Presidência do Governo Regional
José Manuel Bolieiro defende resposta hospitalar ajustada às necessidades de São Miguel
José Manuel Bolieiro defende resposta hospitalar ajustada às necessidades de São Miguel
Secretaria Regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas
Governo dos Açores acusa PS de aproveitamento político do temporal que tem assolado a Região
Governo dos Açores acusa PS de aproveitamento político do temporal que tem assolado a Região
Secretaria Regional da Agricultura e Alimentação
António Ventura diz que Lisbon Food Affair é “espaço de oportunidades” para empresas açorianas
António Ventura diz que Lisbon Food Affair é “espaço de oportunidades” para empresas açorianas
Secretaria Regional das Finanças, Planeamento e Administração Pública
Governo dos Açores cumpre com pagamentos às empresas
Governo dos Açores cumpre com pagamentos às empresas
Nota de Imprensa
9 de Fevereiro 2026 José Manuel Bolieiro defende resposta hospitalar ajustada às necessidades de São Miguel O Presidente do Governo dos Açores, José Manuel Bolieiro, acompanhado pela Secretária Regional da Saúde e Segurança Social, Mónica Seidi, reuniu-se hoje no Palácio da Conceição, em Ponta Delgada, com a Mesa do Conselho de Ilha de São Miguel, presidida por Jorge Rita, para abordar os próximos passos relativos ao futuro do Hospital do Divino Espírito Santo (HDES). O líder do executivo açoriano referiu que o Governo dos Açores tem vindo a trabalhar numa solução que permita “tirar partido da capacidade já instalada”, nomeadamente a que resulta da estrutura modular implementada após o incêndio de maio de 2024, enquadrando-a numa resposta hospitalar mais robusta e ajustada às necessidades da ilha. Para José Manuel Bolieiro, a opção passa por uma intervenção concentrada no atual perímetro hospitalar, com uma reorganização profunda das áreas e valências. “O objetivo é garantir que São Miguel disponha de uma resposta hospitalar moderna, funcional e preparada para o futuro, aprendendo também com a experiência recente”, afirmou. O governante adiantou que os trabalhos técnicos em curso apontam para um reforço expressivo da componente ambulatória do futuro hospital, alinhado com modelos assistenciais mais atuais, sendo que os planos funcionais em análise preveem igualmente o alargamento de áreas como a cirurgia, o internamento, a urgência e os cuidados intensivos, assegurando melhores condições de funcionamento e resposta clínica. José Manuel Bolieiro sublinhou ainda que a estrutura modular continuará a ter um papel relevante durante as fases de intervenção no HDES, funcionando como apoio à atividade assistencial e garantindo a continuidade dos cuidados de saúde. “É fundamental assegurar estabilidade no serviço prestado à população enquanto se constrói uma solução duradoura”, salientou. O Presidente do Conselho de Ilha de São Miguel, Jorge Rita, considerou que o processo deve ser conduzido com prudência, defendendo uma abordagem faseada e financeiramente sustentável, e sublinhou a importância de reforçar, em paralelo, a rede de cuidados de saúde primários na ilha. O Governo dos Açores continuará a acompanhar o processo de definição do futuro do HDES, que será oportunamente apreciado em Conselho do Governo, não estando ainda estabelecido um calendário fechado para a apresentação do projeto final.
9 de Fevereiro 2026 José Manuel Bolieiro defende resposta hospitalar ajustada às necessidades de São Miguel O Presidente do Governo dos Açores, José Manuel Bolieiro, acompanhado pela Secretária Regional da Saúde e Segurança Social, Mónica Seidi, reuniu-se hoje no Palácio da Conceição, em Ponta Delgada, com a Mesa do Conselho de Ilha de São Miguel, presidida por Jorge Rita, para abordar os próximos passos relativos ao futuro do Hospital do Divino Espírito Santo (HDES). O líder do executivo açoriano referiu que o Governo dos Açores tem vindo a trabalhar numa solução que permita “tirar partido da capacidade já instalada”, nomeadamente a que resulta da estrutura modular implementada após o incêndio de maio de 2024, enquadrando-a numa resposta hospitalar mais robusta e ajustada às necessidades da ilha. Para José Manuel Bolieiro, a opção passa por uma intervenção concentrada no atual perímetro hospitalar, com uma reorganização profunda das áreas e valências. “O objetivo é garantir que São Miguel disponha de uma resposta hospitalar moderna, funcional e preparada para o futuro, aprendendo também com a experiência recente”, afirmou. O governante adiantou que os trabalhos técnicos em curso apontam para um reforço expressivo da componente ambulatória do futuro hospital, alinhado com modelos assistenciais mais atuais, sendo que os planos funcionais em análise preveem igualmente o alargamento de áreas como a cirurgia, o internamento, a urgência e os cuidados intensivos, assegurando melhores condições de funcionamento e resposta clínica. José Manuel Bolieiro sublinhou ainda que a estrutura modular continuará a ter um papel relevante durante as fases de intervenção no HDES, funcionando como apoio à atividade assistencial e garantindo a continuidade dos cuidados de saúde. “É fundamental assegurar estabilidade no serviço prestado à população enquanto se constrói uma solução duradoura”, salientou. O Presidente do Conselho de Ilha de São Miguel, Jorge Rita, considerou que o processo deve ser conduzido com prudência, defendendo uma abordagem faseada e financeiramente sustentável, e sublinhou a importância de reforçar, em paralelo, a rede de cuidados de saúde primários na ilha. O Governo dos Açores continuará a acompanhar o processo de definição do futuro do HDES, que será oportunamente apreciado em Conselho do Governo, não estando ainda estabelecido um calendário fechado para a apresentação do projeto final.
Nota de Imprensa
9 de Fevereiro 2026 Governo dos Açores acusa PS de aproveitamento político do temporal que tem assolado a Região O Governo dos Açores, através da Secretaria Regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas, refuta de forma categórica todas as afirmações feitas pelo deputado do Partido Socialista Lubélio Mendonça relativamente ao funcionamento dos transportes marítimos e aéreos interilhas, nomeadamente para o Corvo. A Secretaria Regional que tutela os Transportes reafirma que é importante salientar que a Região tem sido sucessivamente atingida por condições meteorológicas severas, com impacto direto e inevitável na operação portuária e aérea. A instabilidade atmosférica, associada ao estado do mar particularmente adverso, obriga à suspensão de várias ligações, procedimento que segue rigorosos critérios de segurança internacionalmente reconhecidos. “Qualquer tentativa de interpretar estes constrangimentos técnicos como falhas operacionais carece totalmente de fundamento. A desconsideração pelos impactos meteorológicos, que afetam não apenas a Região, mas todo o território nacional e as regiões autónomas, contribui apenas para criar ruído, confusão e perceções erradas sobre o funcionamento do setor dos transportes”, sublinha o departamento. O Governo dos Açores recorda que tem vindo a desenvolver um enorme esforço, sem precedentes nos governos do PS, adotando um navio dedicado ao Corvo (Thor B) e outro dedicado às Flores (Margarethe) para assegurar o regular abastecimento daquelas duas ilhas desde que haja condições meteorológicas que o permitam. Como é público desde Leixões, Lisboa, Ponta Delgada, Praia da Vitória e todos os demais portos dos Açores têm estado condicionados pela forte agitação marítima e falta de condições de navegabilidade. Considera-se “inqualificável e pura demagogia as declarações do deputado Lubélio Mendonça, que usa o sofrimento das populações que estão sem receber bens, muitos dos quais essenciais, devido às condições atmosféricas severas, sobretudo ao nível da agitação marítima, para fazer politiquice”. O mesmo departamento governamental refere, por outro lado, que o navio Thor deverá sair da Horta amanhã com destino ao Corvo, prevendo-se que descarregue mercadoria na quarta-feira. Caso não seja possível concretizar a operação, o Governo dos Açores equaciona meios alternativos para abastecer a mais pequena ilha do arquipélago, recorrendo-se, como já aconteceu no inverno passado, ao apoio da Força Aérea Portuguesa. Recorde-se ainda que, durante a governação socialista, a ilha do Corvo chegou a estar 50 dias consecutivos sem abastecimento marítimo.
9 de Fevereiro 2026 Governo dos Açores acusa PS de aproveitamento político do temporal que tem assolado a Região O Governo dos Açores, através da Secretaria Regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas, refuta de forma categórica todas as afirmações feitas pelo deputado do Partido Socialista Lubélio Mendonça relativamente ao funcionamento dos transportes marítimos e aéreos interilhas, nomeadamente para o Corvo. A Secretaria Regional que tutela os Transportes reafirma que é importante salientar que a Região tem sido sucessivamente atingida por condições meteorológicas severas, com impacto direto e inevitável na operação portuária e aérea. A instabilidade atmosférica, associada ao estado do mar particularmente adverso, obriga à suspensão de várias ligações, procedimento que segue rigorosos critérios de segurança internacionalmente reconhecidos. “Qualquer tentativa de interpretar estes constrangimentos técnicos como falhas operacionais carece totalmente de fundamento. A desconsideração pelos impactos meteorológicos, que afetam não apenas a Região, mas todo o território nacional e as regiões autónomas, contribui apenas para criar ruído, confusão e perceções erradas sobre o funcionamento do setor dos transportes”, sublinha o departamento. O Governo dos Açores recorda que tem vindo a desenvolver um enorme esforço, sem precedentes nos governos do PS, adotando um navio dedicado ao Corvo (Thor B) e outro dedicado às Flores (Margarethe) para assegurar o regular abastecimento daquelas duas ilhas desde que haja condições meteorológicas que o permitam. Como é público desde Leixões, Lisboa, Ponta Delgada, Praia da Vitória e todos os demais portos dos Açores têm estado condicionados pela forte agitação marítima e falta de condições de navegabilidade. Considera-se “inqualificável e pura demagogia as declarações do deputado Lubélio Mendonça, que usa o sofrimento das populações que estão sem receber bens, muitos dos quais essenciais, devido às condições atmosféricas severas, sobretudo ao nível da agitação marítima, para fazer politiquice”. O mesmo departamento governamental refere, por outro lado, que o navio Thor deverá sair da Horta amanhã com destino ao Corvo, prevendo-se que descarregue mercadoria na quarta-feira. Caso não seja possível concretizar a operação, o Governo dos Açores equaciona meios alternativos para abastecer a mais pequena ilha do arquipélago, recorrendo-se, como já aconteceu no inverno passado, ao apoio da Força Aérea Portuguesa. Recorde-se ainda que, durante a governação socialista, a ilha do Corvo chegou a estar 50 dias consecutivos sem abastecimento marítimo.
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9 de Fevereiro 2026 António Ventura diz que Lisbon Food Affair é “espaço de oportunidades” para empresas açorianas O Secretário Regional da Agricultura e Alimentação, António Ventura, marcou hoje presença na abertura da Lisbon Food Affair, que decorre até quarta-feira e abarca 20 empresas açorianas, valorizando o “espaço de oportunidades” que o evento representa. “É um espaço de contactos, de diálogo. Tudo isto pode representar interesse comercial nos nossos produtos, que valem sobretudo pela sua excelência e autenticidade”, destacou o governante. A Lisbon Food Affair é uma feira exclusivamente profissional do setor agroalimentar em Portugal, reunindo fabricantes e distribuidores de alimentos e bebidas, bem como empresas de equipamentos, serviços e tecnologias destinadas à distribuição e ao canal Horeca, tanto a nível nacional como internacional. “Estão cá 20 empresas do setor agroalimentar à procura de novos parceiros comerciais”, prosseguiu António Ventura, que destacou o papel da Marca Açores, já com 11 anos, na consolidação de vários negócios. Os Açores, vinca o Secretário Regional da Agricultura e Alimentação, enaltece os vários “contratos duradouros” estabelecidos por várias empresas açorianas ao longo dos anos em eventos como o Lisbon Food Affair, reconhecendo que a grande maioria dos produtos, devido à pequena ou média produção, se distingue “pela qualidade” e menos pela quantidade – a exceção maior reside no setor dos laticínios. “Temos produtos diferenciados e que remetem para um imaginário muito próprio. O consumidor procura também sensações e autenticidade quando procura produtos nestes setores”, concretiza o governante, que enalteceu também avanços em anos recentes em matérias como o transporte entre os Açores e o mercado continental ou internacional. A presença das empresas açorianas neste certame representa uma oportunidade estratégica para reunir com compradores de diversos mercados, contribuindo para a consolidação das suas operações e para a abertura de novas possibilidades de expansão comercial. A Região Autónoma dos Açores participa na feira desde 2024, marcando presença no espaço Marca Açores, o maior do evento. As empresas destacam a relevância das dezenas de reuniões realizadas no espaço Hosted Buyers, que têm gerado oportunidades de negócio e fortalecido o processo de internacionalização dos produtos certificados com o selo Marca Açores. Na edição de 2026, estão representadas no stand Marca Açores as seguintes empresas e respetivas marcas: AgroMarienseCoop CRL, Azores Farm, Azores Jerky, AzorGhee, Boa Fruta, Celeiro da Terra, Conseran, Conservas Santa Catarina, Fábrica de Licores Mulher de Capote, Chá Gorreana, Insulac, SA, Lactaçores UCRL, Mel do Atlântico, Milhafre dos Açores, Moaçor, MPD - Bensaude Distribuição, Quinta das Três Cruzes, Quintal dos Açores, Sociedade Corretora e Yoçor. Recorde-se que, em 2024 e 2025, produtos açorianos foram distinguidos com o prémio LFA Innovation, através das inovações Bananika e Bananika Chips, desenvolvidas pela empresa terceirense Loop Pursuit, reforçando o reconhecimento nacional e internacional da qualidade e criatividade do setor agroalimentar açoriano.
9 de Fevereiro 2026 António Ventura diz que Lisbon Food Affair é “espaço de oportunidades” para empresas açorianas O Secretário Regional da Agricultura e Alimentação, António Ventura, marcou hoje presença na abertura da Lisbon Food Affair, que decorre até quarta-feira e abarca 20 empresas açorianas, valorizando o “espaço de oportunidades” que o evento representa. “É um espaço de contactos, de diálogo. Tudo isto pode representar interesse comercial nos nossos produtos, que valem sobretudo pela sua excelência e autenticidade”, destacou o governante. A Lisbon Food Affair é uma feira exclusivamente profissional do setor agroalimentar em Portugal, reunindo fabricantes e distribuidores de alimentos e bebidas, bem como empresas de equipamentos, serviços e tecnologias destinadas à distribuição e ao canal Horeca, tanto a nível nacional como internacional. “Estão cá 20 empresas do setor agroalimentar à procura de novos parceiros comerciais”, prosseguiu António Ventura, que destacou o papel da Marca Açores, já com 11 anos, na consolidação de vários negócios. Os Açores, vinca o Secretário Regional da Agricultura e Alimentação, enaltece os vários “contratos duradouros” estabelecidos por várias empresas açorianas ao longo dos anos em eventos como o Lisbon Food Affair, reconhecendo que a grande maioria dos produtos, devido à pequena ou média produção, se distingue “pela qualidade” e menos pela quantidade – a exceção maior reside no setor dos laticínios. “Temos produtos diferenciados e que remetem para um imaginário muito próprio. O consumidor procura também sensações e autenticidade quando procura produtos nestes setores”, concretiza o governante, que enalteceu também avanços em anos recentes em matérias como o transporte entre os Açores e o mercado continental ou internacional. A presença das empresas açorianas neste certame representa uma oportunidade estratégica para reunir com compradores de diversos mercados, contribuindo para a consolidação das suas operações e para a abertura de novas possibilidades de expansão comercial. A Região Autónoma dos Açores participa na feira desde 2024, marcando presença no espaço Marca Açores, o maior do evento. As empresas destacam a relevância das dezenas de reuniões realizadas no espaço Hosted Buyers, que têm gerado oportunidades de negócio e fortalecido o processo de internacionalização dos produtos certificados com o selo Marca Açores. Na edição de 2026, estão representadas no stand Marca Açores as seguintes empresas e respetivas marcas: AgroMarienseCoop CRL, Azores Farm, Azores Jerky, AzorGhee, Boa Fruta, Celeiro da Terra, Conseran, Conservas Santa Catarina, Fábrica de Licores Mulher de Capote, Chá Gorreana, Insulac, SA, Lactaçores UCRL, Mel do Atlântico, Milhafre dos Açores, Moaçor, MPD - Bensaude Distribuição, Quinta das Três Cruzes, Quintal dos Açores, Sociedade Corretora e Yoçor. Recorde-se que, em 2024 e 2025, produtos açorianos foram distinguidos com o prémio LFA Innovation, através das inovações Bananika e Bananika Chips, desenvolvidas pela empresa terceirense Loop Pursuit, reforçando o reconhecimento nacional e internacional da qualidade e criatividade do setor agroalimentar açoriano.
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9 de Fevereiro 2026 Governo dos Açores cumpre com pagamentos às empresas O Governo dos Açores, conforme compromisso assumido, procedeu, até 31 de janeiro, aos pagamentos às empresas no âmbito das medidas de apoio ao investimento e ao funcionamento do setor privado na Região, com destaque para os apoios ao Programa de Manutenção do Emprego (PME), à exportação e à promoção do consumo de produtos regionais no setor da restauração, instrumentos considerados estratégicos para a competitividade e sustentabilidade da economia regional. Este esforço financeiro, que se junta aos incentivos do PRR-Açores e do Construir 2030 traduz uma opção política firme que o Governo Regional quer manter: garantir previsibilidade, confiança e estabilidade às empresas açorianas, reconhecendo o seu papel central na criação de emprego, na coesão social e no desenvolvimento económico dos Açores. À semelhança do que já havia acontecido com a calendarização e pagamentos dos compromissos com o setor agrícola, o Governo dos Açores voltou a cumprir a palavra dada, demonstrando coerência na ação governativa e respeito pelos agentes económicos da Região. O Governo dos Açores reafirma, assim, a sua determinação em prosseguir uma política de rigor orçamental, responsabilidade financeira, transparência e proximidade, colocando a boa gestão dos recursos públicos ao serviço do desenvolvimento económico e social da Região.
9 de Fevereiro 2026 Governo dos Açores cumpre com pagamentos às empresas O Governo dos Açores, conforme compromisso assumido, procedeu, até 31 de janeiro, aos pagamentos às empresas no âmbito das medidas de apoio ao investimento e ao funcionamento do setor privado na Região, com destaque para os apoios ao Programa de Manutenção do Emprego (PME), à exportação e à promoção do consumo de produtos regionais no setor da restauração, instrumentos considerados estratégicos para a competitividade e sustentabilidade da economia regional. Este esforço financeiro, que se junta aos incentivos do PRR-Açores e do Construir 2030 traduz uma opção política firme que o Governo Regional quer manter: garantir previsibilidade, confiança e estabilidade às empresas açorianas, reconhecendo o seu papel central na criação de emprego, na coesão social e no desenvolvimento económico dos Açores. À semelhança do que já havia acontecido com a calendarização e pagamentos dos compromissos com o setor agrícola, o Governo dos Açores voltou a cumprir a palavra dada, demonstrando coerência na ação governativa e respeito pelos agentes económicos da Região. O Governo dos Açores reafirma, assim, a sua determinação em prosseguir uma política de rigor orçamental, responsabilidade financeira, transparência e proximidade, colocando a boa gestão dos recursos públicos ao serviço do desenvolvimento económico e social da Região.
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7 de Fevereiro 2026 Mónica Seidi destaca aumento do investimento e expansão da capacidade das respostas sociais A Secretária Regional da Saúde e Segurança Social, Mónica Seidi, marcou hoje presença no I Encontro Nacional das Casas do Povo, que se realizou na Ribeira Grande, destacando o papel determinante destas instituições na coesão social e no apoio às comunidades. Na sua intervenção, a governante deixou uma mensagem de reconhecimento pelo trabalho desenvolvido diariamente pelas instituições do setor social, sublinhando o compromisso do Governo Regional dos Açores em continuar a apoiar projetos inovadores que façam a diferença na vida dos açorianos, em especial dos mais vulneráveis. Mónica Seidi apresentou indicadores que demonstram o crescimento e a consolidação da rede social na Região. O número de respostas sociais mantém-se globalmente estável, contando atualmente com 715. Contudo, registou-se um aumento significativo da capacidade instalada e da frequência de beneficiários: em 2024 existiam 34.881 lugares disponíveis, mais 556 do que em 2020, e 25.848 beneficiários a frequentar respostas sociais, o que representa um acréscimo de 1.474 pessoas. Na área da infância e juventude, que representa 45% das respostas sociais, verificou-se igualmente um reforço expressivo: mais oito respostas sociais, mais 946 lugares disponíveis e mais 1.792 crianças a beneficiar destes serviços face a 2020. “Estes números comprovam que estamos a chegar a mais açorianos e a apoiar quem mais precisa”, sublinhou a responsável pela tutela. Para a Secretária Regional, este crescimento está associado também a um aumento significativo do investimento público, uma vez que o valor aplicado em contratos de cooperação para o funcionamento das respostas sociais passou de 96,3 milhões de euros, em 2020, para 130,7 milhões de euros, em 2024, o que representa um crescimento de 48,2%. A governante destacou ainda o peso das Casas do Povo no setor social regional, presentes em seis das nove ilhas dos Açores, representando 131 respostas sociais e abrangendo, em 2025, 4.170 beneficiários. No ano de 2025, o investimento destinado às Casas do Povo, no âmbito dos CCVC e dos acordos de cooperação na área da inclusão, ultrapassou os 10 milhões de euros. “É tempo de refletir, valorizar o que correu bem e corrigir o que pode ser melhorado. O trabalho em rede, com o Instituto da Segurança Social dos Açores como motor estruturante, deverá evoluir numa lógica de otimização de recursos, sustentabilidade e reforço da qualidade dos serviços prestados”, afirmou Mónica Seidi, apelando, por fim, à corresponsabilização coletiva de todos os parceiros e defendendo que só com empenho conjunto será possível melhorar a resposta individual aos beneficiários do setor social na Região.
7 de Fevereiro 2026 Mónica Seidi destaca aumento do investimento e expansão da capacidade das respostas sociais A Secretária Regional da Saúde e Segurança Social, Mónica Seidi, marcou hoje presença no I Encontro Nacional das Casas do Povo, que se realizou na Ribeira Grande, destacando o papel determinante destas instituições na coesão social e no apoio às comunidades. Na sua intervenção, a governante deixou uma mensagem de reconhecimento pelo trabalho desenvolvido diariamente pelas instituições do setor social, sublinhando o compromisso do Governo Regional dos Açores em continuar a apoiar projetos inovadores que façam a diferença na vida dos açorianos, em especial dos mais vulneráveis. Mónica Seidi apresentou indicadores que demonstram o crescimento e a consolidação da rede social na Região. O número de respostas sociais mantém-se globalmente estável, contando atualmente com 715. Contudo, registou-se um aumento significativo da capacidade instalada e da frequência de beneficiários: em 2024 existiam 34.881 lugares disponíveis, mais 556 do que em 2020, e 25.848 beneficiários a frequentar respostas sociais, o que representa um acréscimo de 1.474 pessoas. Na área da infância e juventude, que representa 45% das respostas sociais, verificou-se igualmente um reforço expressivo: mais oito respostas sociais, mais 946 lugares disponíveis e mais 1.792 crianças a beneficiar destes serviços face a 2020. “Estes números comprovam que estamos a chegar a mais açorianos e a apoiar quem mais precisa”, sublinhou a responsável pela tutela. Para a Secretária Regional, este crescimento está associado também a um aumento significativo do investimento público, uma vez que o valor aplicado em contratos de cooperação para o funcionamento das respostas sociais passou de 96,3 milhões de euros, em 2020, para 130,7 milhões de euros, em 2024, o que representa um crescimento de 48,2%. A governante destacou ainda o peso das Casas do Povo no setor social regional, presentes em seis das nove ilhas dos Açores, representando 131 respostas sociais e abrangendo, em 2025, 4.170 beneficiários. No ano de 2025, o investimento destinado às Casas do Povo, no âmbito dos CCVC e dos acordos de cooperação na área da inclusão, ultrapassou os 10 milhões de euros. “É tempo de refletir, valorizar o que correu bem e corrigir o que pode ser melhorado. O trabalho em rede, com o Instituto da Segurança Social dos Açores como motor estruturante, deverá evoluir numa lógica de otimização de recursos, sustentabilidade e reforço da qualidade dos serviços prestados”, afirmou Mónica Seidi, apelando, por fim, à corresponsabilização coletiva de todos os parceiros e defendendo que só com empenho conjunto será possível melhorar a resposta individual aos beneficiários do setor social na Região.
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