Cabo Google Lisboa
Nota de Imprensa
21 de Julho 2026 José Manuel Bolieiro destaca cabo submarino da Google que reforça o posicionamento dos Açores nas comunicações globais O Presidente do Governo dos Açores, José Manuel Bolieiro, participou hoje, em Lisboa, na cerimónia oficial de lançamento do cabo submarino transatlântico Nuvem, da Google, considerando que este investimento representa um marco estratégico para a afirmação dos Açores como "plataforma internacional" de comunicações digitais e um projeto de futuro. O novo cabo submarino de fibra ótica, com cerca de 6.900 quilómetros, estabelece a primeira ligação direta entre os Estados Unidos e Portugal, ligando Myrtle Beach, na Carolina do Sul, a Sines, com pontos intermédios nas Bermudas e nos Açores. A infraestrutura permitirá aumentar significativamente a capacidade de transmissão de dados, reduzir a latência nas comunicações transatlânticas e reforçar a resiliência das redes digitais internacionais. José Manuel Bolieiro valorizou a visão estratégica da Google, considerando tratar-se de um investimento privado com elevado valor público e com uma forte projeção para o futuro. "Este é um investimento que tem mais de futuro do que de presente. A Google reconheceu nos Açores um parceiro estratégico e uma localização de excelência para reforçar a conectividade entre continentes e preparar a economia digital das próximas décadas", afirmou. O Presidente do Governo dos Açores sublinhou que a integração do arquipélago nesta infraestrutura internacional reforça a centralidade geoestratégica dos Açores e abre novas oportunidades de desenvolvimento económico. "Este projeto reforça a nossa centralidade nas comunicações globais e consolida a afirmação internacional dos Açores", destacou. O líder do executivo açoriano congratulou ainda a Google pela confiança depositada em Portugal e nos Açores, salientando que projetos desta dimensão estão em sintonia com a estratégia do Governo dos Açores de promover investimentos estruturantes, capazes de posicionar a Região na linha da frente da economia do conhecimento. Os cabos submarinos asseguram a maior parte do tráfego mundial de Internet, suportando serviços essenciais como computação em nuvem, inteligência artificial, plataformas digitais, videochamadas e transmissão de dados. Com a integração dos Açores na nova ligação transatlântica Nuvem, a Região reforça o seu papel estratégico no Atlântico, consolidando-se como um ativo essencial para Portugal, para a Europa e para a economia digital global. A cerimónia contou com a presença de diversas entidades nacionais e internacionais ligadas aos setores das comunicações, das infraestruturas e da tecnologia, entre as quais o Ministro Adjunto e da Reforma do Estado, Gonçalo Saraiva Matias, a Diretora Sénior de Assuntos Governamentais e Políticas Públicas da Google Cloud para a Europa, Médio Oriente e África (EMEA), Giorgia Abeltino, a Presidente do Conselho de Administração da ANACOM, Sandra Maximiano, o Diretor Sénior da Rede Global de Cabos Submarinos da Google, Nigel Bayliff, o Chief Operations Officer (COO) da MEO, Nuno Cadima, o Ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, através de uma mensagem em vídeo, e o Embaixador dos Estados Unidos da América em Portugal, John J. Arrigo. O Governo dos Açores esteve representado pelo Presidente, José Manuel Bolieiro, e pelo Vice-Presidente, Artur Lima, reafirmando a importância estratégica que o executivo açoriano atribui ao reforço da posição dos Açores como plataforma atlântica de excelência para a conectividade digital e para o desenvolvimento da economia do futuro.
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Declarações
Nota de Imprensa
20 de Julho 2026 José Manuel Bolieiro destaca "reconhecimento europeu" da "visão estratégica" dos Açores para a economia azul O Presidente do Governo dos Açores, José Manuel Bolieiro, assinalou hoje a conclusão da visita oficial à Região do Comissário Europeu das Pescas e Oceanos, Costas Kadis, considerando que os dois dias de trabalho permitiram demonstrar, no terreno, a capacidade dos Açores para liderarem o desenvolvimento sustentável da economia azul e reforçarem o seu papel estratégico no Atlântico. Após um programa que incluiu contactos com o setor das pescas, visitas a infraestruturas científicas e tecnológicas e projetos ligados à investigação e inovação marinha, em São Miguel e no Faial, José Manuel Bolieiro considerou que a visita constituiu uma oportunidade para mostrar que os Açores transformam visão em ação. "Os Açores são a maior fronteira ocidental de Portugal e da União Europeia. Somos mais mar do que território terrestre e temos uma visão clara para transformar essa realidade numa oportunidade de desenvolvimento”, disse. O líder do executivo açoriano sublinhou que a Região tem vindo a afirmar junto das instituições europeias a importância do Atlântico, mas que era essencial demonstrar, no terreno, os investimentos e as capacidades já instaladas para potenciar a economia azul. Segundo José Manuel Bolieiro, os projetos visitados evidenciam o "compromisso" da Região com a ciência, a inovação, a sustentabilidade e a valorização dos recursos marinhos, num percurso que tem contado com o apoio da União Europeia e com uma estratégia concertada entre os Açores e o Governo da República. "Quisemos mostrar ao Comissário Europeu que passámos das palavras aos atos. Hoje temos capacidade instalada, conhecimento e projetos concretos que reforçam a nossa credibilidade e afirmam os Açores como um polo de referência para a economia do mar”, acrescentou. Para o governante açoriano, esta visita permitiu reforçar a confiança das instituições europeias no trabalho desenvolvido pela Região, consolidando os Açores como um parceiro credível na construção das políticas europeias para o mar. José Manuel Bolieiro reiterou ainda que o desenvolvimento da economia azul representa uma "oportunidade estratégica" para os Açores, para Portugal e para a própria União Europeia, defendendo que o arquipélago deve continuar a ser valorizado pelo seu contributo para a "projeção europeia no Atlântico". E sustentou: "Mais do que reivindicar, importa demonstrar capacidade para concretizar. É essa credibilidade que os Açores afirmam hoje e que queremos colocar ao serviço de Portugal e da União Europeia”. Ao longo da visita, o Comissário Europeu das Pescas e Oceanos contactou com diferentes projetos de investigação, inovação, formação e desenvolvimento ligados ao mar, confirmando o papel crescente dos Açores como plataforma de conhecimento, sustentabilidade e economia azul no espaço atlântico. A acompanhar a visita oficial do Comissário Europeu das Pescas e Oceanos estiveram o Secretário Regional do Mar e das Pescas, Mário Rui Pinho, o Ministro da Agricultura e Mar, José Manuel Fernandes, e o Secretário de Estado das Pescas e do Mar, Salvador Malheiro, num programa que permitiu reforçar o diálogo entre os Açores, o Governo da República e as instituições europeias em torno do futuro das pescas, da economia azul e da valorização estratégica do Atlântico.
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Nota de Imprensa
21 de Julho 2026 Governo dos Açores defende agricultura das Regiões Ultraperiféricas junto de eurodeputados O Governo dos Açores, através da Secretaria Regional da Agricultura e Alimentação, apresentou esta semana, a deputados da Comissão da Agricultura e do Desenvolvimento Rural (AGRI) do Parlamento Europeu, as principais reivindicações da Região no âmbito das negociações do próximo Quadro Financeiro Plurianual (QFP) 2028-2034. A intervenção focou-se na defesa da manutenção de um tratamento específico para a agricultura das Regiões Ultraperiféricas (RUP), conforme previsto no artigo 349.º do Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia (TFUE). As posições defendidas pelo executivo açoriano são convergentes com as das restantes RUP e têm vindo a ser sustentadas por Portugal, Espanha e França, bem como por diversos eurodeputados, no sentido de assegurar que a futura Política Agrícola Comum (PAC) continue a reconhecer e a compensar os constrangimentos permanentes destes territórios. Sobre esta matéria, o Secretário Regional da Agricultura e Alimentação, António Ventura, é perentório: “O setor agrícola açoriano não pode ser tratado pelas mesmas regras aplicáveis ao território continental europeu. A agricultura das RUP necessita de instrumentos próprios que assegurem a competitividade das explorações, a sustentabilidade da produção e a coesão económica e social destes territórios”. Entre as principais reivindicações apresentadas pela Região destaca-se a manutenção do POSEI como um programa autónomo, munido de regulamento, governação e orçamento próprios, por se considerar que este instrumento continua a ser indispensável para compensar as limitações estruturais do arquipélago. O Secretário Regional defendeu que o financiamento do programa permaneça assegurado a 100% por verbas comunitárias, mantendo a possibilidade de atribuição de auxílios estatais complementares e a criação de uma dotação financeira própria no próximo quadro financeiro europeu. Em paralelo, António Ventura manifestou total oposição ao aumento da taxa de cofinanciamento nacional da PAC para determinadas medidas aplicáveis às RUP, exigindo a manutenção da atual taxa de 15%, por considerar que qualquer agravamento representará um esforço financeiro incomportável para estas regiões. Outra das prioridades impostas pelos Açores passa pela manutenção das taxas de apoio majoradas aos investimentos produtivos nas RUP, propondo-se uma intensidade de apoio de 85%, por forma a preservar um diferencial que reconheça os custos acrescidos da ultraperiferia. O governante defendeu igualmente a adoção de mecanismos que garantam uma transição estável e contínua entre o atual período de programação e o próximo quadro financeiro, evitando qualquer interrupção no apoio aos agricultores açorianos. As negociações em curso já permitiram alcançar um avanço significativo, traduzido na reintrodução da referência expressa ao Regulamento POSEI na proposta legislativa europeia. Este é o resultado de um trabalho conjunto desenvolvido por Portugal, Espanha e França, em estreita articulação com as RUP e os eurodeputados que acompanham o processo. Contudo, António Ventura alertou que continuam por resolver matérias estruturantes para garantir a plena salvaguarda dos interesses das RUP, deixando uma garantia final: “O futuro da agricultura açoriana depende das decisões que hoje estão a ser tomadas em Bruxelas. Continuaremos a defender, de forma firme e determinada, um quadro financeiro que reconheça a realidade única das RUP e assegure condições para que os nossos agricultores continuem a produzir com qualidade, competitividade e sustentabilidade”.
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Festa das Brincadeiras Tradicionais - cartaz
Nota de Imprensa
21 de Julho 2026 Comissariado dos Açores para a Infância promove Festa das Brincadeiras Tradicionais a 24 de julho A Secretaria Regional da Saúde e Segurança Social, através do Comissariado dos Açores para a Infância (CAI), promove, no próximo dia 24 de julho, sexta-feira, a Festa das Brincadeiras Tradicionais, uma iniciativa que reúne a adesão de várias IPSS e Santas Casas da Misericórdia de diferentes ilhas dos Açores. A Festa das Brincadeiras Tradicionais, que visa também assinalar o Dia dos Avós, consiste num conjunto de iniciativas promovidas localmente por cada instituição, que organizará o seu programa de atividades de acordo com a sua realidade e criatividade, envolvendo crianças e idosos. Com um caráter intergeracional, a iniciativa desenvolve-se em dois momentos complementares. Num primeiro momento, promove-se o contacto entre crianças e pessoas idosas, proporcionando a partilha de histórias, memórias e brincadeiras de outros tempos. Seguidamente, crianças são convidadas a participar em conjunto na prática de jogos e brincadeiras tradicionais, recuperando atividades como o pião, a cabra-cega, o saltar à corda, o jogo do lencinho, as escondidas, os berlindes, entre muitas outras. No âmbito desta primeira edição, o Comissariado dos Açores para a Infância, através do seu presidente, irá associar-se à iniciativa organizada pelo Instituto de Santa Catarina, na ilha de São Jorge. Através desta iniciativa, o Comissariado dos Açores para a Infância pretende sensibilizar a comunidade para a importância do brincar no desenvolvimento infantil, incentivar a redução do tempo de exposição aos ecrãs, preservar as brincadeiras tradicionais e fortalecer os laços entre crianças e pessoas idosas.
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Visita para acompanhamento da execução dos trabalho no  Bairro Nascer do Sol
Nota de Imprensa
21 de Julho 2026 Maria João Carreiro assinala receção parcial da empreitada de reabilitação de 92 habitações no Bairro Nascer do Sol A Secretária Regional da Juventude, Habitação e Emprego assinalou esta segunda-feira a receção parcial da empreitada de reabilitação de 92 habitações no Bairro Nascer do Sol, no concelho da Praia da Vitória, ilha Terceira, com uma visita para acompanhamento da execução dos trabalhos. Na ocasião, Maria João Carreiro adiantou que 48 das 92 habitações unifamiliares já estão reabilitadas, estando já em fase de conclusão a reabilitação das restantes 44 habitações, correspondentes às 3.ª e 4ª fases da empreitada. A Secretária Regional expressou confiança de que a empreitada, que representa um investimento de 11 milhões de euros, através do PRR, reúne condições para estar concluída no prazo fixado pela Comissão Europeia, enaltecendo, por isso, o “sentido de compromisso” dos empreiteiros com a “boa execução” da mesma e o cumprimento dos prazos. Maria João Carreiro destacou, ainda, o impacto deste investimento público no reforço da oferta habitacional na Praia da Vitória e na ilha Terceira, indicando que também ontem decorreu o sorteio para atribuição das moradias, na sequência do concurso público promovido através da Direção Regional da Habitação (DRH) e que decorreu de 15 de abril a 8 de maio do corrente ano. “Estas habitações estavam devolutas e votadas ao abandono, desde que foram entregues pelos Estados Unidos da América, porque as anteriores governações do PS/Açores nada fizeram para as reabilitar e entregar às famílias, adiando, assim, por inação, as condições para que os jovens e as famílias se possam fixar, prosperar e reforçar a sua segurança e estabilidade”, sinaliza. Estas 92 habitações, 19 de tiptologia T3 e 73 de tipologia T4, estão a ser atribuídas em regime de arrendamento com opção de compra e destinam-se a habitação própria permanente dos candidatos e respetivos agregados familiares. A opção de compra pode ser exercida pelos arrendatários decorrido um ano da assinatura do contrato de arrendamento com a Região Autónoma dos Açores.
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