Secretaria Regional da Saúde e Segurança Social
Nota à imprensa - Funcionamento dos serviços de Ginecologia e Obstetrícia no HSEIT
Nota à imprensa - Funcionamento dos serviços de Ginecologia e Obstetrícia no HSEIT
Secretaria Regional do Ambiente e Ação Climática
Alonso Miguel destaca papel central dos vigilantes da natureza na preservação ambiental e na conservação da natureza
Alonso Miguel destaca papel central dos vigilantes da natureza na preservação ambiental e na conservação da natureza
Secretaria Regional da Agricultura e Alimentação
Secretaria Regional da Agricultura e Alimentação promove a participação de 20 empresas açorianas na Lisbon Food Affair 2026
Secretaria Regional da Agricultura e Alimentação promove a participação de 20 empresas açorianas na Lisbon Food Affair 2026
Presidência do Governo Regional
Governo dos Açores congratula Nuno Bettencourt pela conquista de um Grammy
Governo dos Açores congratula Nuno Bettencourt pela conquista de um Grammy
Nota de Imprensa
3 de Fevereiro 2026 Nota à imprensa - Funcionamento dos serviços de Ginecologia e Obstetrícia no HSEIT A Secretaria Regional da Saúde e Segurança Social (SRSSS) vem esclarecer, relativamente à notícia hoje divulgada sobre o funcionamento dos serviços de Ginecologia e Obstetrícia no Hospital de Santo Espírito da Ilha Terceira (HSEIT), que lamenta que a informação tenha sido divulgada através de suspeitas anónimas, sem fontes em 'on' de grávidas ou profissionais de saúde - regista-se também que a SRSSS não foi sequer contactada sobre o tema, o que contribuiu para uma leitura alarmista da situação, gerando preocupação desnecessária junto das utentes e da população em geral. É importante reconhecer que o Serviço Regional de Saúde enfrenta constrangimentos pontuais ao nível dos recursos humanos, situação que se insere numa realidade mais ampla do Serviço Nacional de Saúde, sentida em várias regiões do país, particularmente na área da ginecologia e obstetrícia. Ainda assim, estes constrangimentos não colocam em causa a segurança clínica das utentes, nem significam a interrupção dos cuidados prestados. Importa ainda referir que a Direção Regional da Saúde não tem registo de queixas recentes relativas ao funcionamento destes serviços. O HSEIT tem garantido o acompanhamento às grávidas, a resposta às situações urgentes e a realização de partos, contando atualmente com 12 médicos a prestar serviço na área da ginecologia e obstetrícia, em diferentes regimes de trabalho. Em consequência, a maioria das utentes tem sido atendida dentro do Tempo Máximo de Resposta Garantido. O Conselho de Administração do HSEIT tem trabalhado, em articulação com as chefias clínicas e com os profissionais de saúde, no sentido de aumentar os recursos humanos do serviço, de forma a reorganizar escalas, reduzir a sobrecarga assistencial e reforçar progressivamente a capacidade de resposta, valorizando o empenho e a dedicação das equipas que asseguram diariamente estes cuidados. A SRSSS reafirma que a segurança das grávidas e dos recém-nascidos é e continuará a ser uma prioridade absoluta, mantendo um acompanhamento próximo da situação no HSEIT e garantindo que continuarão a ser implementadas todas as medidas necessárias para assegurar cuidados de saúde adequados, seguros e humanizados.
3 de Fevereiro 2026 Nota à imprensa - Funcionamento dos serviços de Ginecologia e Obstetrícia no HSEIT A Secretaria Regional da Saúde e Segurança Social (SRSSS) vem esclarecer, relativamente à notícia hoje divulgada sobre o funcionamento dos serviços de Ginecologia e Obstetrícia no Hospital de Santo Espírito da Ilha Terceira (HSEIT), que lamenta que a informação tenha sido divulgada através de suspeitas anónimas, sem fontes em 'on' de grávidas ou profissionais de saúde - regista-se também que a SRSSS não foi sequer contactada sobre o tema, o que contribuiu para uma leitura alarmista da situação, gerando preocupação desnecessária junto das utentes e da população em geral. É importante reconhecer que o Serviço Regional de Saúde enfrenta constrangimentos pontuais ao nível dos recursos humanos, situação que se insere numa realidade mais ampla do Serviço Nacional de Saúde, sentida em várias regiões do país, particularmente na área da ginecologia e obstetrícia. Ainda assim, estes constrangimentos não colocam em causa a segurança clínica das utentes, nem significam a interrupção dos cuidados prestados. Importa ainda referir que a Direção Regional da Saúde não tem registo de queixas recentes relativas ao funcionamento destes serviços. O HSEIT tem garantido o acompanhamento às grávidas, a resposta às situações urgentes e a realização de partos, contando atualmente com 12 médicos a prestar serviço na área da ginecologia e obstetrícia, em diferentes regimes de trabalho. Em consequência, a maioria das utentes tem sido atendida dentro do Tempo Máximo de Resposta Garantido. O Conselho de Administração do HSEIT tem trabalhado, em articulação com as chefias clínicas e com os profissionais de saúde, no sentido de aumentar os recursos humanos do serviço, de forma a reorganizar escalas, reduzir a sobrecarga assistencial e reforçar progressivamente a capacidade de resposta, valorizando o empenho e a dedicação das equipas que asseguram diariamente estes cuidados. A SRSSS reafirma que a segurança das grávidas e dos recém-nascidos é e continuará a ser uma prioridade absoluta, mantendo um acompanhamento próximo da situação no HSEIT e garantindo que continuarão a ser implementadas todas as medidas necessárias para assegurar cuidados de saúde adequados, seguros e humanizados.
Nota de Imprensa
3 de Fevereiro 2026 Alonso Miguel destaca papel central dos vigilantes da natureza na preservação ambiental e na conservação da natureza O Secretário Regional do Ambiente e Ação Climática, Alonso Miguel, participou, na segunda-feira, numa sessão educativa de observação de aves com percurso interpretativo no Paul da Pedreira, na ilha Terceira, integrada nas comemorações do Dia Mundial das Zonas Húmidas e do Dia Nacional do Vigilante da Natureza. A iniciativa, dinamizada pelos vigilantes da natureza, contou com a participação de uma turma de 20 crianças do pré escolar, do jardim de infância do Colégio "O Gu e a Tita”, da Praia da Vitória, e teve por objetivo reforçar a importância da preservação das zonas húmidas e alertar para a importância do papel dos vigilantes da natureza, inserindo-se num vasto programa de ações de educação e sensibilização ambiental a desenvolver em todas as ilhas dos Açores, entre os dias 21 de janeiro e 5 de fevereiro. “Para assinalar estas importantes efemérides, a Secretaria Regional do Ambiente e Ação Climática preparou um extenso conjunto de ações educativas e de atividades de sensibilização ambiental, que incluem palestras, saídas de campo e visitas a centros ambientais, ações de limpeza de espaços públicos e atividades de restauro ecológico, percursos interpretativos e observação de aves em zonas húmidas, envolvendo crianças e jovens dos diferentes níveis de ensino, e público em geral, contando com a imprescindível participação dos nossos Vigilantes da Natureza, em articulação com os Serviços de Ambiente e Ação Climática das nove ilhas”, referiu o governante. Alonso Miguel, sublinha que “as zonas húmidas constituem ecossistemas de elevado valor ecológico, ambiental, paisagístico e social, que providenciam serviços de ecossistemas fundamentais para a segurança e bem-estar das populações, designadamente quanto à regulação do ciclo hidrológico, à proteção da biodiversidade, à recarga de aquíferos e à mitigação dos efeitos das alterações climáticas”. “Por representarem verdadeiros hotspots de biodiversidade, as zonas húmidas são também locais privilegiados para a observação de aves, uma atividade com procura crescente nos Açores, que configura, por isso, um importante ativo turístico, com relevância económica”, acrescentou. O Secretário Regional lembrou ainda que “os Açores contam com 13 Zonas Húmidas classificadas como de Importância Internacional ao abrigo da Convenção de Ramsar, abrangendo cerca de 13 mil hectares”, acrescentando que “o Governo Regional tem vindo a desenvolver diversos projetos estruturantes de conservação da natureza, com destaque para os projetos LIFE, nomeadamente o LIFE IP AZORES NATURA, que conta com uma dotação superior a 19 milhões de euros para investimento na proteção e recuperação das áreas integradas na Rede Natura 2000, onde se inserem também as zonas húmidas classificadas como Sítios Ramsar nos Açores”. Segundo Alonso Miguel, “a proteção das zonas húmidas é uma prioridade estratégica da política ambiental regional, não apenas pela sua importância ecológica e paisagística, mas também pelo seu valor educativo, cultural e social”, reforçando que “o envolvimento ativo dos Vigilantes da Natureza nas ações de sensibilização é essencial para garantir a transmissão de conhecimento, o respeito pelo território e a construção de uma sociedade devidamente consciencializada para a importância da conservação destes ecossistemas”. O governante recordou que “trata-se de um património que tem tanto de valioso como de sensível e frágil, pelo que importa assegurar a sua proteção e valorização, através de uma abordagem integrada e multidisciplinar, procurando um equilíbrio entre o homem e os ecossistemas naturais, missão para a qual os vigilantes da natureza se assumem como uma peça central”. Em pleno Dia Nacional do Vigilante da Natureza, Alonso Miguel fez questão de fazer “um justo reconhecimento pelo papel fundamental que estes profissionais desempenham na conservação da natureza, na proteção dos recursos naturais e na monitorização, fiscalização, e a sensibilização ambiental em todas as ilhas”. “Os vigilantes da natureza são verdadeiramente a primeira linha de defesa da qualidade ambiental e do singular património natural dos Açores, dando um contributo inestimável para o desenvolvimento sustentável das nossas ilhas”. Alonso Miguel recordou que “o Governo Regional tem vindo a reforçar de forma consistente os meios humanos e operacionais afetos a este corpo, destacando o processo recentemente desencadeados para a contratação de mais 12 vigilantes da natureza, bem como o avultado investimento em viaturas, embarcações pneumáticas, maquinaria, ‘drones’, fardamento e equipamentos técnicos, colocados à disposição destes profissionais, num investimento global superior a um milhão de euros, complementado com uma forte oferta em formação especializada”. E concluiu: “Estes investimentos traduzem-se num reforço da capacidade de monitorização, fiscalização e intervenção no terreno, maior proximidade às populações e melhores condições para assegurar a proteção dos nossos recursos naturais, atestando o compromisso firme do Governo Regional para com a proteção do ambiente e para com o desenvolvimento sustentável da Região”.
3 de Fevereiro 2026 Alonso Miguel destaca papel central dos vigilantes da natureza na preservação ambiental e na conservação da natureza O Secretário Regional do Ambiente e Ação Climática, Alonso Miguel, participou, na segunda-feira, numa sessão educativa de observação de aves com percurso interpretativo no Paul da Pedreira, na ilha Terceira, integrada nas comemorações do Dia Mundial das Zonas Húmidas e do Dia Nacional do Vigilante da Natureza. A iniciativa, dinamizada pelos vigilantes da natureza, contou com a participação de uma turma de 20 crianças do pré escolar, do jardim de infância do Colégio "O Gu e a Tita”, da Praia da Vitória, e teve por objetivo reforçar a importância da preservação das zonas húmidas e alertar para a importância do papel dos vigilantes da natureza, inserindo-se num vasto programa de ações de educação e sensibilização ambiental a desenvolver em todas as ilhas dos Açores, entre os dias 21 de janeiro e 5 de fevereiro. “Para assinalar estas importantes efemérides, a Secretaria Regional do Ambiente e Ação Climática preparou um extenso conjunto de ações educativas e de atividades de sensibilização ambiental, que incluem palestras, saídas de campo e visitas a centros ambientais, ações de limpeza de espaços públicos e atividades de restauro ecológico, percursos interpretativos e observação de aves em zonas húmidas, envolvendo crianças e jovens dos diferentes níveis de ensino, e público em geral, contando com a imprescindível participação dos nossos Vigilantes da Natureza, em articulação com os Serviços de Ambiente e Ação Climática das nove ilhas”, referiu o governante. Alonso Miguel, sublinha que “as zonas húmidas constituem ecossistemas de elevado valor ecológico, ambiental, paisagístico e social, que providenciam serviços de ecossistemas fundamentais para a segurança e bem-estar das populações, designadamente quanto à regulação do ciclo hidrológico, à proteção da biodiversidade, à recarga de aquíferos e à mitigação dos efeitos das alterações climáticas”. “Por representarem verdadeiros hotspots de biodiversidade, as zonas húmidas são também locais privilegiados para a observação de aves, uma atividade com procura crescente nos Açores, que configura, por isso, um importante ativo turístico, com relevância económica”, acrescentou. O Secretário Regional lembrou ainda que “os Açores contam com 13 Zonas Húmidas classificadas como de Importância Internacional ao abrigo da Convenção de Ramsar, abrangendo cerca de 13 mil hectares”, acrescentando que “o Governo Regional tem vindo a desenvolver diversos projetos estruturantes de conservação da natureza, com destaque para os projetos LIFE, nomeadamente o LIFE IP AZORES NATURA, que conta com uma dotação superior a 19 milhões de euros para investimento na proteção e recuperação das áreas integradas na Rede Natura 2000, onde se inserem também as zonas húmidas classificadas como Sítios Ramsar nos Açores”. Segundo Alonso Miguel, “a proteção das zonas húmidas é uma prioridade estratégica da política ambiental regional, não apenas pela sua importância ecológica e paisagística, mas também pelo seu valor educativo, cultural e social”, reforçando que “o envolvimento ativo dos Vigilantes da Natureza nas ações de sensibilização é essencial para garantir a transmissão de conhecimento, o respeito pelo território e a construção de uma sociedade devidamente consciencializada para a importância da conservação destes ecossistemas”. O governante recordou que “trata-se de um património que tem tanto de valioso como de sensível e frágil, pelo que importa assegurar a sua proteção e valorização, através de uma abordagem integrada e multidisciplinar, procurando um equilíbrio entre o homem e os ecossistemas naturais, missão para a qual os vigilantes da natureza se assumem como uma peça central”. Em pleno Dia Nacional do Vigilante da Natureza, Alonso Miguel fez questão de fazer “um justo reconhecimento pelo papel fundamental que estes profissionais desempenham na conservação da natureza, na proteção dos recursos naturais e na monitorização, fiscalização, e a sensibilização ambiental em todas as ilhas”. “Os vigilantes da natureza são verdadeiramente a primeira linha de defesa da qualidade ambiental e do singular património natural dos Açores, dando um contributo inestimável para o desenvolvimento sustentável das nossas ilhas”. Alonso Miguel recordou que “o Governo Regional tem vindo a reforçar de forma consistente os meios humanos e operacionais afetos a este corpo, destacando o processo recentemente desencadeados para a contratação de mais 12 vigilantes da natureza, bem como o avultado investimento em viaturas, embarcações pneumáticas, maquinaria, ‘drones’, fardamento e equipamentos técnicos, colocados à disposição destes profissionais, num investimento global superior a um milhão de euros, complementado com uma forte oferta em formação especializada”. E concluiu: “Estes investimentos traduzem-se num reforço da capacidade de monitorização, fiscalização e intervenção no terreno, maior proximidade às populações e melhores condições para assegurar a proteção dos nossos recursos naturais, atestando o compromisso firme do Governo Regional para com a proteção do ambiente e para com o desenvolvimento sustentável da Região”.
Nota de Imprensa
3 de Fevereiro 2026 Secretaria Regional da Agricultura e Alimentação promove a participação de 20 empresas açorianas na Lisbon Food Affair 2026 A Secretaria Regional da Agricultura e Alimentação, através do Gabinete de Gestão e Promoção da Marca Açores, promove a participação de 20 empresas do arquipélago na edição de 2026 da Lisbon Food Affair, que decorre em Lisboa entre 9 e 11 de fevereiro. A Lisbon Food Affair é uma feira exclusivamente profissional do setor agroalimentar em Portugal, reunindo fabricantes e distribuidores de alimentos e bebidas, bem como empresas de equipamentos, serviços e tecnologias destinadas à distribuição e ao canal Horeca, tanto a nível nacional como internacional. A presença das empresas açorianas neste certame representa uma oportunidade estratégica para reunir com compradores de diversos mercados, contribuindo para a consolidação das suas operações e para a abertura de novas possibilidades de expansão comercial. A Região Autónoma dos Açores participa na feira desde 2024, marcando presença no espaço Marca Açores, o maior do evento. As empresas destacam a relevância das dezenas de reuniões realizadas no espaço Hosted Buyers, que têm gerado oportunidades de negócio e fortalecido o processo de internacionalização dos produtos certificados com o selo Marca Açores. Na edição de 2026, estarão representadas no stand Marca Açores as seguintes empresas e respetivas marcas: AgroMarienseCoop CRL, Azores Farm, Azores Jerky, AzorGhee, Boa Fruta, Celeiro da Terra, Conseran, Conservas Santa Catarina, Fábrica de Licores Mulher de Capote, Chá Gorreana, Insulac, SA, Lactaçores UCRL, Mel do Atlântico, Milhafre dos Açores, Moaçor, MPD - Bensaude Distribuição, Quinta das Três Cruzes, Quintal dos Açores, Sociedade Corretora e Yoçor. Recorde-se que, em 2024 e 2025, produtos açorianos foram distinguidos com o prémio LFA Innovation, através das inovações Bananika e Bananika Chips, desenvolvidas pela empresa terceirense Loop Pursuit, reforçando o reconhecimento nacional e internacional da qualidade e criatividade do setor agroalimentar açoriano. O Secretário Regional da Agricultura e Alimentação, António Ventura destaca a relevância desta participação para o reforço da competitividade dos produtos açorianos. “A presença de 20 empresas açorianas na Lisbon Food Affair 2026 demonstra, uma vez mais, a vitalidade, a capacidade de inovação e a qualidade do setor agroalimentar dos Açores. Esta é uma plataforma estratégica para reforçar a visibilidade da Marca Açores, consolidar relações comerciais e abrir portas a novos mercados”, vinca. “O Governo Regional dos Açores, continua empenhado em apoiar a internacionalização das nossas empresas, promovendo os produtos que refletem a autenticidade e a excelência do que se produz no arquipélago. As distinções alcançadas nos últimos anos comprovam que os Açores têm talento, criatividade e uma oferta com enorme potencial no panorama nacional e internacional”, concretiza o governante.
3 de Fevereiro 2026 Secretaria Regional da Agricultura e Alimentação promove a participação de 20 empresas açorianas na Lisbon Food Affair 2026 A Secretaria Regional da Agricultura e Alimentação, através do Gabinete de Gestão e Promoção da Marca Açores, promove a participação de 20 empresas do arquipélago na edição de 2026 da Lisbon Food Affair, que decorre em Lisboa entre 9 e 11 de fevereiro. A Lisbon Food Affair é uma feira exclusivamente profissional do setor agroalimentar em Portugal, reunindo fabricantes e distribuidores de alimentos e bebidas, bem como empresas de equipamentos, serviços e tecnologias destinadas à distribuição e ao canal Horeca, tanto a nível nacional como internacional. A presença das empresas açorianas neste certame representa uma oportunidade estratégica para reunir com compradores de diversos mercados, contribuindo para a consolidação das suas operações e para a abertura de novas possibilidades de expansão comercial. A Região Autónoma dos Açores participa na feira desde 2024, marcando presença no espaço Marca Açores, o maior do evento. As empresas destacam a relevância das dezenas de reuniões realizadas no espaço Hosted Buyers, que têm gerado oportunidades de negócio e fortalecido o processo de internacionalização dos produtos certificados com o selo Marca Açores. Na edição de 2026, estarão representadas no stand Marca Açores as seguintes empresas e respetivas marcas: AgroMarienseCoop CRL, Azores Farm, Azores Jerky, AzorGhee, Boa Fruta, Celeiro da Terra, Conseran, Conservas Santa Catarina, Fábrica de Licores Mulher de Capote, Chá Gorreana, Insulac, SA, Lactaçores UCRL, Mel do Atlântico, Milhafre dos Açores, Moaçor, MPD - Bensaude Distribuição, Quinta das Três Cruzes, Quintal dos Açores, Sociedade Corretora e Yoçor. Recorde-se que, em 2024 e 2025, produtos açorianos foram distinguidos com o prémio LFA Innovation, através das inovações Bananika e Bananika Chips, desenvolvidas pela empresa terceirense Loop Pursuit, reforçando o reconhecimento nacional e internacional da qualidade e criatividade do setor agroalimentar açoriano. O Secretário Regional da Agricultura e Alimentação, António Ventura destaca a relevância desta participação para o reforço da competitividade dos produtos açorianos. “A presença de 20 empresas açorianas na Lisbon Food Affair 2026 demonstra, uma vez mais, a vitalidade, a capacidade de inovação e a qualidade do setor agroalimentar dos Açores. Esta é uma plataforma estratégica para reforçar a visibilidade da Marca Açores, consolidar relações comerciais e abrir portas a novos mercados”, vinca. “O Governo Regional dos Açores, continua empenhado em apoiar a internacionalização das nossas empresas, promovendo os produtos que refletem a autenticidade e a excelência do que se produz no arquipélago. As distinções alcançadas nos últimos anos comprovam que os Açores têm talento, criatividade e uma oferta com enorme potencial no panorama nacional e internacional”, concretiza o governante.
Nota de Imprensa
2 de Fevereiro 2026 Governo dos Açores congratula Nuno Bettencourt pela conquista de um Grammy O Presidente do Governo dos Açores, José Manuel Bolieiro, congratula o guitarrista açoriano Nuno Bettencourt, natural da ilha Terceira, pela conquista do prémio Grammy na categoria Best Rock Performance, atribuído à interpretação de “Changes (Live From Villa Park / Back to the Beginning)”, cantada pelo músico Yungblud, distinguida na edição de 2026 dos Grammy Awards. “É uma distinção relevante, que reconhece um trabalho de elevada qualidade e um percurso sólido”, afirma José Manuel Bolieiro, salientando que este prémio “honra o talento de origem açoriano e projeta o nome dos Açores num contexto internacional de grande exigência”. “Nuno Bettencourt representa também uma família de artistas que tem contribuído para a nossa identidade e para a afirmação da cultura açoriana”, sublinha o líder do executivo açoriano, que sustenta que este reconhecimento “é um estímulo para a valorização da criação artística e cultural”. O Governo dos Açores endereça, assim, a Nuno Bettencourt uma palavra de felicitação e apreço, desejando-lhe a continuação de um percurso marcado pelo mérito e pela excelência. Nuno Bettencourt, de 59 anos, integra o grupo Extreme, responsável por discos como “Pornograffitti” ou o mais recente “Six”, de 2023. A canção premiada nos Grammy Awards foi tocada naquele que foi o último concerto de Ozzy Osbourne, músico dos Black Sabbath, falecido poucas semanas depois do evento que juntou dezenas de músicos ligados ao rock e ao heavy-metal.
2 de Fevereiro 2026 Governo dos Açores congratula Nuno Bettencourt pela conquista de um Grammy O Presidente do Governo dos Açores, José Manuel Bolieiro, congratula o guitarrista açoriano Nuno Bettencourt, natural da ilha Terceira, pela conquista do prémio Grammy na categoria Best Rock Performance, atribuído à interpretação de “Changes (Live From Villa Park / Back to the Beginning)”, cantada pelo músico Yungblud, distinguida na edição de 2026 dos Grammy Awards. “É uma distinção relevante, que reconhece um trabalho de elevada qualidade e um percurso sólido”, afirma José Manuel Bolieiro, salientando que este prémio “honra o talento de origem açoriano e projeta o nome dos Açores num contexto internacional de grande exigência”. “Nuno Bettencourt representa também uma família de artistas que tem contribuído para a nossa identidade e para a afirmação da cultura açoriana”, sublinha o líder do executivo açoriano, que sustenta que este reconhecimento “é um estímulo para a valorização da criação artística e cultural”. O Governo dos Açores endereça, assim, a Nuno Bettencourt uma palavra de felicitação e apreço, desejando-lhe a continuação de um percurso marcado pelo mérito e pela excelência. Nuno Bettencourt, de 59 anos, integra o grupo Extreme, responsável por discos como “Pornograffitti” ou o mais recente “Six”, de 2023. A canção premiada nos Grammy Awards foi tocada naquele que foi o último concerto de Ozzy Osbourne, músico dos Black Sabbath, falecido poucas semanas depois do evento que juntou dezenas de músicos ligados ao rock e ao heavy-metal.
Nota de Imprensa
2 de Fevereiro 2026 Berta Cabral afirma que há já um novo modelo de transporte marítimo nos Açores A Secretária Regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas, Berta Cabral, defendeu sexta feira, na ilha Terceira, que já está em funcionamento um novo modelo de transporte marítimo de mercadorias nos Açores, na sequência do estudo promovido pelo Governo. A governante falava na sessão de encerramento do Seminário dos Transportes “Transportes Marítimos: Impacto na Economia Açoriana”, promovido pela Câmara do Comércio e Indústria de Angra do Heroísmo, na Praia da Vitória. “Fizemos um estudo pragmático, que se debruçou sobre questões práticas, e passámos imediatamente à implementação de um novo modelo. Hoje já temos resultados concretos, como escalas semanais em todas as ilhas, mais equipamentos nos portos e ajustes na operação portuária”, declarou a governante. E adicionou: “Já temos a implementação do cenário 2 e agora caminhamos, de forma progressiva e segura, para o cenário misto otimizado”. A Secretária Regional adiantou, igualmente, que o transporte marítimo, em especial o e de mercadorias, “é um dos pilares estruturantes da economia, da coesão territorial e do funcionamento regular da Região Autónoma dos Açores”. Berta Cabral destacou, contudo, que este é “um dos temas mais complexos da governação regional, onde não existem soluções mágicas e onde nunca poderão ocorrer disrupções que coloquem em risco o abastecimento público”. A governante sublinhou ainda que, num arquipélago “fragmentado, ultraperiférico e sujeito a constrangimentos naturais permanentes”, o transporte marítimo de mercadorias vai muito além de uma mera operação logística. E precisou: “É um serviço essencial, determinante para o abastecimento das ilhas, para a competitividade das empresas, para o controlo dos custos de contexto e para a estabilidade do mercado interno”. A Secretária Regional recordou que, durante muitos anos, este setor enfrentou “irregularidade de escalas, assimetrias no serviço entre ilhas, falta de previsibilidade, constrangimentos operacionais e um modelo que nem sempre respondia às reais necessidades do tecido económico regional”. Foi por isso que o Governo dos Açores promoveu uma mudança estrutural no modelo de transporte marítimo de mercadorias, “que tem dores de crescimento e que nunca poderá pôr em causa o serviço ou o abastecimento de qualquer ilha”. Ao longo deste processo, frisou, o Governo “nunca abdicou de princípios basilares, como a regularidade, a previsibilidade, a cobertura territorial equilibrada e a eficiência operacional”. A Secretária Regional aproveitou a oportunidade para agradecer publicamente à Comissão Técnica Independente, constituída pelo Dr. João Carvalho, Eng. Ribeiro Pinto e Doutor Francisco Silva, pelo acompanhamento profissional, dedicado e imparcial da elaboração do estudo. “Nos últimos anos avançámos com uma reorganização silenciosa, mas assertiva, sem provocar disrupções e privilegiando uma evolução segura e progressiva”, afirmou ainda. Segundo a governante, a maior regularidade alcançada permitiu às empresas “planear melhor a sua atividade, reduzir ruturas de ‘stock’, otimizar cadeias de abastecimento, diminuir custos indiretos associados à incerteza logística e valorizar a produção endógena”. Em paralelo, o Governo dos Açores concretizou investimentos estratégicos na modernização de infraestruturas portuárias, equipamentos e condições operacionais. “Recuperámos atrasos históricos, reforçámos a capacidade instalada e criámos melhores condições de eficiência, segurança e fiabilidade no escoamento de mercadorias”, indicou. Segundo Berta Cabral, já foram investidos pela Portos dos Açores, desde 2021, mais de 27 milhões de euros em equipamentos, com mais de 63 milhões atualmente em execução e previstos até 2028, onde se incluem mais dois rebocadores. No que diz respeito às infraestruturas portuárias, os investimentos no mesmo período ultrapassam os 201 milhões de euros, havendo mais de 316 milhões em curso e previstos até final de 2028. Berta Cabral salientou também o reforço da articulação entre os vários intervenientes públicos e privados, e destacou o “caminho de organização estrutural da operação portuária, com uma adequada segregação de funções entre Autoridade Portuária e demais ‘players’ do setor, bem como uma maior articulação e otimização dos recursos disponíveis”. A este propósito, lembrou que se encontra em curso o processo preliminar conducente à alienação das participações públicas nas empresas OperPDL, OperTER e OperTRI. Por outro lado, a responsável sinalizou que também importa melhorar a articulação do tráfego local e da cabotagem insular com as cadeias logísticas nacionais e internacionais. “Este fator é particularmente relevante para setores exportadores e para empresas que dependem de matérias-primas importadas”, declarou. “Hoje temos mais navios, mais ligações, maior previsibilidade, melhor eficiência nas operações e maior capacidade de resposta às necessidades das nossas populações. Estamos a reduzir assimetrias entre ilhas e a contribuir para uma maior equidade territorial”, declarou também. Sobre o transporte marítimo de passageiros, Berta Cabral destacou a recuperação da Atlânticoline, “hoje uma empresa saudável e um exemplo para todo o Setor Público Empresarial dos Açores”, bem como a consolidação do modelo assente em Obrigações de Serviço Público, garantindo mobilidade interilhas com previsibilidade, responsabilidade financeira e adequação à procura real. Berta Cabral concluiu reafirmando que o compromisso do Governo dos Açores passa por encarar o transporte marítimo como “uma política pública integrada, onde logística, economia, coesão territorial e sustentabilidade caminham lado a lado”. “Continuaremos a investir onde é estratégico, a ajustar o modelo sempre que necessário e a trabalhar em estreita articulação com os operadores, as câmaras do comércio e os agentes económicos”, finalizou.
2 de Fevereiro 2026 Berta Cabral afirma que há já um novo modelo de transporte marítimo nos Açores A Secretária Regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas, Berta Cabral, defendeu sexta feira, na ilha Terceira, que já está em funcionamento um novo modelo de transporte marítimo de mercadorias nos Açores, na sequência do estudo promovido pelo Governo. A governante falava na sessão de encerramento do Seminário dos Transportes “Transportes Marítimos: Impacto na Economia Açoriana”, promovido pela Câmara do Comércio e Indústria de Angra do Heroísmo, na Praia da Vitória. “Fizemos um estudo pragmático, que se debruçou sobre questões práticas, e passámos imediatamente à implementação de um novo modelo. Hoje já temos resultados concretos, como escalas semanais em todas as ilhas, mais equipamentos nos portos e ajustes na operação portuária”, declarou a governante. E adicionou: “Já temos a implementação do cenário 2 e agora caminhamos, de forma progressiva e segura, para o cenário misto otimizado”. A Secretária Regional adiantou, igualmente, que o transporte marítimo, em especial o e de mercadorias, “é um dos pilares estruturantes da economia, da coesão territorial e do funcionamento regular da Região Autónoma dos Açores”. Berta Cabral destacou, contudo, que este é “um dos temas mais complexos da governação regional, onde não existem soluções mágicas e onde nunca poderão ocorrer disrupções que coloquem em risco o abastecimento público”. A governante sublinhou ainda que, num arquipélago “fragmentado, ultraperiférico e sujeito a constrangimentos naturais permanentes”, o transporte marítimo de mercadorias vai muito além de uma mera operação logística. E precisou: “É um serviço essencial, determinante para o abastecimento das ilhas, para a competitividade das empresas, para o controlo dos custos de contexto e para a estabilidade do mercado interno”. A Secretária Regional recordou que, durante muitos anos, este setor enfrentou “irregularidade de escalas, assimetrias no serviço entre ilhas, falta de previsibilidade, constrangimentos operacionais e um modelo que nem sempre respondia às reais necessidades do tecido económico regional”. Foi por isso que o Governo dos Açores promoveu uma mudança estrutural no modelo de transporte marítimo de mercadorias, “que tem dores de crescimento e que nunca poderá pôr em causa o serviço ou o abastecimento de qualquer ilha”. Ao longo deste processo, frisou, o Governo “nunca abdicou de princípios basilares, como a regularidade, a previsibilidade, a cobertura territorial equilibrada e a eficiência operacional”. A Secretária Regional aproveitou a oportunidade para agradecer publicamente à Comissão Técnica Independente, constituída pelo Dr. João Carvalho, Eng. Ribeiro Pinto e Doutor Francisco Silva, pelo acompanhamento profissional, dedicado e imparcial da elaboração do estudo. “Nos últimos anos avançámos com uma reorganização silenciosa, mas assertiva, sem provocar disrupções e privilegiando uma evolução segura e progressiva”, afirmou ainda. Segundo a governante, a maior regularidade alcançada permitiu às empresas “planear melhor a sua atividade, reduzir ruturas de ‘stock’, otimizar cadeias de abastecimento, diminuir custos indiretos associados à incerteza logística e valorizar a produção endógena”. Em paralelo, o Governo dos Açores concretizou investimentos estratégicos na modernização de infraestruturas portuárias, equipamentos e condições operacionais. “Recuperámos atrasos históricos, reforçámos a capacidade instalada e criámos melhores condições de eficiência, segurança e fiabilidade no escoamento de mercadorias”, indicou. Segundo Berta Cabral, já foram investidos pela Portos dos Açores, desde 2021, mais de 27 milhões de euros em equipamentos, com mais de 63 milhões atualmente em execução e previstos até 2028, onde se incluem mais dois rebocadores. No que diz respeito às infraestruturas portuárias, os investimentos no mesmo período ultrapassam os 201 milhões de euros, havendo mais de 316 milhões em curso e previstos até final de 2028. Berta Cabral salientou também o reforço da articulação entre os vários intervenientes públicos e privados, e destacou o “caminho de organização estrutural da operação portuária, com uma adequada segregação de funções entre Autoridade Portuária e demais ‘players’ do setor, bem como uma maior articulação e otimização dos recursos disponíveis”. A este propósito, lembrou que se encontra em curso o processo preliminar conducente à alienação das participações públicas nas empresas OperPDL, OperTER e OperTRI. Por outro lado, a responsável sinalizou que também importa melhorar a articulação do tráfego local e da cabotagem insular com as cadeias logísticas nacionais e internacionais. “Este fator é particularmente relevante para setores exportadores e para empresas que dependem de matérias-primas importadas”, declarou. “Hoje temos mais navios, mais ligações, maior previsibilidade, melhor eficiência nas operações e maior capacidade de resposta às necessidades das nossas populações. Estamos a reduzir assimetrias entre ilhas e a contribuir para uma maior equidade territorial”, declarou também. Sobre o transporte marítimo de passageiros, Berta Cabral destacou a recuperação da Atlânticoline, “hoje uma empresa saudável e um exemplo para todo o Setor Público Empresarial dos Açores”, bem como a consolidação do modelo assente em Obrigações de Serviço Público, garantindo mobilidade interilhas com previsibilidade, responsabilidade financeira e adequação à procura real. Berta Cabral concluiu reafirmando que o compromisso do Governo dos Açores passa por encarar o transporte marítimo como “uma política pública integrada, onde logística, economia, coesão territorial e sustentabilidade caminham lado a lado”. “Continuaremos a investir onde é estratégico, a ajustar o modelo sempre que necessário e a trabalhar em estreita articulação com os operadores, as câmaras do comércio e os agentes económicos”, finalizou.
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