Presidência do Governo Regional
José Manuel Bolieiro destaca importância de um POSEI para pescas e transportes
José Manuel Bolieiro destaca importância de um POSEI para pescas e transportes
Presidência do Governo Regional
José Manuel Bolieiro destaca papel central da diáspora na afirmação e no futuro dos Açores
José Manuel Bolieiro destaca papel central da diáspora na afirmação e no futuro dos Açores
Secretaria Regional da Saúde e Segurança Social
Comissariado dos Açores para a Infância assinala Dia Mundial da Criança com seminário sobre os desafios do idadismo
Comissariado dos Açores para a Infância assinala Dia Mundial da Criança com seminário sobre os desafios do idadismo
Secretaria Regional da Juventude, Habitação e Emprego
Governo dos Açores inclui jovens residentes na diáspora no programa “Bento de Góis”
Governo dos Açores inclui jovens residentes na diáspora no programa “Bento de Góis”
Nota de Imprensa
27 de Maio 2026 José Manuel Bolieiro destaca importância de um POSEI para pescas e transportes O Presidente do Governo dos Açores, José Manuel Bolieiro, recebeu em audiência, no Palácio de Sant’Ana, a Comissão das Pescas do Parlamento Europeu, liderada pela eurodeputada Carmen Crespo Díaz, num encontro centrado nos desafios específicos das regiões ultraperiféricas e no futuro do setor das pescas. O líder do executivo açoriano aproveitou a oportunidade para voltar a defender a criação de um modelo de apoio europeu para as pescas e transportes inspirado no POSEI agrícola, considerando que os Açores enfrentam condicionantes permanentes que devem merecer uma resposta diferenciada por parte das instituições europeias. “O POSEI demonstrou, ao longo dos anos, que é possível compensar os custos da ultraperiferia e criar condições para o desenvolvimento sustentável das nossas regiões. Esse princípio deve também ser aplicado às pescas e aos transportes”, afirmou o Presidente do Governo. José Manuel Bolieiro alertou ainda para os custos acrescidos que continuam a afetar a competitividade do pescado açoriano, sobretudo ao nível da energia e da logística associada ao transporte de mercadorias para os mercados externos. “Os Açores têm feito o seu caminho na valorização da economia azul e na modernização do setor das pescas, mas não podemos ignorar os sobrecustos que resultam da nossa condição ultraperiférica”, sublinhou. A visita da Comissão das Pescas do Parlamento Europeu incluiu reuniões com representantes do setor, organizações de pescadores e empresas ligadas à transformação e exportação de pescado, bem como visitas técnicas a várias infraestruturas e unidades empresariais da ilha de São Miguel, permitindo aos eurodeputados conhecer de perto a realidade das pescas nos Açores. A delegação integra seis eurodeputados, entre os quais Paulo do Nascimento Cabral e André Franqueira Rodrigues.
27 de Maio 2026 José Manuel Bolieiro destaca importância de um POSEI para pescas e transportes O Presidente do Governo dos Açores, José Manuel Bolieiro, recebeu em audiência, no Palácio de Sant’Ana, a Comissão das Pescas do Parlamento Europeu, liderada pela eurodeputada Carmen Crespo Díaz, num encontro centrado nos desafios específicos das regiões ultraperiféricas e no futuro do setor das pescas. O líder do executivo açoriano aproveitou a oportunidade para voltar a defender a criação de um modelo de apoio europeu para as pescas e transportes inspirado no POSEI agrícola, considerando que os Açores enfrentam condicionantes permanentes que devem merecer uma resposta diferenciada por parte das instituições europeias. “O POSEI demonstrou, ao longo dos anos, que é possível compensar os custos da ultraperiferia e criar condições para o desenvolvimento sustentável das nossas regiões. Esse princípio deve também ser aplicado às pescas e aos transportes”, afirmou o Presidente do Governo. José Manuel Bolieiro alertou ainda para os custos acrescidos que continuam a afetar a competitividade do pescado açoriano, sobretudo ao nível da energia e da logística associada ao transporte de mercadorias para os mercados externos. “Os Açores têm feito o seu caminho na valorização da economia azul e na modernização do setor das pescas, mas não podemos ignorar os sobrecustos que resultam da nossa condição ultraperiférica”, sublinhou. A visita da Comissão das Pescas do Parlamento Europeu incluiu reuniões com representantes do setor, organizações de pescadores e empresas ligadas à transformação e exportação de pescado, bem como visitas técnicas a várias infraestruturas e unidades empresariais da ilha de São Miguel, permitindo aos eurodeputados conhecer de perto a realidade das pescas nos Açores. A delegação integra seis eurodeputados, entre os quais Paulo do Nascimento Cabral e André Franqueira Rodrigues.
Nota de Imprensa
26 de Maio 2026 José Manuel Bolieiro destaca papel central da diáspora na afirmação e no futuro dos Açores O Presidente do Governo dos Açores, José Manuel Bolieiro, presidiu hoje à sessão de abertura do Conselho da Diáspora Açoriana, sublinhando o papel central das comunidades açorianas espalhadas pelo mundo na construção do presente e do futuro da Região. Num momento marcado pelo reconhecimento do caminho já percorrido, o governante realçou o significado da criação deste órgão consultivo, lembrando “o que foi possível concretizar em tão pouco tempo com o Conselho da Diáspora Açoriana”, aprovado por unanimidade na Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores. Os trabalhos desta reunião centram-se em três dimensões estruturantes: as relações económicas com a diáspora, as ligações culturais que sustentam a identidade açoriana além-fronteiras e o envolvimento das novas gerações na afirmação da Açorianidade. O líder do executivo açoriano fez questão de destacar a relevância e o prestígio das comunidades açorianas, considerando-as “fantásticas na sua qualidade e no reconhecimento que conquistaram pelo mundo inteiro”. Para o Presidente do Governo, esta realidade confere aos Açores uma capacidade única de ligação global. “Nós somos grandiosos na relação com o mundo, através da nossa diáspora. E ninguém perdeu a ligação à sua identidade”, afirmou. O governante sublinhou ainda a importância de continuar a alimentar essa ligação, com especial atenção às novas gerações, deixando uma mensagem clara de compromisso coletivo: “Este reconhecimento traz também uma responsabilidade: sermos um elo cativante de adesão às nossas raízes e ao nosso futuro comum". José Manuel Bolieiro abordou também a necessidade de evolução das mentalidades, reconhecendo que, ao longo do tempo, os Açores foram frequentemente percecionados como uma realidade distante e limitada. “Durante muito tempo habituámo-nos a olhar para os Açores como distantes e pobres. Hoje, afirmamos uma visão de grandeza, de potencial e de confiança”, declarou. Sem ignorar os constrangimentos da insularidade e da escala, o líder do executivo açoriano defendeu que esses fatores devem ser encarados como oportunidades de afirmação e não como limitações. “Somos grandiosos apesar da nossa dimensão e da nossa distância", vincou. O Presidente do Governo anunciou ainda que o executivo está a preparar um Plano Estratégico das Migrações para a próxima década, com uma abordagem integrada que abrange tanto a emigração como a imigração, reforçando a visão dos Açores como uma Região aberta e global. A sessão ficou igualmente assinalada pelo lançamento de um novo número da revista Açorianidade, uma iniciativa que pretende aprofundar a reflexão sobre a identidade açoriana e reforçar a sua projeção dentro e fora do arquipélago. O governante açoriano deixou palavras de reconhecimento a todos os que têm contribuído para manter viva esta ligação, agradecendo o “desempenho e pelo compromisso que têm demonstrado". E vincou: "A nossa diáspora é um exemplo de identidade viva e de ligação às raízes". José Manuel Bolieiro destacou ainda a posição geoestratégica dos Açores no Atlântico Norte, defendendo que essa centralidade deve ser assumida como um ativo diferenciador. “A nossa geografia, tantas vezes vista como limitação, é hoje um fator de afirmação e de oportunidade", prosseguiu. O Conselho da Diáspora Açoriana reúne representantes de comunidades açorianas de várias geografias, num espaço de diálogo, partilha e construção de compromissos para o futuro coletivo dos Açores.
26 de Maio 2026 José Manuel Bolieiro destaca papel central da diáspora na afirmação e no futuro dos Açores O Presidente do Governo dos Açores, José Manuel Bolieiro, presidiu hoje à sessão de abertura do Conselho da Diáspora Açoriana, sublinhando o papel central das comunidades açorianas espalhadas pelo mundo na construção do presente e do futuro da Região. Num momento marcado pelo reconhecimento do caminho já percorrido, o governante realçou o significado da criação deste órgão consultivo, lembrando “o que foi possível concretizar em tão pouco tempo com o Conselho da Diáspora Açoriana”, aprovado por unanimidade na Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores. Os trabalhos desta reunião centram-se em três dimensões estruturantes: as relações económicas com a diáspora, as ligações culturais que sustentam a identidade açoriana além-fronteiras e o envolvimento das novas gerações na afirmação da Açorianidade. O líder do executivo açoriano fez questão de destacar a relevância e o prestígio das comunidades açorianas, considerando-as “fantásticas na sua qualidade e no reconhecimento que conquistaram pelo mundo inteiro”. Para o Presidente do Governo, esta realidade confere aos Açores uma capacidade única de ligação global. “Nós somos grandiosos na relação com o mundo, através da nossa diáspora. E ninguém perdeu a ligação à sua identidade”, afirmou. O governante sublinhou ainda a importância de continuar a alimentar essa ligação, com especial atenção às novas gerações, deixando uma mensagem clara de compromisso coletivo: “Este reconhecimento traz também uma responsabilidade: sermos um elo cativante de adesão às nossas raízes e ao nosso futuro comum". José Manuel Bolieiro abordou também a necessidade de evolução das mentalidades, reconhecendo que, ao longo do tempo, os Açores foram frequentemente percecionados como uma realidade distante e limitada. “Durante muito tempo habituámo-nos a olhar para os Açores como distantes e pobres. Hoje, afirmamos uma visão de grandeza, de potencial e de confiança”, declarou. Sem ignorar os constrangimentos da insularidade e da escala, o líder do executivo açoriano defendeu que esses fatores devem ser encarados como oportunidades de afirmação e não como limitações. “Somos grandiosos apesar da nossa dimensão e da nossa distância", vincou. O Presidente do Governo anunciou ainda que o executivo está a preparar um Plano Estratégico das Migrações para a próxima década, com uma abordagem integrada que abrange tanto a emigração como a imigração, reforçando a visão dos Açores como uma Região aberta e global. A sessão ficou igualmente assinalada pelo lançamento de um novo número da revista Açorianidade, uma iniciativa que pretende aprofundar a reflexão sobre a identidade açoriana e reforçar a sua projeção dentro e fora do arquipélago. O governante açoriano deixou palavras de reconhecimento a todos os que têm contribuído para manter viva esta ligação, agradecendo o “desempenho e pelo compromisso que têm demonstrado". E vincou: "A nossa diáspora é um exemplo de identidade viva e de ligação às raízes". José Manuel Bolieiro destacou ainda a posição geoestratégica dos Açores no Atlântico Norte, defendendo que essa centralidade deve ser assumida como um ativo diferenciador. “A nossa geografia, tantas vezes vista como limitação, é hoje um fator de afirmação e de oportunidade", prosseguiu. O Conselho da Diáspora Açoriana reúne representantes de comunidades açorianas de várias geografias, num espaço de diálogo, partilha e construção de compromissos para o futuro coletivo dos Açores.
Nota de Imprensa
27 de Maio 2026 Comissariado dos Açores para a Infância assinala Dia Mundial da Criança com seminário sobre os desafios do idadismo A Secretaria Regional da Saúde e Segurança Social, através do Comissariado dos Açores para a Infância (CAI), promove no próximo dia 3 de junho, pelas 09h30, na Academia da Juventude e das Artes da Ilha Terceira, o seminário “Gerações Invisíveis? Desafios do Idadismo na Infância e Juventude”, iniciativa que visa assinalar o Dia Mundial da Criança, celebrado a 1 de junho. O seminário pretende promover a reflexão em torno das diferentes formas de discriminação em razão da idade que afetam crianças e jovens e debater o direito à participação infantil e juvenil nos espaços públicos, educativos e sociais. A iniciativa procura ainda contribuir para uma maior consciencialização da sociedade para a necessidade de escutar e envolver crianças e jovens nos processos de decisão que lhes dizem respeito. A sessão de abertura contará com as intervenções do Presidente do CAI, Emanuel Areias, da Presidente da Câmara Municipal da Praia da Vitória, Vânia Ferreira, e do Presidente da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, Luís Garcia, que presidirá à sessão. Pelas 10h00 terá lugar a conferência “Crescer com voz: a participação infantil como direito”, proferida por Dulce Rocha, antiga Presidente do Instituto de Apoio à Criança, que abordará a importância da participação das crianças enquanto dimensão fundamental dos seus direitos. De seguida, haverá um momento de discussão subordinado ao tema “O estado da arte do idadismo em Portugal e nos Açores”, com as participações de José Carreira, Presidente da Associação STOP Idadismo, e de Matilde Silva, Coordenadora do Projeto Envelhe(ser) Sem Preconceito da CPSBIT, procurando analisar preconceitos e estereótipos associados à idade e os seus impactos nas várias gerações. Por fim, decorrerá a mesa-redonda “Da ousadia ao preconceito: ser jovem no espaço público”, reunindo Octávia Pinheiro, jornalista, Leonor Festa, professora e maestra de escolas de música, Emanuel Sousa, Vice-Presidente da Câmara Municipal da Praia da Vitória, e Raquel Lourenço, Presidente da Câmara Municipal de Sobral de Monte Agraço. A moderação estará a cargo da jornalista da RTP/Açores Marta Silva. O seminário terminará pelas 13h00. A participação é gratuita e aberta ao público em geral. A iniciativa integra a estratégia do Comissariado dos Açores para a Infância de promoção dos direitos da criança e de sensibilização da comunidade para os desafios contemporâneos que afetam crianças e jovens, reforçando a importância da sua participação ativa na sociedade.
27 de Maio 2026 Comissariado dos Açores para a Infância assinala Dia Mundial da Criança com seminário sobre os desafios do idadismo A Secretaria Regional da Saúde e Segurança Social, através do Comissariado dos Açores para a Infância (CAI), promove no próximo dia 3 de junho, pelas 09h30, na Academia da Juventude e das Artes da Ilha Terceira, o seminário “Gerações Invisíveis? Desafios do Idadismo na Infância e Juventude”, iniciativa que visa assinalar o Dia Mundial da Criança, celebrado a 1 de junho. O seminário pretende promover a reflexão em torno das diferentes formas de discriminação em razão da idade que afetam crianças e jovens e debater o direito à participação infantil e juvenil nos espaços públicos, educativos e sociais. A iniciativa procura ainda contribuir para uma maior consciencialização da sociedade para a necessidade de escutar e envolver crianças e jovens nos processos de decisão que lhes dizem respeito. A sessão de abertura contará com as intervenções do Presidente do CAI, Emanuel Areias, da Presidente da Câmara Municipal da Praia da Vitória, Vânia Ferreira, e do Presidente da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, Luís Garcia, que presidirá à sessão. Pelas 10h00 terá lugar a conferência “Crescer com voz: a participação infantil como direito”, proferida por Dulce Rocha, antiga Presidente do Instituto de Apoio à Criança, que abordará a importância da participação das crianças enquanto dimensão fundamental dos seus direitos. De seguida, haverá um momento de discussão subordinado ao tema “O estado da arte do idadismo em Portugal e nos Açores”, com as participações de José Carreira, Presidente da Associação STOP Idadismo, e de Matilde Silva, Coordenadora do Projeto Envelhe(ser) Sem Preconceito da CPSBIT, procurando analisar preconceitos e estereótipos associados à idade e os seus impactos nas várias gerações. Por fim, decorrerá a mesa-redonda “Da ousadia ao preconceito: ser jovem no espaço público”, reunindo Octávia Pinheiro, jornalista, Leonor Festa, professora e maestra de escolas de música, Emanuel Sousa, Vice-Presidente da Câmara Municipal da Praia da Vitória, e Raquel Lourenço, Presidente da Câmara Municipal de Sobral de Monte Agraço. A moderação estará a cargo da jornalista da RTP/Açores Marta Silva. O seminário terminará pelas 13h00. A participação é gratuita e aberta ao público em geral. A iniciativa integra a estratégia do Comissariado dos Açores para a Infância de promoção dos direitos da criança e de sensibilização da comunidade para os desafios contemporâneos que afetam crianças e jovens, reforçando a importância da sua participação ativa na sociedade.
Nota de Imprensa
27 de Maio 2026 Governo dos Açores inclui jovens residentes na diáspora no programa “Bento de Góis” Os jovens naturais dos Açores ou descendentes de açorianos a residir nas comunidades portuguesas da diáspora passam a estar incluídos entre os beneficiários do programa de mobilidade “Bento de Góis”, promovido pela Secretaria Regional da Juventude, Habitação e Emprego, através da Direção Regional da Juventude. O anúncio foi feito esta terça-feira por Maria João Carreiro, durante a III Reunião Plenária do Conselho da Diáspora Açoriana, em Ponta Delgada, onde integrou o painel “As novas gerações da diáspora açoriana”, na qual participou também o Vice-Cônsul dos Estados Unidos da América nos Açores, Christopher Gosselin. Segundo a Secretária Regional da Juventude, Habitação e Emprego, “este programa já incluía as comunidades da diáspora como recetoras de jovens residentes nos Açores, mas faltava criar esta oportunidade para trazer aos Açores os jovens a residir na diáspora, numa lógica de aproximação identitária e de interação com jovens residentes na Região”. Assim, e de acordo com o novo regulamento do “Bento de Góis”, publicado hoje em Jornal Oficial, foi criada a “Ação 4 – Diáspora nos Açores” no programa. Podem organizar projetos de mobilidade de jovens naturais ou açordescendentes a residir na diáspora, as Casas dos Açores, associações religiosas, culturais, desportivas e recreativas, cuja atividade seja destinada a açorianos ou descendentes de açorianos ou presididas por açorianos ou descendentes de açorianos. As candidaturas estão abertas durante todo o ano e são submetidas no Portal da Juventude, em juventude.azores.gov.pt, 60 dias antes do início do projeto nos Açores. Podem apresentar e dinamizar localmente projetos de receção dos jovens residentes na diáspora, as associações inscritas no Registo Açoriano de Associação Juvenis, grupos informais de jovens, jovens em nome individual maiores de 18 anos de idade, estabelecimentos de ensino básico, secundário e profissional, associações sem fins lucrativos com atividades destinadas a jovens ou cooperativas com atividades na área do apoio social aos jovens. “Queremos pôr os jovens da diáspora a dialogar e a trocar experiências com os jovens residentes na Região, unidos não só pela partilha de laços identitários comuns, mas também pela disponibilidade, vontade e interesse para olhar os Açores e projetá-lo num futuro de ainda mais modernidade”, defendeu a Secretária Regional. Os grupos de deslocação aos Açores têm de ter um mínimo de cinco e um máximo de 12 participantes, sendo que cada jovem participante recebe um apoio diário para despesas de alojamento, alimentação, transportes e atividades a desenvolver durante o projeto. Os projetos têm uma duração mínima de quatro dias e máxima de seis dias, excluindo os dias da viagem. Maria João Carreiro lembrou, ainda, que os jovens naturais ou descendentes de açorianos a residir nas comunidades açorianas espalhadas pelo Mundo podem ainda beneficiar do Cartão Interjovem, ao qual estão associados descontos e condições favoráveis para mobilidade, alimentação, lazer e turismo, bem como do AECT - Programa de Apoio ao Empreendedorismo, Criatividade e Talento Jovem, através do qual são apoiados projetos desenvolvidos pelas Casas dos Açores para divulgar a identidade açoriana fora da Região. A governante defendeu que é preciso continuar a criar “canais permanentes de ligação” entre os jovens açorianos residentes na Região e residentes na diáspora, “transformando a ligação emocional às raízes numa relação ativa de participação, conhecimento e cooperação” que lhes permitam viver os Açores para além da memória familiar. “Temos de garantir que um jovem açor-descendente, mesmo nascido longe das nossas ilhas, sinta que os Açores também são seus. Que pode fazer parte das decisões, das transformações e das ambições desta terra”, defendeu Maria João Carreiro.
27 de Maio 2026 Governo dos Açores inclui jovens residentes na diáspora no programa “Bento de Góis” Os jovens naturais dos Açores ou descendentes de açorianos a residir nas comunidades portuguesas da diáspora passam a estar incluídos entre os beneficiários do programa de mobilidade “Bento de Góis”, promovido pela Secretaria Regional da Juventude, Habitação e Emprego, através da Direção Regional da Juventude. O anúncio foi feito esta terça-feira por Maria João Carreiro, durante a III Reunião Plenária do Conselho da Diáspora Açoriana, em Ponta Delgada, onde integrou o painel “As novas gerações da diáspora açoriana”, na qual participou também o Vice-Cônsul dos Estados Unidos da América nos Açores, Christopher Gosselin. Segundo a Secretária Regional da Juventude, Habitação e Emprego, “este programa já incluía as comunidades da diáspora como recetoras de jovens residentes nos Açores, mas faltava criar esta oportunidade para trazer aos Açores os jovens a residir na diáspora, numa lógica de aproximação identitária e de interação com jovens residentes na Região”. Assim, e de acordo com o novo regulamento do “Bento de Góis”, publicado hoje em Jornal Oficial, foi criada a “Ação 4 – Diáspora nos Açores” no programa. Podem organizar projetos de mobilidade de jovens naturais ou açordescendentes a residir na diáspora, as Casas dos Açores, associações religiosas, culturais, desportivas e recreativas, cuja atividade seja destinada a açorianos ou descendentes de açorianos ou presididas por açorianos ou descendentes de açorianos. As candidaturas estão abertas durante todo o ano e são submetidas no Portal da Juventude, em juventude.azores.gov.pt, 60 dias antes do início do projeto nos Açores. Podem apresentar e dinamizar localmente projetos de receção dos jovens residentes na diáspora, as associações inscritas no Registo Açoriano de Associação Juvenis, grupos informais de jovens, jovens em nome individual maiores de 18 anos de idade, estabelecimentos de ensino básico, secundário e profissional, associações sem fins lucrativos com atividades destinadas a jovens ou cooperativas com atividades na área do apoio social aos jovens. “Queremos pôr os jovens da diáspora a dialogar e a trocar experiências com os jovens residentes na Região, unidos não só pela partilha de laços identitários comuns, mas também pela disponibilidade, vontade e interesse para olhar os Açores e projetá-lo num futuro de ainda mais modernidade”, defendeu a Secretária Regional. Os grupos de deslocação aos Açores têm de ter um mínimo de cinco e um máximo de 12 participantes, sendo que cada jovem participante recebe um apoio diário para despesas de alojamento, alimentação, transportes e atividades a desenvolver durante o projeto. Os projetos têm uma duração mínima de quatro dias e máxima de seis dias, excluindo os dias da viagem. Maria João Carreiro lembrou, ainda, que os jovens naturais ou descendentes de açorianos a residir nas comunidades açorianas espalhadas pelo Mundo podem ainda beneficiar do Cartão Interjovem, ao qual estão associados descontos e condições favoráveis para mobilidade, alimentação, lazer e turismo, bem como do AECT - Programa de Apoio ao Empreendedorismo, Criatividade e Talento Jovem, através do qual são apoiados projetos desenvolvidos pelas Casas dos Açores para divulgar a identidade açoriana fora da Região. A governante defendeu que é preciso continuar a criar “canais permanentes de ligação” entre os jovens açorianos residentes na Região e residentes na diáspora, “transformando a ligação emocional às raízes numa relação ativa de participação, conhecimento e cooperação” que lhes permitam viver os Açores para além da memória familiar. “Temos de garantir que um jovem açor-descendente, mesmo nascido longe das nossas ilhas, sinta que os Açores também são seus. Que pode fazer parte das decisões, das transformações e das ambições desta terra”, defendeu Maria João Carreiro.
Nota de Imprensa
27 de Maio 2026 Governo dos Açores acompanha posição dos Ministros da Agricultura por um POSEI reforçado e autónomo O Governo dos Açores manifesta o seu total alinhamento e apoio à posição concertada entre Portugal, Espanha e França, que defenderam em Bruxelas, junto da Comissão Europeia, um reforço significativo e a autonomia do Programa de Opções Específicas para o Afastamento e Insularidade (POSEI). A iniciativa, formalizada através de uma carta entregue ao comissário europeu Christophe Hansen pelos ministros da Agricultura dos três Estados-Membros - José Manuel Fernandes (Portugal), Luis Planas Puchades (Espanha) e Annie Genevard (França) -, exige que a União Europeia garanta uma atualização financeira indispensável para a sustentabilidade das Regiões Ultraperiféricas (RUP). Este posicionamento reflete o trabalho de acompanhamento que o Governo Regional e a Federação Agrícola dos Açores têm mantido junto da tutela nacional, assegurando que as necessidades específicas estruturais da agricultura açoriana estejam devidamente representadas na agenda política europeia. Para o executivo açoriano, esta concertação é crucial para a estabilidade económica do arquipélago. O POSEI carece de um ajustamento urgente face às subidas dos custos de produção, estando a proposta defendida em Bruxelas a apontar para uma atualização de 200 milhões de euros, elevando a verba para 900 milhões. Este valor é considerado fundamental para compensar os custos adicionais decorrentes da ultraperiferia e do isolamento geográfico. Sobre este processo, o Secretário Regional da Agricultura e Alimentação tem vincado a importância de se garantir um modelo de “POSEI autónomo”, que permita uma gestão eficaz e adaptada às necessidades específicas de cada Região. Esta diligência diplomática em Bruxelas sublinha a urgência de dar cumprimento aos princípios de equidade e solidariedade da União Europeia. Como defendido na carta conjunta entregue à Comissão, a agricultura nas RUP enfrenta desafios de soberania alimentar e custos de transporte acrescidos que não podem ser tratados da mesma forma que outras regiões menos desenvolvidas da União. O Governo dos Açores continuará a acompanhar de perto este tema, reiterando que o reforço do POSEI é uma ferramenta de resiliência indispensável para quem produz nas ilhas, num contexto de mercado cada vez mais competitivo e exigente.
27 de Maio 2026 Governo dos Açores acompanha posição dos Ministros da Agricultura por um POSEI reforçado e autónomo O Governo dos Açores manifesta o seu total alinhamento e apoio à posição concertada entre Portugal, Espanha e França, que defenderam em Bruxelas, junto da Comissão Europeia, um reforço significativo e a autonomia do Programa de Opções Específicas para o Afastamento e Insularidade (POSEI). A iniciativa, formalizada através de uma carta entregue ao comissário europeu Christophe Hansen pelos ministros da Agricultura dos três Estados-Membros - José Manuel Fernandes (Portugal), Luis Planas Puchades (Espanha) e Annie Genevard (França) -, exige que a União Europeia garanta uma atualização financeira indispensável para a sustentabilidade das Regiões Ultraperiféricas (RUP). Este posicionamento reflete o trabalho de acompanhamento que o Governo Regional e a Federação Agrícola dos Açores têm mantido junto da tutela nacional, assegurando que as necessidades específicas estruturais da agricultura açoriana estejam devidamente representadas na agenda política europeia. Para o executivo açoriano, esta concertação é crucial para a estabilidade económica do arquipélago. O POSEI carece de um ajustamento urgente face às subidas dos custos de produção, estando a proposta defendida em Bruxelas a apontar para uma atualização de 200 milhões de euros, elevando a verba para 900 milhões. Este valor é considerado fundamental para compensar os custos adicionais decorrentes da ultraperiferia e do isolamento geográfico. Sobre este processo, o Secretário Regional da Agricultura e Alimentação tem vincado a importância de se garantir um modelo de “POSEI autónomo”, que permita uma gestão eficaz e adaptada às necessidades específicas de cada Região. Esta diligência diplomática em Bruxelas sublinha a urgência de dar cumprimento aos princípios de equidade e solidariedade da União Europeia. Como defendido na carta conjunta entregue à Comissão, a agricultura nas RUP enfrenta desafios de soberania alimentar e custos de transporte acrescidos que não podem ser tratados da mesma forma que outras regiões menos desenvolvidas da União. O Governo dos Açores continuará a acompanhar de perto este tema, reiterando que o reforço do POSEI é uma ferramenta de resiliência indispensável para quem produz nas ilhas, num contexto de mercado cada vez mais competitivo e exigente.
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