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Nota de Imprensa
29 de Agosto 2025 Inscrições para nova formação de jornalistas coordenada pelo CENJOR abrem na segunda-feira As inscrições para a segunda formação de jornalistas ao abrigo do “Plano para os Media Açorianos”, conjunto de respostas do Governo dos Açores para o setor, abrem na segunda-feira na página Internet do CENJOR - Centro Protocolar de Formação Profissional para Jornalistas, através do seguinte ‘link’: https://portal.cenjor.pt/courseaction/subscribe/2350.personal. Todos os jornalistas residentes nos Açores interessados – que podem também pertencer às empresas do setor público, designadamente RTP, Antena 1 e agência Lusa - terão de se registar na plataforma ‘online’ do CENJOR. Esta segunda formação, sobre cobertura jornalística de catástrofes, segue-se a uma formação na primeira metade do ano referente a jornalismo de economia. Os formadores da formação – gratuita e certificada - são os jornalistas Catarina Canelas e Pedro Miguel Costa, e a mesma terá sessões virtuais a 16, 23 e 30 de setembro e 7 outubro, e presenciais a 3 e 4 de outubro. A formação decorrerá em formato híbrido, com sessões ‘online’ e também presenciais, em Ponta Delgada, e os conteúdos foram definidos entre o CENJOR e a Direção Regional dos Açores do Sindicato dos Jornalistas, parceiro deste projeto. Todos os esclarecimentos tidos por necessários podem ser transmitidos pelo CENJOR, através do email [email protected], ou pela Secretaria Regional dos Assuntos Parlamentares e Comunidades. Na ação de formação será garantida a reserva de vagas para jornalistas de todas as ilhas, incluindo Flores e Corvo, ainda que só possuam correspondentes, e de profissionais de órgãos da diáspora açoriana. As viagens e alojamentos de jornalistas fora de São Miguel serão garantidas pelo Governo dos Açores. O “Plano para os Media Açorianos” assenta em quatro eixos de intervenção: o Sistema de Incentivos aos Media (SIM); a compra de pacotes de publicidade institucional junto dos órgãos de comunicação social; a assinatura destes títulos, por aquisição da Região, para distribuição em escolas e Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS); e a formação de jornalistas dos Açores, em duas ações anuais, com conteúdos definidos entre o CENJOR e a Direção Regional dos Açores do Sindicato dos Jornalistas.
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mySaúde Açores
Nota de Imprensa
29 de Agosto 2025 Hospital de Ponta Delgada inicia integração no mySaúde Açores A partir de hoje, os utentes passam a poder receber diretamente no seu telemóvel os resultados das análises clínicas realizadas no Hospital do Divino Espírito Santo (HDES), em Ponta Delgada. Esta nova funcionalidade, disponível no separador “Documentos do Utente”, permite aos utilizadores não só consultar os resultados das suas próprias análises, mas também as dos utentes que tenham a seu cargo, como filhos menores ou idosos, desde que estes estejam associados à sua conta no mySaúde Açores, permitindo assim reunir de forma prática e segura os resultados de toda a família. Já quase a completar nove meses desde a sua implementação, o mySaúde Açores tem vindo a afirmar-se como uma ferramenta indispensável no acesso aos cuidados de saúde para os açorianos espalhados pelas nove ilhas. Segundo os profissionais que lidam de perto com esta mudança, a possibilidade de receber os resultados das análises no telemóvel é, até ao momento, a funcionalidade mais mencionada pelos utentes como uma mais-valia, sendo apontada como um motivo válido para instalar e registar a aplicação. Esta integração representa um passo decisivo na consolidação da aplicação. O HDES junta-se assim ao Hospital da Horta e ao Hospital de Santo Espírito da Ilha Terceira, onde o envio dos resultados das análises através do mySaúde já é uma realidade desde o mês de julho. Dada a sua dimensão e elevado número de utentes, a integração do Hospital do Divino Espírito Santo no mySaúde Açores decorrerá de forma faseada, com as restantes funcionalidades já disponíveis nos outros hospitais da Região a serem introduzidas gradualmente.
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Proteção Civil testa evacuação de freguesia em cenário de erupção vulcânica
Nota de Imprensa
28 de Agosto 2025 Proteção Civil testa evacuação de freguesia em cenário de erupção vulcânica A Secretaria Regional do Ambiente e Ação Climática, através do Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros dos Açores (SRPCBA), irá realizar, no próximo dia 4 de setembro, o exercício BASALTO 25.3, para treinar a capacidade de resposta de evacuação da freguesia dos Biscoitos, Praia da Vitória, na ilha Terceira. Durante o exercício, organizado em colaboração com a Câmara Municipal da Praia da Vitória e a Junta de Freguesia dos Biscoitos, será simulada uma erupção no Vulcão de Santa Bárbara, inserida na crise sismovulcânica da ilha Terceira, que levará à necessidade de retirar a população da freguesia. À semelhança do exercício realizado em 2024, na freguesia das Cinco Ribeiras, pretende-se treinar os procedimentos e meios necessários à evacuação com a participação voluntária da população local, a coordenação e resposta das diversas entidades e a receção na Zona de Concentração e Apoio à População (ZCAP), envolvendo, este ano, as estruturas e recursos do Concelho da Praia da Vitória. O BASALTO 25.3 faz parte dos exercícios trimestrais que o SRPCBA promove ao longo do ano e será realizado na modalidade LIVEX (Live Exercise), com a movimentação de meios e operacionais no terreno. No âmbito da preparação deste exercício será promovida, no dia 1 de setembro, uma ação de esclarecimento e sensibilização dirigida à população dos Biscoitos, pelas 19h30, na Sociedade Filarmónica Progresso Biscoitense, para explicar os procedimentos a adotar durante o simulacro. Além do SRPCBA, da Câmara Municipal da Praia da Vitória e da Junta de Freguesia dos Biscoitos, o exercício contará com a participação de mais entidades, como a Câmara Municipal de Angra do Heroísmo, os Corpos de Bombeiros de Angra do Heroísmo e da Praia da Vitória, das Direções Regionais da Saúde, das Obras Públicas e da Educação e Administração Educativa, a Cruz Vermelha Portuguesa, a Polícia de Segurança Pública, a Guarda Nacional Republicana, a Autoridade Marítima Nacional e o Instituto de Segurança Social dos Açores.
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Centenário do Corpo Nacional de Escutas (CNE) na Região
Nota de Imprensa
26 de Agosto 2025 António Ventura sublinha papel humanista do escutismo O Secretário Regional da Agricultura e Alimentação, António Ventura, representou o Governo dos Açores nas celebrações do centenário do Corpo Nacional de Escutas (CNE) na Região, destacando a importância da atividade e seus os valores de cidadania e humanismo. “O CNE é uma escola de cidadania e humanismo, que ensina valores e princípios como o da responsabilidade, da solidariedade, da democracia, da ética, da interajuda e do respeito geracional, entre outros”, sublinha o governante. Para António Ventura, o escutismo é parceiro na prevenção e segurança das populações em caso de catástrofes e outras ocorrências naturais. “O escutismo contribui para a sustentabilidade da natureza, pois o contacto dos jovens com a natureza permite uma sensibilização e uma consciência para a floresta, a água, a biodiversidade animal e vegetal”, valorizou ainda. O Secretário Regional reconheceu e agradeceu o trabalho dos homens e das mulheres que diariamente dedicam o seu tempo a esta causa. O primeiro agrupamento escutista católico nos Açores foi fundado a 25 de agosto de 1925, na ilha Terceira – foi o agrupamento 23, da Praia da Vitória.
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Declarações
Nota de Imprensa
25 de Agosto 2025 Governo dos Açores tem trabalho feito, em colaboração com a ciência, na avaliação de ‘stocks’ de peixes comerciais Nos últimos dias, o Governo dos Açores tem acompanhado com preocupação as notícias veiculadas na comunicação social relativas à diminuição da quota do goraz e ao esgotamento de quotas de determinadas espécies, bem como às consequências socioeconómicas reportadas por pescadores e armadores. Assim, importa esclarecer o setor nos seguintes aspetos: 1) As quotas existem para garantir a exploração sustentável dos recursos. Sempre que se registam cortes é porque os melhores indicadores disponíveis apontam para a necessidade de se reduzir a pressão de pesca para níveis compatíveis com a recuperação ou estabilização dos ‘stocks’. Trata-se de uma medida de proteção do capital natural que sustenta a atividade a médio e longo prazo. 2) No caso específico do goraz, importa clarificar que as reduções recentes não decorrem da falta de dados, mas são sim fruto do investimento em monitorização e ciência na Região Autónoma dos Açores. A avaliação do ’stock’ desta espécie tornou-se mais detalhada e robusta, passando a integrar não apenas os índices de abundância recolhidos em cruzeiros científicos, mas também informação biológica proveniente da atividade da frota regional de pesca. Hoje, existe assim uma base científica sólida, com indicadores independentes que permitem definir regras de exploração mais ajustadas e transparentes. Sendo o goraz uma espécie de profundidade, de crescimento lento e maturação tardia, é espectável que os efeitos das medidas de gestão não sejam imediatos e demorem o seu tempo a refletir-se nos índices de abundância e, consequentemente, nas quotas. Ainda assim, os resultados dessas medidas começam a ser evidentes nas avaliações científicas, perspetivando-se nas recomendações do Conselho Internacional para a Exploração do Mar (CIEM) aumentos de quota em 2027. 3) Tem sido dito publicamente que a informação recolhida na Região “não chega” à Comissão Europeia. Essa afirmação não corresponde à realidade. Os dados dos Açores foram reportados aos grupos de trabalho do CIEM, que produzem pareceres científicos públicos. É com base nesses pareceres que a Comissão apresenta propostas de totais admissíveis de captura (TAC) e quotas, posteriormente discutidas e decididas no Conselho Europeu. Este processo é transparente, podendo qualquer cidadão consultar os relatórios do CIEM relativos aos ‘stocks’ regionais (goraz, Beryx spp., chicharro, entre outros). 4) O esgotamento de quotas de espécies de profundidade, como o alfonsim, ilustra bem os desafios da gestão de recursos pesqueiros cuja informação científica é ainda limitada. Neste momento, não se trata de apontar soluções imediatas, mas há que reconhecer que o tema merece reflexão e debate para melhor concertação no setor das pescas. Está agendada para o início de setembro, nos Açores, uma reunião do CIEM dedicada ao desenvolvimento e validação de metodologias para avaliação de stocks com poucos dados, na qual este tema será abordado em detalhe. Acresce ainda que os peixes Beryx tem sido alvo de estudo em iniciativas da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura e que, na reunião, serão discutidas estratégias de avaliação e gestão com cientistas de vários países, incluindo especialistas japoneses, dado o interesse direto na pescaria desta espécie no Oceano Pacífico. Em suma, estes desafios não são exclusivos da Região Autónoma dos Açores. 5) A qualidade e a consistência do trabalho científico desenvolvido na Região têm sido reconhecidas internacionalmente, com a realização de reuniões do CIEM nos Açores, o que reforça a visibilidade da Região no contexto europeu e cria oportunidades para alinhar com eficácia as necessidades de gestão regionais com as melhores metodologias internacionais. Não obstante, o Governo Regional dos Açores reconhece o impacto que as reduções nas quotas têm nas nossas comunidades piscatórias — e é precisamente por isso que a consistência científica, a previsibilidade na gestão e a colaboração entre o setor da pesca, a ciência e a administração regional são essenciais, incluindo-se nesta equação a participação dos armadores, dos pescadores, das associações representativas do setor das pescas. O Governo dos Açores deixa bem claro: a pesca é um ativo de valor acrescentado para a Região Autónoma dos Açores e é nosso compromisso continuar a trabalhar com todos na valorização e no uso de práticas sustentáveis, garantindo às gerações vindouras a possibilidade de experienciar a riqueza dos recursos disponíveis no mar dos Açores.
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