Presidência do Governo Regional
José Manuel Bolieiro destaca nova centralidade geoestratégica dos Açores no quadro da segurança e defesa do Atlântico
José Manuel Bolieiro destaca nova centralidade geoestratégica dos Açores no quadro da segurança e defesa do Atlântico
Vice-Presidência do Governo Regional
Abertas candidaturas para empresas açorianas integrarem a Web Summit 2026
Abertas candidaturas para empresas açorianas integrarem a Web Summit 2026
Secretaria Regional do Ambiente e Ação Climática
Alonso Miguel destaca crescimento da valorização de resíduos nos Açores e redução histórica da deposição em aterro
Alonso Miguel destaca crescimento da valorização de resíduos nos Açores e redução histórica da deposição em aterro
Vice-Presidência do Governo Regional
Vice-Presidência coorganiza evento dedicado à inovação e à divulgação do Instrumento I3
Vice-Presidência coorganiza evento dedicado à inovação e à divulgação do Instrumento I3
Nota de Imprensa
14 de Julho 2026 José Manuel Bolieiro destaca nova centralidade geoestratégica dos Açores no quadro da segurança e defesa do Atlântico O Presidente do Governo dos Açores, José Manuel Bolieiro, defendeu hoje, em Lisboa, que a atual conjuntura internacional reforça a centralidade geoestratégica do arquipélago e cria uma "oportunidade para afirmar os Açores" como uma "plataforma estratégica de Portugal, da União Europeia e da NATO", onde segurança, defesa, inovação e desenvolvimento caminham lado a lado. O líder do executivo açoriano participou no seminário "A nova centralidade dos Açores: Perspetiva estratégico-militar", promovido pelo Instituto Universitário Militar, onde apresentou uma comunicação subordinada ao tema "Relações com os sistemas de segurança e defesa na Região Autónoma dos Açores". José Manuel Bolieiro enquadrou a crescente importância do Atlântico Norte no contexto da reconfiguração da arquitetura internacional de segurança, marcada pelos conflitos em curso e pela necessidade de proteger infraestruturas críticas, cadeias logísticas, rotas marítimas, fluxos energéticos e comunicações digitais. "Os Açores deixaram de ser percebidos como periferia para serem reconhecidos como um ponto de gravidade atlântico, essencial para a segurança e a resiliência da Europa e da comunidade transatlântica", afirmou. O Presidente do Governo dos Açores sublinhou que a posição geográfica do arquipélago, situado no cruzamento das principais rotas marítimas e aéreas entre a Europa, a América e África, associada à sua vasta dimensão marítima e ao papel crescente no domínio espacial, confere aos Açores uma "relevância estratégica" sem paralelo no espaço português. Neste contexto, destacou a responsabilidade acrescida da Região na vigilância de uma subárea da Zona Económica Exclusiva com cerca de um milhão de quilómetros quadrados, na proteção dos cabos submarinos que asseguram uma parte significativa das comunicações transatlânticas e na salvaguarda das infraestruturas críticas marítimas. José Manuel Bolieiro defendeu, por isso, uma estratégia assente no desenvolvimento de capacidades de duplo uso, colocando os investimentos em segurança e defesa ao serviço da proteção do território, da economia azul, da inovação tecnológica e da criação de emprego qualificado. "Queremos posicionar os Açores como uma plataforma estratégica de Portugal, articulando defesa, inovação, resiliência e desenvolvimento económico, transformando a nossa localização geográfica numa vantagem competitiva para a Região e para o País", sustentou. O governante açoriano destacou ainda o papel de infraestruturas como a Base das Lajes, na ilha Terceira, o cais NATO de Ponta Delgada, a futura Zona Livre Tecnológica da Horta e o porto espacial de Santa Maria, considerando que estas valências reforçam a capacidade dos Açores para apoiar operações de segurança e defesa, desenvolver tecnologia de ponta e consolidar o posicionamento da Região nos setores marítimo e espacial. José Manuel Bolieiro defendeu igualmente o reforço da vigilância marítima, da proteção das infraestruturas críticas e do conhecimento situacional do espaço marítimo, bem como uma cooperação cada vez mais estreita entre a Região, a República, a NATO e a União Europeia, conciliando soberania, segurança, sustentabilidade e desenvolvimento. "A nossa posição geográfica deve traduzir-se em mais segurança, mais resiliência e mais futuro. Queremos que os Açores sejam reconhecidos como uma plataforma avançada de capacidades de duplo uso e um território de referência para políticas que unem segurança marítima, inovação tecnológica, economia azul sustentável e coesão territorial", concluiu.
14 de Julho 2026 José Manuel Bolieiro destaca nova centralidade geoestratégica dos Açores no quadro da segurança e defesa do Atlântico O Presidente do Governo dos Açores, José Manuel Bolieiro, defendeu hoje, em Lisboa, que a atual conjuntura internacional reforça a centralidade geoestratégica do arquipélago e cria uma "oportunidade para afirmar os Açores" como uma "plataforma estratégica de Portugal, da União Europeia e da NATO", onde segurança, defesa, inovação e desenvolvimento caminham lado a lado. O líder do executivo açoriano participou no seminário "A nova centralidade dos Açores: Perspetiva estratégico-militar", promovido pelo Instituto Universitário Militar, onde apresentou uma comunicação subordinada ao tema "Relações com os sistemas de segurança e defesa na Região Autónoma dos Açores". José Manuel Bolieiro enquadrou a crescente importância do Atlântico Norte no contexto da reconfiguração da arquitetura internacional de segurança, marcada pelos conflitos em curso e pela necessidade de proteger infraestruturas críticas, cadeias logísticas, rotas marítimas, fluxos energéticos e comunicações digitais. "Os Açores deixaram de ser percebidos como periferia para serem reconhecidos como um ponto de gravidade atlântico, essencial para a segurança e a resiliência da Europa e da comunidade transatlântica", afirmou. O Presidente do Governo dos Açores sublinhou que a posição geográfica do arquipélago, situado no cruzamento das principais rotas marítimas e aéreas entre a Europa, a América e África, associada à sua vasta dimensão marítima e ao papel crescente no domínio espacial, confere aos Açores uma "relevância estratégica" sem paralelo no espaço português. Neste contexto, destacou a responsabilidade acrescida da Região na vigilância de uma subárea da Zona Económica Exclusiva com cerca de um milhão de quilómetros quadrados, na proteção dos cabos submarinos que asseguram uma parte significativa das comunicações transatlânticas e na salvaguarda das infraestruturas críticas marítimas. José Manuel Bolieiro defendeu, por isso, uma estratégia assente no desenvolvimento de capacidades de duplo uso, colocando os investimentos em segurança e defesa ao serviço da proteção do território, da economia azul, da inovação tecnológica e da criação de emprego qualificado. "Queremos posicionar os Açores como uma plataforma estratégica de Portugal, articulando defesa, inovação, resiliência e desenvolvimento económico, transformando a nossa localização geográfica numa vantagem competitiva para a Região e para o País", sustentou. O governante açoriano destacou ainda o papel de infraestruturas como a Base das Lajes, na ilha Terceira, o cais NATO de Ponta Delgada, a futura Zona Livre Tecnológica da Horta e o porto espacial de Santa Maria, considerando que estas valências reforçam a capacidade dos Açores para apoiar operações de segurança e defesa, desenvolver tecnologia de ponta e consolidar o posicionamento da Região nos setores marítimo e espacial. José Manuel Bolieiro defendeu igualmente o reforço da vigilância marítima, da proteção das infraestruturas críticas e do conhecimento situacional do espaço marítimo, bem como uma cooperação cada vez mais estreita entre a Região, a República, a NATO e a União Europeia, conciliando soberania, segurança, sustentabilidade e desenvolvimento. "A nossa posição geográfica deve traduzir-se em mais segurança, mais resiliência e mais futuro. Queremos que os Açores sejam reconhecidos como uma plataforma avançada de capacidades de duplo uso e um território de referência para políticas que unem segurança marítima, inovação tecnológica, economia azul sustentável e coesão territorial", concluiu.
Nota de Imprensa
15 de Julho 2026 Abertas candidaturas para empresas açorianas integrarem a Web Summit 2026 A Vice-Presidência do Governo Regional dos Açores deu início ao período de candidaturas para a participação de empresas açorianas na edição de 2026 da Web Summit, um dos maiores eventos mundiais dedicados à tecnologia, inovação e empreendedorismo. A iniciativa tem como objetivo promover a internacionalização das empresas açorianas e a captação de oportunidades de negócio em mercados externos, através da participação num evento que reúne empresas, investidores, parceiros estratégicos e líderes do setor tecnológico de todo o mundo. Podem candidatar-se empresas com sede ou estabelecimento estável na Região Autónoma dos Açores que desenvolvam atividade em setores tecnológicos, nomeadamente programação informática, Internet of Things (IoT), desenvolvimento de jogos, realidade aumentada, e-commerce, software industrial, tecnologias Machine-to-Machine (M2M), Human-to-Machine (H2M) e Big Data, ou noutras áreas com relevância para os objetivos do concurso. Serão selecionadas 15 empresas para integrar a representação dos Açores na Web Summit 2026, beneficiando de ingressos para o evento e da oportunidade de apresentar os seus produtos, serviços ou soluções a potenciais clientes, parceiros e investidores internacionais. As candidaturas deverão ser submetidas até às 23h59 do dia 14 de agosto de 2026, através do formulário eletrónico disponível em: https://forms.office.com/e/JPjG8qp18F. Para mais informações, poderá ser consultado o Despachon.º 1648/2026 de 15 de julho de 2026, que aprova o Regulamento do Concurso para Participação na Web Summit 2026, ou contactada a Vice-Presidência do Governo Regional dos Açores, entidade gestora do concurso, através do endereço de correio eletrónico [email protected] ou do contacto telefónico 295 402 300.
15 de Julho 2026 Abertas candidaturas para empresas açorianas integrarem a Web Summit 2026 A Vice-Presidência do Governo Regional dos Açores deu início ao período de candidaturas para a participação de empresas açorianas na edição de 2026 da Web Summit, um dos maiores eventos mundiais dedicados à tecnologia, inovação e empreendedorismo. A iniciativa tem como objetivo promover a internacionalização das empresas açorianas e a captação de oportunidades de negócio em mercados externos, através da participação num evento que reúne empresas, investidores, parceiros estratégicos e líderes do setor tecnológico de todo o mundo. Podem candidatar-se empresas com sede ou estabelecimento estável na Região Autónoma dos Açores que desenvolvam atividade em setores tecnológicos, nomeadamente programação informática, Internet of Things (IoT), desenvolvimento de jogos, realidade aumentada, e-commerce, software industrial, tecnologias Machine-to-Machine (M2M), Human-to-Machine (H2M) e Big Data, ou noutras áreas com relevância para os objetivos do concurso. Serão selecionadas 15 empresas para integrar a representação dos Açores na Web Summit 2026, beneficiando de ingressos para o evento e da oportunidade de apresentar os seus produtos, serviços ou soluções a potenciais clientes, parceiros e investidores internacionais. As candidaturas deverão ser submetidas até às 23h59 do dia 14 de agosto de 2026, através do formulário eletrónico disponível em: https://forms.office.com/e/JPjG8qp18F. Para mais informações, poderá ser consultado o Despachon.º 1648/2026 de 15 de julho de 2026, que aprova o Regulamento do Concurso para Participação na Web Summit 2026, ou contactada a Vice-Presidência do Governo Regional dos Açores, entidade gestora do concurso, através do endereço de correio eletrónico [email protected] ou do contacto telefónico 295 402 300.
Nota de Imprensa
15 de Julho 2026 Alonso Miguel destaca crescimento da valorização de resíduos nos Açores e redução histórica da deposição em aterro O Secretário Regional do Ambiente e Ação Climática, Alonso Miguel, destaca os resultados alcançados pela Região Autónoma dos Açores na gestão de resíduos urbanos em 2025, sublinhando que os dados agora divulgados confirmam a consolidação de uma estratégia assente nos princípios da economia circular e da valorização dos recursos. De acordo com o Relatório Anual de Resíduos Urbanos de 2025, elaborado pela Direção Regional do Ambiente e Ação Climática, os Açores produziram 153.969 toneladas de resíduos urbanos, um aumento residual de apenas 0,4% relativamente ao ano anterior, mantendo-se a tendência de estabilização da produção de resíduos observada nos últimos anos. Para Alonso Miguel, estes resultados demonstram que “a Região tem vindo a consolidar um modelo de gestão de resíduos mais eficiente e sustentável, que privilegia a valorização em detrimento da eliminação, reduzindo progressivamente a dependência dos aterros e aproximando os Açores das melhores práticas ambientais europeias”. O relatório revela que, em 2025, 82% dos resíduos urbanos produzidos foram encaminhados para operações de valorização, designadamente, 28% para valorização material, 29% para valorização orgânica e 25% para valorização energética. Em sentido inverso, a deposição em aterro voltou a registar uma redução significativa, representando apenas 18% do total dos resíduos urbanos produzidos, um valor muito abaixo da meta intermédia de 30% estabelecida para 2025 no Plano Estratégico de Prevenção e Gestão de Resíduos dos Açores (PEPGRA 20+). “Este é um dos melhores indicadores do progresso alcançado pela Região, revelando uma redução histórica. Estamos a superar, de forma expressiva, os objetivos definidos e a demonstrar que os investimentos realizados nas infraestruturas de gestão de resíduos estão a produzir resultados concretos e mensuráveis”, afirmou o governante. Entre os fatores que contribuíram para este desempenho destaca-se a entrada em funcionamento da Central de Valorização Energética de São Miguel, que, apesar de ainda não operar na sua capacidade máxima, já desempenha um papel determinante na redução da deposição de resíduos em aterro. De acordo com o governante, “também no domínio da recolha seletiva de embalagens foram alcançados resultados sem precedentes, sendo que, em 2025, foram retomadas 21.480 toneladas de resíduos de embalagens, correspondendo a uma capitação anual de 88,9 quilogramas por habitante, o valor mais elevado alguma vez registado nos Açores e cerca de 9% superior ao verificado em 2024”. “O crescimento contínuo da recuperação de embalagens demonstra uma maior participação dos cidadãos, das empresas e das entidades gestoras, refletindo o impacto positivo das políticas públicas de sensibilização ambiental e de reforço das redes de recolha seletiva”, salientou. Alonso Miguel referiu também que “no que respeita à preparação para reutilização e reciclagem, a Região alcançou uma taxa de 49%, melhorando o desempenho registado em 2024, que se situava nos 48%, valor substancialmente superior aos resultados obtidos na Região Autónoma da Madeira e a nível nacional”. Segundo o governante, “apesar de a generalidade das ilhas, incluindo São Miguel, terem atingido as metas definidas para 2025, e de liderarmos de modo destacado este indicador a nível nacional, o resultado global da Região permanece, ainda assim, abaixo da meta de 55% fixada pelas diretivas europeias e pelo PEPGRA 20+”, acrescentando que “esse resultado foi significativamente afetado pela taxa de preparação para reutilização e reciclagem obtida na ilha Terceira, que apesar de ter registado uma ligeira melhoria em 2025, ascendendo a 22%, continua distante do objetivo estabelecido”. “No entanto, o resultado obtido na ilha Terceira revela uma trajetória de evolução positiva, algo que não se tinha verificado nos últimos anos, sendo que, considerando o esforço em curso para implementação de projetos com vista à melhoria da gestão de resíduos na ilha, de modo articulado entre o Governo Regional, as Câmaras Municipais de Angra do Heroísmo e Praia da Vitória e a TERAMB será, seguramente, possível acelerar o crescimento da taxa de preparação para reutilização e reciclagem na Terceira, rumo ao cumprimento das metas estabelecidas para 2030”, afirma. O Secretário Regional reconhece que “subsistem desafios relevantes, sobretudo ao nível da prevenção da produção de resíduos e da recolha seletiva de biorresíduos”, revelando que “o relatório demonstra que a produção de resíduos urbanos aumentou 6%, face a 2019, ultrapassando a meta regional de prevenção, e que a recolha seletiva de biorresíduos continua aquém dos objetivos definidos”. “Temos consciência de que os próximos anos serão determinantes para consolidar os resultados alcançados, sendo que a recolha seletiva de biorresíduos constitui uma prioridade estratégica, sobretudo porque, a partir de 2027, apenas os biorresíduos recolhidos seletivamente poderão ser contabilizados para efeitos do cumprimento das metas europeias de reciclagem”, sublinhou. Alonso Miguel reafirmou ainda “o compromisso do Governo dos Açores em continuar a investir na promoção de comportamentos mais sustentáveis junto da população, bem como na modernização das infraestruturas de tratamento e gestão de resíduos, depois de, nos últimos três anos, ter sido realizado um investimento de cerca de 10 milhões de euros na recuperação, modernização e apetrechamento dos Centros de Processamento de Resíduos da Região”. “Os resultados de 2025 demonstram que os Açores estão a seguir o caminho certo. Continuaremos a trabalhar para estabilizar a produção de resíduos, aumentar a reciclagem e a valorização dos materiais e reforçar a transição para uma economia verdadeiramente circular, mais eficiente na utilização dos recursos e mais sustentável para as gerações futuras”, concluiu. O Relatório Anual de Resíduos Urbanos de 2025 está disponível para consulta no Portal do Governo Regional dos Açores, através do link: https://portal.azores.gov.pt/web/draac/residuos-srir-relatorios.
15 de Julho 2026 Alonso Miguel destaca crescimento da valorização de resíduos nos Açores e redução histórica da deposição em aterro O Secretário Regional do Ambiente e Ação Climática, Alonso Miguel, destaca os resultados alcançados pela Região Autónoma dos Açores na gestão de resíduos urbanos em 2025, sublinhando que os dados agora divulgados confirmam a consolidação de uma estratégia assente nos princípios da economia circular e da valorização dos recursos. De acordo com o Relatório Anual de Resíduos Urbanos de 2025, elaborado pela Direção Regional do Ambiente e Ação Climática, os Açores produziram 153.969 toneladas de resíduos urbanos, um aumento residual de apenas 0,4% relativamente ao ano anterior, mantendo-se a tendência de estabilização da produção de resíduos observada nos últimos anos. Para Alonso Miguel, estes resultados demonstram que “a Região tem vindo a consolidar um modelo de gestão de resíduos mais eficiente e sustentável, que privilegia a valorização em detrimento da eliminação, reduzindo progressivamente a dependência dos aterros e aproximando os Açores das melhores práticas ambientais europeias”. O relatório revela que, em 2025, 82% dos resíduos urbanos produzidos foram encaminhados para operações de valorização, designadamente, 28% para valorização material, 29% para valorização orgânica e 25% para valorização energética. Em sentido inverso, a deposição em aterro voltou a registar uma redução significativa, representando apenas 18% do total dos resíduos urbanos produzidos, um valor muito abaixo da meta intermédia de 30% estabelecida para 2025 no Plano Estratégico de Prevenção e Gestão de Resíduos dos Açores (PEPGRA 20+). “Este é um dos melhores indicadores do progresso alcançado pela Região, revelando uma redução histórica. Estamos a superar, de forma expressiva, os objetivos definidos e a demonstrar que os investimentos realizados nas infraestruturas de gestão de resíduos estão a produzir resultados concretos e mensuráveis”, afirmou o governante. Entre os fatores que contribuíram para este desempenho destaca-se a entrada em funcionamento da Central de Valorização Energética de São Miguel, que, apesar de ainda não operar na sua capacidade máxima, já desempenha um papel determinante na redução da deposição de resíduos em aterro. De acordo com o governante, “também no domínio da recolha seletiva de embalagens foram alcançados resultados sem precedentes, sendo que, em 2025, foram retomadas 21.480 toneladas de resíduos de embalagens, correspondendo a uma capitação anual de 88,9 quilogramas por habitante, o valor mais elevado alguma vez registado nos Açores e cerca de 9% superior ao verificado em 2024”. “O crescimento contínuo da recuperação de embalagens demonstra uma maior participação dos cidadãos, das empresas e das entidades gestoras, refletindo o impacto positivo das políticas públicas de sensibilização ambiental e de reforço das redes de recolha seletiva”, salientou. Alonso Miguel referiu também que “no que respeita à preparação para reutilização e reciclagem, a Região alcançou uma taxa de 49%, melhorando o desempenho registado em 2024, que se situava nos 48%, valor substancialmente superior aos resultados obtidos na Região Autónoma da Madeira e a nível nacional”. Segundo o governante, “apesar de a generalidade das ilhas, incluindo São Miguel, terem atingido as metas definidas para 2025, e de liderarmos de modo destacado este indicador a nível nacional, o resultado global da Região permanece, ainda assim, abaixo da meta de 55% fixada pelas diretivas europeias e pelo PEPGRA 20+”, acrescentando que “esse resultado foi significativamente afetado pela taxa de preparação para reutilização e reciclagem obtida na ilha Terceira, que apesar de ter registado uma ligeira melhoria em 2025, ascendendo a 22%, continua distante do objetivo estabelecido”. “No entanto, o resultado obtido na ilha Terceira revela uma trajetória de evolução positiva, algo que não se tinha verificado nos últimos anos, sendo que, considerando o esforço em curso para implementação de projetos com vista à melhoria da gestão de resíduos na ilha, de modo articulado entre o Governo Regional, as Câmaras Municipais de Angra do Heroísmo e Praia da Vitória e a TERAMB será, seguramente, possível acelerar o crescimento da taxa de preparação para reutilização e reciclagem na Terceira, rumo ao cumprimento das metas estabelecidas para 2030”, afirma. O Secretário Regional reconhece que “subsistem desafios relevantes, sobretudo ao nível da prevenção da produção de resíduos e da recolha seletiva de biorresíduos”, revelando que “o relatório demonstra que a produção de resíduos urbanos aumentou 6%, face a 2019, ultrapassando a meta regional de prevenção, e que a recolha seletiva de biorresíduos continua aquém dos objetivos definidos”. “Temos consciência de que os próximos anos serão determinantes para consolidar os resultados alcançados, sendo que a recolha seletiva de biorresíduos constitui uma prioridade estratégica, sobretudo porque, a partir de 2027, apenas os biorresíduos recolhidos seletivamente poderão ser contabilizados para efeitos do cumprimento das metas europeias de reciclagem”, sublinhou. Alonso Miguel reafirmou ainda “o compromisso do Governo dos Açores em continuar a investir na promoção de comportamentos mais sustentáveis junto da população, bem como na modernização das infraestruturas de tratamento e gestão de resíduos, depois de, nos últimos três anos, ter sido realizado um investimento de cerca de 10 milhões de euros na recuperação, modernização e apetrechamento dos Centros de Processamento de Resíduos da Região”. “Os resultados de 2025 demonstram que os Açores estão a seguir o caminho certo. Continuaremos a trabalhar para estabilizar a produção de resíduos, aumentar a reciclagem e a valorização dos materiais e reforçar a transição para uma economia verdadeiramente circular, mais eficiente na utilização dos recursos e mais sustentável para as gerações futuras”, concluiu. O Relatório Anual de Resíduos Urbanos de 2025 está disponível para consulta no Portal do Governo Regional dos Açores, através do link: https://portal.azores.gov.pt/web/draac/residuos-srir-relatorios.
Nota de Imprensa
14 de Julho 2026 Vice-Presidência coorganiza evento dedicado à inovação e à divulgação do Instrumento I3 A Vice-Presidência do Governo Regional, através da Direção Regional da Ciência, Inovação e Desenvolvimento (DRCID), organiza, em parceria com a I3 Support Facility, um evento de divulgação do Instrumento I3 na Região Autónoma dos Açores, no Parque de Ciência e Tecnologia da Ilha Terceira, no próximo dia 16 de julho. Este evento procura divulgar o Instrumento de Investimentos Inter-regionais em Inovação (I3), um programa da Comissão Europeia financiado pelo FEDER, junto dos membros da Comunidade Regional de Investigação e aumentar a participação de entidades públicas e privadas da Região neste tipo de financiamento. A iniciativa incluirá uma mesa-redonda com parceiros regionais de projetos aprovados no âmbito do Instrumento I3, nomeadamente o i3-4-BlueGrowth, que promove a inovação e o investimento na economia azul, o i3-4-Biofertilizers, que apoia o desenvolvimento de soluções de biofertilizantes e bioeconomia circular, e o EVEN-CLOSER,que promove a criação de uma cadeia de valor europeia para a recuperação e reutilização de matérias-primas críticas. Segue-se uma sessão dedicada aos avisos abertos do Instrumento I3, assim como apresentações sobre boas práticas para a preparação de candidaturas de sucesso e sobre o reforço da capacidade de investimento das PME em contexto inter-regional. A sessão de abertura é presidida pelo Vice-Presidente do Governo Regional dos Açores, Artur Lima. O evento enquadra-se na estratégia do Governo Regional para reforçar o ecossistema regional de inovação, permitindo que os intervenientes da Comunidade Regional de Investigação e Inovação reforcem a sua participação em programas de cooperação inter-regional e integrem cadeias de valor europeias. Para o Vice-Presidente do Governo, este evento “demonstra que os Açores apresentam já uma experiência consolidada em matéria de inovação europeia”. Da mesma forma, “demonstra que existe um potencial de crescimento que deve ser aproveitado e apoiado”, salientou. Nesse contexto, “importa valorizar a iniciativa desenvolvida na Região e promover o seu potencial de crescimento. Este evento surge precisamente com esse propósito”, sublinha Artur Lima. A I3 Support Facility visa apoiar a colaboração entre regiões europeias, reforçando os seus ecossistemas de inovação e promovendo investimentos inter-regionais.
14 de Julho 2026 Vice-Presidência coorganiza evento dedicado à inovação e à divulgação do Instrumento I3 A Vice-Presidência do Governo Regional, através da Direção Regional da Ciência, Inovação e Desenvolvimento (DRCID), organiza, em parceria com a I3 Support Facility, um evento de divulgação do Instrumento I3 na Região Autónoma dos Açores, no Parque de Ciência e Tecnologia da Ilha Terceira, no próximo dia 16 de julho. Este evento procura divulgar o Instrumento de Investimentos Inter-regionais em Inovação (I3), um programa da Comissão Europeia financiado pelo FEDER, junto dos membros da Comunidade Regional de Investigação e aumentar a participação de entidades públicas e privadas da Região neste tipo de financiamento. A iniciativa incluirá uma mesa-redonda com parceiros regionais de projetos aprovados no âmbito do Instrumento I3, nomeadamente o i3-4-BlueGrowth, que promove a inovação e o investimento na economia azul, o i3-4-Biofertilizers, que apoia o desenvolvimento de soluções de biofertilizantes e bioeconomia circular, e o EVEN-CLOSER,que promove a criação de uma cadeia de valor europeia para a recuperação e reutilização de matérias-primas críticas. Segue-se uma sessão dedicada aos avisos abertos do Instrumento I3, assim como apresentações sobre boas práticas para a preparação de candidaturas de sucesso e sobre o reforço da capacidade de investimento das PME em contexto inter-regional. A sessão de abertura é presidida pelo Vice-Presidente do Governo Regional dos Açores, Artur Lima. O evento enquadra-se na estratégia do Governo Regional para reforçar o ecossistema regional de inovação, permitindo que os intervenientes da Comunidade Regional de Investigação e Inovação reforcem a sua participação em programas de cooperação inter-regional e integrem cadeias de valor europeias. Para o Vice-Presidente do Governo, este evento “demonstra que os Açores apresentam já uma experiência consolidada em matéria de inovação europeia”. Da mesma forma, “demonstra que existe um potencial de crescimento que deve ser aproveitado e apoiado”, salientou. Nesse contexto, “importa valorizar a iniciativa desenvolvida na Região e promover o seu potencial de crescimento. Este evento surge precisamente com esse propósito”, sublinha Artur Lima. A I3 Support Facility visa apoiar a colaboração entre regiões europeias, reforçando os seus ecossistemas de inovação e promovendo investimentos inter-regionais.
Nota de Imprensa
14 de Julho 2026 Complemento ao Abono de Família referente ao primeiro semestre de 2026 já começou a ser pago A Secretaria Regional da Saúde e Segurança Social, através do Instituto de Segurança Social dos Açores (ISSA), iniciou hoje o pagamento do Complemento Açoriano ao Abono de Família para Crianças e Jovens (CAAF), referente ao primeiro semestre de 2026. Já foram efetuadas as transferências bancárias, estando os pagamentos por vale postal disponíveis nos CTT no dia 17 de julho, o que representa uma antecipação de uma semana face ao calendário habitual. Este pagamento abrange 29.317 beneficiários, correspondendo a um montante global de 1.602.921,21 euros, reforçando o apoio às famílias açorianas com crianças e jovens a cargo. Importa salientar que, desde 2021, o valor investido no CAAF aumentou 47% e que, desde 2021, com os governos da coligação PSD/CDS-PP/PPM, foram investidos cerca de 15,3 milhões de euros neste apoio. O CAAF é atribuído com periodicidade semestral, sendo processado duas vezes por ano. Constitui um importante instrumento de política social, traduzindo-se num acréscimo pecuniário atribuído aos titulares do Abono de Família residentes na Região Autónoma dos Açores. Embora os titulares sejam as crianças e os jovens, o respetivo pagamento é efetuado aos pais, tutores legais ou instituições responsáveis.
14 de Julho 2026 Complemento ao Abono de Família referente ao primeiro semestre de 2026 já começou a ser pago A Secretaria Regional da Saúde e Segurança Social, através do Instituto de Segurança Social dos Açores (ISSA), iniciou hoje o pagamento do Complemento Açoriano ao Abono de Família para Crianças e Jovens (CAAF), referente ao primeiro semestre de 2026. Já foram efetuadas as transferências bancárias, estando os pagamentos por vale postal disponíveis nos CTT no dia 17 de julho, o que representa uma antecipação de uma semana face ao calendário habitual. Este pagamento abrange 29.317 beneficiários, correspondendo a um montante global de 1.602.921,21 euros, reforçando o apoio às famílias açorianas com crianças e jovens a cargo. Importa salientar que, desde 2021, o valor investido no CAAF aumentou 47% e que, desde 2021, com os governos da coligação PSD/CDS-PP/PPM, foram investidos cerca de 15,3 milhões de euros neste apoio. O CAAF é atribuído com periodicidade semestral, sendo processado duas vezes por ano. Constitui um importante instrumento de política social, traduzindo-se num acréscimo pecuniário atribuído aos titulares do Abono de Família residentes na Região Autónoma dos Açores. Embora os titulares sejam as crianças e os jovens, o respetivo pagamento é efetuado aos pais, tutores legais ou instituições responsáveis.
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