobretudo, pelo trabalho realizado no âmbito do funcionamento das Escolas de Infantes e Cadetes dos Açores. O governante concluiu, deixando um apelo às famílias “para que incentivem as crianças e os jovens a conhecer e integrar as Escolas de Infantes e Cadetes”, sublinhando que “a proteção civil também se constrói através da educação, da proximidade e do envolvimento das novas gerações”.